OFERTA FORMATIVA
Formador
João Carlos Moreira Luís
Destinatários
Diretores, subdiretores, adjuntos de AE/ENA, presidentes do conselho geral, coordenadores de departamento, coordenadores de disciplina e coordenadores de diretores de turma
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Diretores, subdiretores, adjuntos de AE/ENA, presidentes do conselho geral, coordenadores de departamento, coordenadores de disciplina e coordenadores de diretores de turma. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Ria Formosa
Enquadramento
a) Da importância da formação No exercício de funções públicas, o respeito pelas normas legais em vigor, que balizam as relações laborais, é cada vez mais uma exigência num Estado de Direito. Neste sentido, assume especial relevância a formação contínua ministrada pelos Centros de Formação para o pessoal docente, potenciando a qualificação dos recursos humanos e o cumprimento de obrigações funcionais, prevenindo desconformidades legais e melhorando a qualidade global do serviço público prestado aos cidadãos. O conhecimento, por parte dos profissionais da educação, do Regime Geral da Prevenção da Corrupção, potencia uma maior exigência de conformidade legal no seu trabalho, bem como na prevenção da prática de crimes no exercício de funções públicas, além de tornar as organizações mais eficientes. Por outro lado, a conformidade legal amplia a eficiência dos trabalhadores e aumenta a confiança dos cidadãos nas instituições públicas. b) Da relevância em função dos destinatários: Com a presente ação de formação de curta duração pretende-se proporcionar aos diretores, subdiretores, adjuntos, presidentes do conselho geral e coordenadores, uma abordagem das implicações do novo Regime Geral da Prevenção da Corrupção no âmbito das suas obrigações legais. O conhecimento dos deveres profissionais promove o seu cumprimento e o conhecimento de tipos legais dos crimes que poderão ser cometidos no exercício de funções públicas irá contribuir para a prevenção da sua prática, bem como para a sua denúncia.
Objetivos
● Promover a capacitação de pessoal docente para responder às exigências das suas atribuições, no quadro legal da prevenção da corrupção. ● Prevenir a prática de crimes e de infrações disciplinares no exercício de funções públicas. ● Identificar factos passíveis de constituírem crimes cometidos no exercício de funções públicas. ● Desenvolver capacidades reflexivas e críticas que conduzam à adoção de práticas legais na interação com diferentes públicos. ● Dinamizar uma cultura de responsabilidade disciplinar, civil e criminal, a fim de melhorar o desempenho profissional. ● Potenciar a conformidade legal de práticas no exercício de funções públicas. ● Ampliar a qualidade do serviço público prestado aos cidadãos.
Conteúdos
O regime geral da prevenção da corrupção: aspetos gerais Mecanismo de prevenção da corrupção Medidas de prevenção da corrupção Disposições aplicáveis a entidades públicas Disposições aplicáveis a pessoas coletivas de direito privado Regime sancionatório Regime contraordenacional Responsabilidade disciplinar Responsabilidade penal Responsabilidade civil
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 01-07-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
Formador
David Alexandre Rita Martins
Destinatários
AO - Assistente operacional , AT - Assistente técnico e Outros Profissionais de apoio Educativo
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Ria Formosa
Enquadramento
A presente ação de formação enquadra-se num plano de atividades orientado para a promoção da educação inclusiva, do bem-estar escolar e da redução de barreiras à aprendizagem e à participação, em consonância com as orientações nacionais e europeias neste domínio, designadamente as consagradas no Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho, que estabelece o regime jurídico da educação inclusiva em Portugal. O aumento da prevalência de alunos com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) nos estabelecimentos de ensino coloca novos desafios às comunidades educativas, exigindo uma resposta articulada e tecnicamente fundamentada por parte de todos os profissionais da escola. Neste contexto, torna-se imprescindível investir na capacitação do pessoal não docente, enquanto agente educativo com impacto significativo na qualidade das interações quotidianas e na construção de ambientes escolares seguros, previsíveis e emocionalmente reguladores. Os destinatários da ação são profissionais do pessoal não docente dos estabelecimentos de ensino, incluindo assistentes operacionais e assistentes técnicos, que, embora não desempenhem funções pedagógicas diretas, assumem um papel determinante no quotidiano escolar e no suporte ao funcionamento da escola. Estes profissionais mantêm um contacto frequente e próximo com os alunos, particularmente em espaços e tempos informais (recreios, corredores, refeitórios, transportes escolares, entradas e saídas), sendo frequentemente os primeiros adultos a intervir em situações de ansiedade, sobrecarga sensorial, frustração ou comportamento desajustado por parte de alunos com TEA. Apesar da centralidade do seu papel, o pessoal não docente nem sempre dispõe de formação específica que permita compreender adequadamente as características do Transtorno do Espectro do Autismo, interpretar os comportamentos observados como manifestações de dificuldades de comunicação e autorregulação.
Objetivos
No final da ação de formação, os participantes deverão ser capazes de: • Sensibilizar-se para as características do Transtorno do Espectro do Autismo, desconstruindo mitos e promovendo uma compreensão empática das necessidades dos alunos; • Compreender os conceitos fundamentais associados ao Transtorno do Espectro do Autismo; • Reconhecer as principais características cognitivas, comunicacionais, sensoriais e comportamentais dos alunos com TEA; • Interpretar comportamentos desafiantes como formas de comunicação e não como atos intencionais de indisciplina.
Conteúdos
A ação de formação, com uma duração total de 15 horas, será organizada em módulos teórico-práticos, distribuídos por sessões presenciais, recorrendo a metodologias ativas, nomeadamente dinâmicas de grupo, análise de estudos de caso e exercícios de role-playing, adequados à realidade do pessoal não docente. Módulo 1 – Enquadramento Conceptual do Transtorno do Espectro do Autismo (3 horas) • Definição e critérios diagnósticos do Transtorno do Espectro do Autismo; • Prevalência e diversidade no espectro do autismo; • Mitos, crenças erróneas e preconceitos associados ao TEA. Módulo 2 – Características dos Alunos com TEA em Contexto Escolar (3 horas) • Processamento sensorial e hipersensibilidades; • Estratégias de comunicação verbal e não verbal com alunos com TEA; • Rigidez cognitiva, importância das rotinas e da previsibilidade; • Autorregulação emocional e comportamental; • Técnicas facilitadoras da inclusão no quotidiano escolar (uso de suportes visuais, antecipação e estruturação); • Identificação e superação de barreiras relacionais; • Gestão de situações de incompreensão e frustração. Módulo 3 – Gestão de Comportamentos e Situações de Crise (3 horas) • Identificação de fatores desencadeadores (“gatilhos”) sensoriais, emocionais e contextuais; • Abordagens preventivas e estratégias de intervenção ajustadas; • Técnicas de acalmia e de desescalada emocional; • Análise de estudos de caso adaptados à realidade do pessoal não docente. Módulo 4 – Prevenção e Gestão de Situações de Desregulação (3 horas) • Reconhecimento de sinais precoces de ansiedade e sobrecarga; • Estratégias de desescalada emocional; • Intervenção em situações de crise comportamental; • Princípios orientadores da intervenção: o que fazer e o que evitar. Módulo 5 – Trabalho em Equipa e Articulação Institucional (3 horas) • Articulação com docentes, psicólogos e técnicos especializados; • Comunicação funcional e colaborativa com as famílias; • Construção de respostas institucionais coerentes, consistentes e alinhadas com os princípios da educação inclusiva.
Avaliação
Participação (%) : 30 Assiduidade (%) : 10 Teste escrito / Trabalhos (%) : 60
Modelo
* Questionário a preencher pelos formandos para avaliar a ação * Questionário a preencher pelos formadores para avaliar a ação * Relatório final do formador
Bibliografia
• American Psychiatric Association. (2013). Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders (5th ed.). Arlington: American Psychiatric Publishing. • Attwood, T. (2007). The Complete Guide to Asperger’s Syndrome. London: Jessica Kingsley Publishers. • Baron-Cohen, S. (2008). Autism and Asperger Syndrome. Oxford: Oxford University Press. • Frith, U. (2008). Autism: A Very Short Introduction. Oxford: Oxford University Press. • Grandin, T., & Panek, R. (2013). The Autistic Brain: Thinking Across the Spectrum. Boston: Houghton Mifflin Harcourt. • Jordan, R., Jones, G., & Murray, D. (2011). Autism and Learning: A Guide to Good Practice. London: Routledge. • Mesibov, G., Shea, V., & Schopler, E. (2005). The TEACCH Approach to Autism Spectrum Disorders. New York: Springer. • Ministério da Educação. (2018). Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho. Diário da República. • Organização Mundial da Saúde. (2019). Autism Spectrum Disorders. Geneva: WHO.
Observações
Domínio de formação : Desenvolvimento psicológico da criança e do adolescente
De 01/07 a 03/07 - 09h00 às 13h00 e das 14h00 às 15h00
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 01-07-2026 (Quarta-feira) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Augusto Martins Cerdeira
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Enquadramento
O Plano de Atividades das escolas valoriza a promoção de ambientes educativos seguros, inclusivos e potenciadores de aprendizagens significativas. Para que tal se concretize, é essencial dotar os assistentes operacionais de estratégias adequadas de comunicação, apoio e intervenção, permitindo-lhes agir com confiança e eficácia nas situações quotidianas, muitas vezes exigentes e complexas, que envolvem alunos com necessidades educativas. A crescente diversidade das populações escolares coloca desafios acrescidos às equipas educativas, exigindo uma resposta inclusiva e diferenciada que promova o bem-estar e o sucesso de todos os alunos. Neste contexto, os assistentes operacionais desempenham um papel fundamental no acompanhamento diário de crianças e jovens com necessidades educativas, uma vez que estão em contacto direto com estes alunos em múltiplos momentos da rotina escolar, dentro e fora da sala de aula.
Objetivos
• Capacitar os assistentes operacionais para intervir de forma mais eficaz e segura no acompanhamento de alunos com diferentes necessidades educativas.• Promover o conhecimento de estratégias práticas para facilitar a inclusão, o bem-estar e a autonomia dos alunos no espaço escolar.• Reconhecer o papel do assistente operacional como agente de inclusão e bem-estar no contexto escolar.• Fomentar uma comunicação eficaz e a colaboração entre todos os intervenientes: professores, pais, terapeutas e outros profissionais.
Conteúdos
Módulo 1: O Papel do Assistente Operacional na Educação Inclusiva (3 horas)1.1. O que são Necessidades Educativas?; 1.2. O papel do Assistente Operacional na Escola Inclusiva; 1.3. A Criança e a Família no Centro da IntervençãoMódulo 2: Estratégias Práticas para Intervenção Diária (7 horas)2.1. Apoio a Alunos com Dificuldades de Comunicação 2.2. Apoio a Alunos com Desafios Comportamentais e expressão emocional 2.3. Promover a Autonomia e a Participação.Módulo 3: Colaboração e Partilha de Saberes (3 horas)3.1. A Equipa Multidisciplinar; 3.2. A Relação com a Família; 3.3. Apoio entre Pares; Módulo 4: Análise de Casos Práticos e Resolução de Problemas (2 horas)4.1. Discussão em Grupo; 4.2. Planos de Ação Individuais e da Equipa.
Bibliografia
Rodrigues, D. (2017). Educação Inclusiva: dos conceitos à prática. Porto Editora.Carvalho, J. & Pereira, A. (2019). Assistentes Operacionais e Educação Inclusiva. Lisboa: Pactor.Direção-Geral da Educação (DGE). (2021). Educação Inclusiva: Guião de Apoio à Prática.
Observações
06/07 a 10/07 - 9h30 às 12h30
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 06-07-2026 (Segunda-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Augusto Martins Cerdeira
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Ria Formosa
Enquadramento
"Inclusão, equidade, cooperação, solidariedade, responsabilidade e interligação, são conceitos-chave que enformam as políticas e as práticas educativas. Assegurar o direito de todos à educação é garantir acesso, presença, participação e sucesso em processos educativos de qualidade. Os atores educativos, nomeadamente lideranças de topo e intermédias, são figuras essenciais na educação e na transformação social. Acolher e apoiar todos os alunos, independentemente das suas capacidades e exigências, são dois compromissos éticos e profissionais indiscutíveis. Uma escola inclusiva exige que todos sejam capazes apoiar e promover o envolvimento de toda a comunidade escolar. A presente ação insere-se no processo de concretização do Projeto Educação Inclusiva 21-23 e do plano integrado para a recuperação das aprendizagens dos alunos do ensino básico e secundário, Plano 21|23 Escola+."
Objetivos
Identificar um sistema de valores essenciais e de áreas de competência adequados à inclusão dos alunos; Valorizar a diversidade como um recurso e valor educativo; Apoiar e desenvolver a inclusão em todos os alunos e gerir expectativas; Desenvolver competências de trabalho cooperativo (com os pares, os alunos, pais, técnicos e outros) na diminuição de barreiras a inclusão. Desenvolver competências de autorreflexão que permitam consolidar estratégias de sucesso e eliminar ou melhorar estratégias pouco eficazes.
Conteúdos
Conteúdos: "1ª Sessão 3 horas Apresentação Conteúdo da Acão Cronograma Critérios de avaliação Valorização da diversidade 2ª sessão | 3 horas Pesquisa sobre o enquadramento teórico e evolução da educação inclusiva Valores, Atitudes, Princípios, Legislação e Conceitos 3ª sessão | 3 horas O conceito de diferença aos vários níveis: física, mental, emocional, cultural, social Barreiras a inclusão. 4ª sessão | 3 horas Reflexão sobre alguns valores e crenças pessoais inibidores de uma pratica inclusiva e os vários tipos de diferenças e a sua implicação. 5ª sessão | 3 horas Reflexão sobre as necessidades de desenvolvimento pessoal e profissional e apresentação de um plano de ação tendo em conta: as metodologias de investigacao-acao na pratica educativa e o desenvolvimento de estratégias pessoais de resolução de problemas 6ª sessão assíncrona | 3 horas Apresentação e debate dos vários planos de ação Trabalho em rede: uma abordagem sistémica Trabalhar com o encarregado de educação e/ou famílias, estratégias de comunicação eficaz Articular com outros profissionais: conceitos e princípios unificantes Avaliação reflexiva"
Bibliografia
Cerna, L. et al. (2021) Promoting inclusive education for diverse societies: A conceptual framework. Disponível em:Promoting inclusive education for diverse societies : A conceptual framework | OECD Education Working Papers | OECDiLibrary (oecd-ilibrary.org) Eurydice (2020). A equidade na educação escolar na Europa (trad. Lisboa: DGEEC/Unidade portuguesa de Eurydice).Disponível em: https://op.europa.eu/en/publication-detail/-/publication/517ee2ef-4404-11eb-b59f-01aa75ed71a1/language-pt European Agency for Special Needs and Inclusive Education (2021). Inclusive School Leadership: A Tool for Self-Reflection on Policy and Practice. (M. Turner-Cmuchal, E. Óskarsdóttir and M. Bilgeri, eds.). Odense, Denmark. Disponívelem: https://www.european-agency.org/sites/default/files/SISL_Self-Reflection_Tool.pdf Pereira, F. (Coord.). (2018). Para uma Educação Inclusiva. Manual de Apoio à Prática. Lisboa. Ministério da Educação.Direção-Geral da Educação. Disponível em:https://dge.mec.pt/sites/defa
Observações
PASTA 8- Algarve 2030
06 a 10 de julho - 14h às 17h
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 06-07-2026 (Segunda-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
David Alexandre Rita Martins
Destinatários
AO - Assistente operacional , AT - Assistente técnico e Outros Profissionais de apoio Educativo
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Ria Formosa
Enquadramento
A presente ação de formação enquadra-se num plano de atividades orientado para a promoção da educação inclusiva, do bem-estar escolar e da redução de barreiras à aprendizagem e à participação, em consonância com as orientações nacionais e europeias neste domínio, designadamente as consagradas no Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho, que estabelece o regime jurídico da educação inclusiva em Portugal. O aumento da prevalência de alunos com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) nos estabelecimentos de ensino coloca novos desafios às comunidades educativas, exigindo uma resposta articulada e tecnicamente fundamentada por parte de todos os profissionais da escola. Neste contexto, torna-se imprescindível investir na capacitação do pessoal não docente, enquanto agente educativo com impacto significativo na qualidade das interações quotidianas e na construção de ambientes escolares seguros, previsíveis e emocionalmente reguladores. Os destinatários da ação são profissionais do pessoal não docente dos estabelecimentos de ensino, incluindo assistentes operacionais e assistentes técnicos, que, embora não desempenhem funções pedagógicas diretas, assumem um papel determinante no quotidiano escolar e no suporte ao funcionamento da escola. Estes profissionais mantêm um contacto frequente e próximo com os alunos, particularmente em espaços e tempos informais (recreios, corredores, refeitórios, transportes escolares, entradas e saídas), sendo frequentemente os primeiros adultos a intervir em situações de ansiedade, sobrecarga sensorial, frustração ou comportamento desajustado por parte de alunos com TEA. Apesar da centralidade do seu papel, o pessoal não docente nem sempre dispõe de formação específica que permita compreender adequadamente as características do Transtorno do Espectro do Autismo, interpretar os comportamentos observados como manifestações de dificuldades de comunicação e autorregulação.
Objetivos
No final da ação de formação, os participantes deverão ser capazes de: • Sensibilizar-se para as características do Transtorno do Espectro do Autismo, desconstruindo mitos e promovendo uma compreensão empática das necessidades dos alunos; • Compreender os conceitos fundamentais associados ao Transtorno do Espectro do Autismo; • Reconhecer as principais características cognitivas, comunicacionais, sensoriais e comportamentais dos alunos com TEA; • Interpretar comportamentos desafiantes como formas de comunicação e não como atos intencionais de indisciplina.
Conteúdos
A ação de formação, com uma duração total de 15 horas, será organizada em módulos teórico-práticos, distribuídos por sessões presenciais, recorrendo a metodologias ativas, nomeadamente dinâmicas de grupo, análise de estudos de caso e exercícios de role-playing, adequados à realidade do pessoal não docente. Módulo 1 – Enquadramento Conceptual do Transtorno do Espectro do Autismo (3 horas) • Definição e critérios diagnósticos do Transtorno do Espectro do Autismo; • Prevalência e diversidade no espectro do autismo; • Mitos, crenças erróneas e preconceitos associados ao TEA. Módulo 2 – Características dos Alunos com TEA em Contexto Escolar (3 horas) • Processamento sensorial e hipersensibilidades; • Estratégias de comunicação verbal e não verbal com alunos com TEA; • Rigidez cognitiva, importância das rotinas e da previsibilidade; • Autorregulação emocional e comportamental; • Técnicas facilitadoras da inclusão no quotidiano escolar (uso de suportes visuais, antecipação e estruturação); • Identificação e superação de barreiras relacionais; • Gestão de situações de incompreensão e frustração. Módulo 3 – Gestão de Comportamentos e Situações de Crise (3 horas) • Identificação de fatores desencadeadores (“gatilhos”) sensoriais, emocionais e contextuais; • Abordagens preventivas e estratégias de intervenção ajustadas; • Técnicas de acalmia e de desescalada emocional; • Análise de estudos de caso adaptados à realidade do pessoal não docente. Módulo 4 – Prevenção e Gestão de Situações de Desregulação (3 horas) • Reconhecimento de sinais precoces de ansiedade e sobrecarga; • Estratégias de desescalada emocional; • Intervenção em situações de crise comportamental; • Princípios orientadores da intervenção: o que fazer e o que evitar. Módulo 5 – Trabalho em Equipa e Articulação Institucional (3 horas) • Articulação com docentes, psicólogos e técnicos especializados; • Comunicação funcional e colaborativa com as famílias; • Construção de respostas institucionais coerentes, consistentes e alinhadas com os princípios da educação inclusiva.
Avaliação
Participação (%) : 30 Assiduidade (%) : 10 Teste escrito / Trabalhos (%) : 60
Modelo
* Questionário a preencher pelos formandos para avaliar a ação * Questionário a preencher pelos formadores para avaliar a ação * Relatório final do formador
Bibliografia
• American Psychiatric Association. (2013). Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders (5th ed.). Arlington: American Psychiatric Publishing. • Attwood, T. (2007). The Complete Guide to Asperger’s Syndrome. London: Jessica Kingsley Publishers. • Baron-Cohen, S. (2008). Autism and Asperger Syndrome. Oxford: Oxford University Press. • Frith, U. (2008). Autism: A Very Short Introduction. Oxford: Oxford University Press. • Grandin, T., & Panek, R. (2013). The Autistic Brain: Thinking Across the Spectrum. Boston: Houghton Mifflin Harcourt. • Jordan, R., Jones, G., & Murray, D. (2011). Autism and Learning: A Guide to Good Practice. London: Routledge. • Mesibov, G., Shea, V., & Schopler, E. (2005). The TEACCH Approach to Autism Spectrum Disorders. New York: Springer. • Ministério da Educação. (2018). Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho. Diário da República. • Organização Mundial da Saúde. (2019). Autism Spectrum Disorders. Geneva: WHO.
Observações
Domínio de formação : Desenvolvimento psicológico da criança e do adolescente
De 08/07 a 10/07 - 09h00 às 13h00 e das 14h00 às 15h00
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 08-07-2026 (Quarta-feira) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Luís Miguel Neves
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Enquadramento
Esta ação de formação, na modalidade curso, está inserida no plano de formação do CFAE Levante Algarvio e escolas associadas, numa articulação entre a missão da escola pública, a visão das autarquias e os princípios de uma educação inclusiva, no sentido de apoiar e promover o envolvimento da comunidade educativa. Toda a comunidade educativa têm um papel preponderante na aprendizagem, educação e desenvolvimento das crianças, jovens e adolescentes no seio escolar, bem como no seu acompanhamento na realização das atividades dos processos educativos diferenciados, dando a todos condições de equidade de desenvolvimento e integração social. É fundamental capacitar e envolver o Pessoal Não Docente para as tarefas com base em princípios e valores de uma Educação Inclusiva e para Todos.
Objetivos
1. Identificar um sistema de valores essenciais e de áreas de competência adequados à inclusão dos alunos;2. Valorizar a diversidade como um recurso e valor educativo;3. Apoiar e desenvolver a inclusão de todos os alunos e gerir expectativas;4. Desenvolver competências de trabalho cooperativo para na diminuição de barreiras a inclusão.5. Desenvolver competências de autorreflexao que permitam consolidar estratégias de sucesso e eliminar ou melhorar estratégias pouco eficazes.
Conteúdos
- Apresentação dos formadores e formandos; Apresentação do trabalho a desenvolver (2 horas); - Valorização e diversidade (3 horas); - Enquadramento teórico e a evolução da Educação Inclusiva: legislação, valores, atitudes, princípios e conceitos; (3 horas); - O conceito de diferença aos vários níveis: física, mental, emocional, cultural, social (3 horas); - Reflexão sobre alguns valores e crenças pessoais inibidores de uma prática inclusiva e os vários tipos de diferenças e a sua implicação (4 horas).
Bibliografia
Cerna, L. et al. (2021) Promoting inclusive education for diverse societies: A conceptual framework.Disponível em: Promoting inclusive education for diverse societies: A conceptual framework | OECD Education Working Papers |OECDiLibrary (oecd-ilibrary.org)Eurydice (2020). A equidade na educação escolar na Europa (trad. Lisboa: DGEEC/Unidade portuguesa de Eurydice). Disponível em: https://op.europa.eu/en/publication-detail/-/publication/517ee2ef-4404-11eb-b59f-01aa75ed71a1/language-ptEuropean Agency for Special Needs and Inclusive Education (2021). Inclusive School Leadership: A Tool for Self-Reflection on Policyand Practice. (M. Turner-Cmuchal, E. Óskarsdóttir and M. Bilgeri, eds.). Odense, Denmark. Disponível em: https://www.europeanagency.org/sites/default/files/SISL_Self-Reflection_Tool.pdfPereira, F. (Coord.). (2018). Para uma Educação Inclusiva. Manual de Apoio à Prática. Lisboa. Ministério da Educação. Direção-Geral
Observações
13/07 e 14/07 - das 9h00 às 13h00 e das 14h30 às 18h00
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 13-07-2026 (Segunda-feira) | 09:00 - 18:00 | 9:00 | Presencial |
Ref. 6421 Inscrições abertas até 2026-07-13 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: 642
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 6.0 horas
Início: 2026-07-15
Fim: 2026-07-15
Regime: Presencial
Local: Auditório da Escola EB 2,3 D. Afonso III
Formador
Isabel Martins Domingos Campos
Destinatários
Docentes e Técnicos Superiores do Agrupamento de Escolas D. Afonso III, Faro
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Docentes e Técnicos Superiores do Agrupamento de Escolas D. Afonso III, Faro. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
- Dar visibilidade aos projetos pedagógicos implementados, evidenciando processos, resultados e impacto nas aprendizagens dos alunos. - Estimular a reflexão crítica sobre as práticas desenvolvidas, identificando sucessos, dificuldades e oportunidades de melhoria. - Fomentar a partilha de experiências e o trabalho colaborativo entre docentes de diferentes áreas disciplinares. - Promover a inovação pedagógica, incentivando a adoção e adaptação de metodologias, estratégias e recursos apresentados. - Reforçar o desenvolvimento profissional docente, valorizando a aprendizagem entre pares. - Criar um espaço de diálogo que contribua para a melhoria contínua das práticas educativas do agrupamento.
Objetivos
- Dar visibilidade aos projetos pedagógicos implementados, evidenciando processos, resultados e impacto nas aprendizagens dos alunos. - Estimular a reflexão crítica sobre as práticas desenvolvidas, identificando sucessos, dificuldades e oportunidades de melhoria. - Fomentar a partilha de experiências e o trabalho colaborativo entre docentes de diferentes áreas disciplinares. - Promover a inovação pedagógica, incentivando a adoção e adaptação de metodologias, estratégias e recursos apresentados. - Reforçar o desenvolvimento profissional docente, valorizando a aprendizagem entre pares. - Criar um espaço de diálogo que contribua para a melhoria contínua das práticas educativas do agrupamento.
Conteúdos
1. Planeamento, desenvolvimento e avaliação de projetos interdisciplinares. 2. Partilha de práticas e construção colaborativa de recursos pedagógicos. 3. Parcerias educativas como potenciadoras da inovação e do sucesso escolar. 4. Articulação escola-família-comunidade na promoção de uma educação inclusiva e participativa. 5. Promoção de competências socioemocionais.
INSCREVER-ME
Ref. 643T1 Inscrições abertas até 2026-07-10 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: 643
Modalidade: Outro
Duração: 3.0 horas
Início: 2026-07-15
Fim: 2026-07-15
Regime: Presencial
Local: Auditório da Escola Secundária Dr. Francisco Fernandes Lopes
Formador
Hugo Vasques do Nascimento de Neto Lopes
Destinatários
Pessoal não docente;
Entidade formadora/Parceria
Agrupamento de Escolas Dr Francisco Fernandes Lopes e Centro de Formação Ria Formosa
Enquadramento
● Compreender a importância da comunicação institucional no contexto profissional; ● Desenvolver competências de comunicação assertiva e relacional; ● Promover práticas de comunicação adequadas às estruturas organizacionais; ● Reforçar atitudes de profissionalismo, cooperação e respeito hierárquico; ● Melhorar a gestão de conflitos e a comunicação em equipa.
Conteúdos
- Teorias da comunicação - Comunicação organizacional - Psicologia da comunicação - Relações interpessoais - Ética e deontologia profissional - Liderança e hierarquias organizacionais - Comunicação em contexto escolar
Observações
Bibliografia de Apoio ● Chiavenato, I. (2025). Gestão de Pessoas: O novo papel da gestão do talento humano (6.ª ed.). Atlas. ● Robbins, S. P., Judge, T. A., & Campbell, T. T. (2020). Comportamento Organizacional (18.ª ed.). Pearson. ● Goleman, D. (2012). Inteligência Emocional (2.ª ed.). Temas e Debates. (Nota: Em formato de bolso, a edição da Objetiva de 2011/2012 também é muito citada). ● Covey, S. R. (2019). Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes (83.ª ed.). BestSeller.
INSCREVER-ME
Ref. 643T2 Inscrições abertas até 2026-07-10 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: 643
Modalidade: Outro
Duração: 3.0 horas
Início: 2026-07-15
Fim: 2026-07-15
Regime: Presencial
Local: Escola Secundária Dr. Francisco Fernandes Lopes
Formador
Hugo Vasques do Nascimento de Neto Lopes
Destinatários
Pessoal não docente;
Entidade formadora/Parceria
Agrupamento de Escolas Dr Francisco Fernandes Lopes e Centro de Formação Ria Formosa
Enquadramento
● Compreender a importância da comunicação institucional no contexto profissional; ● Desenvolver competências de comunicação assertiva e relacional; ● Promover práticas de comunicação adequadas às estruturas organizacionais; ● Reforçar atitudes de profissionalismo, cooperação e respeito hierárquico; ● Melhorar a gestão de conflitos e a comunicação em equipa.
Conteúdos
- Teorias da comunicação - Comunicação organizacional - Psicologia da comunicação - Relações interpessoais - Ética e deontologia profissional - Liderança e hierarquias organizacionais - Comunicação em contexto escolar
Observações
Bibliografia de Apoio ● Chiavenato, I. (2025). Gestão de Pessoas: O novo papel da gestão do talento humano (6.ª ed.). Atlas. ● Robbins, S. P., Judge, T. A., & Campbell, T. T. (2020). Comportamento Organizacional (18.ª ed.). Pearson. ● Goleman, D. (2012). Inteligência Emocional (2.ª ed.). Temas e Debates. (Nota: Em formato de bolso, a edição da Objetiva de 2011/2012 também é muito citada). ● Covey, S. R. (2019). Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes (83.ª ed.). BestSeller.
INSCREVER-ME
Ref. 643T3 Inscrições abertas até 2026-07-10 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: 643
Modalidade: Outro
Duração: 3.0 horas
Início: 2026-07-16
Fim: 2026-07-16
Regime: Presencial
Local: Auditório da Escola Dr. António João Eusébio, Moncarapacho
Formador
Hugo Vasques do Nascimento de Neto Lopes
Destinatários
Pessoal não docente;
Entidade formadora/Parceria
Agrupamento de Escolas Dr Francisco Fernandes Lopes e Centro de Formação Ria Formosa
Enquadramento
● Compreender a importância da comunicação institucional no contexto profissional; ● Desenvolver competências de comunicação assertiva e relacional; ● Promover práticas de comunicação adequadas às estruturas organizacionais; ● Reforçar atitudes de profissionalismo, cooperação e respeito hierárquico; ● Melhorar a gestão de conflitos e a comunicação em equipa.
Conteúdos
- Teorias da comunicação - Comunicação organizacional - Psicologia da comunicação - Relações interpessoais - Ética e deontologia profissional - Liderança e hierarquias organizacionais - Comunicação em contexto escolar
Observações
Bibliografia de Apoio ● Chiavenato, I. (2025). Gestão de Pessoas: O novo papel da gestão do talento humano (6.ª ed.). Atlas. ● Robbins, S. P., Judge, T. A., & Campbell, T. T. (2020). Comportamento Organizacional (18.ª ed.). Pearson. ● Goleman, D. (2012). Inteligência Emocional (2.ª ed.). Temas e Debates. (Nota: Em formato de bolso, a edição da Objetiva de 2011/2012 também é muito citada). ● Covey, S. R. (2019). Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes (83.ª ed.). BestSeller.
INSCREVER-ME
Ref. 643T4 Inscrições abertas até 2026-07-10 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: 643
Modalidade: Outro
Duração: 3.0 horas
Início: 2026-07-16
Fim: 2026-07-16
Regime: Presencial
Local: Auditório da Escola Dr. António João Eusébio, Moncarapacho
Formador
Hugo Vasques do Nascimento de Neto Lopes
Destinatários
Pessoal não docente;
Entidade formadora/Parceria
Agrupamento de Escolas Dr Francisco Fernandes Lopes e Centro de Formação Ria Formosa
Enquadramento
● Compreender a importância da comunicação institucional no contexto profissional; ● Desenvolver competências de comunicação assertiva e relacional; ● Promover práticas de comunicação adequadas às estruturas organizacionais; ● Reforçar atitudes de profissionalismo, cooperação e respeito hierárquico; ● Melhorar a gestão de conflitos e a comunicação em equipa.
Conteúdos
- Teorias da comunicação - Comunicação organizacional - Psicologia da comunicação - Relações interpessoais - Ética e deontologia profissional - Liderança e hierarquias organizacionais - Comunicação em contexto escolar
Observações
Bibliografia de Apoio ● Chiavenato, I. (2025). Gestão de Pessoas: O novo papel da gestão do talento humano (6.ª ed.). Atlas. ● Robbins, S. P., Judge, T. A., & Campbell, T. T. (2020). Comportamento Organizacional (18.ª ed.). Pearson. ● Goleman, D. (2012). Inteligência Emocional (2.ª ed.). Temas e Debates. (Nota: Em formato de bolso, a edição da Objetiva de 2011/2012 também é muito citada). ● Covey, S. R. (2019). Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes (83.ª ed.). BestSeller.
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Ref. 643T5 Inscrições abertas até 2026-07-13 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: 643
Modalidade: Outro
Duração: 3.0 horas
Início: 2026-07-17
Fim: 2026-07-17
Regime: Presencial
Local: Auditório da Escola Dr. João Lúcio, Fuzeta.
Formador
Hugo Vasques do Nascimento de Neto Lopes
Destinatários
Pessoal não docente;
Entidade formadora/Parceria
Agrupamento de Escolas Dr Francisco Fernandes Lopes e Centro de Formação Ria Formosa
Enquadramento
● Compreender a importância da comunicação institucional no contexto profissional; ● Desenvolver competências de comunicação assertiva e relacional; ● Promover práticas de comunicação adequadas às estruturas organizacionais; ● Reforçar atitudes de profissionalismo, cooperação e respeito hierárquico; ● Melhorar a gestão de conflitos e a comunicação em equipa.
Conteúdos
- Teorias da comunicação - Comunicação organizacional - Psicologia da comunicação - Relações interpessoais - Ética e deontologia profissional - Liderança e hierarquias organizacionais - Comunicação em contexto escolar
Observações
Bibliografia de Apoio ● Chiavenato, I. (2025). Gestão de Pessoas: O novo papel da gestão do talento humano (6.ª ed.). Atlas. ● Robbins, S. P., Judge, T. A., & Campbell, T. T. (2020). Comportamento Organizacional (18.ª ed.). Pearson. ● Goleman, D. (2012). Inteligência Emocional (2.ª ed.). Temas e Debates. (Nota: Em formato de bolso, a edição da Objetiva de 2011/2012 também é muito citada). ● Covey, S. R. (2019). Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes (83.ª ed.). BestSeller.
INSCREVER-ME
Ref. 643T6 Inscrições abertas até 2026-07-13 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: 643
Modalidade: Outro
Duração: 3.0 horas
Início: 2026-07-17
Fim: 2026-07-17
Regime: Presencial
Local: Auditório da Escola Dr. João Lúcio, Fuzeta.
Formador
Hugo Vasques do Nascimento de Neto Lopes
Destinatários
Pessoal não docente;
Entidade formadora/Parceria
Agrupamento de Escolas Dr Francisco Fernandes Lopes e Centro de Formação Ria Formosa
Enquadramento
● Compreender a importância da comunicação institucional no contexto profissional; ● Desenvolver competências de comunicação assertiva e relacional; ● Promover práticas de comunicação adequadas às estruturas organizacionais; ● Reforçar atitudes de profissionalismo, cooperação e respeito hierárquico; ● Melhorar a gestão de conflitos e a comunicação em equipa.
Conteúdos
- Teorias da comunicação - Comunicação organizacional - Psicologia da comunicação - Relações interpessoais - Ética e deontologia profissional - Liderança e hierarquias organizacionais - Comunicação em contexto escolar
Observações
Bibliografia de Apoio ● Chiavenato, I. (2025). Gestão de Pessoas: O novo papel da gestão do talento humano (6.ª ed.). Atlas. ● Robbins, S. P., Judge, T. A., & Campbell, T. T. (2020). Comportamento Organizacional (18.ª ed.). Pearson. ● Goleman, D. (2012). Inteligência Emocional (2.ª ed.). Temas e Debates. (Nota: Em formato de bolso, a edição da Objetiva de 2011/2012 também é muito citada). ● Covey, S. R. (2019). Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes (83.ª ed.). BestSeller.
INSCREVER-ME
Formador
Maria Teresa Pinto Luz Jeronimo
Destinatários
Grupo 240 e 600
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Grupo 240 e 600. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Grupo 240 e 600.
Certificado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Ria Formosa
Enquadramento
O trabalho com barro em contexto educativo favorece a criatividade, a expressão artística e o desenvolvimento sensorial dos alunos. A utilização do forno mufla permite introduzir os docentes ao processo básico de cozedura cerâmica, possibilitando a realização de projetos artísticos simples em contexto escolar. Esta formação pretende capacitar os professores para desenvolver atividades de modelação em barro e compreender as etapas fundamentais de secagem e cozedura em forno mufla.
Objetivos
• Explorar o barro como recurso pedagógico; • Desenvolver técnicas básicas de modelação manual; • Conhecer o funcionamento básico do forno mufla; • Compreender o processo de secagem e cozedura cerâmica; • Aplicar atividades práticas em contexto escolar. Objetivos específicos: No final da formação, os participantes deverão ser capazes de: • Identificar materiais e ferramentas básicas de cerâmica; • Aplicar técnicas simples de modelação em barro; • Produzir pequenas peças cerâmicas; • Preparar corretamente peças para secagem; • Reconhecer regras de segurança na utilização do forno mufla; • Compreender etapas básicas de cozedura cerâmica.
Conteúdos
Módulo 1 — Introdução ao Barro e à Cerâmica Módulo 2 — Técnicas Básicas de Modelação Módulo 3 — Secagem e Cozedura em Forno Mufla Módulo 4 — Aplicação Pedagógica
Observações
• Barro: Arte e Técnica — Diversos autores. Introdução ao trabalho artístico e técnico com barro; • Educação pela Arte — Herbert Read. Fundamentação pedagógica da expressão artística na educação. • A Criança e a Expressão Artística — Viktor Lowenfeld. Desenvolvimento criativo através das artes plásticas. • Manual de Expressão Plástica para Professores — vários autores. Estratégias e atividades aplicáveis em contexto educativo; • Electric Kiln Ceramics — Richard Zakin; Explica processos de cozedura em forno elétrico/mufla; • Mastering Kilns and Firing — Lindsay Oesterritter; Técnicas de cozedura, segurança e curvas de temperatura; • Kiln Construction and Operation — Frederick Olsen. Funcionamento e segurança de fornos cerâmicos.
18/06 e 24/06 das 16h30 às 18h30 PRIORIDADE A DOCENTES DO CFAE RIA FORMOSA
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 18-06-2026 (Quinta-feira) | 15:00 - 17:00 | 2:00 | Presencial |
Formador
Silvio Alexandre Rosa da Ponte
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Conhecimentos básicos em cibersegurança contribuem para um ambiente escolar mais seguro, onde tanto alunos quanto professores podem aprender e interagir mais preparados para as ameaças digitais. Os professores, como educadores de excelência, estão em posição privilegiada para garantir a segurança dos alunos, e isso inclui a proteção contra riscos cibernéticos. Com o aumento de ataques como phishing e malware, evitar cair em armadilhas que comprometam a segurança da escola e dos alunos é essencial. Num mundo digital em constante evolução, à medida que a tecnologia avança, conhecimentos em cibersegurança tornam-se fundamentais.
Objetivos
Os objetivos gerais desta formação serão o domínio de conceitos, de cenários de utilização, e formas de transmissão dos mesmos, recorrendo a materiais didáticos apelativos, de forma adequada ao nível de conhecimento do público-alvo. No final deverá existir um maior conhecimento sobre cibersegurança em geral, bem como uma maior consciência do comportamento de cada um, da sua presença na Internet e do uso que dela faz. São essenciais a interiorização dos valores éticos corretos, da privacidade que é adequada e necessária, a vigilância permanente que se exige, para que se possa ter uma presença adequada nas redes sociais. Questões (aparentemente) triviais como criação e proteção de palavras-chave (passwords), privacidade no correio eletrónico, denúncia de ciberbullying, são exemplos de questões que passarão a ser certamente mais claras depois da frequência desta formação.
Conteúdos
Ciberespaço e Cultura de Cibersegurança (4 horas) - Conceitos Básicos de Cibersegurança - A utilização do Ciberespaço - Engenharia Social Ciber-higiene (6 horas) - Normas e procedimentos de utilização das tecnologias da informação - Políticas Seguras nas Escolas - Práticas Seguras nas Escolas Cibersegurança em Ambientes Colaborativos (2,5 horas) - Ambientes colaborativos - Partilhas, permissões, comunicação e colaboração em rede Ética na Cibersegurança (3,5 horas) - Boas práticas e cumprimento da lei - Partilha de conteúdos e copyright - Ciberbullying Dados Pessoalmente Identificáveis e Sensíveis (6 horas) - Tipos de dados - Ciclo de dados - Estratégias de pesquisa e gestão do conhecimento
Metodologias
A formação será ministrada à distância, em formato síncrono, para permitir a discussão, troca de ideias e dinâmicas de aprendizagem com o formador e entre pares. Após a apresentação dos conceitos serão sempre apresentadas ferramentas, questões tipo, cenários de estudo, que possam servir como exemplos de aplicabilidade concretos, estruturados de acordo com os níveis de público. A formação inclui um extenso e atualizado portfolio de ferramentas já disponíveis de variados autores, e ainda uma versão inicial de materiais a utilizar pelos professores e ainda de um jogo. Cada um deles é passível de ser completado de forma mais personalizada por cada professor, no sentido de o adaptar à envolvente sócio-cultural da sua escola, o que será objeto de avaliação final.
Avaliação
A avaliação dos formandos será baseada, de acordo com o Estatuto da Carreira Docente, numa escala de 1 a 10 valores, mediante o seu desempenho nas sessões conjuntas e na avaliação individual dos trabalhos produzidos. A avaliação final da ação será feita mediante o preenchimento de um inquérito pelos formandos, elaborado pelo Centro de Formação para a Avaliação Final da Ação e análise dos mesmos juntamente com alguns itens referidos no relatório do formador.
Bibliografia
Centro Internet Segura, Guia para uma Internet Segura, eBook_CIS_vF2.pdfEstudo sobre a Educação para a Cibersegurança no Ensino Básico e Secundário. CNCS, 2024 https://www.cncs.gov.pt/docs/estudo-ensino-bas-sec-obcibercncs.pdfMastering Cyber Hygiene: A Practical Guide for Individuals: A Practical Guide for Individuals. NOTION PRESS MEDIA PVT LTD, 2024. ISBN: 9798894156774CNCS(2020), Relatório cibersegurança em Portugal: Ética & Direito, https://www.cncs.gov.pt/docs/relatorio-eticadireito2020-observatoriociberseguranca-cncs.pdf Van Puyvelde, Damien, and Aaron F. Brantly. Cybersecurity: politics, governance and conflict in cyberspace. John Wiley & Sons, 2024.
Observações
13 e 14/05 27 e 28/05 03/06 11/06 17 e 18/06 24 e 25/06 29 e 30/06 (Todas as 4as feiras e 5as feiras) - Das 17h00 às 19h00
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 13-05-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 18:00 | 1:00 | Online síncrona |
| 2 | 13-05-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 19:00 | 1:00 | Online síncrona |
| 3 | 14-05-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 18:00 | 1:00 | Online síncrona |
| 4 | 14-05-2026 (Quinta-feira) | 18:00 - 19:00 | 1:00 | Online síncrona |
| 5 | 27-05-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 18:00 | 1:00 | Online síncrona |
| 6 | 27-05-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 19:00 | 1:00 | Online síncrona |
| 7 | 28-05-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 18:00 | 1:00 | Online síncrona |
| 8 | 28-05-2026 (Quinta-feira) | 18:00 - 19:00 | 1:00 | Online síncrona |
| 9 | 03-06-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 18:00 | 1:00 | Online síncrona |
| 10 | 03-06-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 19:00 | 1:00 | Online síncrona |
| 11 | 11-06-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 18:00 | 1:00 | Online síncrona |
| 12 | 11-06-2026 (Quinta-feira) | 18:00 - 19:00 | 1:00 | Online síncrona |
| 13 | 17-06-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 18:00 | 1:00 | Online síncrona |
| 14 | 17-06-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 19:00 | 1:00 | Online síncrona |
| 15 | 18-06-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 18:00 | 1:00 | Online síncrona |
| 16 | 18-06-2026 (Quinta-feira) | 18:00 - 19:00 | 1:00 | Online síncrona |
Formador
Marco António Gonçalves Lopes
Destinatários
Professores do 3º Ciclo do Ensino Básico e do Ensino Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do 3º Ciclo do Ensino Básico e do Ensino Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O tema do património cultural imaterial, que nos últimos anos tem assumido especial destaque nos meios da investigação e também da classificação de várias manifestações, ganhando espaço próprio na legislação do património, da cultura e da museologia, está presente um pouco por todo o lado, e a região algarvia não é exceção, desde logo pela sua diversidade de território, paisagens, economia, comunidades e mentalidades. Todo o património implica uma ação, uma gestualidade, um ritual ou uma prática, que se mantém ao longo dos tempos, e gera interesse e estudo, em aspetos que podem estar ligados à arquitetura, aos ofícios tradicionais, à pesca, à agricultura, às festas religiosas ou mundanas, aos contos, às feiras ou aos jogos. Uns perduraram, outros sofreram alterações, alguns não resistiram. Disso trataram alguns autores algarvios entre os séculos XIX e o XX, fazendo um levantamento, umas vezes mais romanceado, outras vezes mais credenciado. Cabe ao museu, como entidade que estuda, conserva e divulga o património imaterial da sua região, em programas de mediação ou no trabalho de inventário, protagonizados essencialmente pelo Museu Regional do Algarve, sensibilizar para outras tipologias do património, igualmente definidoras da identidade, e facultar as necessárias ferramentas para uma salvaguarda credível e bem informada, que possa ser transmitida às novas gerações.
Objetivos
- Familiarizar com o tema do património cultural imaterial, nas suas diferentes dimensões, significados e nos impactos culturais e sociais dos territórios e das comunidades. - Suscitar a importância da salvaguarda das manifestações culturais imateriais do território algarvio, tendo em conta os potenciais riscos da sua extinção ou da sua deturpação. - Definir metodologias de trabalho para inventário do património cultural imaterial, usando as novas tecnologias. - Conceber o património cultural imaterial como um tema transversal a várias disciplinas de ensino.
Conteúdos
1 Noções básicas do PCI. 2 Ataíde de Oliveira e os contos. 3 Arquitetura popular 4 Festas religiosas 5 Doçaria 6 Mezinhas 7 Museologia Popular. Estado Novo e os museus provinciais ou a cultura popular e turismo 8 Música tradicional algarvia 9 Traje algarvio (Museu São Brás) 10 Apresentação dos trabalhos dos formandos
Metodologias
Na sua maioria, a acção basear-se-á num conjunto de sessões que explora, através da apresentação de conteúdos, o resultado de um trabalho de investigação e de estudo, numa componente mais teórica, fazendo ligações com diferentes perspetivas do património imaterial, que tanto vai a aspetos como a memória oral, arquitetura, gastronomia, música ou festas tradicionais. Será intenção, sempre que o tema a isso proporcione, desenvolver momentos de interação prática e de pequenas oficinas ou trabalhos de grupo, que promova algum espaço de debate e discussão de ideias. No fim da ação, como rescaldo e ponto de situação das sessões e do entendimento do PCI, os participantes, em grupo ou individualmente, devem apresentar numa das sessões, um trabalho que possa refletir os seus conhecimentos e aprendizagens.
Avaliação
Para além do cumprimento das determinações legais, a avaliação dos formandos será formalizada numa escala de 1 a 10 valores de acordo com as cartas circulares 3/2007 e 1/2008 do CCPFC. A avaliação dos formandos centra-se em duas dimensões. A primeira relaciona-se com o percurso e o trabalho dos formandos ao longo do curso de formação, sendo considerado o nível de participação nas sessões e a realização das atividades propostas. A segunda pressupõe a elaboração de um trabalho individual em que os formandos, partindo das reflexões, perspetivas inerentes à execução das atividades práticas desenvolvidas nas sessões. o regime de avaliação dos formandos segue as orientações e critérios do CFAE que preveem 40 % para a participação e 60 % para o trabalho produzido. A aprovação no curso dependerá da obtenção de classificação igual ou superior a 5 valores e da frequência mínima de 2/3 do total de horas conjuntas da ação.
Bibliografia
SOUSA, Filomena, Património Cultural Imaterial Memoriamedia e-Museu: métodos, técnicas e práticas, Alenquer, Memória Imaterial CRL, 2015.CIIP, O que comiam os nossos avós? A alimentação no sotavento algarvio, Vila Real de Santo António, Câmara Municipal, 2013.PEREIRA, Selma, A tecelagem tradicional do Algarve: a última tecedeira da serra de Monchique, UALG, tese de mestrado, 2012.BRANDÃO, Veralisa, Património Cultural Maritimo: vila de Ameijoas, in Embarco, Olhão, Câmara Municipal, 2015.PRISTA, Pedro; COSTA, Miguel, Platibandas do Algarve, Argumentum, 2020.
Observações
1 – Noções básicas do PCI. (Cristina Fé Santos) - 22 de abril 2 – Ataide de Oliveira e os contos. (Paulo Serra) - 29 de abril 4 – Festas religiosas (Cónego Carlos Aquino) - 13 de maio 5 – Metodologias de trabalho PCI para escolas (Catarina Oliveira) - 20 de maio 3 – Arquitetura popular (Vitor Ribeiro ou Miguel Costa) - 21 de maio 6 – Mezinhas (Fernanda Zacarias) - 27 de maio 7 – Museologia Popular. Estado Novo e os museus provinciais ou a cultura popular e turismo (Pedro Prista) - 3 de junho 8 – Música tradicional algarvia (Nelson Conceição) - 17 de junho 9 – Traje algarvio (Museu são brás) Vânia - 24 de junho 10 – Apresentação dos trabalhos dos formandos - 1 de julho
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 22-04-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Presencial |
| 2 | 29-04-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Presencial |
| 3 | 13-05-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Presencial |
| 4 | 20-05-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Presencial |
| 5 | 21-05-2026 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Presencial |
| 6 | 27-05-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Presencial |
| 7 | 17-06-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Presencial |
| 8 | 18-06-2026 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Augusto Martins Cerdeira
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Ria Formosa / Agrupamento de Escolas Afonso III
Enquadramento
A formação visa capacitar o AE para a operacionalização efetiva da Equipa Multidisciplinar de Apoio à Educação Inclusiva (EMAEI). Partindo da premissa de que a inclusão não é um destino, mas um processo contínuo de gestão de recursos e saberes, esta ação foca-se na transição entre o normativo legal e a cultura de escola. Serão utilizadas metodologias ativas, recorrendo a estudos de caso reais e partilha de experiências de coordenação.
Conteúdos
1. Fundamentação e Mudança de Paradigma: Análise contextual do DL 54/2018 e DL 55/2018. 2. Arquitetura da EMAEI: Papéis, funções e a importância da composição multidisciplinar. 3. Gestão de Fluxos de Trabalho: Da sinalização à implementação de medidas de suporte. 4. Colaboração e Co-docência: Estratégias de trabalho interpares em contexto de sala de aula.
Observações
Exclusivo a docentes do Agrupamento D. Afonso III 18/06 - 15:30 às 18:30
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 18-06-2026 (Quinta-feira) | 15:30 - 18:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Rui Jorge Rodrigues Martins
Nuno Miguel Messias Patrício da Silva
Destinatários
Professores dos grupos do 260 e 620
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos do 260 e 620. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos do 260 e 620.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O mar e as atividades náuticas quando desenvolvidas e orientadas por profissionais oferecem às crianças e jovens sensações únicas de superação. O surf e a canoagem são duas modalidades que cada vez mais ganham relevância ao nível dos conteúdos a abordar na disciplina de Educação Física como modalidades alternativas e de exploração da natureza. O Documento Nacional de Estratégia para o Mar, da responsabilidade do Ministério do Mar, preconiza a reaproximação do povo português ao mar e às atividades nele desenvolvidas, sejam elas de carater lúdico, cultural ou económico. Sob este pressuposto, o Ministério da educação através do desporto escolar, criou os Centros de Formação Desportiva das modalidades náuticas, cujo objetivo é a democratização do acesso a este tipo de modalidades desportivas que, de outra forma, estariam vedadas à maior parte da população devido a constrangimentos de enquadramento técnico/pedagógico, financeiros e de locais de prática.
Objetivos
Pretendemos, com esta ação, desenvolver nos participantes uma maior proximidade ao mar e às modalidades de surf e canoagem. Como objetivo secundário desta ação, pretendemos dotar os colegas de métodos, técnicas de ensino, manuseamento e orientação das atividades náuticas para que possam também eles orientar um grupo de alunos neste contexto específico, em atividades de complemento curricular, na lecionação de módulos dos cursos profissionais de técnico de desporto ou no âmbito do desporto escolar.
Conteúdos
1. O centro de formação de canoagem e surf - Apresentação, recursos disponíveis, localização, condicionantes geográficas e meteorológicas, tipo de atividades que se desenvolvem, normas de segurança e plano de emergência. 2. Introdução ao salvamento em meio aquático 3. Introdução à canoagem: Enquadramento e história da modalidade, especificidades da canoagem, nomenclatura das embarcações e das suas partes constituintes, tipos de embarcações para turismo, aprendizagem e competição. A pagaia, o colete, técnicas de embarque e desembarque técnicas básicas de propulsão, retropulsão e apoio. Normas e regras de segurança específicas da modalidade. 4. Introdução ao surf: Enquadramento e história da modalidade, especificidades da modalidade, nomenclatura das pranchas e das suas partes constituintes, tipos de pranchas para turismo, aprendizagem e competição, o fato isotérmico. Técnicas de aproximação ao mar, remada na prancha, o deslize deitado e o deslize em pé, passagem da posição da posição de deitado para a posição de pé, o equilíbrio em pé e as viragens. Normas e regras de segurança específicas da modalidade.
Metodologias
As atividades previstas terão um caráter presencial, em sessões teóricas e práticas num total de 25 horas de duração. As atividades terão um carater predominantemente prático, com 20 horas previstas para esta componente e 5 horas previstas para uma componente teórica (expositiva/demonstrativa) Nas sessões práticas serão utilizadas os materiais próprios e específicos das modalidades. A componente teórica recorrerá a conteúdos multimédia para melhor abordar as temáticas.
Avaliação
Para além do cumprimento das determinações legais, a avaliação dos formandos será formalizada numa escala de 1 a 10 valores de acordo com as cartas circulares 3/2007 e 1/2008 do CCPFC. A avaliação dos formandos centra-se em duas dimensões. A primeira relaciona-se com o percurso e o trabalho dos formandos ao longo do curso de formação, sendo considerado o nível de participação nas sessões e a realização das atividades propostas. A segunda pressupõe a elaboração de um trabalho de reflexão e avaliação dos conhecimentos adquiridos, partindo das reflexões, perspetivas inerentes à execução das atividades teóricas e práticas desenvolvidas nas sessões presenciais. Nesta conformidade, o regime de avaliação dos formandos segue as orientações e critérios do CFAE que preveem 40% para a participação e 60% para o trabalho produzido. A aprovação no curso dependerá da obtenção de classificação igual ou superior a 5 valores e da frequência mínima de 2/3 do total de horas conjuntas da ação.
Bibliografia
Jimenéz, A. & Rodríguez, J. (2005). Piraguismo Recreativo. Editorial Wanceule.Moreira, M. (2009). SURF: Da Ciência à Prática. Edições FMH. http://www.fmh.utl.pt/indices/surfv.pdfSzanto, C. (2010). ICF Coaches Education Programme: canoe sprint coaching manual. Level 2 and 3. ICF publicationshttps://www.canoeicf.com/sites/default/files/icf_csp_coaches_manual_level_23_.pdf.
Observações
14/05/2026 – 18h às 20h (2horas) – Apresentação - Escola EB 2/3 Santo António - SALA 15 - Faro 15/05/2026 – 14h às 20h (6horas) – Formação prática de Surf 16/05/2026 – 8h às 13:00h (5horas) - Formação prática de Surf 22/05/2026 – 14h às 18h (4horas) - Formação prática de Canoagem 23/05/2026 – 9h às 13:00h e das 14:00h às 18:00h (8horas) - Formação prática de Canoagem - Todas as sessões práticas de Surf decorrerão nas instalações do Clube de Surf de Faro, sito na Praia de Faro (junto ao edifício da EB 1 da Praia de Faro); - Todas as sessões práticas da Canoagem decorrerão nas instalações do Centro de Formação Desportiva do AE Dr Francisco Fernandes Lopes, sito na Fuseta (junto à entrada do Parque de Campismo).
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 14-05-2026 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Presencial |
| 2 | 15-05-2026 (Sexta-feira) | 14:00 - 20:00 | 6:00 | Presencial |
| 3 | 16-05-2026 (Sábado) | 08:00 - 13:00 | 5:00 | Presencial |
| 4 | 22-05-2026 (Sexta-feira) | 14:00 - 18:00 | 4:00 | Presencial |
| 5 | 23-05-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 6 | 23-05-2026 (Sábado) | 14:00 - 18:00 | 4:00 | Presencial |
Formador
Silvio Alexandre Rosa da Ponte
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Conhecimentos básicos em cibersegurança contribuem para um ambiente escolar mais seguro, onde tanto alunos quanto professores podem aprender e interagir mais preparados para as ameaças digitais. Os professores, como educadores de excelência, estão em posição privilegiada para garantir a segurança dos alunos, e isso inclui a proteção contra riscos cibernéticos. Com o aumento de ataques como phishing e malware, evitar cair em armadilhas que comprometam a segurança da escola e dos alunos é essencial. Num mundo digital em constante evolução, à medida que a tecnologia avança, conhecimentos em cibersegurança tornam-se fundamentais.
Objetivos
Os objetivos gerais desta formação serão o domínio de conceitos, de cenários de utilização, e formas de transmissão dos mesmos, recorrendo a materiais didáticos apelativos, de forma adequada ao nível de conhecimento do público-alvo. No final deverá existir um maior conhecimento sobre cibersegurança em geral, bem como uma maior consciência do comportamento de cada um, da sua presença na Internet e do uso que dela faz. São essenciais a interiorização dos valores éticos corretos, da privacidade que é adequada e necessária, a vigilância permanente que se exige, para que se possa ter uma presença adequada nas redes sociais. Questões (aparentemente) triviais como criação e proteção de palavras-chave (passwords), privacidade no correio eletrónico, denúncia de ciberbullying, são exemplos de questões que passarão a ser certamente mais claras depois da frequência desta formação.
Conteúdos
Ciberespaço e Cultura de Cibersegurança (4 horas) - Conceitos Básicos de Cibersegurança - A utilização do Ciberespaço - Engenharia Social Ciber-higiene (6 horas) - Normas e procedimentos de utilização das tecnologias da informação - Políticas Seguras nas Escolas - Práticas Seguras nas Escolas Cibersegurança em Ambientes Colaborativos (2,5 horas) - Ambientes colaborativos - Partilhas, permissões, comunicação e colaboração em rede Ética na Cibersegurança (3,5 horas) - Boas práticas e cumprimento da lei - Partilha de conteúdos e copyright - Ciberbullying Dados Pessoalmente Identificáveis e Sensíveis (6 horas) - Tipos de dados - Ciclo de dados - Estratégias de pesquisa e gestão do conhecimento
Metodologias
A formação será ministrada à distância, em formato síncrono, para permitir a discussão, troca de ideias e dinâmicas de aprendizagem com o formador e entre pares. Após a apresentação dos conceitos serão sempre apresentadas ferramentas, questões tipo, cenários de estudo, que possam servir como exemplos de aplicabilidade concretos, estruturados de acordo com os níveis de público. A formação inclui um extenso e atualizado portfolio de ferramentas já disponíveis de variados autores, e ainda uma versão inicial de materiais a utilizar pelos professores e ainda de um jogo. Cada um deles é passível de ser completado de forma mais personalizada por cada professor, no sentido de o adaptar à envolvente sócio-cultural da sua escola, o que será objeto de avaliação final.
Avaliação
A avaliação dos formandos será baseada, de acordo com o Estatuto da Carreira Docente, numa escala de 1 a 10 valores, mediante o seu desempenho nas sessões conjuntas e na avaliação individual dos trabalhos produzidos. A avaliação final da ação será feita mediante o preenchimento de um inquérito pelos formandos, elaborado pelo Centro de Formação para a Avaliação Final da Ação e análise dos mesmos juntamente com alguns itens referidos no relatório do formador.
Bibliografia
Centro Internet Segura, Guia para uma Internet Segura, eBook_CIS_vF2.pdfEstudo sobre a Educação para a Cibersegurança no Ensino Básico e Secundário. CNCS, 2024 https://www.cncs.gov.pt/docs/estudo-ensino-bas-sec-obcibercncs.pdfMastering Cyber Hygiene: A Practical Guide for Individuals: A Practical Guide for Individuals. NOTION PRESS MEDIA PVT LTD, 2024. ISBN: 9798894156774CNCS(2020), Relatório cibersegurança em Portugal: Ética & Direito, https://www.cncs.gov.pt/docs/relatorio-eticadireito2020-observatoriociberseguranca-cncs.pdf Van Puyvelde, Damien, and Aaron F. Brantly. Cybersecurity: politics, governance and conflict in cyberspace. John Wiley & Sons, 2024.
Observações
11/05 , 12/05 , 25/05, 26/05 - 17h00 às 19h00 - 2 horas 01/06 , 02/06, 08/06 , 09/06 , 15/06 e 16/06 , 22/06 - 17h00 às 19h00 - 2 horas 23/06 - 17h00 às 20h00 - 3 horas
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 11-05-2026 (Segunda-feira) | 17:00 - 18:00 | 1:00 | Online síncrona |
| 2 | 11-05-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 19:00 | 1:00 | Online síncrona |
| 3 | 12-05-2026 (Terça-feira) | 17:00 - 18:00 | 1:00 | Online síncrona |
| 4 | 12-05-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 19:00 | 1:00 | Online síncrona |
| 5 | 25-05-2026 (Segunda-feira) | 17:00 - 18:00 | 1:00 | Online síncrona |
| 6 | 25-05-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 19:00 | 1:00 | Online síncrona |
| 7 | 26-05-2026 (Terça-feira) | 17:00 - 18:00 | 1:00 | Online síncrona |
| 8 | 26-05-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 19:00 | 1:00 | Online síncrona |
| 9 | 01-06-2026 (Segunda-feira) | 17:00 - 18:00 | 1:00 | Online síncrona |
| 10 | 01-06-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 19:00 | 1:00 | Online síncrona |
| 11 | 02-06-2026 (Terça-feira) | 17:00 - 18:00 | 1:00 | Online síncrona |
| 12 | 02-06-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 19:00 | 1:00 | Online síncrona |
| 13 | 08-06-2026 (Segunda-feira) | 17:00 - 18:00 | 1:00 | Online síncrona |
| 14 | 08-06-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 19:00 | 1:00 | Online síncrona |
| 15 | 09-06-2026 (Terça-feira) | 17:00 - 18:00 | 1:00 | Online síncrona |
| 16 | 09-06-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 19:00 | 1:00 | Online síncrona |
| 17 | 15-06-2026 (Segunda-feira) | 17:00 - 18:00 | 1:00 | Online síncrona |
| 18 | 15-06-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 19:00 | 1:00 | Online síncrona |
| 19 | 16-06-2026 (Terça-feira) | 17:00 - 18:00 | 1:00 | Online síncrona |
| 20 | 16-06-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 19:00 | 1:00 | Online síncrona |
| 21 | 22-06-2026 (Segunda-feira) | 17:00 - 18:00 | 1:00 | Online síncrona |
| 22 | 22-06-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 19:00 | 1:00 | Online síncrona |
| 23 | 23-06-2026 (Terça-feira) | 17:00 - 18:00 | 1:00 | Online síncrona |
Formador
Rui Jorge Rodrigues Martins
Nuno Miguel Messias Patrício da Silva
Destinatários
Professores dos grupos do 260 e 620
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos do 260 e 620. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos do 260 e 620.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O mar e as atividades náuticas quando desenvolvidas e orientadas por profissionais oferecem às crianças e jovens sensações únicas de superação. O surf e a canoagem são duas modalidades que cada vez mais ganham relevância ao nível dos conteúdos a abordar na disciplina de Educação Física como modalidades alternativas e de exploração da natureza. O Documento Nacional de Estratégia para o Mar, da responsabilidade do Ministério do Mar, preconiza a reaproximação do povo português ao mar e às atividades nele desenvolvidas, sejam elas de carater lúdico, cultural ou económico. Sob este pressuposto, o Ministério da educação através do desporto escolar, criou os Centros de Formação Desportiva das modalidades náuticas, cujo objetivo é a democratização do acesso a este tipo de modalidades desportivas que, de outra forma, estariam vedadas à maior parte da população devido a constrangimentos de enquadramento técnico/pedagógico, financeiros e de locais de prática.
Objetivos
Pretendemos, com esta ação, desenvolver nos participantes uma maior proximidade ao mar e às modalidades de surf e canoagem. Como objetivo secundário desta ação, pretendemos dotar os colegas de métodos, técnicas de ensino, manuseamento e orientação das atividades náuticas para que possam também eles orientar um grupo de alunos neste contexto específico, em atividades de complemento curricular, na lecionação de módulos dos cursos profissionais de técnico de desporto ou no âmbito do desporto escolar.
Conteúdos
1. O centro de formação de canoagem e surf - Apresentação, recursos disponíveis, localização, condicionantes geográficas e meteorológicas, tipo de atividades que se desenvolvem, normas de segurança e plano de emergência. 2. Introdução ao salvamento em meio aquático 3. Introdução à canoagem: Enquadramento e história da modalidade, especificidades da canoagem, nomenclatura das embarcações e das suas partes constituintes, tipos de embarcações para turismo, aprendizagem e competição. A pagaia, o colete, técnicas de embarque e desembarque técnicas básicas de propulsão, retropulsão e apoio. Normas e regras de segurança específicas da modalidade. 4. Introdução ao surf: Enquadramento e história da modalidade, especificidades da modalidade, nomenclatura das pranchas e das suas partes constituintes, tipos de pranchas para turismo, aprendizagem e competição, o fato isotérmico. Técnicas de aproximação ao mar, remada na prancha, o deslize deitado e o deslize em pé, passagem da posição da posição de deitado para a posição de pé, o equilíbrio em pé e as viragens. Normas e regras de segurança específicas da modalidade.
Metodologias
As atividades previstas terão um caráter presencial, em sessões teóricas e práticas num total de 25 horas de duração. As atividades terão um carater predominantemente prático, com 20 horas previstas para esta componente e 5 horas previstas para uma componente teórica (expositiva/demonstrativa) Nas sessões práticas serão utilizadas os materiais próprios e específicos das modalidades. A componente teórica recorrerá a conteúdos multimédia para melhor abordar as temáticas.
Avaliação
Para além do cumprimento das determinações legais, a avaliação dos formandos será formalizada numa escala de 1 a 10 valores de acordo com as cartas circulares 3/2007 e 1/2008 do CCPFC. A avaliação dos formandos centra-se em duas dimensões. A primeira relaciona-se com o percurso e o trabalho dos formandos ao longo do curso de formação, sendo considerado o nível de participação nas sessões e a realização das atividades propostas. A segunda pressupõe a elaboração de um trabalho de reflexão e avaliação dos conhecimentos adquiridos, partindo das reflexões, perspetivas inerentes à execução das atividades teóricas e práticas desenvolvidas nas sessões presenciais. Nesta conformidade, o regime de avaliação dos formandos segue as orientações e critérios do CFAE que preveem 40% para a participação e 60% para o trabalho produzido. A aprovação no curso dependerá da obtenção de classificação igual ou superior a 5 valores e da frequência mínima de 2/3 do total de horas conjuntas da ação.
Bibliografia
Jimenéz, A. & Rodríguez, J. (2005). Piraguismo Recreativo. Editorial Wanceule.Moreira, M. (2009). SURF: Da Ciência à Prática. Edições FMH. http://www.fmh.utl.pt/indices/surfv.pdfSzanto, C. (2010). ICF Coaches Education Programme: canoe sprint coaching manual. Level 2 and 3. ICF publicationshttps://www.canoeicf.com/sites/default/files/icf_csp_coaches_manual_level_23_.pdf.
Observações
7/05/2026 – 18h às 20h – Apresentação - Escola EB 2/3 Santo António - SALA 15 - Faro 15/05/2026 – 14h às 18h - Desenvolvimento de conteúdos relativos à Canoagem 16/05/2026 – 9h às 13H e das 14h às 18h - Desenvolvimento de conteúdos relativos à Canoagem 12/06/2026 – 14h às 20h – Desenvolvimento de conteúdos relativos ao Surf 13/06/2026 – 8h às 13h - Desenvolvimento de conteúdos relativos ao Surf - Todas as sessões práticas de Surf decorrerão nas instalações do Clube de Surf de Faro, sito na Praia de Faro (junto ao edifício da EB 1 da Praia de Faro); - Todas as sessões práticas da Canoagem decorrerão nas instalações do Centro de Formação Desportiva do AE Dr Francisco Fernandes Lopes, sito na Fuseta (junto à entrada do Parque de Campismo).
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 07-05-2026 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Presencial |
| 2 | 15-05-2026 (Sexta-feira) | 14:00 - 18:00 | 4:00 | Presencial |
| 3 | 16-05-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 4 | 16-05-2026 (Sábado) | 14:00 - 18:00 | 4:00 | Presencial |
| 5 | 12-06-2026 (Sexta-feira) | 14:00 - 20:00 | 6:00 | Presencial |
| 6 | 13-06-2026 (Sábado) | 08:00 - 13:00 | 5:00 | Presencial |
Formador
Ana Clarinda Baptista Fernandes Teixeira
Destinatários
Professores do Grupo 110
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 110.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Esta ação advém da necessidade crescente que se tem verificado, em contexto escolar, no que diz respeito à deteção e atuação precoce nas perturbações de linguagem escrita. Aprender a ler e a escrever não é um processo natural, como aprender a falar. Envolve uma aprendizagem formal, explícita, que descreve processos complexos, influenciados por fatores de carácter linguístico, cognitivo e social. Não obstante, o processamento fonológico, ou seja, a capacidade de usar operações mentais que envolvem a estrutura dos sons da língua, na oralidade, para aprender a descodificar a mensagem no plano escrito, é algo que necessita também de ser estimulado. Neste sentido, reconhecendo a importância do desenvolvimento de competências e de ferramentas que visem colmatar, de forma eficiente, as dificuldades de leitura e de escrita apresentadas pelos alunos, é de extrema relevância que os professores se munam de ferramentas suportadas em conhecimento teórico (científico), relativo a práticas educativas baseadas em evidência científica, de modo a que possam conduzir a sua ação educativa de forma mais eficiente.
Objetivos
1. Explorar a relação entre oralidade e escrita; 2. Conhecer e desenvolver pré-requisitos de consciência fonológica; 3. Descrever o processo de aprendizagem da leitura e da escrita; 4. Interpretar e classificar erros de escrita; 5. Classificar e Identificar Perturbações de Linguagem escrita; 6. Dotar os professores de ferramentas que possibilitem a adoção de metodologias de intervenção adequadas a cada problemática.
Conteúdos
Conhecer as bases teóricas fundamentais: ● Relação entre a oralidade e a escrita (1.ª sessão); ● Conhecer e desenvolver atividades de consciência fonológica (2.ª e 3ª sessão) ● Conhecer as etapas e processos envolvidos na leitura e escrita (4ªsessão) ● Tipologia de erros- como atuar? (5ª sessão) ● Perturbações da linguagem escrita (6.ªsessão) ● Ferramentas e metodologias de atuação nas alterações de leitura e escrita (7ª e 8ª sessão);
Metodologias
Teórico-expositiva (apresentações das formadoras); Argumentativa (debates e trabalhos de grupo); Trabalho colaborativo; Demonstrativa (exemplificação de práticas).
Avaliação
Para além do cumprimento das determinações legais, a avaliação dos formandos será formalizada numa escala de 1 a 10 valores de acordo com as cartas circulares 3/2007 e 1/2008 do CCPFC. A avaliação dos formandos centra-se na assiduidade, participação nas sessões e na realização de trabalhos realizados durante a formação. No final da formação deverá ser realizado um relatório individual. A aprovação no curso dependerá da obtenção de classificação igual ou superior a 5 valores e da frequência mínima de 2/3 do total de horas conjuntas da ação.
Bibliografia
Aprendizagens Essenciais (1.º Ciclo);Artigos Científicos e teses de mestrado/doutoramento recentes acerca da temática abordada;Descobrindo a linguagem escrita: uma experiência de aprendizagem da leitura e da escrita numa escola de intervenção prioritária, Manuela Castro Neves e Margarida Alves MarrtinsEstudo Método multissensorial para a aprendizagem da leitura e escrita em crianças neurodesenvolvimentais, Catarina Mendes Lopes dos Santos ESEC Viseu, 2017Estudo Intervenção multissensorial numa criança com dificuldades de aprendizagem na leitura do 2.º ano, Anabela Ruas de Oliveira. ESEC Coimbra , 2018
Observações
23.04 / 30.04 / 07.05 / 14.05 / 19.05 / 21.05 / 11.06 (16h30 às 19h30 - 5ªs feiras) e 18/06 (16h30 às 20h30 - 5ª feira)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 23-04-2026 (Quinta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 30-04-2026 (Quinta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 07-05-2026 (Quinta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 14-05-2026 (Quinta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 19-05-2026 (Terça-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 21-05-2026 (Quinta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 11-06-2026 (Quinta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
| 8 | 18-06-2026 (Quinta-feira) | 16:00 - 20:00 | 4:00 | Presencial |
Formador
Eurico Manuel do Nascimento Rodrigues
Destinatários
Professores dos 1º, 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos 1º, 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A proposta desta ação, totalmente prática e presencial, insere-se de forma estratégica no plano de atividades da entidade proponente, contribuindo para os seguintes objetivos: 1. Capacitação Profissional: Proporcionar formação contínua aos Docentes, capacitando-os para o uso efetivo das ferramentas e recursos digitais disponíveis nos LED. 2. Inovação Pedagógica: Apoiar a implementação de novas práticas pedagógicas para atender às solicitudes da sociedade atual. 3. Inclusão e Equidade Digital: Garantir que todos os alunos tenham acesso às mesmas oportunidades com recurso a soluções digitais acessíveis e inclusivas. 4. Ligação entre Educação e Futuro: Modernizar o ensino e a aprendizagem, contribuindo para a formação de cidadãos preparados para enfrentar novos desafios. Ao desenvolver esta ação, pretende-se reforçar o papel dinamizador de mudança positiva na educação, promovendo o desenvolvimento de competências digitais e a inovação educativa.
Objetivos
Domínio Técnico: Ensinar os Docentes a utilizar as ferramentas e recursos tecnológicos disponíveis nos LED, incluindo softwares, hardwares e plataformas digitais. Inovação Pedagógica: Desenvolver competências para a implementação de metodologias ativas, como aprendizagem baseada em projetos, gamificação e ensino presencial, com suporte das tecnologias digitais. Inclusão e Acessibilidade: Fomentar o uso de práticas educativas inclusivas e acessíveis, com recurso aos LED, para atender às necessidades dos diferentes perfis dos alunos. Colaboração e Criatividade: Incentivar a criação de cenários de aprendizagem nos LED, estimulando a criatividade, a resolução de problemas e o pensamento crítico nos alunos. Sustentabilidade e Eficiência: Promover a utilização sustentável e ética dos recursos tecnológicos nos LED, incentivando práticas responsáveis no uso de tecnologias educativas. Desenvolvimento Contínuo: Apoiar a construção de planos de formação contínua, garantindo a atualização constante dos participantes em relação às inovações tecnológicas e pedagógicas
Conteúdos
1. Introdução aos Laboratórios de Educação Digital (LED) 2. Manuseamento dos Kits 3. Implementação de Aulas com os Kits 4. Gestão e Manutenção dos Kits 5. Aplicação Prática: Criação de cenários de aprendizagem 6. Encerramento e Feedback
Metodologias
1. Metodologia da Aprendizagem Ativa Objetivo: Envolver os formandos no processo de aprendizagem, incentivando-os a aprender fazendo, por meio da utilização direta dos kits no LED 2. Metodologia da Gamificação Objetivo: Envolver os formandos por meio de jogos e desafios, promovendo a aprendizagem de forma divertida e interativa 3. Metodologia da Colaboração Objetivo: Estimular o trabalho em equipa e a colaboração entre os formandos, para que possam aprender com os outros e partilhar experiências sobre a utilização dos kits 4. Metodologia de Ensino Prático Objetivo: Capacitar os formandos por meio da prática intensiva, garantindo que saibam manusear os kits com confiança e habilidade para sua aplicação 5. Metodologia de Feedback Contínuo Objetivo: Proporcionar uma avaliação constante, onde os formandos recebem o retorno sobre seu desempenho e desenvolvimento ao longo da formação. 6. Metodologia da Reflexão Objetivo: Estimular a reflexão sobre o processo de aprendizagem, incentivando os formandos a pensar sobre como utilizar os conhecimentos adquiridos em sua prática educativa.
Avaliação
1. Avaliação Contínua Objetivo: Acompanhar o progresso dos formandos ao longo da ação. 2. Avaliação Prática Objetivo: Avaliar a aplicação prática dos conhecimentos adquiridos, focados no manuseio dos kits e no desenvolvimento de aulas. 3. Avaliação Formativa Objetivo: Avaliar a evolução do formando ao longo da ação, com ênfase no seu desenvolvimento contínuo. 4. Avaliação Final - Projeto do Cenário de Aprendizagem Objetivo: Avaliar a capacidade do formando de aplicar todos os conhecimentos adquiridos durante o curso na criação de um cenário de aprendizagem 5. Feedback Final No final do curso, o formador fornecerá um feedback final individualizado, destacando pontos fortes e áreas de melhoria com base no desempenho durante as atividades práticas, no projeto final, e na participação nas avaliações contínuas. Avaliação Final - Peso das Atividades 1 - Atividades práticas, participação e cumprimento dos prazos: 30% 2 - Qualidade e adequação do projeto, cenário de aprendizagem ou instrumento pedagógico desenvolvido: 50% 3- Apreciação da reflexão crítica individual 20%
Bibliografia
Direção-Geral da Educação (DGE). Laboratórios de Educação Digital (LED): Página Oficial. Disponível em: https://led.dge.medu.pt. Este portal oficial fornece informações detalhadas sobre os objetivos, implementação e recursos relacionados aos LED em Portugal.NAU - Sempre a Aprender. Curso: Laboratórios de Educação Digital: Cenários de Aprendizagem Ativa. Disponível em: https://www.nau.edu.pt/pt/curso/laboratorios-de-educacao-digital-cenarios-de-aprendizagem-ativa. Este curso online aborda os propósitos pedagógicos dos LED e explora cenários de aprendizagem para o desenvolvimento de competências digitais.Pereira, A. S., & Fillol, J. (2020). Educação e Tecnologias Digitais: Teorias, Práticas e Desafios. Lisboa: Edições Sílabo. Este livro discute as teorias e práticas relacionadas com a utilização das tecnologias digitais no contexto educativo, oferecendo uma visão atualizada dos desafios e oportunidades.Silva, B. D., & Gomes, L. M. (2019). Inovação Pedagógica com Tecnologias Digitais. Porto: Porto Editora. A obra apresenta estratégias de inovação pedagógica através do uso de tecnologias digitais, alinhando-se aos objetivos dos LED. Estes recursos proporcionarão uma base sólida para compreender e implementar práticas educativas inovadoras utilizando os Laboratórios de Educação Digital.Barreto, R. G. (2019). Gamificação na educação: Estratégias inovadoras para engajar os alunos. Lisboa: Edições Sílabo. Tem o foco na aplicação da gamificação em contextos educacionais, com exemplos de ferramentas digitais.
Observações
PASTA 11 - Algarve 2030 T1 e T2
Cronograma: 22/04/2026 – 4h (15h30–19h30) 29/04/2026 – 4h (15h30–19h30) 06/05/2026 – 4h (15h30–19h30) 13/05/2026 – 4h (15h30–19h30) 27/05/2026 – 5h (14h30–19h30) 03/06/2026 17/06/2026
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 22-04-2026 (Quarta-feira) | 14:30 - 18:30 | 4:00 | Presencial |
| 2 | 06-05-2026 (Quarta-feira) | 14:30 - 18:30 | 4:00 | Presencial |
| 3 | 13-05-2026 (Quarta-feira) | 14:30 - 18:30 | 4:00 | Presencial |
| 4 | 27-05-2026 (Quarta-feira) | 14:30 - 18:30 | 4:00 | Presencial |
| 5 | 03-06-2026 (Quarta-feira) | 14:30 - 18:30 | 4:00 | Presencial |
| 6 | 23-06-2026 (Terça-feira) | 14:30 - 19:30 | 5:00 | Presencial |
Formador
João Álvaro Rodrigues Fernandes
Destinatários
Professores do Grupo 110
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 110.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A prática das Artes Visuais (antiga expressão plástica) no 1º ciclo representa um desafio para os professores da educação básica. É reconhecido na literatura científica sobre esta temática a existência de uma grande lacuna de falta de formação ao longo da carreira, sendo o contexto da atual reforma curricular uma dificuldade acrescida ao entendimento do documento, dos seus objetivos e principalmente às mudanças na prática pedagógica pretendidas com a nova filosofia curricular. Pretendemos abordar a temática numa perspetiva crítica, questionando o como, quando e como, discutindo os conceitos em mutação e a sua ação prática na sala de aula. Em suma, ajudar os professores a desenvolver abordagens que possibilitem o alcance das várias aprendizagens descritas no documento das Aprendizagens Essenciais da Educação Artística no 1º ciclo.É também de salientar a importância intrínseca que a Educação Artística deve representar nos diferentes Projetos Culturais de Escola, sendo como uma disciplina autónoma ou como integrante de projetos transdisciplinares. Neste sentido, é importante que os professores de 1º ciclo desenvolvam competências pedagógicas que possibilitem a integração das artes visuais nos projetos escolares. Salientamos também a importância da interação com os formandos, ouvindo as visões e perceções sobre a temática, despertando desafios e aprender através da audição, interpretação e criação.
Objetivos
Identificar práticas e paradigmas do ensino das artes visuais para a infância no contexto escolar; Contribuir para melhorar as práticas pedagógicas dos professores no contexto atual das Aprendizagens Essenciais; Desenvolver curricularmente estratégias práticas assentes nas aprendizagens essenciais, de: experimentação e criação, interpretação e comunicação, apropriação e reflexão; Conhecer vários recursos pedagógicos tecnológicos, em suporte físico e digital; Explorar potencialidades das artes visuais em projetos escolares.
Conteúdos
Abordagem teórico-prática às metodologias do ensino das artes visuais para crianças; Exploração de recursos tecnológicos; Construção de propostas pedagógicas baseadas nas Aprendizagens Essenciais;
Metodologias
O curso de formação desenvolve-se a partir de aulas teórico-práticas em regime presencial, privilegiando uma metodologia interativa e participativa. Pretende-se desenvolver uma abordagem crítica dos conteúdos e conceitos abordados, diversificando as abordagens práticas. A ação de formação desenvolve-se entre duas sessões de abordagem teórica dos conteúdos, posteriormente serão realizadas duas sessões de abordagem prática.
Avaliação
Participação nas atividades ao longo da formação 25% Trabalho final e partilha 25% Reflexão crítica 50%
Bibliografia
Acaso, M. (2018). Pedagogias invisibles: el espácio del aula como discurso. Los Libros de la Catarata. Acaso, M. (2014). La educación artística no son manualidades: nuevas práticas em la ensenãnza de las artes y la cultura visual. Los Libros de la Catarata. Hernández, F. (2012). Espigador@s de la cultura visual: outra narrativa para la educación de las artes visuales. Ediciones Octaedro. Ministério da Educação (2017). Aprendizagens Essenciais. Articulação com o Perfil dos Alunos. Lisboa: Ministério da Educação/DGE. Pacheco, J. A., & Maia, I. B. (2019). Para uma análise crítica das políticas curriculares no contexto global e no sistema educativo português. In F. C. Silva & C. X. Filha (Org.), Conhecimentos em disputa na base nacional curricular comum (pp. 43-54). Campo Grande: Editora Oeste.
Observações
16.04 / 23.04 / 30.04 / 07.05 / 14.05 21.05 / 28.05 / 03.06 / 11.06 / 18.06 (10 Sessões - 5ª feira - 2h30 - 18h00 às 20h30)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 16-04-2026 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
| 2 | 23-04-2026 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
| 3 | 30-04-2026 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
| 4 | 07-05-2026 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
| 5 | 14-05-2026 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
| 6 | 21-05-2026 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
| 7 | 28-05-2026 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
Formador
Eusébio André da Costa Machado
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A avaliação é parte integrante do processo de ensino e aprendizagem, constituindo-se como um instrumento que permite não só a regulação da aprendizagem dos alunos, a orientação do ensino e a monitorização do currículo (avaliação para a aprendizagem) como a informação sobre os resultados dos alunos, a certificação e a seriação (avaliação da aprendizagem). Sendo a avaliação um elemento chave no sistema educativo, é fundamental para o professor o domínio de um dos aspetos com os quais se confronta na atividade quotidiana: a construção de instrumentos de avaliação que se revelem eficazes. Os professores têm manifestado interesse em aprofundar os seus conhecimentos neste domínio, nomeadamente na construção de itens de avaliação, de forma a poderem conceber de raiz os seus próprios materiais e a que estes permitam a validade e fiabilidade da avaliação, pelo que se considera pertinente uma ação neste âmbito na modalidade de Oficina de Formação. Dada a utilização cada vez mais frequente dos meios de comunicação e informação de natureza informática e a sua inquestionável utilidade, também se considera pertinente a construção de itens em linha e sua utilização em interatividade.
Objetivos
Aprofundar conhecimentos sobre a finalidade da avaliação e instrumentos e técnicas de avaliação. Desenvolver competências profissionais dos professores no processo de conceção de instrumentos de avaliação. Conceber e aplicar itens de avaliação. Refletir de forma crítica sobre os resultados.
Conteúdos
A. Sessões presenciais conjuntas 1. O conceito de avaliação e suas dimensões 2. Qualidade da avaliação: validade e fiabilidade 3. Provas de exame e provas de aferição 4. Tipologia de itens de avaliação e sua construção em diversos suportes, nomeadamente em papel e em linha, com possibilidade de utilização interativa 5. Trabalho individual ou colegial: preparação e desenvolvimento 6 Partilha de trabalhos
Metodologias
1. Organização da turma em grupos de trabalho de dimensão variável, consoante as disciplinas lecionadas pelos formandos. 2. Exposição dos assuntos apoiada em textos e projeções em suporte informático. 3. Estudo autónomo. 4. Realização de tarefas, em grupo e individualmente, a partir de fichas informativas, textos, material audiovisual e questionários. 5. Produção de materiais. 6. Aplicação por cada formando, nas suas turmas, das estratégias concebidas e materiais produzidos. 7. Reflexão sobre o processo e os resultados. 8. Reflexão em grande grupo sobre o trabalho desenvolvido pelos formandos.
Avaliação
São tidos em consideração os seguintes elementos de avaliação: - Qualidade da participação nas sessões presenciais - 30 % - Produtos resultantes das sessões presenciais - 20 % - Produtos resultantes do trabalho autónomo - 30 % - Reflexão crítica final (obrigatória) - 20 %
Bibliografia
Karpicke, J. D. (2012). A avaliação dos alunos. Lisboa: Fundação Francisco Manuel dos Santos.IAVE Banco de Itens. http://bi.gave.min-edu.pt/bi/PISA 2015 Assessment and Analytical Framework. Science, Reading, Mathematic and Financial Literacy. http://www.oecdilibrary.org/education/pisa-2015-assessment-and-analytical-framework_9789264255425-enBrookhart, S. (2013). How to create and use rubrics. Alexandria (USA ): ASCDFernandes, D. (2011). Articulação da aprendizagem, da avaliação e do ensino: Questões teóricas, práticas e metodológicas.
Observações
Cronograma: 13/04 a 18/05 Sessões Presenciais : 29/05 (16h00 às 20h00) e 30/05 (10h00 às 12h30 e 14h00 às 17h30)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 13-04-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 20-04-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 3 | 27-04-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 4 | 18-05-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 5 | 29-05-2026 (Sexta-feira) | 17:00 - 21:00 | 4:00 | Presencial |
| 6 | 30-05-2026 (Sábado) | 10:00 - 12:30 | 2:30 | Presencial |
| 7 | 30-05-2026 (Sábado) | 14:00 - 17:30 | 3:30 | Presencial |
| 8 | 01-06-2026 (Segunda-feira) | 14:00 - 17:30 | 3:30 | Online síncrona |
Formador
Humberto Cecílio Pereira Viegas
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário, de Educação Especial e do Grupo de Recrutamento 360
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário, de Educação Especial e do Grupo de Recrutamento 360. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O enquadramento legal da Educação Inclusiva constitui um enorme desafio no que respeita a implementação de novas práticas pedagógicas mais inclusivas, bem como de novas metodologias que promovam as aprendizagens de todos os alunos, em sala de aula. Assim, nas escolas, há que criar ambientes seguros e estimulantes, para que o diálogo, a reflexão e a partilha orientem todos os agentes educativos para as mudanças a realizar/implementar. Esta ação de formação procura contribuir para uma reflexão crítica sobre os desafios da diversidade, bem como apoiar a operacionalização de práticas pedagógicas ajustadas para que os alunos sejam melhores aprendentes e o professores melhores ensinantes. Nesta formação, pretende-se abordar, com maior acuidade, as Adaptações Curriculares Não Significativas (ACNS) enquanto medidas de gestão curricular que não comprometem as Aprendizagens Essenciais (AE) previstas nos documentos curriculares. AS ACNS são medidas preventivas cujo objetivo é levar o aluno a desenvolver as competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PASEO). Contudo, quando definem estas medidas, os professores devem ter em conta as necessidades de cada aluno, tendo sempre em vista o seu sucesso educativo.
Objetivos
Objetivo Geral: Produzir Adaptações Curriculares Não Significativas, de forma autónoma. Objetivos Específicos: - Nomear e identificar as características específicas de uma Adaptação Curricular Não Significativa; - Estabelecer relações entre as competências do PASEO, as AE e as respetivas ACNS; - Aplicar os procedimentos aprendidos a casos reais.
Conteúdos
Legislação em vigor relativamente às ACNS 8 horas - Entendimento do contexto legislativo atual; - Princípios envolvidos; - Procedimentos obrigatórios; - Participantes no processo. Construção de ACNS 8 horas - Momentos chave na construção; - Informação relevante para os documentos; - Análise de recursos existentes; - Parcerias a fazer; - Papel da família no processo; - Planeamento e estruturação das ACNS (planificações); - Aprovação dos documentos. Implementação, monitorização e avaliação das ACNS 7 horas - Desenho Universal para a Aprendizagem; - Implementação em contexto de sala de aula; - Monitorização das ACNS; - Momentos de avaliação; - Trabalho de equipa; - Antecipação de dificuldades. - Apresentação de estudos de casos nos diferentes níveis escolares e respetiva reflexão 2 horas
Metodologias
Esta ação de formação, em regime de frequência b-learning, encontra-se organizada entre sessões teóricas síncronas, sessões assíncronas de trabalho autónomo e sessões teórico-práticas presenciais. Ao longo da formação, serão abordados os conteúdos recorrendo a metodologias ativas de ensino e de aprendizagem. Será privilegiado o trabalho em pequeno e grande grupo, com momentos de reflexão e de discussão, restrita e alargada. Nas sessões, serão definidos tempos de partilha e de reflexão em torno das experiências e das práticas dos formandos, devendo a formadora ter um papel ativo na ligação das práticas às políticas educativas de inclusão. Os docentes serão desafiados à revisão das suas práticas pedagógicas de acordo com os referenciais normativos em vigor. Será solicitada a elaboração de um trabalho/reflexão final individual em função dos interesses e preferências dos formandos.
Avaliação
A avaliação de cada formando será realizada sob o princípio da avaliação contínua, tendo em conta os seguintes parâmetros e ponderações: - Participação; - Realização das Tarefas nas Sessões (40%); - Trabalho/Projeto Final; - Reflexão Crítica/Relatório Individual (60%). Certificação: - Aplicação das Escalas Quantitativa (1 a 10 valores) e Qualitativa previstas no ECD e orientações subjacentes. A avaliação inferior a 5 implica a não atribuição de certificado; - Regime de Faltas / Presenças - Assistência a, no mínimo, 2/3 do total das horas de formação.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 54/2018. Presidência do Conselho de Ministros. Diário da República, 1.ª série N.º 129 6 de julho de 2018Despacho n.º 6478/2017. Educação - Gabinete do Secretário de Estado da Educação. Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, Diário da República n.º 143, Série II de 26 de julho de 2017, 15484 15484Pereira, F., Crespo, A., Trindade, A., Cosme, A., Croca, F., Breia, G. & Fernandes, R. (2018). Para uma Educação Inclusiva: Manual de Apoio à Prática. Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação
Observações
1 5 de março 17h – 19h 2h Online – Síncrona 2 12 de março 17h – 19h 2h Online – Síncrona 3 19 de março 17h – 20h 3h Online – Síncrona 4 16 de abril 17h – 20.30h 3,5h Online – Assíncrona 5 23 de abril 17h – 20.30h 3,5h Online – Assíncrona 6 30 de abril 17h – 20h 3h Online – Síncrona 7 7 de maio 17h – 21h 4h Presencial 8 14 de maio 17h – 21h 4h Presencial
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 05-03-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 19:00 | 2:00 | Presencial |
Formador
Paula Gaspar
Destinatários
Professores dos grupos 520 e 600
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos 520 e 600. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos 520 e 600.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Os educadores podem deparar-se com desafios ao comunicar temas relativos à biodiversidade e conservação da natureza, pela frequente distância que os alunos assumem em relação ao mundo natural. Ao utilizar a arte para compreender e revelar o mundo natural, estimula-se a recetividade para uma ligação emocional ao mesmo. O impacto desta atividade artística processa-se facilitando os processos intuitivos e convidando o ilustrador a explorar a estrutura e essência dos objetos de estudo, o que se traduz por uma aproximação ao mundo natural. O Projeto Aliança pela Água, promovido pela APA - ARH Algarve, associou-se à parceria entre o CEiiA e o PNA Plano Nacional das Artes, que visa dotar os professores com conhecimentos, recursos pedagógicos e casos de estudo para sensibilizar e mobilizar os alunos para o tema da sustentabilidade, cruzando artes e tecnologia.
Objetivos
O objetivo principal é usar o desenho como forma de aproximação e compreensão da natureza: - Promover a divulgação científica como instrumento de consciencialização dos alunos para as questões ambientais; - Identificar os procedimentos básicos envolvidos na produção de ilustrações científicas, sobretudo a capacidade de observação e a prática do desenho à vista através do modo D (modo de processamento de informação visual/espacial); - Identificar a alternância dos Modos E e D, através da realização de exercícios práticos; - Valorizar a prática do desenho e assumir confiança na prática do desenho à vista; - Aplicar os conceitos e objetivos subjacentes à produção de ilustrações científicas; - Desenvolver autonomia na preparação de desenhos preliminares em situações reais; - Aplicar com sucesso o projeto final a preto e branco, sobre o objeto de estudo selecionado.
Conteúdos
Módulo I - 1. Apresentação dos conceitos e objetivos subjacentes à produção de ilustrações científicas. A comunicação em ciência. Aplicação da ilustração científica e técnicas. 2. A aprendizagem do desenho como resultado do processo de Aprender a ver. Apresentação do método Betty Edwards Desenhar com o lado direito do cérebro. 3. O cérebro: dois hemisférios, dois modos de processar informação. Linguagem verbal vs. Linguagem visual, ou quando diferentes partes do cérebro entram em guerra. 4. O sistema de símbolos que vem da infância. 5. Tornar o pensamento visível: aceder ao que sabemos mas que não sabemos que sabemos. Módulo II (5.00h distribuídas por 2 sessões de 2.30h) As cinco habilidades da Arte de Ver: a. Saber Ver Os limites e as fronteiras b. Saber Ver Os espaços negativos ou cheios de nada c. Saber Ver A perspetiva e as proporções d. Saber Ver A luz e a sombra e. Saber Ver A essência das coisas Módulo III (1 sessão de 2.30h) Trabalhos preliminares em ilustração científica: imagens de suporte, fontes e referências; técnicas e materiais para os desenhos preliminares (grafite); o processo de transferência. Módulo IV (5.00h distribuídas por 2 sessões de 2.30h) 1. Técnicas e materiais de ilustração em tom descontínuo (tinta-da-china em poliéster e em scratchboard). 2. Desenvolvimento do Projeto final. Módulo V (5.00h distribuídas por 2 sessões de 2.30h) Saídas de campo.
Avaliação
Para além do cumprimento das determinações legais, a avaliação dos formandos será formalizada numa escala de 1 a 10 valores de acordo com as cartas circulares 3/2007 e 1/2008 do CCPFC. O regime de avaliação dos formandos é : 40 % para a participação e 60 % para o trabalho produzido. A aprovação no curso dependerá da obtenção de classificação igual ou superior a 5 valores e da frequência mínima de 2/3 do total de horas conjuntas da ação.
Bibliografia
Cutler M. 1987. How to cut drawings on scratchboard. Watson-Guptill Publications, New York.Gaspar P. 1996. Aplicação de ilustração científica na descrição taxonómica de plantas seleccionadas de Leguminosae e respectivos habitats. Relatório de estágio, UCTRA, Universidade do Algarve. 65p.Edwards, B. 1999. The New Drawing on the Right Side of the Brain.Tarcher.Edwards, B 1986. Drawing on the Artist Within, Simon & Schuster.Hodges E.R.S. (ed). 1989. The Guild Handbook of Scientific Illustration. Van Nostrand Reinhold Co., New York. 560p.
Observações
26/02 e 27/02 - 2 sessões de 3h - 17h30 às 20h30 20/03 e 17/04- 2 sessões de 3h - 17h30 às 20h30 18/04 - 4h - Saída de Campo (10h00 às 14h00 a definir com os Formandos) 20/04 e 22/04 - 2 sessões de 3h - 17h30 às 20h30 18/05 - 3h Apresentação dos trabalhos desenvolvidos - 17h30 às 20h30 29/06 - 3h Apresentação dos trabalhos desenvolvidos - 15h
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 26-02-2026 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 27-02-2026 (Sexta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 20-03-2026 (Sexta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 17-04-2026 (Sexta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 18-04-2026 (Sábado) | 10:00 - 14:00 | 4:00 | Presencial |
Formador
Ana Isabel Dias Moreira
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O aumento de 160% no número de alunos estrangeiros no sistema educativo português evidencia transformações demográficas substanciais com forte impacto na vida das escolas. O acolhimento e inclusão destes alunos constitui um processo multifacetado, exigindo contributos de múltiplos agentes educativos, com perfis distintos. Cabe aos órgãos de direção, administração e gestão escolar a tarefa complexa de coordenar este processo, em articulação, nomeadamente, com a equipa de PLNM e as EMAEI. Havendo diretrizes centralizadas que orientam o processo, há também várias decisões que recaem sobre as escolas, no âmbito da sua autonomia. Esta realidade merece uma discussão mais alargada, com vista à identificação e partilha de dinâmicas inclusivas. O presente Círculo de Estudos constitui uma iniciativa do grupo de trabalho sobre inclusão de alunos migrantes da ESECS-IPLeiria, responsável, nomeadamente, pela dinamização do Programa Avançar PLNM (https://sites.ipleiria.pt/avancar-plnm/). A ação que aqui se propõe insere-se, em particular, na vertente de acessória científica do Programa e visa contribuir para a análise, monitorização e otimização das medidas de acolhimento e inclusão propostas pelas escolas.
Objetivos
- Fomentar a reflexão crítica e colaborativa sobre o papel da escola, como um todo, na inclusão de alunos migrantes, com enfoque no papel instrumental desempenhado pelos órgãos de gestão; - Conhecer e compreender melhor o perfil cultural e sociolinguístico dos alunos presentes nas escolas, atendendo às suas características e mais-valias; - Promover a conceção de medidas de acolhimento e inclusão holísticas e multifacetadas, que valorizem a diversidade e considerem a equidade no acesso ao sucesso educativo; - Identificar e partilhar práticas de operacionalização das medidas de apoio nas escolas, nomeadamente ao nível do acolhimento, diagnóstico, disciplina de PLNM, integração progressiva no currículo, avaliação e aprendizagens curriculares.
Conteúdos
Os conteúdos desta ação visam reforçar as competências dos professores que desempenham funções de gestão e coordenação nas escolas, valorizando a diversidade e assegurando respostas equitativas, no acesso dos alunos migrantes, a uma aprendizagem de qualidade. A inclusão de alunos migrantes enquanto eixo estruturante da escola e dos seus múltiplos agentes: Identificação e partilha de boas práticas (locais, nacionais e internacionais), constrangimentos e propostas adaptadas a diferentes contextos Medidas de acolhimento: o Promoção de ambientes seguros e promotores da diversidade: Contacto com encarregados de educação, disponibilização de informação em várias línguas, o Identificação do perfil cultural e sociolinguístico dos alunos: partilha de instrumentos e metodologias para a recolha de dados sobre as línguas faladas, contextos de uso e experiências socioculturais o Avaliação diagnóstica em português novos modelos de testes de posicionamento da DGE Medidas integradas de inclusão: o Disciplina de PLNM, apoios educativos, integração progressiva no currículo, medidas de suporte à aprendizagem e inclusão, aprendizagens curriculares, procedimentos de avaliação Contributos dos órgãos de gestão escolar para o reforço de: o Trabalho cooperativo em equipas multidisciplinares o Operacionalização do currículo de forma flexível o Oportunidades de formação para todo o corpo docente e não docente o Envolvimento em projetos e parcerias em rede (nacionais e internacionais) O mediador linguístico e cultural enquanto elemento-chave na concretização das políticas de escola em matéria de inclusão: o Promoção da comunicação em contextos multilingues o Gestão e valorização da diversidade linguística e cultural na sociedade atual o Sensibilização da comunidade educativa para a riqueza das línguas e culturas o Suporte à implementação de medidas de apoio à aprendizagem o Articulação entre serviços e profissionais que asseguram medidas de apoio Face a estes tópicos, pretende-se que os formandos identifiquem, através de metodologias de investigação-ação, questões relevantes no contexto da sua escola. A recolha e sistematização de dados contribuirá para uma reflexão continuada e consistente sobre a inclusão de alunos migrantes e, em particular, o papel central dos órgãos de gestão escolar na coordenação deste processo. A partilha de práticas e a discussão de propostas holísticas, contribuirão para a definição de medidas de apoio sustentadas e articuladas que possam conduzir à melhoria do serviço prestado pelas escolas.
Avaliação
- Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas de formação. - Classificação na escala de 1 a 10, conforme definido no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, com a menção qualitativa de: 1 a 4,9 valores Insuficiente; 5 a 6,4 valores Regular; 6,5 a 7,9 valores Bom; 8 a 8,9 valores Muito Bom; 9 a 10 valores - Excelente. - Elementos de avaliação (ver trabalho autónomo): . dinâmicas aplicadas nas escolas e apresentação ao grupo de formação ( 25%); . relatório individual que descreva as dinâmicas aplicadas nas escolas e reflita sobre o seu papel na inclusão de alunos migrantes (75%)
Bibliografia
aavv (2008). Education and Migration: Strategies for Integrating Migrant Children in European schools and Societies - A synthesis of research findings for policy-makers. European Commission.Caels, F., Segura, J., & Albino, S. (2025). Inclusão linguística e curricular de alunos migrantes: Orientações para o Nível Zero. Direção-Geral da Educação.Direção-Geral da Educação. (2024). Inclusão de alunos migrantes em meio Educativo.Pappámikail, L.; Beirante, D. & Cardoso, I. (2022). Conjunto de Materiais: Educação Inclusiva - Diversidade, Equidade e Inclusão. Direção-Geral da Educação.Pappámikail, L. & Beirante, D. (2022). Conjunto de Materiais: Educação Inclusiva - Gestão da Educação Inclusiva. Direção-Geral da Educação.
Observações
24 de janeiro 14 de março 8 de maio sessões às sextas serão das 17h.30 às 21h.30 sessões aos sábados serão das 9h às 13h
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 24-01-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 2 | 14-03-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 3 | 09-05-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
Formador
Fausto Felix Geert Caels
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O aumento de 160% no número de alunos estrangeiros no sistema educativo português evidencia transformações demográficas substanciais com forte impacto na vida das escolas. O acolhimento e inclusão destes alunos constitui um processo multifacetado, exigindo contributos de múltiplos agentes educativos, com perfis distintos. Cabe aos órgãos de direção, administração e gestão escolar a tarefa complexa de coordenar este processo, em articulação, nomeadamente, com a equipa de PLNM e as EMAEI. Havendo diretrizes centralizadas que orientam o processo, há também várias decisões que recaem sobre as escolas, no âmbito da sua autonomia. Esta realidade merece uma discussão mais alargada, com vista à identificação e partilha de dinâmicas inclusivas. O presente Círculo de Estudos constitui uma iniciativa do grupo de trabalho sobre inclusão de alunos migrantes da ESECS-IPLeiria, responsável, nomeadamente, pela dinamização do Programa Avançar PLNM (https://sites.ipleiria.pt/avancar-plnm/). A ação que aqui se propõe insere-se, em particular, na vertente de acessória científica do Programa e visa contribuir para a análise, monitorização e otimização das medidas de acolhimento e inclusão propostas pelas escolas.
Objetivos
- Fomentar a reflexão crítica e colaborativa sobre o papel da escola, como um todo, na inclusão de alunos migrantes, com enfoque no papel instrumental desempenhado pelos órgãos de gestão; - Conhecer e compreender melhor o perfil cultural e sociolinguístico dos alunos presentes nas escolas, atendendo às suas características e mais-valias; - Promover a conceção de medidas de acolhimento e inclusão holísticas e multifacetadas, que valorizem a diversidade e considerem a equidade no acesso ao sucesso educativo; - Identificar e partilhar práticas de operacionalização das medidas de apoio nas escolas, nomeadamente ao nível do acolhimento, diagnóstico, disciplina de PLNM, integração progressiva no currículo, avaliação e aprendizagens curriculares.
Conteúdos
Os conteúdos desta ação visam reforçar as competências dos professores que desempenham funções de gestão e coordenação nas escolas, valorizando a diversidade e assegurando respostas equitativas, no acesso dos alunos migrantes, a uma aprendizagem de qualidade. A inclusão de alunos migrantes enquanto eixo estruturante da escola e dos seus múltiplos agentes: Identificação e partilha de boas práticas (locais, nacionais e internacionais), constrangimentos e propostas adaptadas a diferentes contextos Medidas de acolhimento: o Promoção de ambientes seguros e promotores da diversidade: Contacto com encarregados de educação, disponibilização de informação em várias línguas, o Identificação do perfil cultural e sociolinguístico dos alunos: partilha de instrumentos e metodologias para a recolha de dados sobre as línguas faladas, contextos de uso e experiências socioculturais o Avaliação diagnóstica em português novos modelos de testes de posicionamento da DGE Medidas integradas de inclusão: o Disciplina de PLNM, apoios educativos, integração progressiva no currículo, medidas de suporte à aprendizagem e inclusão, aprendizagens curriculares, procedimentos de avaliação Contributos dos órgãos de gestão escolar para o reforço de: o Trabalho cooperativo em equipas multidisciplinares o Operacionalização do currículo de forma flexível o Oportunidades de formação para todo o corpo docente e não docente o Envolvimento em projetos e parcerias em rede (nacionais e internacionais) O mediador linguístico e cultural enquanto elemento-chave na concretização das políticas de escola em matéria de inclusão: o Promoção da comunicação em contextos multilingues o Gestão e valorização da diversidade linguística e cultural na sociedade atual o Sensibilização da comunidade educativa para a riqueza das línguas e culturas o Suporte à implementação de medidas de apoio à aprendizagem o Articulação entre serviços e profissionais que asseguram medidas de apoio Face a estes tópicos, pretende-se que os formandos identifiquem, através de metodologias de investigação-ação, questões relevantes no contexto da sua escola. A recolha e sistematização de dados contribuirá para uma reflexão continuada e consistente sobre a inclusão de alunos migrantes e, em particular, o papel central dos órgãos de gestão escolar na coordenação deste processo. A partilha de práticas e a discussão de propostas holísticas, contribuirão para a definição de medidas de apoio sustentadas e articuladas que possam conduzir à melhoria do serviço prestado pelas escolas.
Avaliação
- Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas de formação. - Classificação na escala de 1 a 10, conforme definido no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, com a menção qualitativa de: 1 a 4,9 valores Insuficiente; 5 a 6,4 valores Regular; 6,5 a 7,9 valores Bom; 8 a 8,9 valores Muito Bom; 9 a 10 valores - Excelente. - Elementos de avaliação (ver trabalho autónomo): . dinâmicas aplicadas nas escolas e apresentação ao grupo de formação ( 25%); . relatório individual que descreva as dinâmicas aplicadas nas escolas e reflita sobre o seu papel na inclusão de alunos migrantes (75%)
Bibliografia
aavv (2008). Education and Migration: Strategies for Integrating Migrant Children in European schools and Societies - A synthesis of research findings for policy-makers. European Commission.Caels, F., Segura, J., & Albino, S. (2025). Inclusão linguística e curricular de alunos migrantes: Orientações para o Nível Zero. Direção-Geral da Educação.Direção-Geral da Educação. (2024). Inclusão de alunos migrantes em meio Educativo.Pappámikail, L.; Beirante, D. & Cardoso, I. (2022). Conjunto de Materiais: Educação Inclusiva - Diversidade, Equidade e Inclusão. Direção-Geral da Educação.Pappámikail, L. & Beirante, D. (2022). Conjunto de Materiais: Educação Inclusiva - Gestão da Educação Inclusiva. Direção-Geral da Educação.
Observações
23 de janeiro 13 de março 9 de maio sessões às sextas serão das 17h.30 às 21h.30 sessões aos sábados serão das 9h às 13h
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 23-01-2026 (Sexta-feira) | 17:30 - 21:30 | 4:00 | Presencial |
| 2 | 13-03-2026 (Sexta-feira) | 17:30 - 21:30 | 4:00 | Presencial |
| 3 | 09-05-2026 (Sábado) | 17:30 - 21:30 | 4:00 | Presencial |
Formador
Cristina Veiga-Pires
Destinatários
Professores do Grupo 110
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 110.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
É necessário estabelecer e reforçar o desenvolvimento de um Currículo adequado ao Século XXI, às novas tecnologias, à globalização e às novas competências exigidas ao cidadão comum. A sala de aula tradicional já não responde às necessidades da geração atual. Os professores sentem necessidade de evoluir no sentido de preparar adequadamente os seus alunos para esta realidade e para corresponder às expectativas do perfil do aluno à saída da escolaridade obrigatória. A componente experimental dos programas das áreas da matemática, ciências, engenharias, artes e tecnologias relevam a necessidade de fomentar o desenvolvimento de competências que permitam a aplicação das novas metodologias relacionadas com a execução de projetos, individuais ou em grupo, que podem ser realizados nas escolas e que requerem também a capacitação dos professores para estarem à altura destes desafios. Nesta Oficina de Formação, a utilização da metodologia IBSE (Inquiry Based Science Education) e das tecnologias no ensino/aprendizagem implicará a exploração de atividades pedagógico-didáticas de interligação entre saberes de diversas disciplinas, em trabalhos de projeto, permitindo capacitar os alunos para a resolução de problemas específicos do dia-a-dia e fomentando a motivação para a aprendizagem. Esta Oficina de Formação pretende dotar os formandos de ferramentas que lhes permitam a implementação de processos de ensino/aprendizagem inter e transdisciplinar, com especial enfoque no bem estar ecológico, juntamente com as artes humanas, como forma de promover a consciência da sustentabilidade. Esta metodologia é uma estratégia de resolver problemas do quotidiano, através de uma abordagem investigativa.
Objetivos
Esta oficina tem como principais objetivos: - Participar na organização e realização do projeto nacional Escola Ciência Viva no Centro Ciência Viva do Algarve Da terra ao mar; - Conhecer e aplicar a metodologia IBSE (Inquiry-Based Science Education), baseada nos princípios de escola aberta/laboratório vivo, fundamentada num ecossistema de aprendizagem STEAM, onde é importante que os alunos compreendam o que aprendem e não se limitem a memorizar conteúdos e informação; - Organizar e aplicar atividades no âmbito da metodologia IBSE dirigidas a alunos de 1º ciclo; - Refletir sobre práticas pedagógicas, nomeadamente: trabalho prático experimental, atividades cooperativas de aprendizagem e aplicações informáticas em sala de aula. - Planificação, dinamização e partilha do Projeto-Turma, atividade dinamizada para a turma no âmbito do projeto ECV (que conhecimento nos chegou da comunidade)
Conteúdos
Etapa 1 (2,5 horas) Escola Ciência Viva (ECV) para professores e alunos; A metodologia IBSE no ensino das Ciências, baseada nos princípios da escola aberta/ laboratório vivo, em cenários de aprendizagens STEAM (Science, Technology, Engineering, Arts e Mathematics). Etapa 2 (20 horas) Atividades com turma 4º ano: Módulo 1 Reconhecimento espaço CCVAlg/ integrar o propósito do projeto ECV tendo por base os ODS, integrar o saber que vem da comunidade (4,0 horas) Módulo 2 - Litosfera e Atmosfera (4,0 horas) Módulo 3 Hidrosfera e Biosfera (4,0 horas) Módulo 4 Sustentabilidade e Recursos (4,0 horas) Módulo 5 Projeto-Turma. Aplicar os conhecimentos e avaliar a semana (4,0 h) Etapa 3 (25 horas) Trabalho autónomo Elaboração do projeto individual (Plano de Aula e Relatório Crítico) Etapa 4 (2,5 horas) Apresentação/Avaliação de projetos (presencial)
Metodologias
Presencial: 1. Uma componente presencial teórico-prática, onde serão explorados os conteúdos teórico-práticos (2,5 horas presenciais). 2. Uma componente presencial prática, individual, durante a semana em que o docente participa com a sua turma no projeto Escola Ciência Viva, com acompanhamento dos formadores (20 horas presenciais). 3. A oficina terminará com a apresentação e discussão, na última sessão presencial, das metodologias e materiais implementados na prática pedagógica com os alunos (2,5 horas presenciais). Nas sessões teórico-práticas e nas práticas com a turma, serão utilizadas metodologias ativas privilegiando a participação dos formandos, a valorização da sua experiência pedagógica e a aplicação dos conhecimentos adquiridos ao longo da formação. A componente teórica, breve, irá alternar com uma componente prática, na qual os formandos irão explorar cada uma das atividades, em formato hands-on, aplicando a metodologia IBSE. A formação contempla também a preparação de uma atividade prática, pelo formando, que será implementada com a respetiva turma na semana ECV. Trabalho Autónomo: A oficina terá a duração de 25 horas(presenciais) + 25 horas (trabalho autónomo) - O trabalho autónomo pretende que os professores tenham oportunidade de implementar as diferentes metodologias, estratégias e ferramentas apreendidas no decorrer da Oficina de Formação em trabalho presencial. Os professores colocarão em prática os conhecimentos e competências adquiridas nas sessões presenciais, aplicando a metodologia aprendida. Aplicarão os conhecimentos e recursos pedagógicos cedidos e criados nas sessões presenciais, de modo a desenvolver o projeto-turma, elaborando o Plano de Aula e a Reflexão crítica.
Avaliação
Os participantes procedem à apresentação de um Plano de Aula e de Relatório Crítico sobre o trabalho desenvolvido e sua importância na motivação, na melhoria das aprendizagens e no desenvolvimento global dos alunos. Avaliação final do formando: a) Participação na ação (presença obrigatória em 2/3 das sessões) 30% b) Sessão desenvolvida para a turma utilizando metodologia IBSE 40% c) Trabalhos/produtos desenvolvidos (plano de aula e relatório crítico) 30% Para a avaliação final individual de cada professor será usada uma escala quantitativa de 1 a 10 valores: Excelente - de 9 a 10 valores; Muito Bom - de 8 a 8,9 valores; Bom - de 6,5 a 7,9 valores; Regular de 5 a 6,4 valores; Insuficiente de 1 a 4,9 valores. A classificação final e as horas de formação para a progressão na carreira docente constarão no certificado final a emitir pelo Centro de Formação.
Bibliografia
Aguirre, C., et al. (2021). The Schools As Living Labs Methodology. https://www.schoolsaslivinglabs.eu/Belbase, S., Mainali, B. R., Kasemsukpipat, W., Tairab, H., Gochoo, M., & Jarrah, A. (2022). At the dawn of science, technology, engineering, arts, and mathematics (STEAM) education: prospects, priorities, processes, and problems. International Journal of Mathematical Education in Science & Technology, 53(11), 29192955. https://doi.org/10.1080/0020739X.2021.1922943Doniger, T. (2018). Art infusion: Ideal conditions for STEAM. Art Education, 71(2), 2227. https://doi.org/10.1080/00043125.2018.1414534Martins, G., et al. (2017). Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória. Direção-Geral da Educação, Ministério da Educação.Melchiades Castelli Fernandes, N. M., & Volante Zanon, D. A. (2022). Integração entre robótica educacional e abordagem STEAM: desenvolvimento de protótipos sobre a temática responsabilidade social e sustentabilidade. (Portuguese). Dialogia, 40, 122. https://doi.org/10.5585/40.2022.21600
Observações
2026-01-07 (5ªfeira) - Presencial (2h30 - Todos os Formandos) 2026-01-12 a 2026-05-08 - Presencial (20h - Cada formando Individualmente) 2026-05-21 (5ªfeira) - Presencial (2h30 - Todos os Formandos)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 07-01-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Presencial |
Formador
Carla Alexandra Gonçalves de Campos Nunes
Destinatários
Professores dos Grupos 250, 610 e M01 a M32
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 250, 610 e M01 a M32. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 250, 610 e M01 a M32.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Observando os princípios orientadores e o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, esta formação, em Música, pretende desenvolver práticas pedagógicas inovadoras que valorizem o papel central da Educação Artística, no contexto escolar. A sensibilidade estética e artística é uma competência legítima, reconhecida e fundamental na organização curricular e no desenvolvimento pessoal. Por conseguinte, pretende-se a valorização da Educação Artística nas escolas, apresentando, renovando e dinamizando práticas pedagógicas adaptadas às exigências atuais. Para este propósito, este curso apresenta um conjunto de referentes, de conteúdos e de processos criativos, através de atividades específicas, com o objetivo de aumentar as competências profissionais e pessoais, na área da Música. A atualização de metodologias e recursos, numa perspetiva de formação contínua, contribui para a riqueza do próprio curso, através, nomeadamente, da partilha de vivências no contexto real a que a formação se destina.
Objetivos
Analisar, criticamente, as Aprendizagens Essenciais em Educação Musical, no 2.º e 3.º ciclos Analisar o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória e a sua relação com a Matriz Curricular em Educação Artística, Constituir um corpus de conhecimento sobre o Desenvolvimento Curricular na área da Música; Reconhecer a importância do desenvolvimento musical na infância para a adequação das metodologias e estratégias de ensino-aprendizagem em Música; Valorizar o papel da Educação Artística como forte potenciador do desenvolvimento pleno do sujeito e nas relações com os outros, relacionando a música com as outras áreas do saber. Desenvolver um conjunto de referentes, através de atividades especificas, que promovam uma pedagogia ativa centrada na criação, na experiência e na exploração do mundo envolvente, bem como na interpretação musical, privilegiando a voz, o corpo e os objetos / instrumentos. Desenvolver metodologias e estratégias de ensino específicas e inovadoras na área da Música recorrendo a meios, materiais, dispositivos e instrumentos, com diversidade sonora/musical e expressiva.
Conteúdos
Introdução ao desenvolvimento musical na infância: Elementos musicais. Timbre, altura, dinâmica, ritmo, forma. Domínios. Criação - A criatividade e a improvisação em música; improvisação na escala pentatónica Audição - Escuta musical ativa; Interpretação voz, corpo e instrumentos. O acompanhamento de canções com cordofones (cavaquinhos e ukuleles) técnicas e acordes. Contextos Musicais - Música, sociedade, cultura e história; Construção de recursos musicais com repertório multicultural. Simbolização/representação musical convencional e não convencional. Enquadramento. O corpo humano enquanto primeiro (e principal) instrumento de expressão artística em Música; Música para todos - metodologias ativas e respetivos pedagogos; A multiplicidade da Música (géneros/estilos), sua relevância e transversalidade com outras áreas do saber.
Metodologias
O curso de formação, com um total de 25 horas presenciais, contará com sessões de carácter teórico-prático, com explicação didático-pedagógica de cada conteúdo, seguindo-se exercícios em pequeno e grande grupo. Ao longo da formação, pretende-se que cada formando construa o seu próprio corpus de recursos, aplicando-a ao seu contexto pessoal, com a seguinte forma: Partilha, pelos participantes, das suas experiências profissionais, discutindo-se os vários modelos de desenvolvimento curricular em Música (teórico-prática); Abordagem do desenvolvimento musical na infância com partilha de recursos (teórico-prática); Partilha das propostas de recursos musicais elaborados pelos formandos (prática); Autoavaliação do formando - (prática); Avaliação - com privilégio do diálogo como forma de consciencialização e de mudança do grupo/individuo (prática).
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua, de acordo com os seguintes critérios: Participação - 50% Projeto e reflexão crítica - 50%
Bibliografia
Gordon, E. (2000). Teoria da Aprendizagem Musical: Competências, Conteúdos e Padrões. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.Swanwick, K. (1988) Music, Mind, and Education. London: Routledge.Willems, E. (1970) As Bases Psicológicas da Educação Musical. Fribourg Editions Pro-Musica.Wuytack, J., & Palheiros, G. (1995). Audição Musical Activa. Associação Wuytack de Pedagogia Musical, Porto.PASEO e AE de Educação Musical
Observações
PASTA 7- Algarve 2030
Sexta 3 de maio (4 horas) Sábado 4 de maio (4 horas) Sexta 10 de maio (4 horas) Sábado 11 de maio (4 horas) Sexta 17 de maio (4 horas) Sábado 18 de maio (5 horas) Sextas, das 16h às 20h, se todos puderem ou das 17h às 21h. Sábados, das 9h às 13h O último sábado será das 10h às 13h e das 14.30h às 16.30h
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 03-05-2024 (Sexta-feira) | 17:00 - 21:00 | 4:00 | Presencial |
| 2 | 04-05-2024 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 3 | 10-05-2024 (Sexta-feira) | 17:00 - 21:00 | 4:00 | Presencial |
| 4 | 11-05-2024 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 5 | 17-05-2024 (Sexta-feira) | 16:00 - 21:00 | 5:00 | Presencial |
| 6 | 18-05-2024 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
Formador
Francisco Ildefonso da Claudina Lameira
Luís Filipe Rosa Santos
Destinatários
Professores do 1º Ciclo; Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do 1º Ciclo; Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Ria Formosa/ Museu do Lyceu
Enquadramento
O Património urbano – ordenamento, desenvolvimento e preservação da malha urbana da cidade de Faro. História no quadro da sua geografia, sociedade, demografia e cultura.
Objetivos
Contribuir para a formação específica em áreas curriculares da docência, e promover a educação para a intervenção cidadã no quadro das vivências e experiências fundamentadas no conhecimento da realidade local.
Conteúdos
A cidade – Características definidoras; As actividades que a sustentam; A evolução patrimonial.
Metodologias
Serão apresentadas imagens em 3D da cidade ao longo dos últimos séculos até aos nossos dias, enquadradas com uma apresentação dos principais tópicos de conteúdo, e será feito um debate sobre as temáticas relevantes.
Observações
A ação realiza-se a partir de um projeto digital 3 D produzido pro Luís F.R. Santos - horário - 17h00 - 20h00
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 27-05-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Paulo Roberto Nóbrega Serra
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Ria Formosa/Biblioteca Municipal de Faro
Enquadramento
Tânia Ganho propõe uma conversa em que traça o seu percurso de escritora e tradutora, enfatizando o que mudou nesses 25 anos de carreira e os desafios que todos nós, em geral, enfrentamos na era da Inteligência Artificial (IA). A autora lançará ainda o desafio de uns exercícios práticos, em que os participantes podem recorrer à IA como "assistente" de escrita e de tradução. Por fim, a escritora e tradutora proporcionará um momento para debater o conceito de "autoficção", quer em relação à sua escrita, quer em relação a autoras que traduz, como Annie Ernaux, Leïla Slimani, Anaïs Nin, Siri Hustvedt, etc. Tânia Ganho dedica-se à tradução literária há 25 anos, tendo vertido autores como Amor Towles, Annie Ernaux, Chimamanda Adichie, Elizabeth Strout, Hervé Le Tellier, Leïla Slimani, Maya Angelou, Siri Hustvedt, Toni Morrison e Yukio Mishima, entre muitos outros. É autora de vários romances, dos quais se destacam A Mulher-Casa (Porto Editora, 2012) e Apneia (Casa das Letras, 2020, e D. Quixote, 2024), semifinalista do Prémio Oceanos e finalista do Prémio Bertrand para o Melhor Livro de Ficção Lusófona. Apneia será em breve adaptado ao cinema pela produtora UKBAR, com o apoio do ICA. Tânia Ganho escreveu também um livro de memórias, O Meu Pai Voava (D. Quixote, 2024), finalista do Prémio Bertrand para Melhor Livro de Não-Ficção. O seu novo romance, Lobos (D. Quixote, junho 2025) recebeu o apoio de uma bolsa de criação literária da DGLAB/MC. Tânia Ganho dinamizou vários clubes de leitura, entre eles o da Biblioteca da Amadora e o da Livraria Buchholz, e é regularmente convidada para participar em festivais literários e para organizar oficinas de leitura, escrita e tradução. É voluntária no Centro de Recuperação do Lobo Ibérico.
Objetivos
A tradutora e escritora propõe dialogar com professores, educadores e público-geral sobre: - Analisar o modo como a nossa relação com a leitura e a nossa abordagem à leitura mudou imenso nos últimos anos; - Debater o papel do escritor, da biblioteca, das comunidades de leitores; - Questionar a forma como recorremos à IA na nossa escrita, no nosso trabalho, na maneira como elaboramos apresentações; - Refletir sobre o papel do tradutor, a atual relevância e pertinência do tradutor literário nos tempos que correm perante o facilitismo da inteligência artificial; - Considerar como podemos usar a IA a favor do trabalho de tradução, de escrita ou mesmo de ensino, em vez de nos deixarmos substituir por ela.
Conteúdos
Analisar como se processou a rápida evolução nos últimos anos da relação do leitor com a leitura e a abordagem à leitura; Debater o atual papel do escritor, da biblioteca e das comunidades de leitores; Questionar a forma como se pode recorrer à IA na escrita e no trabalho; Refletir sobre o atual papel, relevância e pertinência do tradutor literário face à IA; Descobrir como tirar partido das ferramentas da IA a favor do trabalho de tradução, de escrita ou de formação e ensino.
Observações
Horário 16:30-19:30
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 20-05-2026 (Quarta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Eduarda Maria de Almeida Mimoso Correia
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O processo de inclusão de crianças e jovens com perturbações do espetro autista (PEA) é uma realidade em contexto escolar e acontece quer com a criança/jovem a frequentar a sala de aula em conjunto com o grupo/turma quer em unidades de ensino estruturado. Estas crianças apresentam perfis de funcionalidades muito díspares e características muito peculiares que devem ser do conhecimento de todos os profissionais de educação. Este conhecimento permite que o profissional de educação não só compreenda melhor a população com PEA, conseguindo sensibilizar e informar o grupo/turma onde elas se encontram inseridas, assim como lhe possibilita uma adequada intervenção pedagógica. É pertinente que a formação contínua de professores incida sobre áreas específicas de intervenção no âmbito da educação especial.
Objetivos
- Conhecer as características clínicas da população com PEA. - Conhecer estratégias para a promoção de aprendizagens em contexto de sala de aula. - Conhecer estratégias para a promoção de aprendizagens. - Organizar e desenvolver programas de intervenção de acordo com as necessidades educativas individuais e tendo em conta o perfil de funcionalidades da criança/jovem com PEA.
Conteúdos
1- Caracterização das Perturbações do Espetro Autista. 1.1- Noção de espetro do autismo do autismo de Canner ao autismo de elevado funcionamento. 1.2- Critérios de avaliação diagnóstica nas PEA (DSM5). 1.3- Características Clínicas 1.3.1- A tríade clínica 1.3.2- Sensibilidade sensorial 1.3.3- Capacidades cognitivas 1.3.4- Disfunção motora 2- A intervenção em diferentes contextos educativos. 3- Estratégias para a promoção de aprendizagens. 4- Elaboração de programas de intervenção de acordo com as necessidades educativas individuais e tendo em conta o perfil de funcionalidades da criança/jovem com PEA O Dec. Lei 54/2018, alterado pela Lei 116/2019 de 13 de setembro. 5- Apresentação de casos.
Metodologias
A presente ação de formação será orientada com sessões teóricas e sessões teórico-práticas em que os formandos participarão na resolução de questões e problemas colocados no decorrer da sessão em pequenos grupos. A formação pode ser ministrada on-line.
Avaliação
Os formandos deverão apresentar um trabalho escrito individual, num tema relacionado com a formação ministrada e acordado com a formadora. As classificações são atribuídas na escala de 1 a 10 com a respetiva menção qualitativa, de acordo com o n.º 2 do artigo 46.º do Estatuto da Carreira Docente, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 15/2007, de 19 de Janeiro.
Bibliografia
Attwood, T. (2010). Tudo sobre a síndrome de Asperger (M. Pessegueiro, C. Ferreira e M. J. Ferreira, Trad.). Lisboa: Verbo (Obra original publicada em 2007).Attwood, T., Faherty, C., Wagner, S., Iland, L., Wrobel, M., Bolick, T., Myers, J. M., Snyder, R., & Temple, G. (2011). Asperger no feminino (S. F. Lopes, Trad.). Lisboa: Verbo (Obra original publicada em 2006).Attwood, T., Faherty, C., Wagner, S., Iland, L., Wrobel, M., Bolick, T., Myers, J. M., Snyder, R., & Temple, G. (2011). Asperger no feminino (S. F. Lopes, Trad.). Lisboa: Verbo (Obra original publicada em 2006).De Lima, Cláudia Bandeira. (2012). Perturbações do Espetro do Autismo. Manual prático de intervenção. Lisboa: Lidel - edições técnicas.
Observações
Cronograma: 11/05 - 18h30/21h30 15/05 - 18h30/21h30 16/05 - 09h00/13h00 18/05 - 18h30/21h30 20/05 - 18h30/21h30 23/05 - 09H00/12h00 25/05 - 18h30/21h30 30/05 - 09h30/12h30
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 11-05-2026 (Segunda-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 15-05-2026 (Sexta-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 3 | 16-05-2026 (Sábado) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 4 | 18-05-2026 (Segunda-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 5 | 20-05-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 6 | 23-05-2026 (Sábado) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 7 | 25-05-2026 (Segunda-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 8 | 30-05-2026 (Sábado) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Online síncrona |
Formador
Carla Alexandra Gonçalves de Campos Nunes
Destinatários
Professores do grupo 250, 610 e do Ensino Especializado da Música (M)
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo 250, 610 e do Ensino Especializado da Música (M). Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo 250, 610 e do Ensino Especializado da Música (M).
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A Escola desempenha um papel fulcral nos processos de reconhecimento e inclusão da diversidade cultural, linguística, étnica e religiosa que compõem atualmente a nossa sociedade. A Educação Musical consiste numa disciplina privilegiada, para, através da prática de música de conjunto, promover a inclusão social de crianças e jovens provenientes de contextos mais vulneráveis, particularmente dos descendentes de migrantes e de crianças e jovens ciganos/as. A integração e o sucesso educativo de todas as crianças e jovens, da educação pré-escolar ao ensino secundário, bem como o respeito pelas diferenças e o estabelecimento de relações positivas de interação e aproximação entre alunos/as e outros membros da comunidade educativa de diferentes culturas, encontram, na Educação Musical, um terreno fértil para a sua concretização. É neste contexto que o ukulele consiste num instrumento musical privilegiado para a inclusão. Este pequeno cordofone, desenvolvido no Havai a partir do cavaquinho levado por emigrantes madeirenses, no séc. XIX, é um instrumento disseminado por todo o mundo e que tem utilizado para unir comunidades. Associado à interpretação de repertório das Músicas do Mundo incentiva os alunos as conhecer os conceitos de identidade e pertença, culturas, pluralismo e diversidade cultural. Quando associado ao repertório Pop-Rock (que frequentemente une os alunos em torno de preferências musicais comuns), fomenta o sentido de pertença na diversidade, atrás dos afetos. Desse modo, as canções cantadas e acompanhadas no ukulele contribuem para a construção de uma identidade coletiva baseada no pluralismo cultural.
Objetivos
Desenvolver modelos alternativos de educação musical e práticas artísticas diversificadas e inovadoras; Valorizar o papel da Educação Artística como forte potenciador do desenvolvimento pleno do sujeito, nas suas relações com os outros, relacionando a música com as outras áreas do saber. Desenvolver um conjunto de referentes, através de atividades especificas, que promovam uma pedagogia ativa centrada na criação, na experiência e na exploração do mundo envolvente, bem como na interpretação musical, privilegiando a voz, o corpo e os instrumentos musicais Desenvolver metodologias e estratégias de ensino específicas e inovadoras na área da Música recorrendo a meios, materiais, dispositivos e instrumentos, com diversidade sonora/musical e expressiva. Conhecer o funcionamento do ukulele (afinar, selecionar e colocar cordas); Conhecer e aplicar técnicas elementares, acordes e respetivas inversões; Interpretar e harmonizar canções do repertório tradicional português, da World Music e do Pop Rock; Refletir sobre a criação de projetos artístico-musicais em contexto escolar a partir da prática musical do ukulele.
Conteúdos
Representação e contextualização (2 h) Música para todos e a transversalidade do currículo; O papel da Música na promoção da igualdade, da não discriminação e do reforço da coesão social A interculturalidade no grupo infantil. Trabalhar as diferenças e reconhecer o seu potencial de enriquecimento mútuo. A Música e a promoção do sentido de pertença na diversidade, através dos afetos. A multiplicidade da Música (géneros/estilos), a sua relevância e transversalidade com outras áreas do saber. Contextos Musicais - Música, sociedade, cultura e história (2h) Reflexão sobre os contextos educativos Audição e análise de peças musicais, nacionais e internacionais, com formas, estilos, géneros e tecnologias diferenciadas; Repertório musical e contexto sociocultural: escolha de peças musicais, nacionais e internacionais, para escuta orientada A voz (4 h) A voz como instrumento: importância e cuidados (relaxamento, respiração e vocalizos) Metodologias e técnicas de ensino de canções: pedagogia musical ativa; Técnicas de execução e de interpretação musical (voz falada e cantada) e música de conjunto; Interpretação voz, corpo e instrumentos (8h) Técnicas de interpretação e prática de musical de conjunto: vocal, corporal e instrumental. O acompanhamento de canções com ukulele técnicas e acordes. Afinação, escolha e colocação de cordas (a corda G grave) Leitura de escrita musical em tablaturas Acordes principais e suas inversões Ritmo, Harmonia e sincronicidade; Técnicas de strumming, fingerstyle e fingerpicking Acompanhamentos aplicados a repertório da World Music e do Pop-Rock Músicas tradicionais tocadas com melodia, harmonia e ritmo. Recursos educativos (4 h) Construção de recursos musicais educativos com repertório multicultural: música cigana, brasileira, ucraniana, indiana, de países africanos e orientais (consoante os contextos das escolas de proveniência dos formandos) Propostas de Projetos artísticos e musicais nas escolas Reflexão e exposição de propostas de trabalho (4 h) Apresentação de propostas de recursos educativos que reflitam os conteúdos abordados na ação. Os conteúdos são expostos no decurso da apresentação com uma sequência de recursos, materiais, dispositivos e instrumentos para a prática educativa, bem como menção às aprendizagens essenciais que pretendem desenvolver e respetiva metodologia de aplicação, na sala de aula. Neste enquadramento, a apresentação do conjunto dos recursos educativos é acompanhada pelos procedimentos necessários à sua produção, manuseamento a aplicação em contexto escolar. Reflexão conjunta sobre as propostas apresentadas (auto e hétero-avaliação)
Metodologias
O curso de formação, com um total de 25 horas presenciais, contará com sessões de carácter teórico-prático, com explicação didático-pedagógica de cada conteúdo, seguindo-se exercícios em pequeno e grande grupo. Ao longo da formação, pretende-se que cada formando construa o seu próprio corpus de recursos, aplicando-a ao seu contexto pessoal, da seguinte forma: Partilha, pelos participantes, das suas experiências profissionais, discutindo-se os vários modelos de desenvolvimento curricular em Música (teórico-prática); Abordagem do desenvolvimento musical na infância com partilha de recursos (teórico-prática); Partilha das propostas de recursos musicais elaborados pelos formandos (prática); Autoavaliação do formando - (prática); Avaliação - com privilégio do diálogo como forma de consciencialização e de mudança do grupo/individuo (prática). Atividades: Escolha e seleção de canções e cantos rítmicos de acordo com a faixa etária e o desenvolvimento musical dos alunos.
Avaliação
Na avaliação dos/as formandos/as será dado cumprimento às determinações legais, nomeadamente os nºs 1 a 4 e 7 a 9 do artigo 4º do Despacho nº 4595/2015 do Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar, publicado no Diário da República, 2ª Série, Nº 87, de 6 de maio, e ao Regulamento para acreditação e creditação de ações de formação contínua, de 9 de maio de 2016, do CCPFC. Participação nas atividades e realização das tarefas propostas - 50% Recursos musicais elaborados e respetivo guião de aplicação na prática letiva - 50% A avaliação é formalizada numa escala de 1 a 10 com a menção qualitativa de: 1 a 4,9 valores Insuficiente 5 a 6,4 valores Regular 6,5 a 7,9 valores Bom 8 a 8,9 valores Muito Bom 9 a 10 valores Excelente
Bibliografia
Ciavatta, L. (2012) O Passo: música e educação. Rio de Janeiro: Edição do autor.Gordon, E. (2000). Teoria da Aprendizagem Musical: Competências, Conteúdos e Padrões. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.Naranjo, F. J. R. (2008). Percusión corporal en diferentes culturas. Música y Educación, 76, 46-96.Wuytack, J., e Palheiros, G. B. (2013/14/15). Pedagogia musical (Vol. 1, 2 e 3) . Porto: Associação Wuytack de Pedagogia Musical3c_educacao_musical.pdf (mec.pt) 2c_educacao_musical.pdf (mec.pt) https://cidadania.dge.mec.pt/sites/default/files/pdfs/mosaico-intercultural.pdf https://cidadania.dge.mec.pt/projectos-e-iniciativas/interculturalidade https://cidadania.dge.mec.pt/interculturalidade https://www.lenga.pt/ https://www.cantarmais.pt/pt/ https://www.ukulele-tabs.com/uke-songs/genre/world-music,205.html Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória | Direção-Geral da Educação (mec.pt)
Observações
08/05 - 3h- 17h00 às 20h00 (6ª feira) 09/05 - 5h- 9h30 às 12h00 e 14h00 às 16h30(sábado) 15/05 - 3h- 17h00 às 20h00 (6ª feira) 16/05 - 5h- 9h30 às 12h00 e 14h00 às 16h30(sábado) 22/05 - 3h- 17h00 às 20h00 (6ª feira) 23/05 - 6h- 09h00 às 12h00 e das 14h00 às 17h00 (sábado)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 08-05-2026 (Sexta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 09-05-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 3 | 09-05-2026 (Sábado) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 15-05-2026 (Sexta-feira) | 16:30 - 20:30 | 4:00 | Presencial |
| 5 | 16-05-2026 (Sábado) | 09:00 - 11:30 | 2:30 | Presencial |
| 6 | 22-05-2026 (Sexta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 23-05-2026 (Sábado) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Presencial |
| 8 | 23-05-2026 (Sábado) | 14:30 - 17:00 | 2:30 | Presencial |
Formador
Paulo Roberto Nóbrega Serra
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Ria Formosa
Enquadramento
A partir do romance No Brasil não há leões (publicado a 3 de setembro de 2025), o autor propõe uma conversa sobre a narração do trauma como reconstrução identitária, no modo como o narrador adulto reorganiza a infância fragmentada para compreender quem se tornou, e no trabalho da linguagem como enfrentamento - nomear o abuso e a violência para retirar-lhes o poder do silêncio. Álvaro Curia focar-se-á ainda no bullying enquanto violência estrutural na infância e adolescência, na perspetiva da criança traumatizada: lapsos, repetições e distorções como marcas formais da memória ferida, no luto e na libertação: quando a perda desagrega a família e expõe fragilidades já existentes, no abandono como trauma fundador: o impacto da ausência de figuras de proteção no desenvolvimento emocional, na ética da escrita sobre a dor: entre denúncia, exposição e responsabilidade literária, e no papel da escola (e também dos professores e outros agentes educativos) perante o sofrimento invisível: reconhecer sinais de bullying, criar espaços de escuta e promover uma cultura de cuidado. O escritor abordará ainda outros tópicos normalmente discutidos nas sessões que realiza em escolas, com enfoque no processo de escrita e da leitura e literatura no mundo das redes sociais, considerando a mudança do suporte: da página ao ecrã, a transição da leitura linear para a leitura fragmentada, o impacto dos formatos breves (posts, reels, threads) na receção literária. Em suma, procurar-se-á responder à questão: A literatura perde profundidade ou ganha novos leitores? O autor, e par do Literacidades, analisará o Bookstagram e a criação de comunidades de leitura, o papel do Instagram e do Goodreads na promoção de livros, e os fenómenos editoriais impulsionados pelas redes. A autoridade crítica desloca-se dos suplementos culturais para os criadores de conteúdo? O algoritmo favorece determinados géneros (romance, fantasia, young adult)? Por fim, o autor fala do papel dos escritores enquanto criadores de conteúdo, da exigência de presença digital para autores contemporâneos, da tensão entre criação literária e autopromoção, e do impacto na construção da imagem pública do escritor.
Objetivos
A partir do romance No Brasil não há leões, o escritor propõe dialogar com professores, educadores e público-geral sobre: - A narração do trauma como reconstrução identitária. - A linguagem como enfrentamento: nomear o abuso e a violência para retirar-lhes o poder do silêncio. - O bullying enquanto violência estrutural na infância e adolescência. - O papel da escola perante o sofrimento invisível: reconhecer sinais de bullying, criar espaços de escuta e promover uma cultura de cuidado.
Conteúdos
A narração do trauma como reconstrução identitária: como o narrador adulto reorganiza a infância fragmentada para compreender quem se tornou. A linguagem como enfrentamento: nomear o abuso e a violência para retirar-lhes o poder do silêncio. O bullying enquanto violência estrutural na infância e adolescência. A perspetiva da criança traumatizada: lapsos, repetições e distorções como marcas formais da memória ferida. Luto e libertação: quando a perda desagrega a família e expõe fragilidades já existentes. O abandono como trauma fundador: o impacto da ausência de figuras de proteção no desenvolvimento emocional. A ética da escrita sobre a dor: entre denúncia, exposição e responsabilidade literária. O papel da escola perante o sofrimento invisível: reconhecer sinais de bullying, criar espaços de escuta e promover uma cultura de cuidado.
Observações
Sobre o autor - Filho de mãe brasileira e pai português, diz-se de nacionalidade atlântica com coração portuense. Autor, jornalista, professor na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Doutorou-se em História, frequenta o mestrado em Português Língua Estrangeira, com forte componente opcional de estudos literários. Como jornalista, trabalhou na RTP, no JN e na Greenpeace, em Amesterdão. Cofundou, em 2019, o Literacidades, perfil dedicado à promoção de hábitos de leitura e divulgação literária. Tem publicado vários textos literários em manuais de escrita, crónicas, artigos de opinião e de índole científica. Publicou, na Manuscrito, em fevereiro de 2024, o romance Filhos da Chuva.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 06-05-2026 (Quarta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Hugo Vasques do Nascimento de Neto Lopes
Paulo Jorge da Luz Viegas Pires
Destinatários
Professores; Educadores; Técnicos educativos; Técnicos de património; Técnicos de comunicação; Técnicos municipais; Mediadores; Agentes socioculturais; Bibliotecários
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores; Educadores; Técnicos educativos; Técnicos de património; Técnicos de comunicação; Técnicos municipais; Mediadores; Agentes socioculturais; Bibliotecários. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Ria Formosa / Município de Olhão, AEFFL e PNA
Enquadramento
Capacitação de profissionais no âmbito da arte/educação/comunicação
Objetivos
1) Aprofundar e consolidar parcerias estratégicas entre as escolas e o Município no que concerne à dinamização regular e continuada de práticas de capacitação profissional em vários domínios temáticos; 2) Contribuir para uma actualização dos formandos nas áreas da cultura e artes e comunicação em ambientes educativos; 3) Fornecer ferramentas e outros recursos que potenciem uma maior qualificação e diversificação das iniciativas e projectos desenvolvidos nas escolas; 4) Sensibilizar os participantes para o debate e reflexão crítica em torno de questões consideradas centrais na contemporaneidade como participação, mediação, comunicação, inclusão e acesso
Conteúdos
1 - Criação e dinamização de iniciativas e projetos de cultura e arte-educação » Conceção / Ideias / Fazer perguntas » Planeamento e Cronograma » Programação (conteúdos) » Comunicação » Financiamento e outros recursos / candidaturas » Parcerias e redes » Monitorização e Avaliação 2 - Mediação e Participação » Criar comunidade » Capacitação de mediadores » Acesso e inclusão » Processos participativos e colaborativos 3 - Fundamentos e Diversos tipos de Comunicação » O que é comunicar? Diferença entre comunicar e informar » Comunicação assertiva vs. passiva vs. agressiva » O poder das palavras: clareza, simplicidade e impacto » Importância da linguagem corporal » O que significa escutar verdadeiramente » Comunicar nas redes sociais, site, imprensa.
Metodologias
Dimensão expositiva (oral, recursos PPT e vídeos); Casos práticos (boas práticas e exemplos menos conseguidos); Interação com os formandos (perguntas, brainstorming, etc.)
Observações
Arte, ambiente e paisagem: a Ria Formosa e o Barrocal: plataforma I: reflexão, pesquisa, recolha. / Projecto Observatório. (2007-2008). org. Atelier Educativo. Carvalho, C., Craveiro, I. (2022). Rede Artéria: territórios, criação artística, ciência. Gráfica Maiadouro. Cipriano, Francisco (2025). Financiamento europeu para os setores culturais e criativos. Caleidoscópio. Costa, B., Vilar, D. (coord.) (2021). Manual de boas práticas para a organização de eventos artísticos no espaço público. Outdoor Arts Portugal – Bússola. Costa, P. (coord) (2015). Políticas culturais para o desenvolvimento. ARTEMREDE Costa, P., Lopes, R. V., Pletikosa, A. (coord.) (2024), Stronger Peripheries. Building a Southern Coalition in Performing Arts. Lisbon and Zagreb: DINÂMIA’CET-iscte, Artemrede – Teatros Associados and POGON – Zagreb Center for Independent Culture and Youth. Cruz, A., Junqueira, S. W. (2020). Medronho. Teatro do Alto da Serra de Monchique e nas destilarias. Município de Monchique. Cruz, H. (coord.) (2015). Arte e Comunidade. Fundação Calouste Gulbenkian. Dirk De, W. (2021), RESHAPE: A Workbook to Reimagine the Art World. Kunstenpunt vzw (Flanders Arts Institute). Domingues, A. (2020). Paisagens imprevistas: outros lugares para as artes performativas. Materiais Diversos. Ferreira, H., Monteiro, P. (2022). A música dá trabalho. Quem faz o quê antes da música te chegar aos ouvidos. Omnichord Records Fradique, T. (coord.) (2019). O público vai ao teatro: encontros sobre políticas da recepção e envolvimento de públicos no contexto das artes performativas. teatro meia volta. Frieling, R., Groys, B., Atkins, R., Manovich, L. (2008). The Art of Participation: 1950 to Now. Thames & Hudson. Marques, C., et al. (2013). Sinais de fumo: conversas para além da crise. Montemor-o-Novo: O Espaço do Tempo. Matarasso, F. (2019). Uma arte irrequieta: Reflexões sobre o triunfo e importância da prática participativa. Fundação Calouste Gulbenkian. Neves, J. S. (coord.), Macedo, S. C., Santos, J., & Lima, M. J. (2024). Atlas artístico e cultural de Portugal. Direção-Geral das Artes. (disponível em: https://www.dgartes.gov.pt/sites/default/files/atlas_artistico_e_cultural_de_portugal .pdf) Nunes, N., Chainho-Pereira, J., Neves, J. S., Sara Fernandes. (2024). O Associativismo Popular Português no Século XXI. Almedina. O estado das artes. As artes e o Estado. Actas do Encontro realizado em Lisboa, Centro Cultural de Belém. (2001).Observatório das Atividades Culturais. Pires, Paulo (2017). Escrytos - crónicas e ensaios sobre cultura contemporânea. Arranha-Céus. Ribeiro, A. P. (2011). Questões permanentes: ensaios escolhidos sobre cultura contemporânea. Cotovia. Banks, J. A., & Banks, C. A. M. (Eds.) (2019). Multicultural Education: Issues and Perspectives. John Wiley & Sons. Hargie, O. (2016). Skilled Interpersonal Communication: Research, Theory and Practice. London: Routledge Publishers.
06/05 e 13/05 - das 18h00 às 21h00
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 06-05-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 13-05-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Sara Brighenti
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Ria Formosa
Objetivos
Este encontro tem como objetivo promover a reflexão sobre a importância da mediação cultural no aprofundamento de práticas participativas e democráticas nas organizações culturais. Pretende, também, realçar o papel dos artistas e das instituições culturais na relação Cultura-Educação- Comunidade.
Conteúdos
10h00 - 13h00 | OFICINAS “ZOOM OUT” 1) “Biblioteca Humana” com Laura DeWitte e Sofia Martins (Mediadoras Culturais) 2) “Não basta abrir uma janela” com Margarida Mestre (Artista) 3) “Mediação e Artes Colaborativas - A clarificação dos conceitos”, com Marta Silva (Produtora Cultural) 4) “Tarot dos Pássaros”, com Helena Rodrigues (Companhia de Música Teatral) 3.º painel - A MEDIAÇÃO CULTURAL COMO CONSTRUÇÃO DO COMUM 14h30 | Momento performativo 14h45 | ZOOM IN: Pitching 15h15 | Intervalo 15h30 | Mesa-redonda Afonso Branco e André Ivo, Projeto Miss Universo António Brito Guterres, Assistente Social/Estudos Urbanos Marta Silva, Diretora da Largo Residências Nelson Dias, Coordenador e fundador da Rede de Autarquias Participativas MODERAÇÃO: Lúcia Vicente, Atriz, contadora de histórias e escritora feminista 17h15 | Sessão de encerramento pelo Diretor do Teatro das Figuras, Gil Silva Atuação dos Miss Universo
Observações
Local de realização: Teatro das Figuras
Dia 23 de abril, das 09h30 às 18h00
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 23-04-2026 (Quinta-feira) | 09:30 - 18:00 | 8:30 | Presencial |
Formador
Sara Brighenti
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Ria Formosa
Objetivos
Este encontro tem como objetivo promover a reflexão sobre a importância da mediação cultural no aprofundamento de práticas participativas e democráticas nas organizações culturais. Pretende, também, realçar o papel dos artistas e das instituições culturais na relação Cultura-Educação-Comunidade.
Conteúdos
1.º Painel - O QUE É A MEDIAÇÃO? ENTRE ENCONTRO E ESCUTA 10h15 | Keynote Speaker: Paulo Pires do Vale, Comissário do Plano Nacional das Artes 10h40 | Intervalo 11h00 | Mesa-redonda Jade Aura, Participante na “Adenda dos Jovens à Carta de Porto Santo” Elena Sanmartín, PERMEA Programa Experimental de Mediación y Educación Sara Brighenti, Subcomissária do Plano Nacional das Artes Susana Gomes da Silva, Diretora do Serviço Educativo do Centro de Arte Moderna - Gulbenkian MODERAÇÃO: Mirian Tavares, Professora catedrática da Universidade do Algarve 12h30 | ZOOM IN: Pitching 13h00 | Pausa para almoço 2.º Painel - MEDIAÇÃO CULTURAL COMO PRÁTICA EDUCATIVA 14h30 | ZOOM IN: Pitching 15h00 | Teaser do filme “Arte, Pedras, Liberdade” Keynote Speaker: Rui Telmo Gomes, Autor do livro "Pedras de Parar e da Urgência: Conversas Emergentes Sobre Público Jovem" 15h30 | Intervalo 15h45 | Mesa-redonda: Alfredo Gomes, professor do Ensino Secundário e vencedor do Global Teacher Prize 2025 Gabriel Antunes, Ator Helena Rodrigues, Fundadora da Companhia de Música Teatral, Professora e Investigadora Luísa Gonçalves, Coordenadora do projeto Público na Escola Manuel Rocha, Músico e Professor no Conservatório de Música de Coimbra Paula Cardoso, Fundadora da Rede Afrolink MODERAÇÃO: Carolina Santos, Co-Diretora Artística da Mákina de Cena
Observações
Local de realização: Teatro das Figuras
Dia 22 de abril, das 09h30 às 18h00
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 22-04-2026 (Quarta-feira) | 09:30 - 18:00 | 8:30 | Presencial |
Formador
Estrella Luna Muñoz
Destinatários
Educadores de Infância e Professores do Ensino Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores do Ensino Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O trabalho colaborativo e ambientes de trabalho multidisciplinares do professor e a comunidade escolar são essenciais para uma educação inclusiva. A criação de projetos e dinâmicas ativas, de interesse de necessidade para os alunos, os professores e a comunidade escolar incentiva um aprendizagem a partir da experiência. A arte, a cultura e o património podem ser consideradas ferramentas que de forma criativa, criem uma adaptação curricular em conjunto com as competências e habilidades do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Pelo que a prática e desenvolvimento do professor nestas dinâmicas procurando estratégias de trabalho diferenciado dos alunos, apoia o desenvolvimento da sua autonomia, de responsabilidade e de reflexão no seu próprio processo de aprendizagem.
Objetivos
No final da formação, os participantes deverão ser capazes de: Criar, aplicar e avaliar projetos de educação inclusiva dentro do curriculum, através da arte, da cultura, o património e as plataformas digitais. Implementar dinâmicas pedagógicas multidisciplinares, com a comunidade escolar em conjunto com o aluno como ferramentas de aprendizagem. Desenvolver as competências e habilidades do aluno a partir de um trabalho diferenciado do aluno. Acompanhamento, monitorização e autoavaliação.
Conteúdos
Parte I. Planificação 1.Definição de objetivos para a inclusão e sucesso escolar em construção, comunicação e colaboração com uma equipa multidisciplinar (pessoal docente, pessoal técnico e encarregados de educação). 2.Conhecer o aluno, a diversidade dos alunos e a construção de percursos diferenciados. Identificação de recursos nascêssemos as motivações, interesses e curiosidade para o desenvolvimento do trabalho autónomo do aluno. Parte II. Criação e integração 3.Metodologias ativas, participativas e inclusivas internacionais. Criação e desenvolvimento de projetos interdisciplinares, junto com dinâmicas pedagógicas através da arte, da cultura, o património e as plataformas digitais. 4. Integração de projetos com o curriculum escolar. Aprendizagem a partir da experiência, da troca de conhecimento, do jogo, a interação com a comunidade escolar e a localidade. 5.Identificação das competências, habilidades e potencialidades do aluno. Implementação do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Parte III. Monitorização e avaliação 6.Dialogo intercultural e consciência social. Respeito, equidade, igualdade, gestão de conflitos e resolução de problemas. 7.Acompanhamento, monitorização e avaliação. Trabalho diferenciado do aluno.
Metodologias
Metodologia participativa e ativa com dinâmicas de grupo. Aprendizagem a partir da experiência, da prática, da reflexão e do team building.
Avaliação
Formativa, através da participação, trabalho em equipa e pensamento critico nos exercícios realizados nas sessões presenciais . Registo audiovisual do processo de realização do projeto final através de uma plataforma digital. Criatividade, comunicação e utilização digital e tecnológica. Autoavaliação individual e grupal do processo, autonomia, desempenho e do produto final
Bibliografia
CNE. (2021). Estado da Educação 2020. Portugal: CNE. Disponível em: https://www.cnedu.pt/pt/noticias/cne/1617-estado-educacao-2019Costa, J., & Couvaneiro, J. (2019). Conhecimentos vs. Competências: Uma Dicotomia Disparada na Educação. Lisboa:Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho da Presidência do Conselho de Ministros, Educação. Diário da República n.º 129/2018, Série I de 2018- 07-06, páginas 2918 2928 (Educação Inclusiva)Monteiro, R. (Coord.). (2017). Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania. Lisboa: DGE.UNESCO. (2016). Education 2030: Incheon Declaration and Framework for Action for the implementation of Sustainable Development Goal 4: Ensure inclusive and equitable quality education and promote lifelong learning opportunities for all. Republic of Korea: UNESCO.
Observações
16/04/2026 16:30-20:15 hrs 3 horas Presencial 17/04/2026 16:30-18:45 hrs 3 horas Presencial 23/04/2026 17:00-19:30 hrs 2 horas e 30 minutos Online 30/04/2026 17:00-19:30 hrs 2 horas e 30 minutos Online 7/05/2026 17:00-19:30 hrs 2 horas e 30 minutos Online 14/05/2026 17:00-19:30 hrs 2 horas e 30 minutos Online 21/05/2026 16:30-19:30 hrs 3 horas Online 28/05/2026 16:30-19:30 hrs 3 horas Presencial 29/05/2026 16:30-19:30 hrs 3 horas Presencial
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 16-04-2026 (Quinta-feira) | 16:30 - 20:15 | 3:45 | Presencial |
| 2 | 17-04-2026 (Sexta-feira) | 16:30 - 18:45 | 2:15 | Presencial |
| 3 | 23-04-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
| 4 | 30-04-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
| 5 | 07-05-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
| 6 | 14-05-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
| 7 | 21-05-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 8 | 28-05-2026 (Quinta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
| 9 | 29-05-2026 (Sexta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Maria Radich Carrinho
Destinatários
Educadores de Infância e Professores do Ensino Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores do Ensino Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Os profissionais que utilizam a sua Voz como ferramenta de trabalho diariamente e por muitas horas, como os professores, locutores de rádio, jornalistas ou políticos, têm um desgaste rápido da mesma, utilizando-a por vezes de forma errada. Para uma boa protecção e projecção da sua Voz serão recomendadas sempre aulas de Técnica Vocal por forma a adquirir as noções básicas de utilização da Voz, permitindo assim controlá-la e usufruir do seu trabalho comunicando de forma mais eficaz e mais saudável. Estas aulas destinam-se a todos aqueles que queiram aprender e trabalhar um pouco mais sobre a sua Voz falada ou mesmo cantada, desenvolvendo uma percepção espacial através dos sentidos e das emoções.
Objetivos
Compreender o processo da fisiologia vocal Desenvolver capacidades de Preparação Vocal Promover técnicas de Colocação de voz Controlar a Respiração Articular a voz com a respiração Desenvolver a sensibilidade auditiva Relacionar a voz com a postura corporal
Conteúdos
A fisiologia vocal; Noções da colocação correcta da Voz; Técnicas de respiração; Sensibilidade auditiva; Aquecimento vocal, articulação e sua projecção; Linguagem Não verbal
Metodologias
Recorreremos a exercícios de leitura de textos ou canções, permitindo uma consciência e sensibilidade auditiva que nos liberta para o prazer de me ouvir falar ou cantar. As técnicas de respiração e exercícios vocais serão a base para atingir uma maior consciencialização e compreensão para o trabalho da voz quando falamos ou cantamos: as nossas histórias, as nossas canções, as nossas Paisagens Sonoras. Exercícios de aquecimento Vocal - Técnica Vocal - Leitura de textos ou canções aplicando a técnica vocal, começando por uma procura e desinibição pessoal, passando à sua relação com o resto do grupo, exploraremos as potencialidades da voz
Avaliação
A avaliação neste curso de formação é contínua e consiste na realização de trabalhos propostos pela formadora: - Debate e participação ativa nas várias sessões e fases do curso (20%) - Elaboração e apresentação de projeto individual final em suporte fotográfico ou videográfico digital (70%) - Ficha formativa escrita (10%)
Bibliografia
CASTARÈDE. M. (1998). A voz e os seus sortilégios. Lisboa: Editorial CaminhoMONTEIRO, G., O professor, o corpo e a voz; conhecer, praticar e desenvolver, Lisboa: ASARONDELEUX. L. (1997). Trouver sa voix. Paris: Seuil.
Observações
16/04 e 17/04 - 17h00 às 20h00 18/04 - 9h00 às 13h00 e das 14h00 às 16h00
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 16-04-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 17-04-2026 (Sexta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 18-04-2026 (Sábado) | 09:00 - 15:00 | 6:00 | Presencial |
Formador
Luis Correia Carmelo
Destinatários
Professores dos Grupos 100, 110, 200, 210 e 220
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 100, 110, 200, 210 e 220. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 100, 110, 200, 210 e 220.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A ação visa capacitar professores no uso da narração oral como ferramenta pedagógica, promovendo a escuta ativa, a imaginação e a participação dos alunos. Alinhada com as necessidades expressas pelos Agrupamentos, reforça a valorização do conto tradicional no ensino e responde à necessidade curricular de desenvolver a expressão oral. A formação oferece estratégias práticas para integrar a oralidade na sala de aula, fortalece as competências do professores e garante a continuidade da tradição oral no contexto escolar.
Objetivos
Promover práticas de narração oral de histórias em contexto de sala de aula enquanto ferramenta lúdica e pedagógica. Desenvolver conhecimentos e competências expressivas para contar histórias a partir do repertório de contos de tradição oral portuguesa. Disponibilizar recursos essenciais para uma aproximação aos contos tradicionais. Sensibilizar professores para os preconceitos, estereótipos e valores presentes no seu património imaterial, de forma atualizar esse mesmo repertório, ainda que respeitando e valorizando a sua identidade cultural.
Conteúdos
1. Ontologia e epistemologia do conto de tradição oral: definição do conto de tradição oral e breve história dos estudos sobre as narrativas tradicionais, as suas teorias e metodologias, do Romantismo às atuais teorias de género, passando pelos métodos comparativos e estruturalistas. 2. Do porquê de contar histórias na sala de aula: desafios, metodologias e ganhos das práticas de narração na aquisição de competências linguísticas e expressivas (orais e escritas) e sociais, assim como na transmissão de conteúdos e valores. 3. Apresentação de recursos e a sua utilização na pesquisa de contos de tradição oral: do Catálogo do Conto Tradicional Português, dos arquivos, coletâneas, até aos meios digitais. 4. Do ouvir/ler ao contar: processos criativos de apropriação dos contos, adaptação, mnemónica e oralização. 5. A experiência do contar histórias: recursos expressivos para a narração oral (narrativos, prosódicos e quinésicos) e estratégicas fáticas para a gestão da atenção, participação e interpretação por parte dos ouvintes.
Avaliação
Para além do cumprimento das determinações legais, a avaliação dos formandos será formalizada numa escala de 1 a 10 valores de acordo com as cartas circulares 3/2007 e 1/2008 do CCPFC. A avaliação dos formandos centra-se no grau de conhecimento e capacidade de utilização dos recursos disponibilizados e na manifestação das competências adquiridas.
Bibliografia
Cardigos, Isabel D. e Correia, Paulo J. 2015. Catálogo dos contos tradicionais portugueses. Dois volumes. Porto: Edições Afrontamento.Egan,Egan, Kieran. 1989. Teaching as story telling: an approach to teaching and curriculum in the elementary school. Chicago: The University of Chicago Press.Girardello, Gilka. 2014. Uma clareira no bosque: contar histórias na escola. Campinas: Papyrus. Machado, Regina. 2004. Acordais: fundamentos teórico-poéticos da arte de contar histórias. São Paulo: DCL.Egan Traça, E. 1992. O Fio da memória: do conto popular ao conto para crianças (2ª ed.). Porto: Porto Editora.
Observações
15.04 -17h às 20h00 29.04 -17h às 20h00 12.05 -17h às 20h00 27.05 - 17h às 20h30
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 15-04-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 29-04-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 12-05-2026 (Terça-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 27-05-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:30 | 3:30 | Presencial |
Ref. 616T1 Concluída
Registo de acreditação: 616 CD n.º47 20.02.2026
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 6.0 horas
Início: 2026-04-15
Fim: 2026-04-22
Regime: Presencial
Local: Dia 15/04 - Escola EB. 2,3 Dr. António João Eusébio, Moncarapacho; Dia 22/04- Escola EB. 2,3 Dr. João Lúcio, Moncarapacho
Formador
David Alexandre Rita Martins
Destinatários
Docentes da Educação Pré-Escolar e do 1.º Ciclo do Ensino Básico do Agrupamento de Escolas Dr. Francisco Fernandes Lopes
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Ria Formosa/ Agrupamento Dr. Francisco Fernandes Lopes
Enquadramento
A escola assume um papel central na promoção e proteção dos direitos da criança, constituindo-se como um contexto privilegiado para a deteção precoce de situações de risco ou perigo. Os docentes, pela proximidade quotidiana às crianças e famílias, ocupam uma posição estratégica na sinalização de fatores de vulnerabilidade psicossocial, negligência, maus-tratos ou outras situações suscetíveis de comprometer o desenvolvimento integral da criança. Neste enquadramento, torna-se fundamental dotar os docentes de conhecimentos técnico-científicos e legais sólidos, que sustentem uma atuação ética, responsável e juridicamente enquadrada, em articulação com a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) e demais entidades com competência em matéria de infância e juventude. A presente Ação de Curta Duração visa clarificar o enquadramento legal do sistema de promoção e proteção, aprofundar conceitos-chave (risco, perigo, negligência, maus-tratos), bem como sistematizar procedimentos concretos a adotar pelos docentes em contexto educativo, assegurando práticas consistentes, fundamentadas e alinhadas com a legislação em vigor.
Objetivos
Objetivos gerais: • Reforçar o conhecimento dos docentes sobre o sistema de promoção e proteção de crianças e jovens em Portugal; • Clarificar o papel, os deveres e os limites de atuação dos docentes em situações de risco ou perigo; • Promover práticas de sinalização e encaminhamento técnica e legalmente fundamentadas; • Contribuir para uma cultura organizacional de proteção da criança, assente na prevenção e na intervenção precoce. Objetivos específicos: • No final da ação, os formandos deverão ser capazes de: • Distinguir conceitos de risco e de perigo à luz da Lei de Proteção de Crianças e Jovens em Perigo; • Identificar indicadores comportamentais, emocionais, familiares e contextuais de risco em crianças do pré-escolar e 1.º ciclo; • Conhecer a natureza, competências e modos de funcionamento da CPCJ; • Compreender os deveres legais de comunicação/sinalização por parte dos docentes; • Aplicar corretamente os procedimentos internos da escola em articulação com entidades externas; • Reconhecer a importância do registo objetivo, rigoroso e ético da informação
Conteúdos
1. Enquadramento Técnico-Científico • Desenvolvimento infantil e fatores de risco psicossocial; • Negligência, maus-tratos físicos, psicológicos e abuso sexual: indicadores precoces; • Impacto das situações de risco e perigo no desenvolvimento cognitivo, emocional e social. 2. Enquadramento Legal da Proteção da Criança • Princípios fundamentais da Convenção sobre os Direitos da Criança • Lei n.º 147/99, de 1 de setembro (Lei de Proteção de Crianças e Jovens em Perigo); • Conceitos legais de risco, perigo, promoção e proteção; • Dever de sinalização: enquadramento jurídico e responsabilidade profissional. 3. A CPCJ: Natureza e Funcionamento • Finalidade e competências da CPCJ; • Modalidades de intervenção; • Articulação entre escola, CPCJ e outras entidades (Saúde, Segurança Social, Autarquias); 4. Procedimentos a Adotar pelos Docentes • Observação e identificação de sinais de alerta em contexto educativo; • Registo técnico da informação: critérios de objetividade e confidencialidade; • Comunicação interna na escola (direção, equipa multidisciplinar, SPO/GAAF); • Processo de sinalização à CPCJ: quando, como e porquê; • Limites da intervenção docente e princípio do superior interesse da criança.
Metodologias
• Exposição teórico-prática com recurso a enquadramento legal e científico; • Análise de situações-problema e estudos de caso contextualizados ao pré-escolar e 1.º ciclo; • Discussão orientada e esclarecimento de dúvidas; • Sistematização de procedimentos operacionais aplicáveis ao contexto do agrupamento.
Avaliação
• A avaliação da ação incidirá sobre: • Participação ativa dos formandos; • Reflexão crítica sobre os conteúdos abordados; • Adequação dos procedimentos identificados às situações apresentadas.
Bibliografia
• Lei n.º 147/99, de 1 de setembro – Lei de Proteção de Crianças e Jovens em Perigo; • Convenção sobre os Direitos da Criança; • Organização Mundial da Saúde – Relatórios sobre maus-tratos infantis; • Ordem dos Psicólogos Portugueses – Guias técnicos sobre risco e proteção infantil.
Observações
Nota Final: A presente ação enquadra-se numa perspetiva preventiva e de capacitação dos docentes, não substituindo os mecanismos formais de intervenção das entidades legalmente competentes, mas reforçando a atuação informada, ética e responsável em contexto escolar.
15/04 - E.B. 2/3 Dr. João Eusébio 22/04 - E.B. 2/3 Dr. João Lúcio Das 15h30 às 18h30
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 15-04-2026 (Quarta-feira) | 15:30 - 18:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 22-04-2026 (Quarta-feira) | 15:30 - 18:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Augusto Martins Cerdeira
Destinatários
Professores dos grupos de recrutamento 910, 920, 930, 360 e 550
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 910, 920, 930, 360 e 550. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 910, 920, 930, 360 e 550.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O enquadramento legal da educação inclusiva vem reforçar as orientações sobre o direito de cada um dos alunos a uma educação consentânea com as suas necessidades e potencialidades. O enorme desafio que constitui a adoção de práticas inclusivas faz requerer a adoção de metodologias e ferramentas que promovam as aprendizagens de todos convocando quando necessário, a ação das equipas dos CRTIC, enquanto recurso organizacional específico de apoio à aprendizagem e à inclusão. Reconhecendo a importância dos PA como mais um pilar na construção da escola inclusiva, pretende-se que os CRTIC protagonizem uma intervenção atempada junto daqueles que deles necessitam para alcançar todo o seu potencial. A missão dos CRTIC prende-se com a avaliação das barreiras de acesso ao currículo, a prescrição dos PA adequados, a capacitação dos alunos, a implementação dos equipamentos na escola e a revisão das soluções propostas. O desenvolvimento tecnológico observado na área das TIC e as constantes exigências de uma Escola para Todos requerem a capacitação de todos os intervenientes no processo de ensino e de aprendizagem dos alunos que necessitam de PA. A presente ação insere-se no processo de concretização do plano de atividades da DGE, designadamente no que concerne ao objetivo de promover, conceber e acompanhar as medidas tendentes à utilização pedagógica das TIC no âmbito da educação especial, promovendo a capacitação de docentes que já desempenham ou que possam vir a desempenhar funções num CRTIC.
Objetivos
Explorar o DL 54/2018, de 6 de julho, na sua versão atual, identificando implicações para a adoção de práticas mais inclusivas. Explorar os documentos legislativos DL 93/2009, de 16 de abril, e o Despacho nº 5291/2015, de 21 de maio. Conhecer as competências dos CRTIC, enquanto recurso organizacional e o Sistema que enquadra a atribuição e financiamento dos Produtos de Apoio (SAPA). Aprofundar o conhecimento sobre os Produtos de Apoio para a Comunicação Alternativa e Aumentativa, suas características e potencialidades. Aprofundar o conhecimento sobre Produtos de Apoio para as acessibilidades a nível motor, auditivo e visual, suas características e potencialidades. Saber instalar e configurar os produtos de apoio de acordo com as características de cada aluno. Compreender as dinâmicas pedagógicas de sala de aula e conceber a utilização de Produtos de Apoio em situações de acesso ao currículo. Explorar as possibilidades de adaptação de materiais de baixo custo.
Conteúdos
Módulo 1 - O impacto das orientações de política educativa nas práticas pedagógicas (3 horas síncronas) Exploração do documento legislativo DL nº 54/2018, de 6 de julho, na sua versão atual, de apoio à prática letiva de forma integrada, destacando-se a reflexão e a análise de práticas sobre: a) Os valores e princípios de base humanista, onde o aluno assume a centralidade da ação (Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória); b) A gestão inclusiva, integrada, flexível e articulada do currículo; c) O recurso a modelos de intervenção e modelos pedagógicos de resposta à diversidade e de promoção de uma educação de qualidade para todos os alunos; Módulo 2 Os CRTIC, enquanto recurso específico organizacional e o Sistema SAPA (5 horas 2 sessões síncronas) Exploração do documento legislativo Despacho nº 5291/2015, de 21 de maio, compreendendo a dinâmica de um Centro de Recursos TIC e o seu papel de proximidade à escola. Exploração do documento legislativo DL 93/2009, de 16 de abril, compreendendo a abrangência do Sistema SAPA. O processo de avaliação e prescrição de produtos de apoio e o envolvimento de todos os intervenientes no processo. Módulo 3 A Comunicação Alternativa e Aumentativa (10 horas 1 Sessão síncrona de 2:30 e 3 sessões assíncronas de 2:30H) As Tecnologias de Apoio para a Comunicação e a sua importância para a participação e a inclusão da criança/aluno. Abordagem à CAA sem tecnologia, com baixa tecnologia e alta tecnologia. Ferramentas digitais e aplicações gratuitas para a CAA. Construção de materiais para a CAA Adequação às necessidades e características da cada criança/aluno. Módulo 4 Acessibilidades (7 horas 1 sessão assíncrona de 2:30H 2 duas sessões síncronas, sendo 1 de 2:30H e 1 de 2:00H) Produtos e Tecnologias de apoio para a acessibilidade motora, visual e auditiva. Planificação intencional Acessibilidade e recurso ao Desenho Universal para a Aprendizagem.
Metodologias
Nesta formação, em regime de frequência e-learning, serão abordados os conteúdos recorrendo a metodologias ativas de ensino e de aprendizagem. Será privilegiado o trabalho em pequeno e grande grupo com momentos de reflexão e de discussão restrita e alargada. Nas sessões, devem ser definidos tempos de partilha e de reflexão em torno das experiências e das práticas dos formandos, devendo o formador ter um papel ativo na ligação das práticas aos conteúdos. Os docentes devem ser desafiados à reflexão sobre a acessibilidade no quotidiano escolar das crianças/alunos que necessitam de produtos/tecnologias de apoio.
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua". A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado pelos formandos que deve consistir num estudo de caso com a adoção de produtos/tecnologias de apoio em sala de aula.
Bibliografia
DGE (2018), Para uma educação inclusiva: Manual de Apoio à Prática.Encarnação, Pedro; Azevedo, Luís; Lontral, Ana Rita, (2015), Tecnologias de Apoio para pessoas com deficiência. Lisboa: FCT.ESECS/IPLeiria et al. (2015) Tecnologias de Apoio Tecnologias para todos. https://iconline.ipleiria.pt/handle/10400.8/1317WATI. (2009). Assessing Students Needs for Assistive Technology - A Resource Manual for School District Teams. Wisconsin Assistive Technology Initiative. Jill Gierach Editor.Tetzchner, S. v., & Martinsen, H. (2000). Introdução à Comunicação Aumentativa e Alternativa. Porto: Porto Editora.
Observações
14 e 28 abril - 17h00 - 20h00 12 e 26 maio - 17h00 - 20h00 2 junho -17h00 - 20h00
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 14-04-2026 (Terça-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 21-04-2026 (Terça-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online assíncrona |
| 3 | 28-04-2026 (Terça-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 4 | 05-05-2026 (Terça-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online assíncrona |
| 5 | 12-05-2026 (Terça-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 6 | 19-05-2026 (Terça-feira) | 17:00 - 21:00 | 4:00 | Online assíncrona |
| 7 | 26-05-2026 (Terça-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 8 | 02-06-2026 (Terça-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
Formador
Paula Solange de Oliveira Calão Ferrinho
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
As comunidades ciganas em Portugal, não obstante os avanços significativos das últimas três décadas no acesso e permanência na escola, continuam a apresentar níveis de abandono e insucesso muito superiores face aos restantes grupos socioculturais. Para além de haver necessidade de incrementar as políticas públicas dirigidas especificamente para a promoção da sua escolarização e sucesso educativo, a investigação evidencia a importância de uma maior articulação escola-família-comunidade-sociedade, assim como um trabalho diferenciado nas escolas. A formação contínua de docentes e outros profissionais em práticas educativas inclusivas e antirracistas, no quadro de uma educação intercultural e promotora dos direitos humanos, é essencial à escolarização bem-sucedida de crianças e jovens ciganos. Este curso integra-se na Roma and Traveller Division of the Council of Europe e na sequência do projeto INSCHOOLS (Inclusive Schools: Making a Difference for Roma Children), sendo financiado pelo Conselho da Europa e desenvolvido em parceria com o ME-DGE. Tem como finalidade formar formadores/as de professores/as nas escolas portuguesas (Portugal continental) sobre história e cultura ciganas, bem como em práticas educativas promotoras da integração e sucesso das crianças e jovens ciganos nas escolas.
Objetivos
Dar a conhecer a cultura e a história do povo cigano; Promover a consciencialização sobre a importância de conhecer as mentes culturais dos alunos para aumentar seu sucesso académico; Sensibilizar para a importância da implementação de práticas inclusivas de qualidade, focadas nos direitos humanos e valores fundamentais; Apresentar e promover as normas europeias de educação inclusiva e antirracista, não colonial, e relacioná-las com as leis educativas portuguesas; Promover as normas do Conselho da Europa nos documentos europeus; Refletir sobre o papel das escolas, professores/as e pessoal não docente na promoção da educação e práticas interculturais antirracistas entre crianças e famílias ciganas e não ciganas; Partilhar práticas pedagógicas que promovam a inclusão e o sucesso educativo das crianças e jovens ciganos; Desenvolver a capacidade de analisar situações desafiantes da vida real e desenvolver soluções, em contexto de formação/escola/sala de aula, através de abordagens baseadas nos direitos humanos, na participação, na igualdade, na interculturalidade, no antirracismo e na cidadania ativa.
Conteúdos
1. Quadro legislativo nacional e internacional dirigido às comunidades Roma: conceitos, políticas, recomendações, documentos de referência, instrumentos. 2. História e cultura ciganas: contexto histórico, grupos Roma, tradições culturais, movimentos emancipatórios, genocídio, respostas sociais e económicas. 3. Desconstrução de estereótipos: representações sociais das comunidades Roma e seu impacto social e educativo 4. Conceitos-chave para uma sociedade e escola antirracistas e interculturais (minorias, igualdade, preconceito, discriminação, racismo, bilinguismo cultural, dispositivos pedagógicos, etc.) e para uma prática pedagógica fundamentada (apoio à diversidade, pedagogia inclusiva, pedagogia para a autonomia) 5. Análise e discussão de práticas profissionais: modelos de concetualização da diferença, tipos de escola emergentes desses modelos, o docente monocultural e inter/multicultural, scaffolding pedagógico, desenvolvimento profissional e supervisão interpares.
Metodologias
O curso está organizado em sessões de natureza teórico-prática, incluindo momentos de exposição e atividades de reflexão e aplicação para a ação profissional. Aos momentos de exposição, seguir-se-ão atividades de reflexão em pequeno grupo, a partir de questões orientadoras, excertos de textos, imagens, fotos e outros recursos que suscitem análise e reflexão sobre situações e práticas sociais e educativas de inclusão/ exclusão. Às discussões em grupo, seguir-se-ão momentos de reflexão e síntese em grande grupo. Os/As formandos/as terão ainda acesso a propostas de atividades e de recursos que poderão usar em situações futuras de replicação do curso. Após cada sessão de formação, haverá uma curta atividade a realizar em trabalho autónomo (ex.: leitura de um texto, visionamento de um vídeo, uma atividade de pesquisa, etc.), sendo os resultados dessa atividade discutidos na sessão seguinte. No final do curso o/as formando/as serão convidado/as a avaliar o curso através de um questionário no Google forms.
Avaliação
Os conteúdos do curso serão objeto de análise e discussão durante o curso, esperando-se, no seu final, a realização de uma atividade integradora. Esta atividade assumirá o formato de uma planificação da replicação do curso, seguindo um guião dado pela equipa de formação, uma tarefa relevante para a atividade profissional e impacto do curso, vez que o/as formando/as serão chamados a replicar o curso nos CFAE aos quais pertencem.
Bibliografia
Ainscow, M. & Booth, T. (2002). Index for inclusion: Developing learning and participation in schools. Versão portuguesa: https://apcrsi.pt/dossiers_old/inclusao/index_para_a_inclusao.pdfCasa-Nova, M.J. (2020). Portugueses ciganos: Exclusão social ou não-integração?. In R. Vieira, J. C. Marques, P. Silva, A. M. Vieira, & C. Margarido (Eds.), Migrações, minorias étnicas, políticas sociais e (trans)formações (pp.49-70). Ed. AfrontamentoCasa-Nova, M. J., Moreira, M. A., Silva D., Rodrigues, J., & Ribeiro, L. (2020). RISE Roma Inclusive School Experience. A experiência portuguesa/ The portuguese experience. ACM - OBCIG. https://hdl.handle.net/1822/85365Direção-Geral da Educação (DGE) (2019). Promover a inclusão e o sucesso educativo das comunidades ciganas - Guião para as escolas/ Promote the inclusion and educational success of Roma communities - Guide for schools. https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/ECidadania/Educacao_Intercultural/documentos/guiao_comunidades_ciganas.pdfEstratégia Nacional para a Integração das Comunidades Ciganas. https://www.acm.gov.pt/documents/10181/52642/enicc_ACM.pdf/42f8ef57-8cd7-4118-9170-9fcd9bc53ec2
Observações
1ª SESSÃO: 14 ABRIL 2026 - 17:30-20:30h; 2ª SESSÃO: 21 ABRIL 2026 - 17:30-20:30h; 3ª SESSÃO: 28 ABRIL 2026- 17:30-20:30h; 4ª SESSÃO: 5 MAIO 2026 - 17:30-20:30h; 5ª SESSÃO: 12 MAIO 2026 - 17:30-20:30h; 6ª SESSÃO: 19 MAIO 2026 - 17:30-20:30h; 7ª SESSÃO: 26 MAIO 2026 - 17:30-21:00h; 8ª SESSÃO: 02 JUNHO 2026 - 17:30-21:00h.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 14-04-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 21-04-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 28-04-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 05-05-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 12-05-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 19-05-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 26-05-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Presencial |
| 8 | 02-06-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Presencial |
Formador
Ana Isabel Soares
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas da Ria Formosa e Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade do Algarve
Objetivos
- Explorar a diversidade estética da poesia portuguesa dos séculos XX e XXI; - Aprofundar leituras das principais vozes poéticos do período; - Promover o diálogo interdisciplinar entre a literatura e as artes; - Estimular a investigação e a divulgação na comunidade educativa.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 14-04-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Susana Conceição Ferreira Cunha Cardoso
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Ria Formosa
Enquadramento
Em função do plano de atividades: A ação alinha-se com a necessidade de atualização de competências dos profissionais que apoiam os alunos com necessidades diversas, em conformidade com os princípios do Decreto-Lei n.º54/2018. Em função dos destinatários: A ação visa atualizar e aprofundar o conhecimento especializado sobre vocabulário de LGP.
Objetivos
Aquisição de novo vocabulário em LGP, de várias áreas, para um melhor desempenho de funções por parte dos profissionais que trabalham com a comunidade surda.
Conteúdos
Vocabulário nas seguintes áreas: Audiovisuais; Comunicação e Marketing; Ciências e Tecnologias; Línguas e Humanidades; Temas da Atualidade.
Avaliação
Avaliação quantitativa e qualitativa.
Modelo
Ponderação participação: 30; Ponderação assiduidade: 20; Ponderação testes/trabalhos escritos: 50. Questionário a preencher pelos formandos para avaliar a ação; Questionário a preencher pelos formadores para avaliar a ação; Relatório final da entidade formadora; Relatório final do formador.
Bibliografia
Língua gestual portuguesa: história, sociolínguista e política linguística/Filipe Venade de Sousa.-1ª ed. - Lisboa CARVALHO, Paulo Vaz (2011). Literatura das Línguas Gestuais, Universidade Católica Editora, Pro_LGP:11. AMARAL, Maria Augusta, COUTINHO, Amândio e Delgado MARTINS, Raquel (1994). Para Uma Gramática da Língua Gestual Portuguesa. Lisboa: Editorial Carminho.
Observações
14/04 21/04 28/04 05/05 12/05 19/05 26/05 (TERÇAS-FEIRAS - 16h30 às 19h30) 02/06 (Terça-feira - 16h30 às 20h30)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 14-04-2026 (Terça-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 21-04-2026 (Terça-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 28-04-2026 (Terça-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 05-05-2026 (Terça-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 12-05-2026 (Terça-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 19-05-2026 (Terça-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 26-05-2026 (Terça-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
| 8 | 02-06-2026 (Terça-feira) | 16:30 - 20:30 | 4:00 | Presencial |
Ref. 573T1 Concluída
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-128898/24
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)
Início: 2026-04-13
Fim: 2026-05-28
Regime: b-learning
Local: Escola E.B. 1ºCiclo Nº6 de Olhão - Presenciais (16h30 às 19h00)
Formador
João Miguel do Carmo Lima
Destinatários
Professores dos grupos de recrutamento 110 e 260
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 110 e 260. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 110 e 260.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científicas e didáticas dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da área curricular da Educação Física, no 1.ºCiclo do Ensino Básico (CEB), em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.
Objetivos
Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante a oficina de formação que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; Promover estratégias de ensino cooperativo/colaborativo, com impacto no desenvolvimento das AE e na avaliação das aprendizagens; Analisar e refletir sobre a importância da coadjuvação enquanto processo colaborativo e de desenvolvimento de autonomia dos professores envolvidos.
Conteúdos
Módulo(M) 1 Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 h) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. M 2 Perícias e Manipulações (Bloco 1) e Deslocamentos e Equilíbrios (Bloco 2) (2,5 h - online) Análise, organização e planeamento curricular dos Blocos 1 e 2, numa perspetiva de sustentabilidade dos restantes Blocos a abordar no 1.º CEB. M 3 Blocos 1 e 2 (2,5 h - presencial) Situações de aprendizagem para os diferentes conteúdos dos Blocos 1 e 2; Análise e reflexão sobre as técnicas e os instrumentos utilizados nos processos de apuramento das aprendizagens nos Blocos abordados. M 4 Os Jogos (Bloco 4) (2,5 h - online) Análise, organização e planeamento curricular do Bloco 4, enquanto conteúdo lecionado ao longo do 1.º CEB. M 5 Bloco 4 (2,5 h - presencial) Situações de aprendizagem para os diferentes conteúdos do Bloco 4, em função da organização do currículo (1.º e 2º Ano / 3.º e 4.º ano); Análise e reflexão sobre as técnicas e os instrumentos utilizados nos processos de apuramento das aprendizagens no Bloco abordado. M 6 A Ginástica (Bloco 3) (2,5 h - online) Análise, organização e planeamento curricular do Bloco 3, enquanto conteúdo lecionado no 3.º e 4.º anos. M 7 Bloco 3 (2,5 h - presencial) Situações de aprendizagem para os diferentes conteúdos do Bloco 3, em função da organização do currículo (3º Ano / 3.º e 4.º anos e 4.º ano); Análise e reflexão sobre as técnicas e os instrumentos utilizados nos processos de apuramento das aprendizagens no Bloco abordado. M 8 As Atividades Rítmicas Expressivas (Bloco 6) (2,5 h - online) Análise, organização e planeamento curricular do Bloco 6, enquanto conteúdo lecionado ao longo do 1.º CEB. M 9 Bloco 6 (2,5 h - presencial) Situações de aprendizagem para os diferentes conteúdos do Bloco 6, em função da organização do currículo (1.º e 2º Ano / 3.º e 4.º ano); Análise e reflexão sobre as técnicas e os instrumentos utilizados nos processos de apuramento das aprendizagens no Bloco abordado. M 10 A Patinagem (Bloco 5) (2,5 h - online) Análise, organização e planeamento curricular do Bloco 5, enquanto conteúdo lecionado no 3.º e 4.º anos. M 11 Bloco 5 (2,5 h - presencial) Situações de aprendizagem para os diferentes conteúdos do Bloco 5, em função da organização do currículo (3.º e 4.º anos e 4.º ano); Análise e reflexão sobre as técnicas e os instrumentos utilizados nos processos de apuramento das aprendizagens no Bloco abordado. Módulo Final (2,5 h) - Apresentação e discussão dos projetos desenvolvidos no âmbito da oficina.
Metodologias
Presencial: A oficina é constituída por 12 módulos (2 obrigatórios e 10 opcionais): Os módulos 1 e final Obrigatórios e presenciais A seleção dos módulos opcionais deve respeitar as 15 horas de sessões presenciais. Os módulos opcionais (módulos 2 ao 11) são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na formação. Cada turma frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação. Na última sessão presencial haverá a apresentação/partilha dos trabalhos e discussão dos resultados Presencial/b-learning: reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando trabalho em pequeno e grande grupo; elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade) Trabalho Autónomo: Trabalho Autónomo: será intercalado com as sessões presenciais e online; consolidação dos trabalhos (planificação/tarefa/atividade); aplicação prática em sala de aula dos trabalhos realizados; auscultação dos alunos em relação às atividades desenvolvidas.
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, duas planificações/tarefas/atividades no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdfDGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE.CURRÍCULO DO ENSINO BÁSICO E DO ENSINO SECUNDÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO DE APRENDIZAGENS ESSENCIAIS BASEADAS NO PERFIL DOS ALUNOS. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdfAprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0Portal da Educação Física. Disponível em http://www.portaldaeducacaofisica.dge.mec.pt
Observações
13/04 (Presencial - 2h30) 16/04 (Online - 2h00) 20/04 (Presencial - 2h30) 23/04 (Online - 2h00) 27/04 (Presencial - 2h30) 30/04 (Online - 2h00) 04/05 (Presencial - 2h30) 07/05 (Online - 2h00) 11/05 (Presencial - 2h30) 14/05 (Online - 2h00) 18/05 (Presencial - 2h30) TODAS AS SESSÕES PRESENCIAIS TÊM COMO HORÁRIO 16h30 às 19h00
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 13-04-2026 (Segunda-feira) | 16:30 - 19:00 | 2:30 | Presencial |
| 2 | 16-04-2026 (Quinta-feira) | 16:30 - 18:30 | 2:00 | Online síncrona |
| 3 | 20-04-2026 (Segunda-feira) | 16:30 - 19:00 | 2:30 | Presencial |
| 4 | 23-04-2026 (Quinta-feira) | 16:30 - 18:30 | 2:00 | Online síncrona |
| 5 | 27-04-2026 (Segunda-feira) | 16:30 - 19:00 | 2:30 | Presencial |
| 6 | 30-04-2026 (Quinta-feira) | 16:30 - 18:30 | 2:00 | Online síncrona |
| 7 | 04-05-2026 (Segunda-feira) | 16:30 - 19:00 | 2:30 | Presencial |
| 8 | 07-05-2026 (Quinta-feira) | 16:30 - 18:30 | 2:00 | Online síncrona |
| 9 | 11-05-2026 (Segunda-feira) | 16:30 - 19:00 | 2:30 | Presencial |
| 10 | 18-05-2026 (Segunda-feira) | 16:30 - 19:00 | 2:30 | Presencial |
| 11 | 21-05-2026 (Quinta-feira) | 16:30 - 18:30 | 2:00 | Online síncrona |
Formador
Luís Miguel Neves
Destinatários
AO - Assistente operacional AT - Assistente técnico CSAE - Chefe de serviços de administração escolar CT - Coordenador técnico EO - Encarregado operacional
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Ria Formosa
Enquadramento
Foi solicitada uma ação de formação que pudesse abordar aspetos de relação e trabalho em equipa, no que respeita à resolução e gestão de conflitos no sentido do desenvolvimento de competências sociais e interpessoais fundamentais para a construção de ambientes educativos de qualidade. A aquisição de algumas estratégias de comunicação e gestão no âmbito da prática pedagógica que envolva crianças e adultos (equipa). Conhecer e identificar algumas técnicas e instrumentos de gestão de conflitos na relação com o grupo de crianças/jovens e entre cada criança/jovem e também na relação entre a equipa de trabalho e todas as crianças/jovens e os adultos diretamente implicados na relação com as crianças/jovens. Considera-se relevante uma formação onde se possa munir os agentes educativos não docentes de conhecimentos e instrumentos para construírem e desenvolverem uma relação pedagógica de qualidade entendida como uma relação empática, com respeito e abertura ao outro, coerente, atenta, flexível, afetiva, segura, onde a prática pedagógica se transforme numa atividade compartida entre adultos e crianças.
Objetivos
Esta ação de formação tem por objetivo desenvolver competências nos formandos “ elementos intermediários e mediadores” para que os mesmos possam promover pontos-chave, tais como: a. Desenvolver uma comunidade na qual os adultos e crianças desejem e sejam capazes de uma comunicação aberta. b. Ajudar as crianças e restantes agentes educativos a desenvolverem uma compreensão melhor da natureza dos sentimentos, capacidades e possibilidades humanas. c. Ajudar as crianças e restantes agentes educativos a compartilharem os seus sentimentos e serem conscientes das suas próprias qualidades e dificuldades. d. Ajudar cada membro da comunidade educativa a desenvolver autoconfiança nas suas habilidades. e. Ajudar os membros da comunidade educativa a pensar criativamente sobre os problemas e começarem a prevenir e solucionar conflitos.
Conteúdos
- Aspetos Sociológicos; (meia hora) - Paradigmas- Ilusórios/ideologia- O conflito, (1 hora) - Definições- Tipos de Conflito- Meios de resolução de conflitos, (1 hora) - Aspetos psicológicos, (1 hora) - Hierarquia de A. Maslow- Teoria Motivacional de Herzberg- Conceitos Básicos- Negociação cooperativa, (1 horas) - Mediação, Funções do mediador, (1 hora) - Processo de mediação, (2 horas) - Avaliação da Ação (meia hora)
Avaliação
Participação: 20% Assiduidade: 20% Teste escrito/Trabalhos: 60%
Modelo
1.16.1 Questionário a preencher pelos formandos para avaliar a ação 1.16.2 Questionário a preencher pelos formadores para avaliar a ação 1.16.3 Relatório final da entidade formadora 1.16.4 Relatório final do formador
Bibliografia
-Mediação- Teoria e Prática, Guia para utilizadores e profissionais, Juan Carlos Vezzula, Ministério da Justiça, 2004, Lisboa-Como conduzir uma Negociação, Roger Fisher, Wiliam Ury, bruce Patton, Ed. Asa, 2001, Porto(Outra que ao longo da ação se venha a considerar com interesse).
Observações
09/04 e 10/04 - das 9h00 às 13h00
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 09-04-2026 (Quinta-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 2 | 10-04-2026 (Sexta-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
Formador
Paula Solange de Oliveira Calão Ferrinho
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Enquadramento
O Plano de Atividades das escolas valoriza a promoção de ambientes educativos seguros, inclusivos e potenciadores de aprendizagens significativas. Para que tal se concretize, é essencial dotar os assistentes operacionais de estratégias adequadas de comunicação, apoio e intervenção, permitindo-lhes agir com confiança e eficácia nas situações quotidianas, muitas vezes exigentes e complexas, que envolvem alunos com necessidades educativas. A crescente diversidade das populações escolares coloca desafios acrescidos às equipas educativas, exigindo uma resposta inclusiva e diferenciada que promova o bem-estar e o sucesso de todos os alunos. Neste contexto, os assistentes operacionais desempenham um papel fundamental no acompanhamento diário de crianças e jovens com necessidades educativas, uma vez que estão em contacto direto com estes alunos em múltiplos momentos da rotina escolar, dentro e fora da sala de aula.
Objetivos
• Capacitar os assistentes operacionais para intervir de forma mais eficaz e segura no acompanhamento de alunos com diferentes necessidades educativas.• Promover o conhecimento de estratégias práticas para facilitar a inclusão, o bem-estar e a autonomia dos alunos no espaço escolar.• Reconhecer o papel do assistente operacional como agente de inclusão e bem-estar no contexto escolar.• Fomentar uma comunicação eficaz e a colaboração entre todos os intervenientes: professores, pais, terapeutas e outros profissionais.
Conteúdos
Módulo 1: O Papel do Assistente Operacional na Educação Inclusiva (3 horas)1.1. O que são Necessidades Educativas?; 1.2. O papel do Assistente Operacional na Escola Inclusiva; 1.3. A Criança e a Família no Centro da IntervençãoMódulo 2: Estratégias Práticas para Intervenção Diária (7 horas)2.1. Apoio a Alunos com Dificuldades de Comunicação 2.2. Apoio a Alunos com Desafios Comportamentais e expressão emocional 2.3. Promover a Autonomia e a Participação.Módulo 3: Colaboração e Partilha de Saberes (3 horas)3.1. A Equipa Multidisciplinar; 3.2. A Relação com a Família; 3.3. Apoio entre Pares; Módulo 4: Análise de Casos Práticos e Resolução de Problemas (2 horas)4.1. Discussão em Grupo; 4.2. Planos de Ação Individuais e da Equipa.
Bibliografia
Rodrigues, D. (2017). Educação Inclusiva: dos conceitos à prática. Porto Editora.Carvalho, J. & Pereira, A. (2019). Assistentes Operacionais e Educação Inclusiva. Lisboa: Pactor.Direção-Geral da Educação (DGE). (2021). Educação Inclusiva: Guião de Apoio à Prática.
Observações
06/04 a 10/04 - 9h30 às 12h30
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 06-04-2026 (Segunda-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 07-04-2026 (Terça-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 08-04-2026 (Quarta-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 09-04-2026 (Quinta-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 10-04-2026 (Sexta-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Paula Solange de Oliveira Calão Ferrinho
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Ria Formosa
Enquadramento
"Inclusão, equidade, cooperação, solidariedade, responsabilidade e interligação, são conceitos-chave que enformam as políticas e as práticas educativas. Assegurar o direito de todos à educação é garantir acesso, presença, participação e sucesso em processos educativos de qualidade. Os atores educativos, nomeadamente lideranças de topo e intermédias, são figuras essenciais na educação e na transformação social. Acolher e apoiar todos os alunos, independentemente das suas capacidades e exigências, são dois compromissos éticos e profissionais indiscutíveis. Uma escola inclusiva exige que todos sejam capazes apoiar e promover o envolvimento de toda a comunidade escolar. A presente ação insere-se no processo de concretização do Projeto Educação Inclusiva 21-23 e do plano integrado para a recuperação das aprendizagens dos alunos do ensino básico e secundário, Plano 21|23 Escola+."
Objetivos
Identificar um sistema de valores essenciais e de áreas de competência adequados à inclusão dos alunos; Valorizar a diversidade como um recurso e valor educativo; Apoiar e desenvolver a inclusão em todos os alunos e gerir expectativas; Desenvolver competências de trabalho cooperativo (com os pares, os alunos, pais, técnicos e outros) na diminuição de barreiras a inclusão. Desenvolver competências de autorreflexão que permitam consolidar estratégias de sucesso e eliminar ou melhorar estratégias pouco eficazes.
Conteúdos
Conteúdos: "1ª Sessão 3 horas Apresentação Conteúdo da Acão Cronograma Critérios de avaliação Valorização da diversidade 2ª sessão | 3 horas Pesquisa sobre o enquadramento teórico e evolução da educação inclusiva Valores, Atitudes, Princípios, Legislação e Conceitos 3ª sessão | 3 horas O conceito de diferença aos vários níveis: física, mental, emocional, cultural, social Barreiras a inclusão. 4ª sessão | 3 horas Reflexão sobre alguns valores e crenças pessoais inibidores de uma pratica inclusiva e os vários tipos de diferenças e a sua implicação. 5ª sessão | 3 horas Reflexão sobre as necessidades de desenvolvimento pessoal e profissional e apresentação de um plano de ação tendo em conta: as metodologias de investigacao-acao na pratica educativa e o desenvolvimento de estratégias pessoais de resolução de problemas 6ª sessão assíncrona | 3 horas Apresentação e debate dos vários planos de ação Trabalho em rede: uma abordagem sistémica Trabalhar com o encarregado de educação e/ou famílias, estratégias de comunicação eficaz Articular com outros profissionais: conceitos e princípios unificantes Avaliação reflexiva"
Bibliografia
Cerna, L. et al. (2021) Promoting inclusive education for diverse societies: A conceptual framework. Disponível em:Promoting inclusive education for diverse societies : A conceptual framework | OECD Education Working Papers | OECDiLibrary (oecd-ilibrary.org) Eurydice (2020). A equidade na educação escolar na Europa (trad. Lisboa: DGEEC/Unidade portuguesa de Eurydice).Disponível em: https://op.europa.eu/en/publication-detail/-/publication/517ee2ef-4404-11eb-b59f-01aa75ed71a1/language-pt European Agency for Special Needs and Inclusive Education (2021). Inclusive School Leadership: A Tool for Self-Reflection on Policy and Practice. (M. Turner-Cmuchal, E. Óskarsdóttir and M. Bilgeri, eds.). Odense, Denmark. Disponívelem: https://www.european-agency.org/sites/default/files/SISL_Self-Reflection_Tool.pdf Pereira, F. (Coord.). (2018). Para uma Educação Inclusiva. Manual de Apoio à Prática. Lisboa. Ministério da Educação.Direção-Geral da Educação. Disponível em:https://dge.mec.pt/sites/defa
Observações
PASTA 8- Algarve 2030
06/04 a 10/04 - 14h00 às 17h00
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 06-04-2026 (Segunda-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 07-04-2026 (Terça-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 08-04-2026 (Quarta-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 09-04-2026 (Quinta-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 10-04-2026 (Sexta-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Maria João Gil
Destinatários
Professores dos Grupos 240, 250, 600 e D07
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 240, 250, 600 e D07. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 240, 250, 600 e D07.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Este curso tem como base o projeto 1O x 1O, do Programa Gulbenkian Educação para a Cultura e Ciência, que juntou artistas e professores, com o objetivo de proporem e desenvolverem experiências pedagógicas em contexto de sala de aula. Promove a exploração e criação de micropedagogias, termo utilizado no âmbito do referido projeto para designar ações pedagógicas concretas, encadeadas de formas diferentes, adaptáveis a qualquer conteúdo curricular. As micropedagogias caracterizam-se pela sua pequena escala, flexibilidade e transmissibilidade. Neste curso iremos criar e adaptar micropedagogias para a realidade e situações específicas de cada participante. O curso surge como resposta às necessidades de formação do pessoal docente, no âmbito das práticas artísticas aplicáveis aos conteúdos do programa curricular do ensino básico e secundário.
Objetivos
A formação Professor e Artista: Pedagogias Criativas na Sala de Aula, pretende divulgar experiências, ideias, materiais, ferramentas e estratégias que possibilitem o desenvolvimento de uma prática de investigação e de inovação educacional, contribuindo para uma prática pedagógica na docência, designadamente a formação no domínio da organização e gestão da sala de aula: - Reconhecer o conceito de micropedagogia e o seu contexto; - Compreender o processo de criação de uma metodologia alternativa, assente na prática artística na relação com a prática letiva; - Modos de usar a problematização e o questionamento no contexto de sala de aula; - Refletir sobre a sua própria prática pedagógica; - Resolver, através de micro ações, questões relativas ao espaço físico, ao tempo, aos comportamentos e aos contextos em que opera.
Conteúdos
Conceitos a trabalhar (palavras chave): Micropedagogia; Estratégias; Escuta ativa; Colaboração; Questionamento, Problematização; Ritual; Corpo; Voz; Comunicação; Foco; Atenção; Dramaturgia; Performance; Instalação; Autobiografia; Dispositivo; Impulso, Resposta Criativa; Resumo dos conteúdos: Transdisciplinaridade. Dinâmicas de apresentação; O corpo no espaço; Escuta ativa; A voz e o corpo no processo comunicativo; A atenção: interior e exterior; Gestão de energia; Relaxamento e confiança; As biografias pessoais na sua relação com os conteúdos programáticos; Abstração e concreto; Instalação, performance, e outros dispositivos; Diferentes suportes tecnológicos; Criação de experiências/momentos de aprendizagem conceito de micropedagogia. Métodos de Colaboração; Dramaturgia emergente e a planificação de uma atividade; Metodologias horizontais; Aquecimento, arrefecimento e ritual; Mente crítica e criativa; A pergunta e o diálogo como elementos do processo. Organização das sessões 1ª Sessão (6 horas) - Atividades de apresentação individual e partilha de expectativas; - Exercícios de ocupação do espaço e de disrupção do espaço: - Jogo - Criação de uma instalação performativa sobre memórias pessoais associado a um conteúdo programático; 2ª Sessão (6 horas) - Reflexão crítica e criativa: de que forma a dinâmica da sessão anterior se aplica à realidade da prática letiva? - Criação colaborativa de várias micropedagogias a partir da máquina para desbloquear problemas; - Partilha das micropedagogias criadas em colaboração a partir dos problemas de cada participante; - Síntese final. 3ª Sessão (7 horas) - Exercícios de aquecimento: como é que eu me preparo enquanto professor para entrar numa sala de aula; - Sessão de pensamento; o que fazer com as perguntas e saber fazer perguntas na sala de aula - Exercícios sobre o impulso e a ação-reação; - Corporizações: exemplos práticos; - Isto não é matéria: criação de propostas que partem de conteúdos programáticos, criados a partir de exercícios dramáticos (escrita, corpo, voz). 4ª Sessão (6 horas) - O que é trabalhar em grupo: criação de colaborações pedagógicas e transdisciplinares a partir de metodologias e processos colaborativos; - Criação de uma máquina poética portátil para desbloquear problemas pedagógicos a partir do material de cada participante; - Exercícios de arrefecimento e de fecho: a aula como um ritual; - Síntese final.
Metodologias
As sessões terão uma forte componente interativa e prática. Haverá momentos expositivos e demonstrativos dos modelos, dos materiais e das técnicas a abordar, seguidos de momentos práticos de exploração e concretização de exercícios. Apesar dos conteúdos do programa serem abordados de uma forma maioritariamente prática serão inseridas contextualizações teóricas em pontos-chave das sessões, onde serão disponibilizados aos participantes os elementos informativos e formativos que permitirão uma abordagem mais sustentada das especificidades do tema, em suporte papel e consulta de uma bibliografia de referência. Na última sessão da ação formativa, os participantes deverão apresentar uma micropedagogia aplicada a um conteúdo a definir durante a formação, nos moldes definidos pela formadora.
Avaliação
Este é um curso de aprendizagem eminentemente prática, que desenvolve o seu programa apoiado predominantemente no método ativo. O domínio dos conteúdos só poderá ser alcançado através da realização de exercícios práticos. Por esse motivo, o trabalho desenvolvido nas sessões assenta sobretudo na realização de exercícios e de experimentação sobre um conteúdo específico. A avaliação dos formandos terá em conta a sua assiduidade e a sua participação nas sessões, bem como a realização de um exercício final (instrumento de avaliação) em que aborda os conteúdos trabalhados e evidencia a sua aplicabilidade ao contexto da sala de aula. Os formandos serão avaliados de 0 a 10 valores, conforme Carta Circular n.º 3 de 2007, utilizando os parâmetros de avaliação estabelecidos pela formadora e respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua.
Bibliografia
AA.VV. (2017) 10 X 10 Ensaios entre Arte e Educação, Edição Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa Link: https://gulbenkian.pt/en/news-en/art-and-education/ASLAN, Odette (2003) Le Corps en Jeu; Paris: Centre National de la Recherche ScientifiqueBOULDREY, Brian (2000) The Autobiography Box: A Step-by-Step Kit For Examining the Life Worth Living; San Francisco: Chronicle BooksCAM, P. (2006) Twenty Thinking Tools. Collaborative Inquiry for the Classroom. Victoria: ACER Press.MENDONÇA, D. (2008) Lets talk about emotions, Thinking The Journal of Philosophy for Children, Volume 19, Number 2 & 3, pp. 57-63.
Observações
21 de março 18 de abril 9 de maio 16 de maio Entre as 10h às 13h (3h) + 14h30 às 17h30 (3h) e no último sábado 10h às 13h (3h) + 14h30 às 18h30 (4h)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 21-03-2026 (Sábado) | 10:00 - 16:00 | 6:00 | Presencial |
| 2 | 18-04-2026 (Sábado) | 10:00 - 16:00 | 6:00 | Presencial |
| 3 | 09-05-2026 (Sábado) | 10:00 - 16:00 | 6:00 | Presencial |
| 4 | 16-05-2026 (Sábado) | 10:00 - 17:00 | 7:00 | Presencial |
Formador
David Filipe Correia dos Santos Costa
Vera Maria Piçarra Daniel
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Ria Formosa/ Agrupamento de Montenegro
Enquadramento
A atualização das práticas pedagógicas em ambiente de sala de aula e no trabalho a desenvolver com e pelos alunos pressupõe um conhecimento aprofundado, pelos professores, das características dos recursos disponíveis, nomeadamente os recursos digitais, entre os quais destacamos a utilização de ferramentas em linha e de dispositivos móveis – smartphones e tablets. Neste sentido, esta ação constitui uma oportunidade de formação que potencia a criação de condições para: i) explorar, analisar e debater das questões inerentes à implementação das novas metodologias de trabalho com recurso ao digital; ii) explorar diferentes plataformas e recursos digitais que potenciem o desenvolvimento dos conteúdos das diversas disciplinas; iii) explorar estratégias pedagógicas que mobilizem o pensamento crítico, criativo e a colaboração; iv) fomentar uma utilização crítica e segura dos meios digitais.
Objetivos
Sensibilizar para a utilização crítica e segura da internet e dos meios digitais; Apoiar os professores na implementação de contextos multidisciplinares de aprendizagem com recurso a diferentes plataformas digitais que potenciem o desenvolvimento dos conteúdos das diversas disciplinas; Explorar estratégias pedagógicas que mobilizem o pensamento crítico, criativo e a colaboração com recurso à metodologia de trabalho por projetos em ambientes digitais; Favorecer a partilha de experiências de implementação das TIC e dos meios digitais nos diversos contextos.
Conteúdos
Utilização crítica e segura da internet e dos meios digitais; Aprendizagens essenciais; Literacias digitais; Trabalho colaborativo.
Observações
A frequência da ação por videoconferência é exclusiva a docentes do agrupamento. Vagas: 70 (videoconferência zoom)
1.ª sessão 18/03/2026 - online - 16h00 às 17h00 2.ª sessão 15/04/2026 - online - 16h00 às 17h00 3.ª sessão 20/05/2026 - online - 16h00 às 17h00
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 18-03-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 17:00 | 1:00 | Online síncrona |
Formador
José Maria Araújo Martins
Destinatários
Professores do 1.º Ciclo do Ensino básico
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
CFAE Ria Formosa/CIM do Algarve - AMAL
Enquadramento
O Projeto Hypatiamat (PH) nasceu como resposta à preocupação crescente, junto da comunidade educativa, quanto ao desempenho escolar na matemática. É atualmente “um dos projetos mais populares na área da matemática” com o intuito de promover a excelência e o desenvolvimento do sucesso escolar, sobretudo centrado na matemática, desde o 1.º ao 9.º ano de escolaridade. A parte mais visível deste Projeto é uma plataforma online (disponível em https://www.hypatiamat.com) com inúmeros artefactos digitais (AD) e, à semelhança de outras plataformas, contribui para que os alunos melhorem o seu desempenho escolar em matemática. Considerando que os primeiros anos de escolaridade são essenciais para a construção do conhecimento em matemática (na construção do sistema de numeração, sentido do número e operações, estratégias de cálculo mental, desenvolvimento do sentido espacial,…) e para o desenvolvimento de capacidades transversais como o raciocínio lógico e a resolução de problemas, e tendo ainda em conta que a evolução da aprendizagem matemática se processa numa dinâmica contínua e em espiral, é importante o estabelecimento de bases sólidas para não serem comprometidas as aprendizagens dos anos seguintes. A intervenção do projeto Hypatiamat, direcionando-se de uma forma direta para os alunos, aproveita o gosto natural que estes têm por ambientes tecnológicos. Para isso, mune os professores de ferramentas que lhes possibilitem incorporar, nas suas práticas diárias, metodologias que utilizem esse tipo de ambientes devidamente articuladas com outras metodologias.
Objetivos
O Projeto Hypatiamat parte de uma interface tecnológica visando capitalizar a familiaridade dos alunos e o seu gosto por este tipo de ambientes. Esta ACD, centra-se nos diferentes tópicos contemplados no atual Programa de Matemática para o 1.º e 2.º CEB e nas aprendizagens essenciais, com recurso às diferentes valências da plataforma HYPATIAMAT (https://www.hypatiamat.com). Pretende-se munir os professores de uma ampla variedade de recursos digitais e outros, que, depois de serem por eles analisados e explorados, possam vir a ser aplicados na sala de aula, com vista à promoção do desenvolvimento matemático dos seus alunos. Espera-se que, no final desta ACD, os participantes se sintam implicados e capacitados na utilização desta plataforma no ensino/aprendizagem da matemática na sala de aula como recurso para melhorar o rendimento escolar dos seus alunos nesta disciplina.
Metodologias
Esta ACD desenvolve-se essencialmente segundo uma metodologia de trabalho individual (sessões de exploração da plataforma Hypatiamat, seus principais recursos e funcionalidades e relatos de experiência) intercalado por exposições teóricas (Análise e utilização da plataforma e sua articulação com o programa oficial) com discussão em grande grupo.
Bibliografia
Ministério da Educação e Ciência [ME] (2022). Aprendizagens Essenciais: matemática. MEC. https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-ensino-basico NTCM (2012). Principles and standards for school mathematics. Reston, Va: Author. Devlin, K. (2017). Number sense: the most important mathematical concept in 21st Century K-12 education. HUFFPOST, (online), (http://www.huffingtonpost.com/entry/number-sense-themost-important-mathematical-concept_us_58695887e4b068764965c2e0). Roegiers X. (2011). Les Mathématiques à l'école primaire, numéro 1, La résolution de problèmes et le langage mathématique, les nombres, la numérotation et les opérations [Broché]. Bruxelles: Éditions De Boeck. Verdasca, A., Neves, A., Fonseca, H., Fateixa, J., & Magro-C, T. (2020). Melhorar aprendizagens em matemática pelo uso intencional de recursos digitais: o Hypatiamat como intervenção preventiva na CIM do Ave. Coleção Estudos PNPSE. PNPSE-DGE: Ministério da Educação. http://hdl.handle.net/10174/28899
Observações
02 de março de 2026 - 16h30 - 19h30 27 de abril de 2026 - 16h30 - 19h30
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 02-03-2026 (Segunda-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 27-04-2026 (Segunda-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Online síncrona |
Formador
Sara Patrício Marques
Tayná Stefany soledade Mayer
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Ria Formosa
Enquadramento
O Tráfico de Seres Humanos é uma forma grave de exploração e violação dos direitos humanos, que pode ocorrer em diferentes contextos, inclusive no meio escolar e comunitário. Os PROFESSORES, pelo contacto direto e diário com crianças, jovens e adultos, assumem um papel essencial na deteção precoce de sinais de risco e na comunicação responsável de situações suspeitas. Esta ação pretende dotar estes profissionais de conhecimentos básicos e ferramentas práticas para reconhecer sinais de alerta, compreender o fenómeno e saber como agir de forma segura e adequada.
Objetivos
Sensibilizar e capacitar os professores técnicos para a identificação e comunicação de possíveis situações de Tráfico de Seres Humanos, promovendo uma atuação preventiva, informada e articulada dentro do contexto escolar. - Compreender, de forma acessível, o que é o Tráfico de Seres Humanos e os seus principais tipos de exploração; - Identificar sinais de alerta e situações suspeitas em contexto escolar ou comunitário; - Saber como e a quem comunicar situações de risco, respeitando os procedimentos internos e a segurança das vítimas; - Promover uma cultura de respeito, empatia e proteção dos direitos humanos no ambiente escolar.
Conteúdos
- O que é o Tráfico de Seres Humanos: conceitos básicos e exemplos reais. - Principais tipos de exploração e sinais de alerta a observar no quotidiano escolar. - Procedimentos de atuação: como agir e comunicar corretamente situações suspeitas. - Papel dos assistentes operacionais e técnicos na promoção de ambientes seguros e protetores.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 28-01-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Silvio Alexandre Rosa da Ponte
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular (PAFC) e a publicação do Decreto-Lei n.º 54/2018 e do DecretoLei n.º 55/2018, de 6 de julho introduzem alterações significativas sobre a forma como se ensina/aprende, sendo que as mudanças exigidas ao nível da prática pedagógica implicam também que se fomente a utilização de recursos digitais de forma reflexiva e pedagógica e uma reflexão sobre a forma como se implementa a avaliação. A avaliação digital poderá permitir o aperfeiçoamento dos desempenhos, a reformulação dos percursos, a diferenciação pedagógica, que irão contribuir efetivamente para a melhoria do sucesso escolar dos nossos alunos.
Objetivos
- Refletir sobre os princípios orientadores e as finalidades da avaliação relacionando-os com a utilização de recursos digitais; - Sensibilizar para relevância da avaliação formativa digital enquanto processo facilitador da regulação do ensino e das aprendizagens; - Reconhecer o caráter contínuo e sistemático dos processos da avaliação formativa, incorporando as TIC como forma de organização da informação; - Aprofundar os conhecimentos sobre métodos, técnicas e instrumentos de recolha com recurso às TIC; - Contribuir para a melhoria da qualidade da prática pedagógica no âmbito da respetiva avaliação; - Melhorar o desenvolvimento das aprendizagens dos alunos.
Conteúdos
Introdução ao Excel Como criar regras para aplicação de Formatação Condicional consoante o valor devolvido por uma célula. Trabalhar com Validação de Dados Aplicação de filtros como forma de poder analisar, mais facilmente, a informação de uma tabela. Como proteger células ou uma folha de cálculo de serem alteradas por terceiros criação de palavras passe. Introdução e edição de gráficos. - Como criar tabelas com vista à sua utilização para introduzir elementos de avaliação: Criar tabela de correção de fichas de avaliação
Metodologias
Formação decorrerá em regime presencial e terá a duração de 15horas, com uma distribuição de 3h por cada sessão de formação. O trabalho centrar-se-á na construção de instrumentos de avaliação com recurso às TIC.
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua: Avaliação individual contínua: participação/contributos Avaliação da pertinência e qualidade da participação dos formandos
Bibliografia
Marques, Paulo Capela e Costa, Nuno (2014). FUNDAMENTAL DO EXCEL 2013, FCAMarques, Paulo Capela (2011). Exercícios de Excel 2010, FCA.Sousa, Sérgio e Sousa, Maria José (2011). Microsoft Office 2010 Para Todos Nós, FCA
Observações
PASTA 3 - Algarve 2030 - T1 PASTA 9 - Algarve 2030 - T2 PASTA 12 - Algarve 2030 - T3
03/02 (3ª Feira) -17:00 às 19:00 04/02 (4ª feira) -17:00 às 19:00 10/02 (3ª Feira) -17:00 às 19:00 11/02 (4ª feira) -17:00 às 19:00 24/02 (3ª feira) -17:00 às 19:00 25/02 (4ª feira) -17:00 às 19:00 02/03 (2ª Feira) -17:00 às 20:00
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 03-02-2026 (Terça-feira) | 17:00 - 18:00 | 1:00 | Presencial |
| 2 | 03-02-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 19:00 | 1:00 | Presencial |
| 3 | 04-02-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 18:00 | 1:00 | Presencial |
| 4 | 04-02-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 19:00 | 1:00 | Presencial |
| 5 | 10-02-2026 (Terça-feira) | 17:00 - 18:00 | 1:00 | Presencial |
| 6 | 10-02-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 19:00 | 1:00 | Presencial |
| 7 | 11-02-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 18:00 | 1:00 | Presencial |
| 8 | 11-02-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 19:00 | 1:00 | Presencial |
| 9 | 24-02-2026 (Terça-feira) | 17:00 - 18:00 | 1:00 | Presencial |
| 10 | 24-02-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 19:00 | 1:00 | Presencial |
| 11 | 25-02-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 18:00 | 1:00 | Presencial |
| 12 | 25-02-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 19:00 | 1:00 | Presencial |
| 13 | 03-03-2026 (Terça-feira) | 17:00 - 18:00 | 1:00 | Presencial |
| 14 | 03-03-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 19:00 | 1:00 | Presencial |
| 15 | 03-03-2026 (Terça-feira) | 19:00 - 20:00 | 1:00 | Presencial |
Formador
Magda Maria Afonso Baptista de Faria Ruivo
Nicola Manuel do Nascimento
Destinatários
Professores dos 1º, 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos 1º, 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A proposta desta ação, totalmente prática e presencial, insere-se de forma estratégica no plano de atividades da entidade proponente, contribuindo para os seguintes objetivos: 1. Capacitação Profissional: Proporcionar formação contínua aos Docentes, capacitando-os para o uso efetivo das ferramentas e recursos digitais disponíveis nos LED. 2. Inovação Pedagógica: Apoiar a implementação de novas práticas pedagógicas para atender às solicitudes da sociedade atual. 3. Inclusão e Equidade Digital: Garantir que todos os alunos tenham acesso às mesmas oportunidades com recurso a soluções digitais acessíveis e inclusivas. 4. Ligação entre Educação e Futuro: Modernizar o ensino e a aprendizagem, contribuindo para a formação de cidadãos preparados para enfrentar novos desafios. Ao desenvolver esta ação, pretende-se reforçar o papel dinamizador de mudança positiva na educação, promovendo o desenvolvimento de competências digitais e a inovação educativa.
Objetivos
Domínio Técnico: Ensinar os Docentes a utilizar as ferramentas e recursos tecnológicos disponíveis nos LED, incluindo softwares, hardwares e plataformas digitais. Inovação Pedagógica: Desenvolver competências para a implementação de metodologias ativas, como aprendizagem baseada em projetos, gamificação e ensino presencial, com suporte das tecnologias digitais. Inclusão e Acessibilidade: Fomentar o uso de práticas educativas inclusivas e acessíveis, com recurso aos LED, para atender às necessidades dos diferentes perfis dos alunos. Colaboração e Criatividade: Incentivar a criação de cenários de aprendizagem nos LED, estimulando a criatividade, a resolução de problemas e o pensamento crítico nos alunos. Sustentabilidade e Eficiência: Promover a utilização sustentável e ética dos recursos tecnológicos nos LED, incentivando práticas responsáveis no uso de tecnologias educativas. Desenvolvimento Contínuo: Apoiar a construção de planos de formação contínua, garantindo a atualização constante dos participantes em relação às inovações tecnológicas e pedagógicas
Conteúdos
1. Introdução aos Laboratórios de Educação Digital (LED) 2. Manuseamento dos Kits 3. Implementação de Aulas com os Kits 4. Gestão e Manutenção dos Kits 5. Aplicação Prática: Criação de cenários de aprendizagem 6. Encerramento e Feedback
Metodologias
1. Metodologia da Aprendizagem Ativa Objetivo: Envolver os formandos no processo de aprendizagem, incentivando-os a aprender fazendo, por meio da utilização direta dos kits no LED 2. Metodologia da Gamificação Objetivo: Envolver os formandos por meio de jogos e desafios, promovendo a aprendizagem de forma divertida e interativa 3. Metodologia da Colaboração Objetivo: Estimular o trabalho em equipa e a colaboração entre os formandos, para que possam aprender com os outros e partilhar experiências sobre a utilização dos kits 4. Metodologia de Ensino Prático Objetivo: Capacitar os formandos por meio da prática intensiva, garantindo que saibam manusear os kits com confiança e habilidade para sua aplicação 5. Metodologia de Feedback Contínuo Objetivo: Proporcionar uma avaliação constante, onde os formandos recebem o retorno sobre seu desempenho e desenvolvimento ao longo da formação. 6. Metodologia da Reflexão Objetivo: Estimular a reflexão sobre o processo de aprendizagem, incentivando os formandos a pensar sobre como utilizar os conhecimentos adquiridos em sua prática educativa.
Avaliação
1. Avaliação Contínua Objetivo: Acompanhar o progresso dos formandos ao longo da ação. 2. Avaliação Prática Objetivo: Avaliar a aplicação prática dos conhecimentos adquiridos, focados no manuseio dos kits e no desenvolvimento de aulas. 3. Avaliação Formativa Objetivo: Avaliar a evolução do formando ao longo da ação, com ênfase no seu desenvolvimento contínuo. 4. Avaliação Final - Projeto do Cenário de Aprendizagem Objetivo: Avaliar a capacidade do formando de aplicar todos os conhecimentos adquiridos durante o curso na criação de um cenário de aprendizagem 5. Feedback Final No final do curso, o formador fornecerá um feedback final individualizado, destacando pontos fortes e áreas de melhoria com base no desempenho durante as atividades práticas, no projeto final, e na participação nas avaliações contínuas. Avaliação Final - Peso das Atividades 1 - Atividades práticas, participação e cumprimento dos prazos: 30% 2 - Qualidade e adequação do projeto, cenário de aprendizagem ou instrumento pedagógico desenvolvido: 50% 3- Apreciação da reflexão crítica individual 20%
Bibliografia
Direção-Geral da Educação (DGE). Laboratórios de Educação Digital (LED): Página Oficial. Disponível em: https://led.dge.medu.pt. Este portal oficial fornece informações detalhadas sobre os objetivos, implementação e recursos relacionados aos LED em Portugal.NAU - Sempre a Aprender. Curso: Laboratórios de Educação Digital: Cenários de Aprendizagem Ativa. Disponível em: https://www.nau.edu.pt/pt/curso/laboratorios-de-educacao-digital-cenarios-de-aprendizagem-ativa. Este curso online aborda os propósitos pedagógicos dos LED e explora cenários de aprendizagem para o desenvolvimento de competências digitais.Pereira, A. S., & Fillol, J. (2020). Educação e Tecnologias Digitais: Teorias, Práticas e Desafios. Lisboa: Edições Sílabo. Este livro discute as teorias e práticas relacionadas com a utilização das tecnologias digitais no contexto educativo, oferecendo uma visão atualizada dos desafios e oportunidades.Silva, B. D., & Gomes, L. M. (2019). Inovação Pedagógica com Tecnologias Digitais. Porto: Porto Editora. A obra apresenta estratégias de inovação pedagógica através do uso de tecnologias digitais, alinhando-se aos objetivos dos LED. Estes recursos proporcionarão uma base sólida para compreender e implementar práticas educativas inovadoras utilizando os Laboratórios de Educação Digital.Barreto, R. G. (2019). Gamificação na educação: Estratégias inovadoras para engajar os alunos. Lisboa: Edições Sílabo. Tem o foco na aplicação da gamificação em contextos educacionais, com exemplos de ferramentas digitais.
Observações
PASTA 11 - Algarve 2030 T1 e T2
27/01/2026 -16h10 - 20h10 03/02/2026 - 17h10 - 20h10 10/02/2026 - 17h10 - 20h10 24/02/2026 - 17h10 - 20h10 03/03/2026 - 17h10 -20h10 10/03/2026 - 17h10 - 20h10 17/03/2026 - 17h10 - 20h10 24/03/2026 - 17h10 - 20h10
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 27-01-2026 (Terça-feira) | 16:10 - 20:10 | 4:00 | Presencial |
| 2 | 03-02-2026 (Terça-feira) | 17:10 - 20:10 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 10-02-2026 (Terça-feira) | 17:10 - 20:10 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 24-02-2026 (Terça-feira) | 17:10 - 20:10 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 03-03-2026 (Terça-feira) | 17:10 - 20:10 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 10-03-2026 (Terça-feira) | 17:10 - 20:10 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 17-03-2026 (Terça-feira) | 17:10 - 20:10 | 3:00 | Presencial |
| 8 | 24-03-2026 (Terça-feira) | 17:10 - 20:10 | 3:00 | Presencial |
Formador
Maria Amélia da Costa Teixeira Pereira
Ana Margarida dos Reis Marques da Silva
Destinatários
Professores do Grupo 110
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 110.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Garantir capacitação digital ao pessoal docente, objetivo operacional do objetivo estratégico Reforço das competências tecnológicas, incluído no Eixo 2 Inovação tecnológica e transição digital. Capacitar novos docentes com a aplicação INOVAR, com os módulos iniciados no decorrer do ano letivo 2024/2025 (D-L n.º 54/2018) e com os novos módulos, nomeadamente o do Plano Anual de Atividades (PAA), recentemente adquirido.
Objetivos
- Saber convocar reuniões e contactar outros docentes via INOVAR; - Redigir atas no INOVAR; - Utilizar com facilidade o módulo DL54 no INOVAR; - Utilizar com facilidade o módulo PAA no INOVAR.
Conteúdos
1 - Familiarização com a plataforma INOVAR - Área Docente menus: Eventos, Inicial, Sumários, Comunicações e Reuniões 2 - Familiarização com a plataforma INOVAR - Áreas Docente e Administrativa menus: Avaliações, Intercalares, Apoios; DL54 e Alunos 3 - Familiarização com a plataforma INOVAR - Áreas Docente e Administrativa Consolidação dos menus: DL54 e Alunos 4 - Familiarização com a plataforma INOVAR - Área Docente Menu: PAA 5 - Familiarização com a plataforma INOVAR - Área Docente Consolidação dos menus: Avaliações, Apoios e outros a pedido dos formandos
Metodologias
Em cada sessão, será feita a apresentação de cada módulo, exemplificação do procedimento e aplicação por cada docente. No final de cada sessão e início da seguinte esclarecer-se-ão as dúvidas do módulo. Os formadores partilharão tutoriais da plataforma e outros, por si elaborados, no moodle do CFAE, assim como na drive do AEJD. Propomos 5 sessões de 3h cada. A Calendarização e o local das sessões será definido em janeiro de 2026.
Avaliação
Participação - 30% Trabalhos elaborados ao longo das sessões - 30% Relatório crítico - 40%
Bibliografia
- INOVAR PAA - manual do utilizador para a aplicação- INOVAR DL54 - manual do utilizador para a aplicação
Observações
21/01 ; 28/01; 04/02 ; 25/02 e 04/03 ( 14:00 às 17:00)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 21-01-2026 (Quarta-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 28-01-2026 (Quarta-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 04-02-2026 (Quarta-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 25-02-2026 (Quarta-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 04-03-2026 (Quarta-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Susana Marina Francisco Gonçalves Ferreira
Fátima Marques Candeias
Destinatários
Educadores de Infância
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Ria Formosa
Enquadramento
Propõe-se pensar e operacionalizar a matemática, na educação pré-escolar, tendo em consideração o preâmbulo das Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar: tendo a matemática um papel essencial na estruturação do pensamento, e dada a sua importância para a vida do dia a dia e para as aprendizagens futuras, o acesso a esta linguagem e a construção de conceitos matemáticos e relações entre eles são fundamentais para a criança dar sentido, conhecer e representar o mundo. (OCEPE, p.6). De acordo com o citado, é evidente a pertinência e importância desta ação no percurso profissional dos docentes.
Objetivos
Pretende-se que os docentes reconheçam a importância da intencionalidade educativa continuada, sistemática e coerente, no desenvolvimento dos conceitos matemáticos; Capacitar os docentes para envolver as crianças na descoberta da matemática inserida no quotidiano, Refletir sobre as implicações na prática educativa da representação e comunicação do pensamento matemático; Reconhecer o lúdico na aprendizagem da matemática; Promover o envolvimento das famílias na construção de conceitos matemáticos.
Conteúdos
Números e operações, Organização e tratamento de dados, Geometria e medida, Interesse e curiosidade pela matemática
Avaliação
Para além do cumprimento das determinações legais, a avaliação dos formandos será formalizada numa escala de 1 a 10 valores de acordo com as cartas circulares 3/2007 e 1/2008 do CCPFC. A aprovação na oficina dependerá da obtenção de classificação igual ou superior a 5 valores e da frequência mínima de 2/3 do total de horas conjuntas. - Participação cooperativa nas sessões; - Questionário aos formandos; - Relatório com evidências da intervenção educativa.
Bibliografia
Castro, J. & Rodrigues, M. (2008). Sentido de número e organização de dados. Lisboa: Ministério da Educação, Direção Geral da Educação.Lopes da Silva, I., Marques, L., Mata, L., & Rosa, M. (2016). Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar. Lisboa: Ministério da Educação, Direção Geral da Educação. http://www.dge.mec.pt/ocepe/sites/default/files/Orientacoes_Curriculares.pdfMata, L. & Pedro, I. (2021) Participação e envolvimento das Famílias construção de parcerias em contexto de educação de infância. Lisboa: Ministério da Educação, Direção Geral da Educação.Mendes, M. & Delgado, C. (2008). Geometria. Lisboa: Ministério da Educação, Direção Geral da Educação.Turrou, A.C., N.C. Johnson, & M.L.Franke.(2021). The Young Child and Mathematics. 3rd ed. Washington, DC: NAEYC
Observações
15 e 29 de janeiro de 2026 - 17h00 às 20h00 12 a 26 de fevereiro de 2026 - 17h00 às 20h00 12 de março - 17h00-20h00 30 de abril - 17h00 - 20h00 7 de maio - 17h00 -20h00 21 de maio - 17h00 - 21h00
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 15-01-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 29-01-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 12-02-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 26-02-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 12-03-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 26-03-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 23-04-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 8 | 21-05-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 21:00 | 4:00 | Presencial |
Formador
Maria Margarida Almeida Coelho Mestre
Destinatários
Educadores de Infância e professores do ensino básico e secundário e educação especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e professores do ensino básico e secundário e educação especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A realidade no seu esplendor entra-nos pelo corpo adentro a todo o momento através de diversas janelas. As suas múltiplas faces, cores, odores, são estímulo para a vida e o crescimento de cada um. Procurar a inteireza na resposta a essas propostas do mundo, abertos a uma vivência com todo o corpo, seja através do pensamento, da ação, da consciência da sensação, é a melhor maneira de o receber e de nele permanecer, vivos e cheios de atenção e, simultaneamente, fazer aprendizagens e desenvolver competências. Esta formação pretende ativar a capacidade de resposta dos docentes, em amplo espectro, às exigências educativas do momento atual, buscando diferentes linguagens de pensamento e ação, para melhor orquestrar o gesto de educar-aprender, através de metodologias ativas, com maravilhamento e alegria, resgatando aquele entusiasmo inicial tão próprio de quem acaba de chegar ao mundo e se surpreende ao vê-lo, porque ele está sempre em transformação. Propõe-se então a fruição de linguagens expressivas como o movimento, a oralidade, a música, o desenho e a escrita, a performance, para potenciar a singularidade de cada um e encontrar essa diversidade no todo. E, deste modo, criar caminhos de liberdade que cruzem as aprendizagens próprias e competências transversais, implícitas no currículo, de um início de vida escolar, como deverá ser a experiência que queremos propor a partir do pré-escolar, estabelecendo uma relação amorosa com o saber: Irradiante.
Objetivos
- Compreender, descobrir e vivenciar as potencialidades do corpo, do movimento e do gesto, aplicados a contextos de ensino-aprendizagem, - Reconhecer, experienciar e aplicar o uso da voz em propostas sonoras, musicais e também na exploração de poesia e textos próximos (ou não) da sua realidade curricular, - Desenvolver uma série de recursos-resposta a múltiplas hipóteses de exigências de descoberta do mundo feitas pelos alunos: Sobre si próprio e sobre o Outro, sobre culturas, sobre o espaço próximo, sobre o planeta, sobre o universo vegetal/humano/animal/espacial, - Compreender, ativar e incentivar a articulação entre os saberes (da escola e da vida) - Aplicar o gesto artístico - Usar a criatividade infinita - Entender e aplicar o conceito de sustentabilidade
Conteúdos
A linguagem do corpo: As suas possibilidades de leitura, de expressão de individualidades e transformação do real através da criatividade e ludicidade. A voz: Oralidade na sua qualidade primeira de comunicar e ferramenta de interpretação de palavras e textos, numa multiplicidade de versões: Ritmo, melodia, harmonia, musicalidades. O espaço/mundo: A valorização da curiosidade sobre o mundo e o que fazer para estimular essa descoberta: As plurilinguagens de resposta e ações de cumplicidade com o que nos rodeia. Articulação entre a vida e processos de ensino-aprendizagem. Recursos, criatividade infinita, sustentabilidade dos projetos e de si próprio.
Metodologias
O método utilizado será de participação ativa em momentos de fruição do corpo, da voz, de cumplicidade com o espaço natural e na descoberta de soluções para descobertas que a curiosidade desperta. Por vezes usaremos o método expositivo para visionamento de vídeos, recursos online ou apresentação de conceitos que assim o exijam. Haverá momentos de grupo ou trabalho individual.
Avaliação
Os formandos devem frequentar, pelo menos, 2/3 do número de horas da ação. A classificação dos formandos será feita por níveis de desempenho na escala de 1 a 10, com a menção qualitativa de: 1 a 4,9 valores Insuficiente; 5 a 6,4 valores Regular; 6,5 a 7,9 valores Bom; 8 a 8,9 valores Muito Bom; 9 a 10 valores - Excelente. A avaliação individual dos formandos terá em conta os seguintes itens: - Participação e qualidade das intervenções; - Reflexão escrita acerca da formação.
Bibliografia
A escola da vida - A arte de ensinar e aprender. Maxime Rovere. Quetzal Editores, Março 23Cem sementes que voaram, Isabel Minhós Martins e Yara Kono. Ed. Planeta Tangerina, Setembro 2017Como ser um explorador do mundo, Museu de Arte vida portátil, Keri Smith, Edição: Planeta, Junho 2017Como ver coisas invisíveis, de Isabel Minhós Martins; Ilustração: Madalena Matoso. Editora: Planeta Tangerina, 2021Estava a pensar, de Sandol Stoddard, ilustrado por Ivan Chermayeff. Editora Bruá
Observações
14/01 (4ªfeira) - 18h00 às 21h00 21/01 (4ªfeira) - 18h00 às 21h00 28/01 (4ªfeira) - 18h00 às 21h00 04/02 (4ªfeira) - 18h00 às 21h00 11/02 (4ªfeira) - 18h00 às 21h00
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 14-01-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 21-01-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 28-01-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 04-02-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 11-02-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Teresa Cosmo Domingos Maló Sequeira
Destinatários
Professores dos Grupo 110
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupo 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupo 110.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
De acordo com Resolução do Conselho de Ministros n.º 140/2024, no PISA 2018, constatou-se uma aparente inversão de tendência de melhoria dos resultados até ao PISA 2015, no domínio da Leitura, consonante com os resultados do PIRLS (Progress in International Reading Literacy Study) 2021, para os alunos do 4.º ano. Por outras palavras, em Portugal, a tendência de melhoria nas avaliações internacionais, registada até 2015, foi invertida desde então, conforme se constata no PISA 2018, no TIMSS 2019, no PIRLS 2021 e no PISA 2022 esta última com os piores resultados nacionais desde 2006. Por estas razões, o XXIV Governo Constitucional assume como desígnio, no âmbito do Plano Aprender Mais Agora (Plano A+A), para o ano letivo de 2024-2025 e para os seguintes, a melhoria estrutural da aprendizagem dos alunos, designadamente Apostar na competência leitora nos primeiros anos de escolaridade. De acordo com Resolução do Conselho de Ministros n.º 140/2024, no PISA 2018, constatou-se uma aparente inversão de tendência de melhoria dos resultados até ao PISA 2015, no domínio da Leitura, consonante com os resultados do PIRLS (Progress in International Reading Literacy Study) 2021, para os alunos do 4.º ano. Por outras palavras, em Portugal, a tendência de melhoria nas avaliações internacionais, registada até 2015, foi invertida desde então, conforme se constata no PISA 2018, no TIMSS 2019, no PIRLS 2021 e no PISA 2022 esta última com os piores resultados nacionais desde 2006.
Objetivos
É neste seguimento que surge a proposta da presente oficina de formação. A investigação (Sim-Sim & Micaelo, 2006; Sim-Sim, 2007, 2009; Esteves, 2013; Fernandes, 2022) indica que quanto mais automático é o reconhecimento das palavras, mas rapidamente lemos. Por sua vez, quanto mais rapidamente lemos um texto, mais facilmente acedemos ao significado e compreendemos o que lemos. Por outras palavras, se houver menor esforço despendido no processo de decifração e descodificação de palavras, maior é a disponibilidade cognitiva disponibilizada para os processos de compreensão do texto. Por conseguinte, é essencial promover oportunidades de desenvolvimento da velocidade leitora frequentes, intencionais e planificadas com vista à formação de leitores competentes. 1- Analisar dados estatísticos obtidos através da aplicação do teste nacional de competência leitora; 2- Refletir sobre a importância do desenvolvimento da competência leitora nos primeiros anos de escolaridade; 3- Aprofundar questões teóricas subjacentes à fluência leitora e velocidade na leitura; 4- Criar projetos que potenciem a velocidade leitora de alunos dos 1.º e 2.º anos de escolaridade.
Conteúdos
1- Componentes cognitivas implicadas na leitura (descodificação ou processos de nível inferior e compreensão ou processos de nível superior); 2- Determinantes da fluência na compreensão de textos (reconhecimento automático da palavra, conhecimento da língua, experiências individuais de leitura e experiências e conhecimento do mundo); 3- Fluência na leitura 3.1. Dimensões implicadas: precisão, velocidade e prosódia. 3.2. Uma proposta para intervenção no ensino 3.2.1. Leitura de palavras isoladas 3.2.2. Leitura de textos breves 3.2.3. Exploração de recursos físicos e digitais 4- Apresentação dos produtos da formação.
Avaliação
Para além do cumprimento das determinações legais, a avaliação dos formandos será formalizada numa escala de 1 a 10 valores de acordo com as cartas circulares 3/2007 e 1/2008 do CCPFC. A aprovação no curso dependerá da obtenção de classificação igual ou superior a 5 valores e da frequência mínima de 2/3 do total de horas conjuntas da ação. A avaliação dos formandos terá em conta o seguinte: Assiduidade e participação ativa nas sessões presenciais 25% Construção de um projeto/portefólio de atividades subordinado ao tema: Promover a velocidade leitora, a aplicar no terreno (se possível), nas horas de trabalho autónomo 60% Relatório individual sobre o projeto produzido e impacto da oficina de formação na prática letiva 15%
Bibliografia
Esteves, S. (2013). Fluência na leitura: Da Avaliação à intervenção. Coleção Educação. PsicosomaFernandes, S. (2022). Fluência na leitura oral. In C. Nadalim (Coord.). Ensino da Leitura e da Escrita Baseado em Evidências (pp. 251- 268). Fundação Belmiro de AzevedoSim-Sim, I. (2007). O ensino da leitura: A compreensão de textos. PNEP. ME DGIDC.Sim-Sim, I. (2009). O ensino da leitura: A decifração. PNEP. ME DGIDC.Sim-Sim, I., Micaelo, M. (2006). Determinantes da compreensão da leitura. In I. Sim-Sim (Coord.) Ler e Ensinar a Ler. Edições Asa.
Observações
janeiro (13 e 27, das 16h às 18h) fevereiro (10 e 24, das 16h às 18h) março (10 e 24, das 16h às 18h) junho (2, das 16h às 19h)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 13-01-2026 (Terça-feira) | 16:00 - 18:00 | 2:00 | Presencial |
| 2 | 27-01-2026 (Terça-feira) | 16:00 - 18:00 | 2:00 | Presencial |
| 3 | 10-02-2026 (Terça-feira) | 16:00 - 18:00 | 2:00 | Presencial |
| 4 | 24-02-2026 (Terça-feira) | 16:00 - 18:00 | 2:00 | Presencial |
| 5 | 10-03-2026 (Terça-feira) | 16:00 - 18:00 | 2:00 | Presencial |
| 6 | 24-03-2026 (Terça-feira) | 16:00 - 18:00 | 2:00 | Presencial |
| 7 | 02-06-2026 (Terça-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Jorge Manuel Fernandes da Costa
Destinatários
110
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de 110.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Sendo a Educação Física, reconhecidamente, devido às suas características formativas únicas, uma disciplina fundamental para o desenvolvimento das capacidades psicomotoras fundamentais, exigidas pelos diferentes estádios de desenvolvimento motor, cognitivo, social e afetivo que caracterizam este nível etário. Tem vindo nos últimos anos a ter um papel de relevo e de extrema importância nas escolas primárias. Se por lado se nota um entusiasmo crescente no que respeita a esta área, por outro é igualmente percetível alguma timidez em alguns professores na execução de conteúdos/atividades relativamente ao programa. Esta timidez poderá estar relacionada com falta de formação no seu percurso generalista o que poderá impedir a sua autonomia e confiança na preparação e execução das tarefas. É uma grande lacuna no 1º ciclo a grande maioria dos professores deste grupo não terem bases do ensino e sobretudo os cuidados a terem na segurança dos alunos durante as aulas e no improviso de aulas onde há falta de material. Em muitos casos e em muitas escolas nem sequer são realizadas aulas devido à falta de Formação na área.
Objetivos
Reconhecer a importância da Educação Física para o desenvolvimento do aluno. Conhecimento do programa; Identificar conceitos básicos do Programa da Educação Física. Inteirar-se/distinguir/Identificar e experimentar algumas estratégias de aula. Conhecimento de ajudas nas aulas de ginástica. Colaborar na organização de atividades de Educação Física na preparação das aulas. Elaboração de planificações, anual, mensal semanal e diário; Improvisação.
Conteúdos
Importância da Educação Física para o desenvolvimento global dos indivíduos Programa da Educação Física Conteúdos programáticos Atividades - Organização e planeamento - Atividades - Técnicas de estratégias de apoio e ajuda - Trabalho individual e em grupo - Atividades de improvisação - Registos Análise crítica do trabalho produzido Reflexão
Avaliação
Para além do cumprimento das determinações legais, a avaliação dos formandos será formalizada numa escala de 1 a 10 valores de acordo com as cartas circulares 3/2007 e 1/2008 do CCPFC. A avaliação dos formandos centra-se sob o princípio da avaliação contínua, tendo em conta os seguintes parâmetros e ponderações: - Participação; - Realização das Tarefas nas Sessões (40%); - Trabalho/Projeto Final; - Reflexão Crítica/Relatório Individual (60%). - Regime de Faltas / Presenças - Assistência a, no mínimo, 2/3 do total das horas de formação. A aprovação no curso dependerá da obtenção de classificação igual ou superior a 5 valores e da frequência mínima de 2/3 do total de horas conjuntas da ação.
Bibliografia
DEB. (2004). Organização Curricular e Programas Ensino Básico 1º Ciclo. Lisboa, Portugal: Ministério da Educação, Departamento da Educação Básica;Cunha, A. C. (2010). Representação do bom professor: o bom professor em geral e o bom professor de educação física em particular. Educação Em Revista, 11(2);Pereira, F., Carolino, A. M., & Lopes, A. (2007). A formação inicial de professores do 1o CEB nas últimas três décadas do séc. XX: transformações curriculares, conceptualização educativa e profissionalização docente;Organização curricular e programas; 4ª Edição 1º Ciclo Ensino Básico.
Observações
PASTA 11 - Algarve 2030 T1 e T2
9 de JAN 18h-21h - 3h 12 de JAN 18h-21h - 3h 16 de JAN 18h-21h - 3h 19 de JAN 18h-21h - 3h 23 de JAN 18h-21h - 3h 02 de FEV 18h-21h - 3h 06 de FEV 18h-21h - 3h 09 de FEV 17:30h-21:30h - 4h
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 09-01-2026 (Sexta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 12-01-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 16-01-2026 (Sexta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 19-01-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 23-01-2026 (Sexta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 02-02-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 06-02-2026 (Sexta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
| 8 | 09-02-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 21:30 | 4:00 | Presencial |
Formador
Victor Manuel Marques de Sousa
Destinatários
Professores dos Grupos 260, 620
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260, 620. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260, 620.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Existem diversas razões justificativas para a formação em escalada e manobra de cordas, que referenciamos: Segurança: A escalada e a manobra de cordas são atividades relativamente perigosas se realizadas sem o conhecimento adequado. A formação em escalada e manobra de cordas permite que os praticantes aprendam as técnicas e os procedimentos de segurança necessários para minimizar riscos. Melhoria do desempenho: A formação em escalada e manobra de cordas permite que os praticantes desenvolvam habilidades específicas, tais como a capacidade de escalada técnica, a habilidade de manusear e fixar cordas, e a capacidade de utilizar equipamentos de proteção. Acesso a novas atividades: A escalada e a manobra de cordas são atividades que podem ser realizadas numa ampla variedade de ambientes, como rochas, montanhas, árvores e edifícios. A formação em escalada e manobra de cordas pode abrir novas possibilidades de atividades ao ar livre para os praticantes. Trabalho em equipa: A escalada e a manobra de cordas geralmente requerem trabalho em equipe, o que pode ajudar a desenvolver habilidades de comunicação, liderança e cooperação. Redução do impacto ambiental: A formação em escalada e manobra de cordas inclui tópicos relacionados com a preservação ambiental e a redução do impacto humano nos ambientes naturais. Consequentemente, ajuda a minimizar o impacto ambiental da atividade de escalada e a promover uma abordagem mais responsável e sustentável para a sua prática. Em resumo, a formação em escalada e manobra de cordas é uma atividade importante para aqueles que desejam praticar escalada de forma segura e eficaz, bem como para aqueles que procuram desenvolver habilidades específicas e explorar novas atividades ao ar livre.
Objetivos
1. Caracterizar a modalidade quanto à sua origem e desenvolvimento 2. Identificar e interpretar contextos de prática desportiva e de relações entre os seus intervenientes 3. Interpretar a legislação e regulamentação específica da modalidade 4. Caracterizar e distinguir materiais e equipamentos desportivos da modalidade de acordo com o tipo de prática, formal e informal 5. Certificar-se do cumprimento das condições de segurança necessárias à realização de uma atividade desportiva, de acordo com a complexidade dos elementos envolvidos 6. Assegurar a montagem e desmontagem de aparelhos 7. Aplicar, de acordo com a metodologia recomendada, sistemas de observação e análise da prática da modalidade 8. Identificar e vivenciar os aspetos críticos de realização da modalidade na perspetiva dos praticantes 9. Reconhecer e analisar as exigências técnicas, físicas e psicológicas predominantes da modalidade 10. Descer com segurança, em rapel", com bloqueador Grigri ou Druid 11. Montar aparelho de corda (Tirolesa; Ponte de Cordas Paralelas; Rapel), utilizando corretamente as técnicas de ancoragem e amarração
Conteúdos
1. Origem, evolução e tendências de desenvolvimento da modalidade 2. Prática da modalidade 3. Legislação e regulamentos aplicáveis ao contexto de prática da modalidade 4. Materiais e equipamentos específicos da modalidade
Metodologias
A formação em escalada e manobra de cordas envolve uma série de técnicas e habilidades que devem ser aprendidas e praticadas com segurança e eficiência. 1. Fundamentos: É importante que o formando tenha uma compreensão básica dos equipamentos, nós e sistemas utilizados na escalada e manobra de cordas, implicando exercícios simples que envolvem a utilização de elementos básicos. 2. Progressão gradativa: À medida que o formando ganha confiança e habilidade, transita para técnicas mais avançadas, como a colocação de proteções, ancoragens, rapel e técnicas de resgate. A formação progride gradativamente, respeitando o ritmo de cada formando e garantindo que todas as etapas são assimiladas. 3. Prática em ambiente controlado: Nesta fase os exercícios são realizados num ambiente controlado, com a supervisão do formador e com a utilização de equipamentos de segurança adequados. Ambientes artificiais, como paredes de escalada indoor, são utilizadas para a prática das técnicas básicas. 4. Prática em ambiente real: Depois de o formando ter adquirido habilidades básicas, é importante que ele pratique em ambiente real, ou seja, numa rocha ou parede natural.
Avaliação
Os formandos devem frequentar, pelo menos, 2/3 do número de horas da ação. A classificação dos formandos será feita por níveis de desempenho na escala de 1 a 10, com a menção qualitativa de: 1 a 4,9 valores Insuficiente; 5 a 6,4 valores Regular; 6,5 a 7,9 valores Bom; 8 a 8,9 valores Muito Bom; 9 a 10 valores - Excelente. A avaliação individual dos formados terá em conta os seguintes itens: Desempenho nas sessões presenciais conjuntas (70%) Trabalhos produzidos (20%) Relatório individual (10%)
Bibliografia
Chumbinho, R. (1996). A implantação de estruturas artificiais de escalada em meio escolar. Horizonte, XII(72), 228232.Cunha, N. (2016). Ensino de Escalada: Técnicas de segurança e progressão. Instituto Politécnico de Viana do Castelo. Provas Públicas para o Título de Especialista.Hoffmann, M. (1996). Manual de Escalada (3a). Ediciones Desnivel.Varela, A., & Vasconcelos, O. (2009). Escalada Desportiva: atenção, concentração e memória visual ao longo de uma época desportiva. Universidade do Porto. Faculdade de Desporto
Observações
9 de janeiro - 2h (18-20) 10 de janeiro - 7h (9-17) 16 de janeiro - 2h (18-20) 17 de janeiro - 7h (9-17) 24 de janeiro 7h (9-17)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 09-01-2026 (Sexta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Presencial |
| 2 | 10-01-2026 (Sábado) | 09:00 - 17:00 | 8:00 | Presencial |
| 3 | 16-01-2026 (Sexta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Presencial |
| 4 | 17-01-2026 (Sábado) | 09:00 - 17:00 | 8:00 | Presencial |
| 5 | 24-01-2026 (Sábado) | 09:00 - 17:00 | 8:00 | Presencial |
Formador
Raquel da Nazaré Feliciano
Destinatários
Professores do 3º Ciclo do Ensino Básico e do Ensino Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do 3º Ciclo do Ensino Básico e do Ensino Secundário. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do 3º Ciclo do Ensino Básico e do Ensino Secundário.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A Exposição Tudo o que eu quero - Artistas portuguesas de 1900 a 2020 é uma parceria entre Ministério da Cultura e Fundação Gulbenkian, no âmbito da qual o PNA promove esta formação. Dar a conhecer o percurso de artistas portuguesas contribui para reparar injustiças da História e sublinhar que a vocação artística não é determinada pelo género. Os estereótipos em função do sexo condicionam valores, expectativas, comportamentos e opções influindo no percurso e escolhas vocacionais. O Plano Nacional para a Igualdade, Cidadania e Género (2007-2010) destaca a articulação entre Género, Estereótipos, Educação e Cidadania com vista a ultrapassar a persistência de desigualdades nas diversas esferas da vida - pessoal, social, política, económica e cultural. A arte potencia a mudança a longo-prazo, contribuindo para o desenvolvimento da consciência cívica e da sensibilidade.
Objetivos
Integrar a dimensão de género nas práticas educativas com vista à eliminação gradual dos preconceitos e estereótipos sociais de género; Proporcionar estratégias eficazes para um ensino sensível às questões de género; Enriquecer o repertório de metodologias e materiais para trabalhar questões da cidadania e igualdade de género a partir da arte; Promover práticas assentes na subjetividade, interpretação e construção de conhecimento, graças à experiência da polissemia que caracteriza as linguagens artísticas. No final da Acção os formandos deverão ser capazes de: Apresentar exemplos da arte no feminino feita em Portugal no séc XX e XXI; Articular obras e/ou biografias de artistas com questões de cidadania e igualdade de género; Usar recursos fornecidos sobre as artistas; Idealizar uma proposta pedagógica passível de ser aplicada no contexto escolar/educativo.
Conteúdos
1º MÓDULO - As mulheres e a arte (3 sessões teóricas de 2h): Introdução geral ao panorama das artistas mulheres (globalmente e particularmente em Portugal nos séculos XX e XXI) Sublinha-se a desigual presença em museus, colecções e livros de História, a desigualdade de oportunidades para uma carreira artística e as suas razões históricas, sociológicas e culturais. Injustiça que se quis com a exposição (e iniciativas paralelas) contribuir para reparar. A interpretação da obra de arte e as suas possibilidades de leitura com as lentes da igualdade de género. As obras e biografias de uma seleção de artistas ilustram diferentes modos que a arte no feminino em Portugal teve de convocar a diferença e a pluralidade, de dizer o lugar das mulheres na sociedade, como se afirmaram, que olhar sobre si ou sobre o mundo plasmaram nas suas obras. Algumas afirmaram a sua individualidade contra muitos obstáculos. Como falam estas obras connosco e nos podem ajudar a debater sobre o passado, o presente e o futuro? Nas questões de sociedade, pensando sobre quem conta a história, sobre a liberdade e a dignidade, sobre os preconceitos e os estereótipos, as discriminações, desigualdades económicas e a diferença de oportunidades, sobre o trabalho, sobre a maternidade, a relação com o corpo, a família, o espaço público e o privado; 2ª MÓDULO - Como utilizar a obra das artistas na prática pedagógica? (2 sessões práticas de 3h): O universo artístico como ponto de partida para a criação de projectos educativos e pedagógicos; Discussão e partilha sobre metodologias e experiências educativas Formatos participativos: olhar/ver/interpretar (tornar presente a pluralidade); debates; investigação e pesquisa; projetos de intervenção e criação; projetos com a comunidade; projeto cultural de escola Trabalho em pequenos grupos durante a sessão (45-60min): com base nos conteúdos e metodologias apresentados, como imaginar uma proposta educativa que reflita os aspectos abordados ao longo da formação? Trabalhar a igualdade de género com base no estímulo provocado pelas obras de arte e/ou biografia(s) de uma ou de várias destas artistas. Apresentação para a turma das propostas imaginadas e discutidas nos grupos. SESSÃO de FECHO (3h) - Apresentação da reflexão crítica por cada formando. Partilha das dificuldades, dúvidas e motivações. Conclusão.
Metodologias
Todas as sessões serão dinamizadas através de uma aplicação de videoconferência que contemple a possibilidade de criar salas de trabalho. Serão utilizados diversos recursos audiovisuais tais como powerpoints/google apresentações, vídeos, imagens e textos, páginas de internet, etc. Uma plataforma de gestão de aprendizagem (moodle, teams) será usada, adaptando-se as formadoras preferencialmente às fornecidas pelos CFAEs. 1º Módulo - formato predominantemente expositivo em videoconferência, com momentos para perguntas e breves dinâmicas participativas. Uso de powerpoint e de vídeos. 2º Módulo foco na dimensão prática: partilha de experiências e metodologias; partilha de recursos digitais pré-selecionados; trabalho de grupo (assíncrono) e apresentação oral do mesmo para a turma (síncrono) Sessão de Fecho - apresentações orais individuais dos conteúdos da reflexão crítica redigida por cada formando (expectativas e balanço da formação, impacto previsto da mesma na prática pedagógica com exemplos concretos, etc), reflexão crítica que deverá também ser submetida em formato escrito (via Moodle, Teams, email ou pasta do Google Drive).
Avaliação
A avaliação individual dos formandos decorre em conformidade com o Regime Jurídico da Formação Contínua e terá em conta os seguintes itens: 1- A avaliação da Participação, incluindo esta a) a pertinência e qualidade das intervenções ao longo de toda a formação b) a participação num trabalho de grupo a realizar durante uma das sessões, e a ser apresentado oralmente. 2- A redacção de uma Reflexão Crítica que deverá ser exposta oralmente na última sessão, demonstrando a autenticidade individual das aprendizagens, reflexões e aplicações pedagógicas que o formando perspetiva incluir na sua prática docente.
Bibliografia
VÁRIOS AUTORES, Tudo o que eu quero - Artistas Portuguesas de 1900 e 2020, Fundação Calouste Gulbenkian e Imprensa Nacional Casa da Moeda, 2021ADICHIE, Chimamanda Ngozi, Todos devemos ser feministas, Lisboa: Publicações D.QuixoteGARBER, Elizabeth. Teaching about Gender Issues in the Art Education Classroom: Myra Sadker, Studies in Art Education, Janeiro 2003MACNEILL, Kate, Amanda Coles, Jordan Beth Vincent, Ana Kokkinos e Mira Robertson, Promoting gender equality through the arts and creative industries: a review of case studies and evidence, The University of Melbourne/VicHealth, vichealth.vic.gov.auPINTO, Teresa, Conceição Nogueira, Cristina Vieira, Isabel Silva, Luísa Saavedra, Maria João Silva, Paula Silva, Teresa-Cláudia Tavares e Vasco Prazeres, Guião de Educação: Género e Cidadania, Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género/Presidência do Conselho do Ministros, 2015 https://www.cig.gov.pt/wp-content/uploads/2016/07/3Ciclo_Versao_Digital_FinalR.pdf
Observações
8 JAN 15 JAN 22 JAN 29 JAN 5 FEV 12 FEV 5ªs feiras 18h00-20h30 (TOTAL 15horas)
5ªs-feiras 18h-20h30 8 jan 15 jan 22 jan 29 jan 5 fev 12 fev
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 08-01-2026 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online síncrona |
| 2 | 15-01-2026 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online síncrona |
| 3 | 22-01-2026 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online síncrona |
| 4 | 29-01-2026 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online síncrona |
| 5 | 05-02-2026 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online síncrona |
| 6 | 12-02-2026 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online síncrona |
Formador
Maria Manuela Correia Braga
Destinatários
Professores dos Grupos 200, 240, 300, 400, 410, 600
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 200, 240, 300, 400, 410, 600. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 200, 240, 300, 400, 410, 600.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A escola e as entidades culturais podem ter um papel muito importante na preservação de patrimónios matérias e imateriais, mantendo-os vivos, de forma criativa. Na transição entre a Idade Média e o Mundo Moderno a decoração nas margens da arquitetura ou da talha e dos cadeirais dos coros das igrejas, deixou-nos um legado riquíssimo, mas escondido e ainda hoje esquecido ou relegado para segundo plano. Num mundo que se pretende em maior harmonia, a polissemia desta marginália é particularmente propícia à multidisciplinariedade e ligação a diferentes culturas nelas espelhada. Indo para lá dos espartilhos das catalogações artísticas e arrumações históricas de saberes, propõe-se uma viagem que também saia da escola e procure envolver diferentes agentes culturais e recreativos em torno dos seus mistérios.
Objetivos
Propiciar, aos formandos, informação acerca da função da alteridade nas margens do Património, e do modo como se cruzou com diversos suportes, atividades e saberes. Consciencializar para a importância da preservação de legados e tradições que também fazem parte material e imaterial do Património. Fomentar o espírito crítico e a imaginação dos alunos, através da aplicação, por parte dos formandos, de exemplos dessas práticas marginais onde se demonstra como a Cultura também é e foi no passado, algo muito mais plural e desarrumado. Colocar em diálogo as diferentes gerações; as trocas de tradições e memórias de outros povos, com o objetivo da temática os inspirar à criação de atividades integradoras na escola e na comunidade.
Conteúdos
1- De que se trata quando se fala em figurações decorativas, à margem dos assuntos e lugares principais. Como começaram, como se alteraram e adaptaram a outros contextos e como ressurgiram por outras vias enquadramento histórico, social e artístico, justificativo das mutações operadas. Do Oriente para o Ocidente: os antecedentes de fábulas, histórias, lendas e representações de bestiário entre o real e o fantástico. Sua migração e para o Ocidente e disseminação nos mais variados suportes e objetos 2- A complexidade das mentalidades e poderes, num mundo em que o cristianismo se misturava com as tradições pagãs. As práticas artísticas e tradições populares na confluência entre o sagrado e o profano, o erudito e o popular, ao longo da Idade Média e alvores do Mundo Moderno. 3- Desenvolvimento destas tradições e da sátira do mundo-às-avessas, nas mísulas, capiteis, gárgulas ou cachorrada da arquitetura civil e religiosa. O mundo escondido dos cadeirais de coro e suas misericórdias. Em que consistiu, para que servia, como permaneceram decorações transgressoras e satíricas em locais de culto. Vias de crítica e outras de permissividade cultural e artesanal ao longo da Idade Média. (Exploração de casos concretos no nosso país, acompanhados de recolhas de provérbios populares). 4- O fascínio pelo exotismo num mundo que oscilava entre o velho e o novo; o mito e a verificação experimental. Viagens das formas e da linguagem decorativa e ornamental e viagens de navegação- da tradição internacionalizada na Europa, às especificidades e aclimatações operadas no nosso território por artífices itinerantes, em particular no período do manuelino. Selvagens na Corte; Judengas nas procissões; folguedos no terreiro; a inclusão das minorias mouras e judias nas festas da corte e nas tradições pagãs e outras no próprio adro das igrejas, a que os clérigos também aderiam. Memórias na ourivesaria, na tapeçaria e gravuras, na talha e na pedra e sua continuação nos autos teatrais. Migrações e ramificações em tradições que ainda perduram. Exemplos científicos e lúdicos das cartas que chovem do céu em diálogos régios com raças fantásticas, à da biologia, medicina, geografia e cartografia; autos teatrais, citações populares, danças, cantares e instrumentos musicais. 5- Desenvolvimento do gosto classicista e de uma estética de decoro que tende a substituir por grotescos as antigas figurações mais naturalistas ou indisciplinadas, num momento reformista e moralizador da própria Igreja. As especificidades do caso português onde as modas chegavam tarde e se abastardavam e tinham tão livre curso quanto a sua replicação por toda a parte. Entender como esta tradição decorativa foi mudando até desaparecer e muitos exemplares mais satíricos e libertinos terem sido retirados; outros destruídos e mesmo o que sobrou ainda permanecer culturalmente muito esquecido. 6- Permanências em citações de Caprichos e Disparates (Goya), revivalismos nas tradições da gravura e da azulejaria portuguesa, narrativas na literatura de cordel e tratado setecentista de medicina.
Metodologias
Discussões e partilha de experiências entre participantes ao longo da temática abordada. Aplicação de ações simples na sala de aula, mediante a diversidade dos saberes abordados e, de acordo com a sua pertinência no respetivo grupo e grau de ensino. Ex: observação de elementos decorativos locais; recolha de ditados populares; análise de autos teatrais; observação de exemplos na cartografia da época; enquadramento na doutrina e filosofia medieval e renascentista; aplicação na História coeva ao tema da formação.
Avaliação
Em conformidade com o Despacho nº4 59/2015, a avaliação dos formandos é expressa numa classificação quantitativa na escala de 1 a 10 valores, tendo como referente as seguintes menções: * Excelente de 9 a 10 valores; * Muito Bom de 8 a 8,9 valores; * Bom de 6,5 a 7,9 valores; * Regular de 5 a 6,4 valores; * Insuficiente de 1 a 4,9 valores. A realização de um trabalho individual, sob forma escrita baseado nas temáticas abordadas nas sessões de trabalho com a formadora acrescido de uma breve reflexão sobre o impacto da ação na atividade profissional do docente, com ponderação de 60%. A participação nas sessões será valorizada tendo por base o empenho e a motivação dos formandos ao longo dos diversos módulos, especialmente na participação de fóruns online ao longo das sessões registadas através de uma grelha de observação com a ponderação de 40%.
Bibliografia
BALTRUSAITIS, Jürguis, 1994, La Edad Media fantástica. Antigüedades y exotismo en el arte gótico, Madrid, Ed. Cátedra. BRAGA, Maria Manuela Correia 1997, Os cadeirais de coro no final da Idade Média em Portugal, Lisboa, (dactilografado), (dissertação de Mestrado em História da Arte pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa). BRAGA, Maria Manuela, 2005, A marginalia satírica no cadeirais do mosteiro de Santa Cruz de Coimbra e Sé do Funchal, Medievalista, Em linha], Nº 1( 2005). KRAUSS, Dorothy et Henry, 1987, Le monde cache des míséricordes, suivi de répertoire de 400 stalles d'église en France. Paris, Editions de LAmateur. PEREIRA, Paulo, 1990, A Obra Silvestre e a Esfera do Rei: Iconologia da Arquitectura Manuelina na Grande Estremadura, Coimbra, Instituto de História da Arte, FLUC.
Observações
8 janeiro - 3 horas 17h30-20h30 (online) 22 janeiro - 3 horas 17h30 -20h30 (online) 5 fevereiro - 3 horas e 30 minutos - 17h30- 21h00 (online) 12 fevereiro - 3 horas e 30 minutos - 17h30- 21h00 ( online) 19 fevereiro - 3 horas e 30 minutos - 17h30-21h00 ( online) 20 fevereiro - 3 horas e 30 minutos - 17h30 -21h00 ( online) 26 fevereiro - 3 horas e 30 minutos - 17h30 - 21h00 ( online) 5 março - 3 horas e 30 minutos - 17h30 - 21h00 ( online) 12 março - 3 horas - 17h30 - 20h30 ( online) 19 março - 3 horas - 17h30 - 20h30 ( online) 24 março - 3 horas - 17h30 -20h30 (online) 26 março - 4 horas - 17h30 - 21h30 (online)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 08-01-2026 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 22-01-2026 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 05-02-2026 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 12-02-2026 (Quinta-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Presencial |
| 5 | 19-02-2026 (Quinta-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Presencial |
| 6 | 26-02-2026 (Quinta-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Presencial |
| 7 | 05-03-2026 (Quinta-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Presencial |
| 8 | 12-03-2026 (Quinta-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Presencial |
| 9 | 19-03-2026 (Quinta-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Presencial |
| 10 | 24-03-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Presencial |
| 11 | 26-03-2026 (Quinta-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Presencial |
Formador
Fátima Marques Candeias
Susana Marina Francisco Gonçalves Ferreira
Destinatários
Educadores de Infância
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Ria Formosa
Enquadramento
Propõe-se pensar e operacionalizar a matemática, na educação pré-escolar, tendo em consideração o preâmbulo das Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar: tendo a matemática um papel essencial na estruturação do pensamento, e dada a sua importância para a vida do dia a dia e para as aprendizagens futuras, o acesso a esta linguagem e a construção de conceitos matemáticos e relações entre eles são fundamentais para a criança dar sentido, conhecer e representar o mundo. (OCEPE, p.6). De acordo com o citado, é evidente a pertinência e importância desta ação no percurso profissional dos docentes.
Objetivos
Pretende-se que os docentes reconheçam a importância da intencionalidade educativa continuada, sistemática e coerente, no desenvolvimento dos conceitos matemáticos; Capacitar os docentes para envolver as crianças na descoberta da matemática inserida no quotidiano, Refletir sobre as implicações na prática educativa da representação e comunicação do pensamento matemático; Reconhecer o lúdico na aprendizagem da matemática; Promover o envolvimento das famílias na construção de conceitos matemáticos.
Conteúdos
Números e operações, Organização e tratamento de dados, Geometria e medida, Interesse e curiosidade pela matemática
Avaliação
Para além do cumprimento das determinações legais, a avaliação dos formandos será formalizada numa escala de 1 a 10 valores de acordo com as cartas circulares 3/2007 e 1/2008 do CCPFC. A aprovação na oficina dependerá da obtenção de classificação igual ou superior a 5 valores e da frequência mínima de 2/3 do total de horas conjuntas. - Participação cooperativa nas sessões; - Questionário aos formandos; - Relatório com evidências da intervenção educativa.
Bibliografia
Castro, J. & Rodrigues, M. (2008). Sentido de número e organização de dados. Lisboa: Ministério da Educação, Direção Geral da Educação.Lopes da Silva, I., Marques, L., Mata, L., & Rosa, M. (2016). Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar. Lisboa: Ministério da Educação, Direção Geral da Educação. http://www.dge.mec.pt/ocepe/sites/default/files/Orientacoes_Curriculares.pdfMata, L. & Pedro, I. (2021) Participação e envolvimento das Famílias construção de parcerias em contexto de educação de infância. Lisboa: Ministério da Educação, Direção Geral da Educação.Mendes, M. & Delgado, C. (2008). Geometria. Lisboa: Ministério da Educação, Direção Geral da Educação.Turrou, A.C., N.C. Johnson, & M.L.Franke.(2021). The Young Child and Mathematics. 3rd ed. Washington, DC: NAEYC
Observações
08 e 22 de Janeiro - 17h às 20h 05 e 19 de Fevereiro - 17h às 20h 05 e 19 de Março - 17h às 20h 16 Abril - 17h às 20h 23 Abril - 16h30 às 20h30
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 08-01-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 22-01-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 05-02-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 19-02-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 05-03-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 19-03-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 16-04-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 8 | 23-04-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 21:00 | 4:00 | Presencial |
Formador
Maria Radich Carrinho
Destinatários
Educadores de Infância e Professores do Ensino Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores do Ensino Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Os profissionais que utilizam a sua Voz como ferramenta de trabalho diariamente e por muitas horas, como os professores, locutores de rádio, jornalistas ou políticos, têm um desgaste rápido da mesma, utilizando-a por vezes de forma errada. Para uma boa protecção e projecção da sua Voz serão recomendadas sempre aulas de Técnica Vocal por forma a adquirir as noções básicas de utilização da Voz, permitindo assim controlá-la e usufruir do seu trabalho comunicando de forma mais eficaz e mais saudável. Estas aulas destinam-se a todos aqueles que queiram aprender e trabalhar um pouco mais sobre a sua Voz falada ou mesmo cantada, desenvolvendo uma percepção espacial através dos sentidos e das emoções.
Objetivos
Compreender o processo da fisiologia vocal Desenvolver capacidades de Preparação Vocal Promover técnicas de Colocação de voz Controlar a Respiração Articular a voz com a respiração Desenvolver a sensibilidade auditiva Relacionar a voz com a postura corporal
Conteúdos
A fisiologia vocal; Noções da colocação correcta da Voz; Técnicas de respiração; Sensibilidade auditiva; Aquecimento vocal, articulação e sua projecção; Linguagem Não verbal
Metodologias
Recorreremos a exercícios de leitura de textos ou canções, permitindo uma consciência e sensibilidade auditiva que nos liberta para o prazer de me ouvir falar ou cantar. As técnicas de respiração e exercícios vocais serão a base para atingir uma maior consciencialização e compreensão para o trabalho da voz quando falamos ou cantamos: as nossas histórias, as nossas canções, as nossas Paisagens Sonoras. Exercícios de aquecimento Vocal - Técnica Vocal - Leitura de textos ou canções aplicando a técnica vocal, começando por uma procura e desinibição pessoal, passando à sua relação com o resto do grupo, exploraremos as potencialidades da voz
Avaliação
A avaliação neste curso de formação é contínua e consiste na realização de trabalhos propostos pela formadora: - Debate e participação ativa nas várias sessões e fases do curso (20%) - Elaboração e apresentação de projeto individual final em suporte fotográfico ou videográfico digital (70%) - Ficha formativa escrita (10%)
Bibliografia
CASTARÈDE. M. (1998). A voz e os seus sortilégios. Lisboa: Editorial CaminhoMONTEIRO, G., O professor, o corpo e a voz; conhecer, praticar e desenvolver, Lisboa: ASARONDELEUX. L. (1997). Trouver sa voix. Paris: Seuil.
Observações
Cronograma: 08/01 e 09/01 - 17h00 às 20h00 10/01 - 9h00 às 13h00 e das 14h00 às 16h00
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 08-01-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 09-01-2026 (Sexta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 10-01-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 4 | 10-01-2026 (Sábado) | 14:00 - 16:00 | 2:00 | Presencial |
Formador
Nídia Amorim
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário, de Educação Especial e do Grupo de Recrutamento 360
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário, de Educação Especial e do Grupo de Recrutamento 360. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O enquadramento legal da Educação Inclusiva constitui um enorme desafio no que respeita a implementação de novas práticas pedagógicas mais inclusivas, bem como de novas metodologias que promovam as aprendizagens de todos os alunos, em sala de aula. Assim, nas escolas, há que criar ambientes seguros e estimulantes, para que o diálogo, a reflexão e a partilha orientem todos os agentes educativos para as mudanças a realizar/implementar. Esta ação de formação procura contribuir para uma reflexão crítica sobre os desafios da diversidade, bem como apoiar a operacionalização de práticas pedagógicas ajustadas para que os alunos sejam melhores aprendentes e o professores melhores ensinantes. Nesta formação, pretende-se abordar, com maior acuidade, as Adaptações Curriculares Não Significativas (ACNS) enquanto medidas de gestão curricular que não comprometem as Aprendizagens Essenciais (AE) previstas nos documentos curriculares. AS ACNS são medidas preventivas cujo objetivo é levar o aluno a desenvolver as competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PASEO). Contudo, quando definem estas medidas, os professores devem ter em conta as necessidades de cada aluno, tendo sempre em vista o seu sucesso educativo.
Objetivos
Objetivo Geral: Produzir Adaptações Curriculares Não Significativas, de forma autónoma. Objetivos Específicos: - Nomear e identificar as características específicas de uma Adaptação Curricular Não Significativa; - Estabelecer relações entre as competências do PASEO, as AE e as respetivas ACNS; - Aplicar os procedimentos aprendidos a casos reais.
Conteúdos
Legislação em vigor relativamente às ACNS 8 horas - Entendimento do contexto legislativo atual; - Princípios envolvidos; - Procedimentos obrigatórios; - Participantes no processo. Construção de ACNS 8 horas - Momentos chave na construção; - Informação relevante para os documentos; - Análise de recursos existentes; - Parcerias a fazer; - Papel da família no processo; - Planeamento e estruturação das ACNS (planificações); - Aprovação dos documentos. Implementação, monitorização e avaliação das ACNS 7 horas - Desenho Universal para a Aprendizagem; - Implementação em contexto de sala de aula; - Monitorização das ACNS; - Momentos de avaliação; - Trabalho de equipa; - Antecipação de dificuldades. - Apresentação de estudos de casos nos diferentes níveis escolares e respetiva reflexão 2 horas
Metodologias
Esta ação de formação, em regime de frequência b-learning, encontra-se organizada entre sessões teóricas síncronas, sessões assíncronas de trabalho autónomo e sessões teórico-práticas presenciais. Ao longo da formação, serão abordados os conteúdos recorrendo a metodologias ativas de ensino e de aprendizagem. Será privilegiado o trabalho em pequeno e grande grupo, com momentos de reflexão e de discussão, restrita e alargada. Nas sessões, serão definidos tempos de partilha e de reflexão em torno das experiências e das práticas dos formandos, devendo a formadora ter um papel ativo na ligação das práticas às políticas educativas de inclusão. Os docentes serão desafiados à revisão das suas práticas pedagógicas de acordo com os referenciais normativos em vigor. Será solicitada a elaboração de um trabalho/reflexão final individual em função dos interesses e preferências dos formandos.
Avaliação
A avaliação de cada formando será realizada sob o princípio da avaliação contínua, tendo em conta os seguintes parâmetros e ponderações: - Participação; - Realização das Tarefas nas Sessões (40%); - Trabalho/Projeto Final; - Reflexão Crítica/Relatório Individual (60%). Certificação: - Aplicação das Escalas Quantitativa (1 a 10 valores) e Qualitativa previstas no ECD e orientações subjacentes. A avaliação inferior a 5 implica a não atribuição de certificado; - Regime de Faltas / Presenças - Assistência a, no mínimo, 2/3 do total das horas de formação.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 54/2018. Presidência do Conselho de Ministros. Diário da República, 1.ª série N.º 129 6 de julho de 2018Despacho n.º 6478/2017. Educação - Gabinete do Secretário de Estado da Educação. Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, Diário da República n.º 143, Série II de 26 de julho de 2017, 15484 15484Pereira, F., Crespo, A., Trindade, A., Cosme, A., Croca, F., Breia, G. & Fernandes, R. (2018). Para uma Educação Inclusiva: Manual de Apoio à Prática. Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação
Observações
07/01 (4ª feira) - 2h30 Assíncrona 08/01 (5ªfeira) - 18h00 às 20h00 (2horas - Síncrona) 12/01 (2ª feira) - 2h30 Assíncrona 14/01 (4ª feira) - 1h30 Assíncrona 15/01 (5ªfeira) - 18h00 às 20h00 (2horas - Síncrona) 19/01 (2ª feira) - 1h30 Assíncrona 21/01 (4ª feira) - 2h00 Assíncrona 22/01 (5ªfeira) - 18h00 às 20h00 (2horas - Síncrona) 26/01 (2ª feira) - 2h00 Assíncrona 28/01 (4ª feira) - 2h00 Assíncrona 29/01 (5ªfeira) - 18h00 às 20h00 (2horas - Síncrona) 02/02 (2ª feira) - 2h00 Assíncrona 05/02 (5ªfeira) - 18h00 às 20h00 (2horas - Síncrona) 21/02 (sábado) - 9h00 às 13h00 e 14h00 às 18h00 (8horas - Presenciais)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 07-01-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 2 | 14-01-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 3 | 21-01-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 4 | 28-01-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 5 | 04-02-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 6 | 20-02-2026 (Sexta-feira) | 10:00 - 18:00 | 8:00 | Presencial |
Formador
Augusto Martins Cerdeira
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Ria Formosa
Enquadramento
A ação alinha-se com as prioridades de transição digital na Educação e com a necessidade de atualização de competências dos profissionais que apoiam os alunos com necessidades diversas, em conformidade com os princípios do Decreto-Lei n.º 54/2018. A emergência da IA representa uma mudança de paradigma para os Técnicos Especializados. Esta formação capacita-os com as competências e o enquadramento ético para integrar a IA na sua prática, otimizando processos de avaliação, personalizando intervenções e promovendo a inclusão, libertando tempo para a intervenção humana qualificada.
Objetivos
Capacitar os técnicos especializados com conhecimentos fundamentais sobre Inteligência Artificial e o seu potencial no contexto educativo. Desenvolver competências práticas na utilização de ferramentas de IA para apoiar a avaliação, a intervenção e a criação de recursos terapêuticos e pedagógicos. Promover a integração de soluções de IA no âmbito da educação inclusiva, para personalizar e garantir a acessibilidade a todos os alunos. Fomentar uma reflexão crítica e eticamente responsável sobre a implementação de IA na prática profissional.
Conteúdos
• Módulo 1: Desmistificar a IA: O Novo Papel do Técnico Especializado (5h) • Módulo 2: A IA na Avaliação e Intervenção Multidisciplinar (5h) • Módulo 3: IA como Aliada da Educação Inclusiva (5h) • Módulo 4: Apoio ao Desenvolvimento de Competências Pessoais e Sociais (5h) • Módulo 5: Ética, Implementação e Projeto Final (5h)
Avaliação
Participação (%) : 70 Assiduidade (%) : 10 Teste escrito / Trabalhos (%) : 20
Bibliografia
• Portugal. Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho. Diário da República n.º 129/2018, Série I. • Direção-Geral da Educação (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa:DGE • Luckin, R. (2018). Machine Learning and Human Intelligence: The Future of Education in the 21st Century. UCL IOE Press. • UNESCO (2023). Guidance for generative AI in education and research. • Redecker, C. (2017). European Framework for the Digital Competence of Educators: DigCompEdu. Publicação da Comissão Europeia.
Observações
Dossier Extra-Candidatura
6, 13, 20, 27 de Janeiro e 03 de Fevereiro - 17h30 às 21h30 (4 horas) 10/02 - 17h30 às 22h30 (5horas)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 06-01-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 21:30 | 4:00 | Presencial |
| 2 | 13-01-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 21:30 | 4:00 | Presencial |
| 3 | 20-01-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 21:30 | 4:00 | Presencial |
| 4 | 27-01-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 21:30 | 4:00 | Presencial |
| 5 | 03-02-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 21:30 | 4:00 | Presencial |
| 6 | 10-02-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 22:30 | 5:00 | Presencial |
Formador
Nídia Amorim
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário, de Educação Especial e do Grupo de Recrutamento 360
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário, de Educação Especial e do Grupo de Recrutamento 360. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O enquadramento legal da Educação Inclusiva constitui um enorme desafio no que respeita a implementação de novas práticas pedagógicas mais inclusivas, bem como de novas metodologias que promovam as aprendizagens de todos os alunos, em sala de aula. Assim, nas escolas, há que criar ambientes seguros e estimulantes, para que o diálogo, a reflexão e a partilha orientem todos os agentes educativos para as mudanças a realizar/implementar. Esta ação de formação procura contribuir para uma reflexão crítica sobre os desafios da diversidade, bem como apoiar a operacionalização de práticas pedagógicas ajustadas para que os alunos sejam melhores aprendentes e o professores melhores ensinantes. Nesta formação, pretende-se abordar, com maior acuidade, as Adaptações Curriculares Não Significativas (ACNS) enquanto medidas de gestão curricular que não comprometem as Aprendizagens Essenciais (AE) previstas nos documentos curriculares. AS ACNS são medidas preventivas cujo objetivo é levar o aluno a desenvolver as competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PASEO). Contudo, quando definem estas medidas, os professores devem ter em conta as necessidades de cada aluno, tendo sempre em vista o seu sucesso educativo.
Objetivos
Objetivo Geral: Produzir Adaptações Curriculares Não Significativas, de forma autónoma. Objetivos Específicos: - Nomear e identificar as características específicas de uma Adaptação Curricular Não Significativa; - Estabelecer relações entre as competências do PASEO, as AE e as respetivas ACNS; - Aplicar os procedimentos aprendidos a casos reais.
Conteúdos
Legislação em vigor relativamente às ACNS 8 horas - Entendimento do contexto legislativo atual; - Princípios envolvidos; - Procedimentos obrigatórios; - Participantes no processo. Construção de ACNS 8 horas - Momentos chave na construção; - Informação relevante para os documentos; - Análise de recursos existentes; - Parcerias a fazer; - Papel da família no processo; - Planeamento e estruturação das ACNS (planificações); - Aprovação dos documentos. Implementação, monitorização e avaliação das ACNS 7 horas - Desenho Universal para a Aprendizagem; - Implementação em contexto de sala de aula; - Monitorização das ACNS; - Momentos de avaliação; - Trabalho de equipa; - Antecipação de dificuldades. - Apresentação de estudos de casos nos diferentes níveis escolares e respetiva reflexão 2 horas
Metodologias
Esta ação de formação, em regime de frequência b-learning, encontra-se organizada entre sessões teóricas síncronas, sessões assíncronas de trabalho autónomo e sessões teórico-práticas presenciais. Ao longo da formação, serão abordados os conteúdos recorrendo a metodologias ativas de ensino e de aprendizagem. Será privilegiado o trabalho em pequeno e grande grupo, com momentos de reflexão e de discussão, restrita e alargada. Nas sessões, serão definidos tempos de partilha e de reflexão em torno das experiências e das práticas dos formandos, devendo a formadora ter um papel ativo na ligação das práticas às políticas educativas de inclusão. Os docentes serão desafiados à revisão das suas práticas pedagógicas de acordo com os referenciais normativos em vigor. Será solicitada a elaboração de um trabalho/reflexão final individual em função dos interesses e preferências dos formandos.
Avaliação
A avaliação de cada formando será realizada sob o princípio da avaliação contínua, tendo em conta os seguintes parâmetros e ponderações: - Participação; - Realização das Tarefas nas Sessões (40%); - Trabalho/Projeto Final; - Reflexão Crítica/Relatório Individual (60%). Certificação: - Aplicação das Escalas Quantitativa (1 a 10 valores) e Qualitativa previstas no ECD e orientações subjacentes. A avaliação inferior a 5 implica a não atribuição de certificado; - Regime de Faltas / Presenças - Assistência a, no mínimo, 2/3 do total das horas de formação.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 54/2018. Presidência do Conselho de Ministros. Diário da República, 1.ª série N.º 129 6 de julho de 2018Despacho n.º 6478/2017. Educação - Gabinete do Secretário de Estado da Educação. Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, Diário da República n.º 143, Série II de 26 de julho de 2017, 15484 15484Pereira, F., Crespo, A., Trindade, A., Cosme, A., Croca, F., Breia, G. & Fernandes, R. (2018). Para uma Educação Inclusiva: Manual de Apoio à Prática. Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação
Observações
06/01 (3ªfeira) - 18h00 às 20h00 (2horas - Síncrona) 07/01 (4ª feira) - 2h30 Assíncrona 12/01 (2ª feira) - 2h30 Assíncrona 13/01 (3ªfeira) - 18h00 às 20h00 (2horas - Síncrona) 14/01 (4ª feira) - 1h30 Assíncrona 19/01 (2ª feira) - 1h30 Assíncrona 20/01 (3ªfeira) - 18h00 às 20h00 (2horas - Síncrona) 21/01 (4ª feira) - 2h00 Assíncrona 26/01 (2ª feira) - 2h00 Assíncrona 27/01 (3ªfeira) - 18h00 às 20h00 (2horas - Síncrona) 28/01 (4ª feira) - 2h00 Assíncrona 02/02 (2ª feira) - 2h00 Assíncrona 03/02 (3ªfeira) - 18h00 às 20h00 (2horas - Síncrona) 21/02 (sábado) - 9h00 às 13h00 e 14h00 às 18h00 (8horas - Presenciais)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 06-01-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 2 | 13-01-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 3 | 20-01-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 4 | 27-01-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 5 | 03-02-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 6 | 21-02-2026 (Sábado) | 10:00 - 18:00 | 8:00 | Online síncrona |
Formador
Maria João de Magalhães Seruca de Oliveira
Destinatários
Professores do Grupo 550
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 550. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
É fundamental que os docentes adquiram competências que lhes permitam explorar o potencial do CTE Digital (Centro Tecnológico Especializado Digital). Esta ação de formação reforça as competências técnicas dos docentes e promove a integração de metodologias inovadoras no ensino, através da utilização qualificada dos equipamentos e espaços disponíveis. Alinha-se com o plano de atividades do AEJD (Agrupamento de Escolas João de Deus em Faro), ao valorizar práticas pedagógicas mais criativas e eficazes, potenciando aprendizagens significativas e o desenvolvimento de competências essenciais nos alunos.
Objetivos
Esta ação de formação pretende capacitar os utilizadores finais (docentes) para a operação eficaz, segura e autónoma de todos os equipamentos fornecidos, assegurando a maximização do seu potencial e a longevidade dos sistemas instalados. Pretende-se que utilizem o estúdio de vídeo e de gravação áudio com segurança, competência técnica e abordagem pedagógica. São objetivos específicos: Familiarizar os docentes com os equipamentos disponíveis nos CTE Digital, compreendendo a sua funcionalidade e potencialidades. Identificar e aplicar as regras de segurança na utilização dos estúdios de vídeo e áudio. Promover boas práticas de utilização técnica e pedagógica dos recursos audiovisuais. Desenvolver competências práticas de gravação em diferentes formatos (entrevista, exposição de conteúdos, tutorial). Executar produções audiovisuais com recurso a realização multicâmera. Utilizar de forma autónoma os equipamentos de transmissão em streaming. Produzir, gravar e editar conteúdos sonoros de forma eficaz.
Conteúdos
Apresentação e manuseamento de equipamentos CTE Digital; normas de segurança; boas práticas técnicas e pedagógicas; gravação de entrevistas, tutoriais e conteúdos; realização multicâmara; streaming; gravação e edição de áudio. Divididos por áreas técnicas, com sessões práticas e teóricas: A. Vídeo Profissional Introdução ao sistema de câmaras e régie Operação de câmaras (incluindo menus, exposição, foco, formatos) Controlo de imagem (CCU, correção de cor ao vivo) Utilização da régie de vídeo (mistura, transições, sobreposição de gráficos) Gravação e streaming B. Áudio Funcionamento de microfones e captação sonora Mesa de mistura: routing, equalização, compressão Técnicas de gravação e mistura ao vivo Interligação com sistema de vídeo C. Iluminação para Estúdio Fundamentos de iluminação para vídeo e fotografia Configuração e controlo de projetores LED Criação de ambientes e cenas de luz para diferentes tipos de gravação D. Fotografia Operação de câmaras fotográficas DSLR/mirrorless Objetivas, modos de exposição, balanço de brancos Iluminação em estúdio para fotografia
Metodologias
Presencial: Metodologias da ação Presencial As sessões presenciais destinam-se à exploração do equipamento do CTE Digital e à reflexão sobre a articulação entre as diferentes áreas de competência, promovendo uma abordagem integrada. Incluem a realização de atividades práticas de partilha e experimentação, num ambiente colaborativo que favorece a cooperação, a troca de experiências e a construção conjunta do conhecimento. Pretende-se a realização de sessões práticas com o equipamento real instalado, nomeadamente: Gravação das sessões remotas para consulta futura; Exercícios e simulações de produção em estúdio; Sessão final de esclarecimento de dúvidas e boas práticas. Trabalho Autónomo: O trabalho autónomo visa a consolidação dos conteúdos abordados nas sessões presenciais, privilegiando a experimentação prática e a aplicação das aprendizagens em contextos reais de ensino. Inclui a exploração individual do equipamento do CTE Digital, a realização de tarefas propostas pelos formadores, a pesquisa e seleção de recursos digitais e a elaboração de materiais pedagógicos que promovam a integração das tecnologias nas diferentes áreas de competência. Este trabalho incentiva ainda a autorregulação, a reflexão crítica e a partilha de experiências em ambiente colaborativo.
Avaliação
Para além do cumprimento das disposições legais em vigor, a avaliação dos formandos será realizada de acordo com as Cartas Circulares n.º 3/2007 e n.º 1/2008 do CCPFC, sendo formalizada numa escala de 1 a 10 valores. Serão considerados critérios como: assiduidade, participação nas sessões, realização das tarefas propostas, qualidade das produções individuais e/ou em grupo e a capacidade de aplicação prática dos conhecimentos adquiridos. A aprovação na ação depende da obtenção de uma classificação mínima de 5 valores e da frequência de, pelo menos, 2/3 do total de horas da formação.
Bibliografia
1. Direção-Geral da Educação (2021). Plano de Ação para o Desenvolvimento Digital das Escolas (PADDE). Lisboa: Ministério da Educação. [Disponível em: https://padde.dge.mec.pt]2. European Commission (2020). Digital Education Action Plan (20212027): Resetting education and training for the digital age. Brussels: European Union.3. Redecker, C., & Punie, Y. (2017). European Framework for the Digital Competence of Educators: DigCompEdu. Luxembourg: Publications Office of the European Union4. Prensky, M. (2010). Teaching Digital Natives: Partnering for Real Learning. Thousand Oaks, CA: Corwin Press.5. Selwyn, N. (2016). Education and Technology: Key Issues and Debates. 2ª edição. London: Bloomsbury Academic.
Observações
05/01 (18h30 às 21h30) 06/01 (18h30 às 21h30) 07/01 (18h30 às 21h30) 08/01 (18h30 às 21h30) 09/01 (18h30 às 21h30) 12/01 (18h30 às 21h30) 13/01 (18h30 às 21h30) 14/01 (17h30 às 21h30)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 05-01-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 21:30 | 4:00 | Presencial |
| 2 | 06-01-2026 (Terça-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 07-01-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 08-01-2026 (Quinta-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 09-01-2026 (Sexta-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 12-01-2026 (Segunda-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 13-01-2026 (Terça-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Presencial |
| 8 | 14-01-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Luis Correia Carmelo
Destinatários
Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Ria Formosa
Enquadramento
As narrativas, presentes em livros, media, filmes, jogos ou tradições orais, transmitem valores, estereótipos, papéis sociais e modelos de comportamento que moldam percepções e identidades.
Objetivos
Esta oficina pretende oferecer exercícios e estratégias práticas que permitam aos profissionais explorar com os jovens estas narrativas, refletindo sobre a equidade, a representatividade e os padrões culturais inerentes através de uma análise crítica e participativa.
Conteúdos
Introdução a conceitos e abordagens sobre género nas narrativas culturais. Exploração do impacto dos estereótipos e dos modelos culturais na percepção e desenvolvimento identitário dos jovens. Estratégias e exercícios práticos para trabalhar estes temas em dinâmicas participativas que promovem a reflexão crítica e o debate sobre valores, equidade e representatividade. Métodos de facilitação que permitem aplicar os conceitos teóricos em contextos educativos e de intervenção com a juventude.
Observações
Professores do 3.º ciclo e do ensino secundário, em particular, mas não exclusivamente, docentes de Cidadania e Desenvolvimento, História, Filosofia, Línguas, Expressões e outras áreas das Humanidades, bem como mediadores e educadores da juventude.
Professores do 3.º ciclo e do ensino secundário, em particular, mas não exclusivamente, docentes de Cidadania e Desenvolvimento, História, Filosofia, Línguas, Expressões e outras áreas das Humanidades, bem como mediadores e educadores da juventude.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 03-12-2025 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Aliny Lamoglia
Destinatários
TSP - Técnico superior-psicólogo
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Ria Formosa
Enquadramento
Esta ação se enquadra no plano de atividade do Centro de Formação. O seu contributo será um facilitador para a promoção da saúde mental na comunidade educativa. Considera-se tratar-se de uma ação inovadora, tendo em conta a sua especificidade e o público a que se destina . Considera-se que esta ação é importante para este público, atendendo ao papel direto/ativo/relevante que estes profissionais apresentam junto das crianças e respetivas famílias, sendo também um importante contributo para a Educação Inclusiva. Através desta ação iremos contribuir para dotar os destinatários de conhecimento específico sobre formas de OBSERVAR O COMPORTAMENTO DAS CRIANÇAS PEQUENAS. Deste modo estamos a contribuir para melhor identificação e gestão de INTERVENÇÕES PRECOCES NA INFÂNCIA, TAIS COMO PRECONIZADAS PELO SISTEMA NACIONAL DE INTERVENÇÃO PRECOCE NA INFÂNCIA (SNIPI). Este tipo de ação reveste-se de grande relevância, na medida em que pretende promover A LITERACIA EM DESENVOLVIMENTO INICIAL E, CONSEQUENTEMENTE, POTENCIAR A INTERVENÇÃO PRECOCE COMO FATOR DE PREVENÇÃO DE AGRAVOS PARA AS CRIANÇAS E PARA AS FAMÍLIAS.
Objetivos
Estudar a constituição psíquica - bases teóricas dos 0 aos 3 anos; Conhecer os biomarcadores do Desenvolvimento Típico para identificá-los nos bebés e crianças; Conhecer o que é a perturbação do Espectro Autismo; Aprender a aplicar instrumentos de rastreio e Conhecer estratégias de intervenção
Conteúdos
O que diz o Interacionismo de Vygotsky Cuidado ao longo da vida da criança Definição de Perturbações do Espectro do Autismo Os Biomarcadores e a Neuroplasticidade. A Intervenção
Observações
2 e 9 de Dezembro - 17h às 20h
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 02-12-2025 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 09-12-2025 (Terça-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Carla Cristina Granadeiro Lima
Sandra Guerreiro Gonçalves Nobre
Guilherme Manuel da Silva Mota
Rui Miguel Barbara Dias
Destinatários
TODOS
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de TODOS. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Ria Formosa/ Agrupamento Tomás Cabreira
Enquadramento
A rápida evolução das tecnologias digitais e, em particular, da Inteligência Artificial (IA), está a transformar profundamente os contextos educativos, os processos de ensino e aprendizagem e o próprio papel do professor. No âmbito do projeto Erasmus “AI tools for VET Schools” desenvolvido pelo Agrupamento de Escolas Tomás Cabreira, em parceria com instituições da Sérvia e da Eslováquia, emergiu a necessidade de disseminar as aprendizagens e boas práticas resultantes deste trabalho colaborativo, reforçando a capacitação dos docentes para uma utilização consciente, ética e pedagógica da IA. Esta ação de formação visa, assim, proporcionar aos professores um espaço de reflexão, experimentação e partilha sobre o potencial educativo das ferramentas de Inteligência Artificial. Pretende-se apoiar os docentes na integração destas tecnologias nas suas práticas diárias, explorando recursos que promovam a personalização da aprendizagem, a inovação pedagógica e a melhoria dos processos de ensino, em alinhamento com as orientações europeias para a educação digital e o desenvolvimento das competências do século XXI.
Objetivos
Promover a literacia digital e a compreensão crítica da Inteligência Artificial no contexto educativo, capacitando os professores para compreenderem os princípios, potencialidades e limitações de algumas ferramentas de IA aplicadas ao ensino e à aprendizagem. Explorar ferramentas práticas de IA aplicáveis à docência, permitindo aos professores experimentar recursos que otimizem o planeamento, a avaliação e a personalização das aprendizagens, de forma ética, criativa e pedagógica. Fomentar uma comunidade de prática e inovação pedagógica, incentivando a partilha de experiências, a reflexão colaborativa e o desenvolvimento de práticas que integrem a IA.
Conteúdos
Inteligência Artificial na Educação Ferramentas de IA aplicadas ao ensino e à aprendizagem Integração pedagógica e inovação educativa com IA
Observações
PASTA 35 - ACD'S
Horário: 17h00-20h00
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 26-11-2025 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
Formador
Carla Cristina Maia de Almeida
Margarida Telmo
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial Concelho de Olhão
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial Concelho de Olhão. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial Concelho de Olhão.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Ria Formosa
Enquadramento
O percurso longo da Literatura para a Infância e Juventude (LIJ) escreve-se paredes-meias com a História da sociedade e da civilização. Nesta oficina pretende-se explorar a evolução da Literatura infantojuvenil, refletir sobre tendências contemporâneas, numa altura em que o mundo se tornou imprevisível e radicalmente interessante.
Conteúdos
Identificar valores culturais enunciados num conjunto previamente selecionado de livros de ficção e não-ficção. Refletir sobre algumas tendências atuais da escrita para os mais novos. Comparar registos discursivos de diferentes épocas. Sistematizar critérios de aferição de qualidade na literatura infantojuvenil. Metodologia: Teórico-prática, assente numa exposição dos temas (manhã), seguida de uma análise de livros que serão debatidos em conjunto (tarde).
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 22-11-2025 (Sábado) | 10:00 - 17:30 | 7:30 | Presencial |
Formador
Carla Filipa Pires Oliveira
Sílvia Isabel Brazão Oliveira Fernandes
Destinatários
Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Ria Formosa
Enquadramento
A crescente valorização do Ensino Profissional no sistema educativo português exige uma transformação profunda nas práticas pedagógicas e avaliativas dos docentes que nele atuam ou que transitaram de percursos científico-humanísticos. Esta mudança não se limita a uma alteração de conteúdos ou metodologias, implica, sobretudo, uma nova abordagem centrada no desenvolvimento de competências, na ligação com o mundo do trabalho e na construção de percursos formativos mais contextualizados e aplicados. Esta ACD surge, assim, como uma resposta formativa pertinente e oportuna aos desafios atuais enfrentados pelos professores. A passagem de um modelo predominantemente teórico e disciplinar para um modelo mais prático, integrado e centrado no aluno exige uma reflexão crítica sobre o papel do docente, bem como o desenvolvimento de novas competências pedagógicas e avaliativas. Ao promover a compreensão das especificidades estruturais, curriculares e pedagógicas do Ensino Profissional, este curso pretende apoiar os docentes na sua adaptação metodológica, através da exploração de metodologias ativas, ensino por competências e estratégias de avaliação diferenciadas. Para além disso, a formação valoriza a partilha de boas práticas e a articulação com contextos reais de trabalho, fundamentais para uma formação de qualidade e alinhada com as exigências do perfil do aluno à saída da escolaridade obrigatória. Neste contexto, o curso contribui para a valorização e eficácia da prática docente, promovendo uma abordagem educativa mais flexível, inovadora e significativa para os alunos do Ensino Profissional.
Objetivos
OBJETIVOS GERAIS: Refletir sobre as diferenças estruturais, pedagógicas e curriculares entre o ensino científico-humanístico e o ensino profissional. Identificar os principais desafios enfrentados pelos docentes na transição entre os dois tipos de ensino. Promover a adaptação de metodologias de ensino centradas no aluno e contextualizadas à realidade do Ensino Profissional. Sensibilizar para possíveis estratégias de avaliação formativa e diferenciada adequadas aos perfis e objetivos dos alunos do Ensino Profissional. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Compreender as finalidades e o perfil do aluno do Ensino Profissional. Adaptar práticas pedagógicas e metodológicas à natureza mais prática e aplicada deste tipo de ensino. Desenvolver instrumentos de avaliação mais contextualizados, diversificados e orientados para competências. Fomentar o trabalho interdisciplinar e em articulação com o mundo do trabalho.
Conteúdos
1. Enquadramento e fundamentos Diferenças estruturais entre o Ensino Científico-Humanístico e o Ensino Profissional. Perfil do aluno e finalidades de cada percurso. Referenciais legais e curriculares. 2. Adaptação metodológica Metodologias ativas no Ensino Profissional (aprendizagem baseada em projetos, estudos de caso, simulação, etc.). Contextualização dos conteúdos à realidade profissional. Ensino por competências e a articulação teoria-prática. 3. Avaliação no Ensino Profissional Avaliação contínua e formativa: critérios, instrumentos e práticas. Portefólio, rubricas, autoavaliação e heteroavaliação. Avaliação em contexto de estágio e formação em contexto de trabalho (FCT). 4. Experiências e práticas pedagógicas Estudo de casos de boas práticas. Partilha de experiências entre docentes. Desenvolvimento de propostas didático-pedagógicas adaptadas ao Ensino Profissional.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 20-11-2025 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Pedro Nuno Navalho de Moura
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular (PAFC) e a publicação do Decreto-Lei n.º 54/2018 e do DecretoLei n.º 55/2018, de 6 de julho introduzem alterações significativas sobre a forma como se ensina/aprende, sendo que as mudanças exigidas ao nível da prática pedagógica implicam também que se fomente a utilização de recursos digitais de forma reflexiva e pedagógica e uma reflexão sobre a forma como se implementa a avaliação. A avaliação digital poderá permitir o aperfeiçoamento dos desempenhos, a reformulação dos percursos, a diferenciação pedagógica, que irão contribuir efetivamente para a melhoria do sucesso escolar dos nossos alunos.
Objetivos
- Refletir sobre os princípios orientadores e as finalidades da avaliação relacionando-os com a utilização de recursos digitais; - Sensibilizar para relevância da avaliação formativa digital enquanto processo facilitador da regulação do ensino e das aprendizagens; - Reconhecer o caráter contínuo e sistemático dos processos da avaliação formativa, incorporando as TIC como forma de organização da informação; - Aprofundar os conhecimentos sobre métodos, técnicas e instrumentos de recolha com recurso às TIC; - Contribuir para a melhoria da qualidade da prática pedagógica no âmbito da respetiva avaliação; - Melhorar o desenvolvimento das aprendizagens dos alunos.
Conteúdos
Introdução ao Excel Como criar regras para aplicação de Formatação Condicional consoante o valor devolvido por uma célula. Trabalhar com Validação de Dados Aplicação de filtros como forma de poder analisar, mais facilmente, a informação de uma tabela. Como proteger células ou uma folha de cálculo de serem alteradas por terceiros criação de palavras passe. Introdução e edição de gráficos. - Como criar tabelas com vista à sua utilização para introduzir elementos de avaliação: Criar tabela de correção de fichas de avaliação
Metodologias
Formação decorrerá em regime presencial e terá a duração de 15horas, com uma distribuição de 3h por cada sessão de formação. O trabalho centrar-se-á na construção de instrumentos de avaliação com recurso às TIC.
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua: Avaliação individual contínua: participação/contributos Avaliação da pertinência e qualidade da participação dos formandos
Bibliografia
Marques, Paulo Capela e Costa, Nuno (2014). FUNDAMENTAL DO EXCEL 2013, FCAMarques, Paulo Capela (2011). Exercícios de Excel 2010, FCA.Sousa, Sérgio e Sousa, Maria José (2011). Microsoft Office 2010 Para Todos Nós, FCA
Observações
PASTA 3 - Algarve 2030 - T1 PASTA 9 - Algarve 2030 - T2 PASTA 12 - Algarve 2030 - T3
1 12-11-2025 18h00 3 Presencial 2 13-11-2025 18h00 3 Presencial 3 19-11-2025 18h00 3 Presencial 4 20-11-2025 18h00 3 Presencial 5 26-11-2025 18h00 3 Presencial
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 12-11-2025 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 13-11-2025 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 19-11-2025 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 20-11-2025 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 26-11-2025 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Elisete Duarte dos Santos
Destinatários
Educadores de Infância; Professores do 1º Ciclo;
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Ria Formosa
Enquadramento
“O Jogo pode e deve desempenhar um papel muito importante no contexto do desenvolvimento da criança. Que sejam devolvidos às crianças de hoje e de amanhã, os jogos das crianças de ontem e que são parte integrante da nossa cultura.” Os serviços de Museu Municipal de Olhão e de Juventude, do Município de Olhão, em parceria com o professor João Caldeira Romão propõem a dinamização da presente ACD, considerando a atual conjetura relativa às necessidades prementes de estimular nas crianças a brincadeira, o faz de conta, a imaginação, assim como, a própria motricidade e as relações de equipa. Pretende-se ainda estimular a dinamização dos jogos tradicionais, junto das nossas crianças, de forma a, não só perpetuar memórias, mas também, preservar o nosso património imaterial.
Objetivos
- Incentivar a realização de jogos tradicionais junto das crianças e jovens de forma a promover o desenvolvimento das habilidades motoras fundamentais; - Desenvolver o gosto pelos jogos em grupo, que promovam o movimento, a criatividade e o espírito de equipa; - Relembrar a necessidade de se realizar, com as crianças, os diversos tipos de jogos: jogo simbólico, jogo com objetos, jogo social e o jogo de atividade física.
Conteúdos
Teoria: - Importância do jogo no desenvolvimento das habilidades motoras fundamentais; - Características gerais do desenvolvimento da criança; - Habilidades básicas de estabilização fundamentais. Prática: - Realização de alguns jogos tradicionais.
Observações
Local de realização : Casa Municipal da Juventude de Olhão - Hugo Charrão Horário : 17h00 às 20h00
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 12-11-2025 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 14-11-2025 (Sexta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
M Gabriela Velasquez
Verónica Adão Gomes
Destinatários
Professores do 1º Ciclo;
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Ria Formosa
Enquadramento
Atendendo à recente proposta do Ministério da Educação para a avaliação da fluência de leitura de todos os alunos do 2.º ano de escolaridade, torna-se necessário que os professores do 1.º ciclo aprofundem os seus conhecimentos sobre esta temática.
Objetivos
Dotar os professores do 1º ciclo do conhecimento técnico necessário para avaliar e intervir na área da fluência leitora dos seus alunos.
Conteúdos
Conceito de fluência de leitura- velocidade, precisão e prosódia. Relevância da fluência para a competência leitora- consolidação dos processos automáticos como condição necessária para a leitura. Avaliação da fluência de leitura- instrumentos de avaliação e normas internacionais. Estratégias para o ensino da fluência de leitura- sugestões de atividades em grande grupo, em pequeno grupo e em contexto individual.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 11-11-2025 (Terça-feira) | 17:30 - 19:30 | 2:00 | Online síncrona |
| 2 | 18-11-2025 (Terça-feira) | 17:30 - 19:30 | 2:00 | Presencial |
Formador
Anabela Gonçalves de Moura Baptista
Ana Carolina Ferreira da Cruz
Maria João Filipe
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Com o crescimento da importância dos media, nomeadamente digitais, na vida atual, tornaram-se imprescindíveis a literacia mediática e a literacia da informação, competências conjuntas a que se tem dado grande destaque quer em Portugal, quer internacionalmente. Consciente dessa imprescindibilidade, a Rede de Bibliotecas Escolares (RBE) tem publicado materiais de apoio para as bibliotecas trabalharem estas literacias, assim como, de forma transversal, a literacia digital. Iniciado este trabalho há vários anos, revela-se necessário que este assuma agora um caráter mais articulado, abrangente e contínuo, suportado por programas especificamente dedicados. Com o objetivo de promover e apoiar a criação e a implementação destes programas pelas escolas, os quais devem mobilizar os conhecimentos e capacidades, atitudes e valores no âmbito das literacias dos Media e da Informação, a RBE lançou a candidatura ProLiteracias: Media e Informação com a Biblioteca Escolar, programa posteriormente incluído no Plano Nacional de Literacia Mediática. Importa agora consolidar, através do presente curso de formação, as competências dos docentes que vão implementar estes programas nas escolas, sejam os professores bibliotecários, os docentes da equipa ou os docentes em geral, uma vez que este trabalho tem, necessariamente, de ser desenvolvido em colaboração.
Objetivos
- Melhorar as competências dos formandos no ensino integrado das literacias digital, dos media e da informação. - Reforçar o trabalho colaborativo entre o professor bibliotecário e os docentes das diferentes áreas curriculares, com a implementação de metodologias ativas de ensino/ aprendizagem. - Dotar os formandos das competências necessárias para (re)desenhar, implementar e avaliar programas de literacias dos media e da informação nas suas escolas.
Conteúdos
Módulo 1 2 horas síncronas e 4 horas assíncronas 1. Literacia Mediática e da Informação: conceitos, relevância e referenciais; 2. Proliteracias: elaboração/ reelaboração de programas de literacia princípios gerais, pressupostos metodológicos, sustentabilidade, monitorização e divulgação. Módulo 2 6 horas síncronas (3 horas + 3 horas) 1. Literacia da informação: definição do tema e de perguntas de pesquisa; fontes de informação; estratégias de pesquisa; desinformação e análise crítica da informação; seleção e registo da informação relevante; tratamento e apresentação da informação; avaliação e questões éticas e legais no uso da informação. 2. Literacia dos media: as linguagens dos media; meios de comunicação social e novos media; desinformação; globalização; privacidade e segurança; participação on-line e liberdade de expressão; inteligência artificial. Módulo 3 3 horas síncronas 1. Apresentação dos programas de literacias de informação e media elaborados/ implementados pelos formandos e reflexão sobre aspetos a manter/ aperfeiçoar.
Metodologias
O curso tem formato e-learning, com a duração de 15 horas, divididas em 11 horas síncronas e 4 assíncronas ao longo de 5 sessões. Em todas as sessões, promover-se-á a reflexão crítica e a discussão, assim como a exploração de recursos disponíveis e a elaboração de cenários de aprendizagem no âmbito das literacias da informação e dos media, em articulação entre a biblioteca e as áreas curriculares.
Avaliação
Avaliação contínua - participação dos formandos nas atividades a desenvolver ao longo das sessões. Avaliação dos trabalhos produzidos pelos formandos individualmente ou em grupo. Relatórios críticos individuais dos formandos. A avaliação dos formandos será´ expressa numa classificação quantitativa na escala de 1 a 10, de acordo com o artigo 4º do Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação, os contributos e o trabalho final elaborado pelos formandos.
Bibliografia
Conde, E., Mendinhos, I. & Correia, Paula (Coord.) (2017). Aprender com a biblioteca escolar. (2.ª ed.). Rede de Bibliotecas Escolares. https://www.rbe.mec.pt/np4/%7B$clientServletPath%7D/?newsId=99&fileName=referencial_2017.pdfMartins, G. (Coord.) (2017). Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória. Ministério da Educação/Direção Geral da Educação. https://dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/perfil_dos_alunos.pdfWilson, C., Grizzle, A., Tuazon, R. Akyempong, K. & Cheung, C. K. (2013). Alfabetização midiática e informacional: Currículo para formação de professores. Unesco. https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000220418Pereira, S., Pinto, M.& Madureira, E. (2023). Referencial de Educação para os Media. Ministério da Educação. https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/referencial-epm-versaoatualizada-12dez2023.pdf
Observações
Dossier Extra Candidatura
05/11 a 13/05
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 05-11-2025 (Quarta-feira) | 17:30 - 18:30 | 1:00 | Online síncrona |
| 2 | 06-11-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 18:30 | 1:00 | Online assíncrona |
| 3 | 12-11-2025 (Quarta-feira) | 17:30 - 18:30 | 1:00 | Online síncrona |
| 4 | 19-11-2025 (Quarta-feira) | 17:30 - 19:00 | 1:30 | Online síncrona |
| 5 | 26-11-2025 (Quarta-feira) | 17:30 - 19:00 | 1:30 | Online síncrona |
| 6 | 27-11-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 18:30 | 1:00 | Online assíncrona |
| 7 | 14-01-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 19:00 | 1:30 | Online síncrona |
| 8 | 21-01-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 19:00 | 1:30 | Online síncrona |
| 9 | 23-02-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 18:30 | 1:00 | Online assíncrona |
| 10 | 27-04-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 18:30 | 1:00 | Online assíncrona |
| 11 | 13-05-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
Formador
Luís Manuel Agostinho Horta
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial a lecionar no Agrupamento de Escolas João da Rosa
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial a lecionar no Agrupamento de Escolas João da Rosa. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Ria Formosa
Enquadramento
Os docentes do agrupamento têm manifestado um interesse crescente em conhecer melhor as potencialidades da inteligência artificial (IA) nas suas práticas pedagógicas. De facto, do levantamento de necessidades realizado no final do ano letivo anterior, resultou a manifestação de um interesse concreto pela IA, por parte de um elevado número de docentes de todos os departamentos. A dinamização desta ação contribuirá para “Melhorar as competências digitais dos professores”, um dos objetivos previstos no PADDE do agrupamento, na dimensão Tecnológica e Digital. Também será um contributo para a consolidação de práticas pedagógicas que promovem o desenvolvimento de competências tais como a autonomia e o pensamento crítico e que respondem à diversidade de ritmos, estilos e necessidades de aprendizagem.
Conteúdos
Explorar as potencialidades desta ferramenta na educação, com exemplos práticos e uma visão sobre as possibilidades futuras da IA no apoio aos professores, abordando: • IA na Educação Moderna • Criar Planos de Aula • Criar Atividades Escolares • Inclusão e Adaptação Pedagógica na Sala de Aula • Diferenciação Pedagógica • Relatórios, Avaliação e Feedback • Desenvolvimento Profissional Contínuo • Extensões do ChatGPT para Professores
Observações
PASTA 34
Presencial - 3 horas – 16:00 / 19:00
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 05-11-2025 (Quarta-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Sónia Isabel de Sousa Coelho Nunes
Heloísa de Sousa Gonçalves Dias
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. De acordo com o artigo 15.º da Portaria n.º 192-A/2015, de 29 de junho, esta ação de formação releva para a progressão da carreira dos professores bibliotecários, incluindo-se na dimensão científica e pedagógica.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Ria Formosa
Enquadramento
O presente workshop surge no sentido de apoiar os professores bibliotecários ( os “guardiões do kit da Saúde das Palavras”), a divulgar e disseminar o projeto da Saúde das Palavras, na dinamização de atividades de literacia com base nos materiais do kit em contexto escolar e comunitário e capacitar os mesmos para a avaliação do impacto das ações realizadas no âmbito da Saúde das Palavras e monitorização da utilização do kit.
Conteúdos
Revisitação dos principais conceitos e metodologias inerentes ao Projeto; Revisitação do Kit e de cada um dos materiais (o que é, como se utiliza, com que objetivos e o potencial de utilização), com especial enfoque nos livros e atividades de literacia; Promoção de atividades com foco no desenvolvimento de competências socio emocionais, alinhadas com as prioridades e o lema transversal das Bibliotecas Escolares – “Conhecer e Conviver: Biblioteca – um espaço de Bem Estar”; Valorização do papel do professor e agente bibliotecário enquanto “guardiões do kit da Saúde das Palavras”, apoiando na dinamização do kit pedagógico e da missão da Saúde das Palavras em contexto escolar e comunitário; Instrumentos para a avaliação e monitorização da utilização do kit e das ações no âmbito da Saúde das Palavras.
Observações
Pasta 34
Horário: 9h30 às 12h30 e 14h30 às 17h30
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 04-11-2025 (Terça-feira) | 09:30 - 16:30 | 7:00 | Presencial |
Formador
Nicola Manuel do Nascimento
Magda Maria Afonso Baptista de Faria Ruivo
Destinatários
Professores dos 1º, 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos 1º, 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A proposta desta ação, totalmente prática e presencial, insere-se de forma estratégica no plano de atividades da entidade proponente, contribuindo para os seguintes objetivos: 1. Capacitação Profissional: Proporcionar formação contínua aos Docentes, capacitando-os para o uso efetivo das ferramentas e recursos digitais disponíveis nos LED. 2. Inovação Pedagógica: Apoiar a implementação de novas práticas pedagógicas para atender às solicitudes da sociedade atual. 3. Inclusão e Equidade Digital: Garantir que todos os alunos tenham acesso às mesmas oportunidades com recurso a soluções digitais acessíveis e inclusivas. 4. Ligação entre Educação e Futuro: Modernizar o ensino e a aprendizagem, contribuindo para a formação de cidadãos preparados para enfrentar novos desafios. Ao desenvolver esta ação, pretende-se reforçar o papel dinamizador de mudança positiva na educação, promovendo o desenvolvimento de competências digitais e a inovação educativa.
Objetivos
Domínio Técnico: Ensinar os Docentes a utilizar as ferramentas e recursos tecnológicos disponíveis nos LED, incluindo softwares, hardwares e plataformas digitais. Inovação Pedagógica: Desenvolver competências para a implementação de metodologias ativas, como aprendizagem baseada em projetos, gamificação e ensino presencial, com suporte das tecnologias digitais. Inclusão e Acessibilidade: Fomentar o uso de práticas educativas inclusivas e acessíveis, com recurso aos LED, para atender às necessidades dos diferentes perfis dos alunos. Colaboração e Criatividade: Incentivar a criação de cenários de aprendizagem nos LED, estimulando a criatividade, a resolução de problemas e o pensamento crítico nos alunos. Sustentabilidade e Eficiência: Promover a utilização sustentável e ética dos recursos tecnológicos nos LED, incentivando práticas responsáveis no uso de tecnologias educativas. Desenvolvimento Contínuo: Apoiar a construção de planos de formação contínua, garantindo a atualização constante dos participantes em relação às inovações tecnológicas e pedagógicas
Conteúdos
1. Introdução aos Laboratórios de Educação Digital (LED) 2. Manuseamento dos Kits 3. Implementação de Aulas com os Kits 4. Gestão e Manutenção dos Kits 5. Aplicação Prática: Criação de cenários de aprendizagem 6. Encerramento e Feedback
Metodologias
1. Metodologia da Aprendizagem Ativa Objetivo: Envolver os formandos no processo de aprendizagem, incentivando-os a aprender fazendo, por meio da utilização direta dos kits no LED 2. Metodologia da Gamificação Objetivo: Envolver os formandos por meio de jogos e desafios, promovendo a aprendizagem de forma divertida e interativa 3. Metodologia da Colaboração Objetivo: Estimular o trabalho em equipa e a colaboração entre os formandos, para que possam aprender com os outros e partilhar experiências sobre a utilização dos kits 4. Metodologia de Ensino Prático Objetivo: Capacitar os formandos por meio da prática intensiva, garantindo que saibam manusear os kits com confiança e habilidade para sua aplicação 5. Metodologia de Feedback Contínuo Objetivo: Proporcionar uma avaliação constante, onde os formandos recebem o retorno sobre seu desempenho e desenvolvimento ao longo da formação. 6. Metodologia da Reflexão Objetivo: Estimular a reflexão sobre o processo de aprendizagem, incentivando os formandos a pensar sobre como utilizar os conhecimentos adquiridos em sua prática educativa.
Avaliação
1. Avaliação Contínua Objetivo: Acompanhar o progresso dos formandos ao longo da ação. 2. Avaliação Prática Objetivo: Avaliar a aplicação prática dos conhecimentos adquiridos, focados no manuseio dos kits e no desenvolvimento de aulas. 3. Avaliação Formativa Objetivo: Avaliar a evolução do formando ao longo da ação, com ênfase no seu desenvolvimento contínuo. 4. Avaliação Final - Projeto do Cenário de Aprendizagem Objetivo: Avaliar a capacidade do formando de aplicar todos os conhecimentos adquiridos durante o curso na criação de um cenário de aprendizagem 5. Feedback Final No final do curso, o formador fornecerá um feedback final individualizado, destacando pontos fortes e áreas de melhoria com base no desempenho durante as atividades práticas, no projeto final, e na participação nas avaliações contínuas. Avaliação Final - Peso das Atividades 1 - Atividades práticas, participação e cumprimento dos prazos: 30% 2 - Qualidade e adequação do projeto, cenário de aprendizagem ou instrumento pedagógico desenvolvido: 50% 3- Apreciação da reflexão crítica individual 20%
Bibliografia
Direção-Geral da Educação (DGE). Laboratórios de Educação Digital (LED): Página Oficial. Disponível em: https://led.dge.medu.pt. Este portal oficial fornece informações detalhadas sobre os objetivos, implementação e recursos relacionados aos LED em Portugal.NAU - Sempre a Aprender. Curso: Laboratórios de Educação Digital: Cenários de Aprendizagem Ativa. Disponível em: https://www.nau.edu.pt/pt/curso/laboratorios-de-educacao-digital-cenarios-de-aprendizagem-ativa. Este curso online aborda os propósitos pedagógicos dos LED e explora cenários de aprendizagem para o desenvolvimento de competências digitais.Pereira, A. S., & Fillol, J. (2020). Educação e Tecnologias Digitais: Teorias, Práticas e Desafios. Lisboa: Edições Sílabo. Este livro discute as teorias e práticas relacionadas com a utilização das tecnologias digitais no contexto educativo, oferecendo uma visão atualizada dos desafios e oportunidades.Silva, B. D., & Gomes, L. M. (2019). Inovação Pedagógica com Tecnologias Digitais. Porto: Porto Editora. A obra apresenta estratégias de inovação pedagógica através do uso de tecnologias digitais, alinhando-se aos objetivos dos LED. Estes recursos proporcionarão uma base sólida para compreender e implementar práticas educativas inovadoras utilizando os Laboratórios de Educação Digital.Barreto, R. G. (2019). Gamificação na educação: Estratégias inovadoras para engajar os alunos. Lisboa: Edições Sílabo. Tem o foco na aplicação da gamificação em contextos educacionais, com exemplos de ferramentas digitais.
Observações
PASTA 11 - Algarve 2030 T1 e T2
4, 6, 11, 18, 25 de novembro 2,9,16 de dezembro entre as 17h.10 e as 20h10
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 04-11-2025 (Terça-feira) | 16:10 - 20:10 | 4:00 | Presencial |
| 2 | 06-11-2025 (Quinta-feira) | 17:10 - 20:10 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 11-11-2025 (Terça-feira) | 17:10 - 20:10 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 18-11-2025 (Terça-feira) | 17:10 - 20:10 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 25-11-2025 (Terça-feira) | 17:10 - 20:10 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 02-12-2025 (Terça-feira) | 17:10 - 20:10 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 09-12-2025 (Terça-feira) | 17:10 - 20:10 | 3:00 | Presencial |
| 8 | 16-12-2025 (Terça-feira) | 17:10 - 20:10 | 3:00 | Presencial |
Formador
Miguel Nabais Rodrigues Pernes
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Ria Formosa/ FOCO MUSICAL
Enquadramento
Necessidade de capacitar educadores e professores para a Música Erudita
Objetivos
Partilha, reflexão e simulação de processos e estratégias de trabalho para as crianças do Pré-Escolar e do Ensino Básico no domínio da Sensibilização para a Música Erudita
Conteúdos
Em CONTEXTO TEÓRICO abordar-se-ão os contextos e políticas pedagógicas seguidas pela Foco Musical na construção, nomeadamente, da cantata a trabalhar; as mais-valias genéricas, do ponto de vista das aprendizagens significativas, da estratégia da Audição Musical Ativa (AMA) e Participada (AMP) como prioritária nos processos de aproximação à música erudita; como se organiza uma orquestra e como se classificam os instrumentos mais comummente utilizados neste tipo de formação e as vozes humanas em função do seu registo. Em contexto de PRÁTICA SIMULADA, através da exploração desta cantata, faremos uma incursão pela biografia romantizada de D. AFONSO HENRIQUES e da fundação de Portugal. Essencialmente, trabalhar-se-á a distinção auditiva das vozes contrastantes através do reconhecimento das personagens da história: SOPRANO (D. Mafalda e as outras mulheres), CONTRALTO (D. Teresa), TENOR (Egas Muniz) e BAIXO (D. Afonso Henriques). Igualmente, a aquisição ou consolidação de competências na distinção tímbrica dos instrumentos da orquestra, através dos desafios que O Conquistador proporciona, é um dos grandes objetivos desta sessão.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 31-10-2025 (Sexta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Cátia Sofia Martins
Maria Eugénia Coelho Baptista de Jesus
Destinatários
Educadores de Infância;
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância;. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância;.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Ria Formosa
Enquadramento
A abordagem STEAM tem vindo a consolidar-se como uma metodologia pedagógica inovadora e integradora, promovendo competências essenciais para o século XXI como pensamento crítico, criatividade, colaboração e resolução de problemas (Yakman & Lee, 2012; Alcaraz-Domínguez & Molas-Castells, 2024). Em contexto pré escolar, estimula a curiosidade natural das crianças através da experimentação e de projetos, alinhada com teorias construtivistas (Kim et al., 2020). Este curso articula-se com o projeto ERASMUS+ “STEAME Teacher Facilitators Academy” e é promovido integrando a investigação de mestrado “STEAM na Educação Pré-Escolar: Conhecimentos, Práticas e Perspetivas de Desenvolvimento Profissional”.
Objetivos
Objetivo Geral - Promover o conhecimento e a capacitação dos educadores para a integração da abordagem STEAM na sua prática na Educação Pré-Escolar. - Conhecer os fundamentos da metodologia STEAM, incluindo os seus princípios, componentes (Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática) e a sua relevância para o desenvolvimento global das crianças na educação pré-escolar. - Explorar orientações pedagógicas e práticas para a implementação da abordagem STEAM, com base em referenciais nacionais e internacionais (e.g., Quadro de Competências para Professores STEAME), respeitando os interesses, ritmos e contextos das crianças. - Desenvolver estratégias e exemplos práticos de operacionalização da metodologia STEAM, através da criação de propostas de atividades integradoras e interdisciplinares adaptadas ao quotidiano dos contextos de educação pré-escolar. Objetivos Específicos 1.Introdução à metodologia STEAM: origem, princípios, potencialidades no desenvolvimento global da criança. 2.Orientações para a implementação na Educação de Infância: documentos de referência (OCEPE, Perfil do Aluno, Competence Framework), papel do educador, ambientes de aprendizagem, importância do jogo e do trabalho por projetos. 3.Competence Framework para facilitadores de projetos STEAME: análise das competências e sua aplicação em contexto. 4.Exemplos práticos: atividades integradoras e interdisciplinares (ex.: design thinking em EPE, ciência fora da sala de aula, realidade aumentada em experiências de investigação).
Conteúdos
1.Introdução à metodologia STEAM: origem, princípios, potencialidades no desenvolvimento global da criança. 2.Orientações para a implementação na Educação de Infância: documentos de referência (OCEPE, Perfil do Aluno, Competence Framework), papel do educador, ambientes de aprendizagem, importância do jogo e do trabalho por projetos. 3.Competence Framework para facilitadores de projetos STEAME: análise das competências e sua aplicação em contexto. 4.Exemplos práticos: atividades integradoras e interdisciplinares (ex.: design thinking em EPE, ciência fora da sala de aula, realidade aumentada em experiências de investigação).
Observações
Esta oferta encontra-se inserida numa investigação do Mestrado de Ciências da Educação da Universidade do Algarve “STEAM na Educação Pré-Escolar: Conhecimentos, Práticas e Perspetivas de Desenvolvimento Profissional”, bem como no projeto ERASMUS+ “STEAME Teacher Facilitators Academy”. Para mais informações, contactar a Prof.ª Doutora Cátia Martins (csmartins@ualg.pt) Pasta 35
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 29-10-2025 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 05-11-2025 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Arlindo Pereira Martins
Destinatários
Professores dos Grupos 540, 550, 600
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 540, 550, 600. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 540, 550, 600.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Esta formação avançada em Desenho e Impressão 3D é uma extensão natural do curso inicial, permitindo aos participantes aprofundar as suas competências. A inclusão desta formação no plano de atividades da entidade proponente permitirá responder à crescente demanda por competências especializadas em 3D, contribuindo para o desenvolvimento de alunos altamente qualificados nesta área. A formação em técnicas avançadas de impressão 3D e digitalização 3D abre novas possibilidades para a inovação e a criação de valor nas organizações onde forem trabalhar. Nos cursos profissionais, nas provas de aptidão profissional (PAP), esta tecnologia será uma ferramenta muito útil e versátil. No mercado de trabalho, a impressão 3D tornou-se acessível a PMEs, permitindo a prototipagem nas próprias empresas, por profissionais especializados onde os nossos alunos serão fundamentais.
Objetivos
Os objetivos a atingir na ação são os seguintes: 1. Dominar o desenho de peças mecânicas complexas em 3D. 2. Aprender a juntar peças grandes para impressão 3D. 3. Criar mecanismos funcionais através da impressão 3D. 4. Resolver problemas comuns de impressão 3D. 5. Melhorar a qualidade de impressão com fatiadores avançados. 6. Utilizar diferentes tipos de filamentos na impressão 3D. 7. Adquirir competências em digitalização e reprodução de peças em 3D.
Conteúdos
Formação de Desenho e Impressão 3D - Nível 2 1. Desenho 3D Avançado o Desenho de peças mecânicas: roscas, parafusos e peças móveis. o Junção de peças que excedem as dimensões da mesa de impressão 3D. o Criação de mecanismos prontos a funcionar com o processo de impressão 3D. 2. Impressão 3D Avançada o Resolução de problemas comuns de impressão 3D. o Melhoria da qualidade de impressão com fatiadores mais recentes e novas funcionalidades. o Utilização de diferentes tipos de filamentos, como PETG e filamento flexível. 3. Digitalização e Reprodução 3D o Técnicas de digitalização de peças para reprodução em 3D. o Tratamento e preparação de modelos digitalizados para impressão.
Avaliação
Para além do cumprimento das determinações legais, a avaliação dos formandos será formalizada numa escala de 1 a 10 valores de acordo com as cartas circulares 3/2007 e 1/2008 do CCPFC. A avaliação dos formandos consistirá em 3 trabalhos (um em Desenho 3D avançado, outro em Impressão 3D avançada e o último na Digitalização e Reprodução 3D). Todos os trabalhos terão componente de desenvolvimento em trabalho autónomo e presencial onde serão utilizadas impressoras 3D tal como é feito no curso inicial. A aprovação no curso dependerá da obtenção de classificação igual ou superior a 5 valores e da frequência mínima de 2/3 do total de horas conjuntas da ação.
Bibliografia
Gómez González, S. (2016). Impresión 3D;Sean Aranda. (2020) 3D Printing Failures: 2020 Edition: How to Diagnose and Repair ALL Desktop 3D Printing Issues;Lira, V. M. (2021). Processos de fabricação por impressão 3D: Tecnologia, equipamentos, estudo de caso e projeto de impressora 3D. Editora Blucher;Gibson, I., Rosen, D. W., Stucker, B., Khorasani, M., Rosen, D., Stucker, B., & Khorasani, M. (2021). Additive manufacturing technologies (Vol. 17, pp. 160-186). Cham, Switzerland: Springer.Volpato, N. (2021). Manufatura aditiva: tecnologias e aplicações da impressão 3D. Editora Blucher;
Observações
30/10/2025 - 18:45h/21:45h 06/11/2025 - 18:45h/21:45h 13/11/2025 - 18:45h/21:45h 20/11/2025 - 18:45h/21:45h 27/11/2025 - 18:45h/21:45h 02/12/2025 - 18:45h/21:45h 04/12/2025 - 18:45h/21:45h
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 30-10-2025 (Quinta-feira) | 18:45 - 22:45 | 4:00 | Presencial |
| 2 | 04-11-2025 (Terça-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 06-11-2025 (Quinta-feira) | 18:45 - 21:45 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 13-11-2025 (Quinta-feira) | 18:45 - 21:45 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 20-11-2025 (Quinta-feira) | 18:45 - 21:45 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 27-11-2025 (Quinta-feira) | 18:45 - 21:45 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 02-12-2025 (Terça-feira) | 18:45 - 21:45 | 3:00 | Presencial |
| 8 | 04-12-2025 (Quinta-feira) | 18:45 - 21:45 | 3:00 | Presencial |
Formador
Joaquim Jorge Domingues Segura
Destinatários
Professores dos grupos 200, 210, 220, 300
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos 200, 210, 220, 300. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos 200, 210, 220, 300.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Portugal, país tradicionalmente de emigração, tem vindo a acolher, desde os anos 90, um número crescente de novos imigrantes. Neste quadro, o fenómeno migratório assume novos contornos para a sociedade portuguesa. ( )A escola e os professores confrontam-se com a responsabilidade de acolher essa diversidade e de para ela preparar os cidadãos, reconhecendo o direito à identidade linguística e cultural. Cf. Orientações Programáticas de Português Língua Não Materna (PLNM) - Ensino Secundário Do estudo Avaliação de impacto e medidas prospetivas para a oferta do Português Língua Não Materna (PLNM) no Sistema Educativo Português salientam-se as lacunas na formação dos docentes no que concerne ao ensino do Português como Língua Não Materna.
Objetivos
Pretende-se : - Identificar e interpretar o suporte legislativo - Aprofundar as especificidades do trabalho no âmbito do PLNM; - Analisar instrumentos curriculares, orientações metodológicas e recursos pedagógicos; - Problematizar estratégias de trabalho relativas aos diferentes domínios curriculares; - Refletir sobre avaliação em PLNM
Conteúdos
1. Enquadramento do trabalho no âmbito do PLNM (conceitos; suporte legal; documentos de referência; procedimentos essenciais; orientações estratégicas; a articulação entre o PLNM e as restantes áreas curriculares). 2. A dimensão sociocultural e dialógica da produção oral e escrita (ambientes promotores da aprendizagem da linguagem oral e escrita; dispositivos que contribuem para favorecer, acelerar e regular a produção da linguagem oral e escrita; conceções e estatuto da gramática nas aulas de língua; o papel do professor no desenvolvimento da linguagem oral e escrita dos alunos). 3. Práticas pedagógicas promotoras do desenvolvimento da linguagem oral e escrita (problematização/desenho de cenários pedagógicos; análise/produção de recursos pedagógicos; estratégias e processos de produção interativa na sala de aula e em redes de extensão comunicativa; a construção de produtos culturais no âmbito de projetos; a função epistémica do trabalho de revisão cooperada de textos). 4. Perspetivas sobre a avaliação em PLNM (a avaliação da proficiência linguística; dinâmicas e instrumentos de (auto)regulação das aprendizagens; o papel da apreciação dos discursos e da revisão no desenvolvimento das competências de comunicação).
Metodologias
O Curso de 20h foi concebido para ser desenvolvido a distância, através de sessões on line , com recuso a uma plataforma e-learning, disponibilizada pelo Centro e Formação. As sessões serão síncronas (12h,sendo 2h presenciais) e assíncronas (8h). Os formandos terão acesso a materiais (ex: casos práticos, vídeos ) e poderão formular perguntas ao formador com respetivo feedback na plataforma
Avaliação
Participação e envolvimento nas tarefas propostas. Elaboração e qualidade linguística da reflexão crítica individual sobre a ação e sobre o próprio desenvolvimento profissional e pessoal. Relevância dos contributos das atividades realizadas nos projetos educativos de escola, previsivelmente refletidos nos trabalhos de turma.
Bibliografia
Conselho da Europa 2001 Quadro Europeu Comum de Referência para as Línguas Aprendizagem, Ensino, Avaliação. Porto, Edições AsaLEIRIA. I ( coord) 2008. Orientações Programáticas de Português Língua Não Materna (PLNM) Ensino Secundário Formação Geral Cursos Científico-Humanísticos, Lisboa : DGIDCLEIRIA, I. 2006 Léxico, aquisição e ensino do português europeu língua não materna, Lisboa, Fundação para a Ciência e Tecnologia Fundação Calouste Gulbenkian (FCT FCG).MADEIRA.A, et al, Estudo de Avaliação de impacto e medidas prospetivas para a oferta do Português Língua Não Materna (PLNM) no Sistema Educativo Português
Observações
PASTA 1 - Algarve 2030 T1 PASTA 12 - Algarve 2030 T2
SESSÃO 1 24/10/2025 1h30 Síncrona - das18h às 19h30. SESSÃO 2 27/10/2025 2h Síncrona SESSÃO 3 29/10/2025 2h30 Assíncrona SESSÃO 4 03/11/2025 2h Síncrona SESSÃO 5 05/11/2025 2h30 Assíncrona SESSÃO 6 12/11/2025 2h Assíncrona SESSÃO 7 17/11/2025 1h30 Síncrona SESSÃO 8 26/11/2025 2h Assíncrona SESSÃO 9 12/12/2025 4h Presencial Todas as outras sessões iniciam às 17h.30
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 24-10-2025 (Sexta-feira) | 18:30 - 20:00 | 1:30 | Online síncrona |
| 2 | 27-10-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
| 3 | 29-10-2025 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 4 | 03-11-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
| 5 | 05-11-2025 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 6 | 12-11-2025 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 7 | 17-11-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
| 8 | 26-11-2025 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 9 | 12-12-2025 (Sexta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Cátia Sofia Martins
Maria Eugénia Coelho Baptista de Jesus
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Embora a situação dos professores em período probatório esteja definida no ECD ( DL 41/2012 ), cap.VI . artigo 31º , o início de carreira tem se tornado cada vez mais um processo solitário. Esta Oficina visa auxiliar os professores iniciantes com as suas dificuldades, a partir de uma reflexão teórico-prática sobre problemas do quotidiano escolar.
Objetivos
A abordagem envolve uma série de processos interligados e tem os seguintes objetivos: Contribuir para que para que a entrada na profissão dos docentes aconteça de uma forma refletida, auxiliando-os na sua indução profissional por ações inovadoras que lhe possibilitem o lugar de protagonismo das suas práticas. Proporcionar uma maior articulação da teoria e prática na prática pedagógica dos/as docentes, incentivando inovações nas práticas escolares como contributo para as melhorias locais. Motivar as inovações nas práticas pedagógicas a partir da reflexão teórico-prática sobre os acontecimentos do quotidiano escolar.
Conteúdos
Uma vez que se pretende, nesta formação, partir das dificuldades sentidas pelas docentes no seu quotidiano escolar, não existem conteúdos curriculares predefinidos. As temáticas abordadas versarão sobre as dificuldades e soluções da prática pedagógica do docente iniciante. Tais dificuldades e soluções serão inicialmente levantadas em entrevistas narrativas iniciais com os participantes a serem selecionados, bem como escolhidas com o grupo dos docentes participantes, iniciantes e mentores (de acordo com conceção de Alarcão & Roldão, 2014 e Flores & Ferreira, 2009), no primeiro dia do encontro, bem como reanalisadas tanto com relação à importância e ordem de tais temáticas. A partir da escolha das temáticas e a ordem pela qual serão abordadas as formadoras do projeto efetuarão uma pesquisa sobre o assunto e enviarão uma lista de textos e/ou vídeos, a partir da qual os participantes farão uma seleção dos materiais que lerão ou visualizarão. Paralelamente, os participantes poderão pesquisar outros materiais sobre as temáticas a abordar, materiais esses que serão convidados a partilhar com o grupo. Essas leituras, a par com a reflexão individual sobre o quotidiano escolar, servirão de base aos debates realizados em grupo, através dos quais se pretende contribuir para a formação de professores reflexivos e investigadores da sua prática, capazes de ações inovadoras que lhe possibilitem o lugar de protagonismo das suas práticas.
Avaliação
Os formandos serão avaliados de acordo com o Despacho 4595/2015, de 6 de maio, através da escala e dos parâmetros de avaliação estabelecidos e respeitando os dispositivos legais da avaliação contínua. Alguns procedimentos foram escolhidos para efetivar a avaliação. Um deles é a participação durante todos os encontros com a leitura de textos indicados, bem como pelo contributo e qualidade da intervenção dos formandos. No último encontro, cada participante efetua uma avaliação do curso e uma autoavaliação do seu contributo para o desenvolvimento profissional de cada docente. A avaliação final é realizada através de um trabalho escrito no qual o docente efetua uma reflexão e relação entre teoria e prática sobre um incidente significativo (Estrela, 1994), podendo estar relacionado também com alguma temática discutida no curso. Na avaliação, este trabalho final terá uma ponderação de 50% e os restantes 50% serão da componente de participação nas sessões e de autoavaliação do curso.
Bibliografia
Alarcão, I., & Roldão, M. (2014) Um passo importante no desenvolvimento profissional dos professores: O ano da indução. Formação Docente- Revista Brasileira de Pesquisa sobre Formação de Professores, 6(11), 109-126Estrela, A. (1994). Teoria e prática de observação de classes. Porto Editora.Feiman-Nemser, S. (2001). Helping novices learn to teach lessons from an exemplary support teacher. Journal of Teacher Education, 52,(1), 17-30.Flores, M. A., & Ferreira, F. I. (2009) The induction and mentoring of new teachers in Portugal. Research in Comparative and International Education, 4(1), 63-73. http://dx.doi.org/10.2304/rcie.2009.4.1.63Marcelo. C (1999). Estudio sobre estratégias de inserción profesional en Europa. Revista Iberoamericana de Educación, 19, 101-143.
Observações
PASTA 5 - Algarve 2030
Exclusivo para docentes do Colégio Bernardete Romeira- Olhão
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 24-10-2025 (Sexta-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Presencial |
| 2 | 14-11-2025 (Sexta-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Presencial |
| 3 | 28-11-2025 (Sexta-feira) | 17:00 - 20:30 | 3:30 | Presencial |
| 4 | 19-12-2025 (Sexta-feira) | 17:00 - 21:00 | 4:00 | Presencial |
Formador
Roque Rodrigues Antunes
Paulo Côrte-Real
Destinatários
Exclusivo para docentes do Agrupamento de Escolas Dr. Alberto Iria - Educadores de Infância; Professores do 1º Ciclo; Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Exclusivo para docentes do Agrupamento de Escolas Dr. Alberto Iria - Educadores de Infância; Professores do 1º Ciclo; Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Agrupamento de Escolas Dr. Alberto Iria
Enquadramento
A ACD insere-se no projeto Tempo de Silêncio, o qual procura promover o bem-estar, assim como ambientes favoráveis à aprendizagem e o desenvolvimento de competências como a resiliência e a autorregulação.
Conteúdos
I Medidas de promoção do sucesso escolar Princípios e valores da Educação Inclusiva e da não-discriminação na escola; Resiliência docente e discente, Educação Inclusiva e Não-Discriminação nas Escolas; II Aprendizagem da técnica de Meditação Transcendental em contexto escolar; Validação científica do programa Educação para o sucesso escolar, resiliência e bem-estar geral dos alunos Compreensão dos efeitos na mente e no corpo. Prática do Tempo de Silêncio em contexto de sala de aula – Atenção às experiências dos alunos III Benefícios da Meditação Transcendental (MT) cientificamente validados; Princípios e prática correta de Meditação Transcendental (MT); Mecanismos de eliminação natural de tensões e de stress proporcionados pela prática regular da Meditação Transcendental (MT); Os efeitos da Meditação Transcendental na saúde: mente e corpo e nos relacionamentos pessoais e profissionais; Evidências científicas da correlação entre a prática da Meditação Transcendental e a melhoria dos resultados escolares dos alunos; Evidências científicas da prática, da correlação entre a prática regular da técnica de Meditação Transcendental e a aprendizagem escolar; Meditação Transcendental e melhoria no uso da capacidade mental, memória, melhoria do comportamento dos alunos e aprendizagem; IV Acompanhamento e monitorização dos alunos na prática de Meditação Transcendental/Tempo de Silêncio em contexto de sala de aula – As dúvidas dos alunos.
Observações
Pasta 35
Exclusivo para docentes do Agrupamento de Escolas Dr. Alberto Iria
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 20-10-2025 (Segunda-feira) | 16:30 - 18:00 | 1:30 | Presencial |
| 2 | 21-10-2025 (Terça-feira) | 16:30 - 17:30 | 1:00 | Presencial |
| 3 | 22-10-2025 (Quarta-feira) | 16:30 - 17:30 | 1:00 | Presencial |
| 4 | 23-10-2025 (Quinta-feira) | 16:30 - 18:00 | 1:30 | Presencial |
| 5 | 24-10-2025 (Sexta-feira) | 16:30 - 17:30 | 1:00 | Presencial |
Formador
Paula Maria Osório de Araújo Correia
Ana Marta Esteves Branco da Silva Farrajota
Anabela Gonçalves de Moura Baptista
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. De acordo com o artigo 15.º da Portaria n.º 192-A/2015, de 29 de junho, esta ação de formação releva para a progressão da carreira dos professores bibliotecários, incluindo-se na dimensão científica e pedagógica.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Ria Formosa
Enquadramento
As bibliotecas têm vindo a consolidar o seu papel nas comunidades, reforçando o seu contributo para a aprendizagem, o acesso à informação e o desenvolvimento das múltiplas literacias. Hoje, mais do que nunca, esse papel ganha uma nova dimensão com a emergência da Inteligência Artificial (IA), que levanta desafios, mas também oferece oportunidades únicas de inovação e transformação. O X Encontro Partilhar Leituras 2025 – Inteligência Artificial com alma: Humanismo na Era Digital pretende ser um espaço de reflexão e partilha sobre a forma como as bibliotecas podem integrar a IA de forma ética, crítica e criativa, afirmando-se como agentes promotores de conhecimento, pensamento autónomo e inclusão. Reunindo profissionais e especialistas das áreas da educação, tecnologia, biblioteconomia e artes, este encontro propõe-se a explorar o papel das bibliotecas na construção de ambientes de aprendizagem mais sustentáveis, flexíveis e centrados no ser humano, onde a tecnologia é colocada ao serviço da inteligência coletiva, da empatia e da curiosidade. Para além das conferências e painéis temáticos, o encontro contará com workshops práticos, momentos de networking e de troca de experiências, incentivando a colaboração entre participantes e a reflexão conjunta sobre o futuro das bibliotecas num mundo cada vez mais digital. Acreditamos que este encontro será uma oportunidade para inspirar novas abordagens, estratégias e práticas, que contribuam para que as bibliotecas se afirmem como espaços inovadores, sustentáveis e profundamente humanos, mesmo na era da inteligência artificial.
Objetivos
- Compreender criticamente o paradigma da Inteligência Artificial e a sua relação com o humanismo, analisando os impactos éticos, sociais e culturais da dualidade entre tecnologia e valores humanos no contexto educativo e cultural. - Explorar os desafios e oportunidades da IA em bibliotecas e espaços educativos, identificando estratégias de integração que potenciem a mediação da leitura, a curadoria da informação e a construção colaborativa do conhecimento. - Aplicar ferramentas de inteligência artificial generativa de forma criativa e responsável, reconhecendo a sua influência na arte, na criação cultural e na prática pedagógica, de modo a promover experiências inovadoras e humanizadas de ensino e aprendizagem.
Conteúdos
- O paradigma da IA; - A dualidade entre humanismo e tecnologia no contexto atual; - Os desafios e oportunidades da IA nas bibliotecas; - A disrupção provocada pela IA nas artes e na criação cultural; - O uso de ferramentas de inteligência generativa no apoio à mediação da leitura, à curadoria da informação e à construção do conhecimento
Observações
Documentação na pasta 34 - Ações de curta duração
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 14-10-2025 (Terça-feira) | 10:00 - 17:00 | 7:00 | Presencial |
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Observações
Pasta 35
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 10-10-2025 (Sexta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Inês Amaral Férin
Ana Bela Conceição
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Ria Formosa e Plano Nacional da Artes
Enquadramento
O Plano Nacional da Artes (PNA), estrutura criada pelo Ministério da Cultura e pelo Ministério da Educação, tem como Missão promover a transformação social, mobilizando o poder educativo das artes, das culturas e dos patrimónios na vida dos cidadãos: para todos e com cada um. Nas escolas da rede PNA, o desenvolvimento dos Planos Culturais de Escola (PCE) enfatiza que o espaço seja, todo ele, território educativo e que a programação em colaboração seja uma constante. Ao articular a educação e a cultura, criamos um espaço de valorização da contemplação, do lúdico, da descoberta. Para além disso, as artes e os processos criativos permitem gerar dinâmicas transdisciplinares, cruzando e integrando conhecimentos de várias disciplinas, facilitando a mobilização do saber em ação, capacitando para uma cidadania cultural inclusiva onde a ludicidade e a experimentação/exploração são motores de aprendizagem e caminhos para o bem-estar. Se pensarmos nos espaços culturais enquanto territórios educativos, a experiência de visitar uma galeria de arte/espaço cultural, será decerto, um momento importante de aprendizagem, se trabalhado metodologicamente, tendo em vista uma determinada intenção. Esta curta formação pretende então promover um encontro entre práticas educativas e artísticas, através da mediação da obra de arte, assente em propostas que mobilizam diferentes linguagens expressivas, permitindo novos olhares e possibilidades para as práticas pedagógicas.
Objetivos
Aproximar as escolas de um espaço cultural local; Ampliar a experiência de uma visita a um espaço cultural; Pensar (n)outros territórios educativos; Aprofundar a relação com as obras de arte; Construir possibilidades metodológicas para abordar os currículos a partir das obras de arte/espaço; Valorizar a fruição e a criação como veículo para a aprendizagem curricular e para o desenvolvimento de competências no âmbito do PASEO; Considerar um espaço cultural como um recurso pedagógico, criativo e transversal na abordagem aos conteúdos das várias disciplinas.
Conteúdos
Relação do corpo com o espaço, os outros e a obra de arte; As biografias pessoais na sua relação com as obras de arte e os conteúdos programáticos; Criação a partir de diversos estímulos; Construção de narrativas, conceitos e formas, a partir da observação de obras; Criação coletiva de objetos artísticos; Criação de possibilidades de ensino/aprendizagem; Sensibilidade estética e pensamento divergente.
Observações
Pasta 35
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 10-10-2025 (Sexta-feira) | 15:00 - 18:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 17-10-2025 (Sexta-feira) | 15:00 - 18:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Óscar Emanuel Ribeiro Baptista
Destinatários
Professores dos Grupos 400, 410, 420, 430
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 400, 410, 420, 430. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 400, 410, 420, 430.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Em convergência com o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, foram elaborados os documentos das Aprendizagens Essenciais para todas as disciplinas das componentes de formação sociocultural e científica dos CP e para as disciplinas da componente científica dos CAE. Foram consideradas as especificidades curriculares e organizativas dos CP e dos CAE. As AE são a orientação curricular de base para o planeamento e realização do ensino e da aprendizagem, e avaliação interna e externa das aprendizagens dos alunos. Articulam-se com os conhecimentos, aptidões e atitudes identificados nos Perfis Profissionais/Referenciais de Competências e Referenciais de Formação das respetivas qualificações do Catálogo Nacional de Qualificações. A planificação e operacionalização das AE requer um trabalho colaborativo de contextualização curricular, apoiado por instrumentos de gestão curricular que contemplem as especificidades destas ofertas educativas e formativas, visando estimular um trabalho de construção curricular a ser contextualizado nas escolas. Pretende-se promover nos docentes o desenvolvimento de competências de intervenção curricular e pedagógica, para o planeamento, operacionalização e avaliação das aprendizagens. Visa, igualmente, uma abordagem pedagógica baseada em projetos interdisciplinares que envolvam as UFCD, no caso dos CP, contribuindo para aprendizagens específicas e transversais mais significativas. Quer-se promover o desenvolvimento de competências que sustentem práticas inovadoras em sala de aula e a aquisição, atualização e aprofundamento de conhecimentos científicos e pedagógico-didáticos dos docentes.
Objetivos
Com a realização deste curso de formação, os formandos deverão ser capazes de: - Aprofundar o quadro concetual de elaboração das AE; - Analisar os documentos das AE no âmbito das respetivas disciplinas; - Integrar as implicações curriculares dos normativos em vigor decorrentes da AFC na análise das AE e na prática pedagógica; - Explorar as potencialidades das AE numa planificação curricular consistente com o PA e com o Perfil Profissional ou Referencial de Competências associado às qualificações que integram o CNQ; - Promover o trabalho colaborativo entre docentes, assegurando a articulação pedagógica entre as diferentes componentes de formação.
Conteúdos
(25 horas) 5h sessões síncronas + 20h sessões assíncronas/trabalho autónomo Módulo 0 - Apresentação do curso de formação - Apresentação: Enquadramento e objetivos do curso de formação; Plataforma LMS Moodle; Guião Pedagógico do Formando. Módulo 1 - Enquadramento dos CP e dos CAE na AFC: AFC - Princípios subjacentes, implicações e opções curriculares Aprofundamento das potencialidades de flexibilidade curricular e pedagógica no âmbito do D.L. 55/2018, de 6 de julho Referenciais curriculares para os CP/CAE Especificidades curriculares e organizativas dos CP/CAE Dinâmicas de gestão curricular nos Conselhos de Turma promotoras de práticas colaborativas entre os docentes. Módulo 2 - Fundamentação Conceptual e Gestão Curricular das AE - Quadro conceptual da construção das AE Estrutura do documento das AE da disciplina: - Articulação horizontal e vertical da disciplina com as várias componentes de formação - Articulação com o PA e com o Perfil Profissional ou Referencial de Competências associado à qualificação - AEE e práticas de avaliação formativa e sumativa - Medidas universais de suporte à aprendizagem e à inclusão. Módulo 3 - Operacionalização das AE da Disciplina - Gestão Curricular das AE: a operacionalização das AE da disciplina Partilha e discussão de exemplos de práticas bem-sucedidas Módulo 4 - Trabalho Final e Avaliação - Conceção em pares de uma e-atividade de operacionalização das AE de um tema/domínio (na respetiva disciplina) Reflexão crítica individual sobre o trabalho desenvolvido (500 a 600 palavras) Questionário de Avaliação Final do curso
Metodologias
O curso tem a duração de 25 horas e decorre online na plataforma LMS Moodle. O curso integra sessões síncronas de apresentação das temáticas e respetivos fundamentos e sessões assíncronas de trabalho autónomo. Os formandos acedem à plataforma digital para exploração orientada de recursos de suporte à formação. As sessões síncronas permitirão enquadrar o formando na temática do módulo. O formando deverá assistir a todas as sessões síncronas, desenvolvendo um trabalho autónomo, de responsabilização pelo seu percurso de aprendizagem. Cada módulo possui recursos de suporte à autoaprendizagem: leitura de documentos, pesquisas online, download de ficheiros, visualização de webinars e vídeos. O formando deverá programar o trabalho autónomo para cada módulo, assistir às sessões síncronas, participar nos fóruns e realizar as tarefas propostas. Os formandos irão elaborar, em pares, uma e-atividade de aplicação das AE em contexto escolar, uma reflexão crítica individual e responder ao questionário de Avaliação do Curso.
Avaliação
As tarefas obrigatórias para efeitos de certificação são: Participação ativa nos fóruns de discussão e realização das tarefas propostas (30%); Trabalho final em pares (40%); Reflexão crítica individual (30%). Irá ser usada uma classificação qualitativa e quantitativa, de acordo com a nova redação dada ao n.º 3 do artigo 13.º do RJFCP, obtida pelo formando, segundo a seguinte escala de classificações de 1 a 10 valores, devidamente ponderada: - EXCELENTE: de 9 a 10 valores - MUITO BOM: de 8 a 8,9 valores - BOM: de 6,5 a 7,9 valores - REGULAR: de 5 a 6,4 valores - INSUFICIENTE: de 1 a 4,9 valores
Bibliografia
Jones, Casey Orvalho, Luísa e Nonato, Susana. Ensinar e Aprender por Módulos. Construir a Autonomia e a Flexibilidade Curricular: os desafios da escola e do professor. Palmeirão, Cristina e Alves, José Matias (Coords.) Porto: Universidade Católica Portuguesa, 2017, pp. 143-153. Rodrigues, Sónia Valente. Três modos de organizar sequências de aprendizagem interdisciplinares com base nas Aprendizagens Essenciais.. Encontro Regional Norte do Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular, novembro, 2017. Roldão, M.C. Concepção Estratégica de Ensinar e Estratégias de Ensino. Estratégias de Ensino. O saber e o agir do professor. Vila Nova de Gaia: Fundação Manuel Leão, 2009. Roldão, Maria do Céu, Peralta, Helena, Martins, Isabel P. e Orvalho, Luísa. Currículo do ensino secundário. Cursos profissionais e cursos artísticos especializados. Para a construção de Aprendizagens Essenciais baseadas no Perfil dos Alunos. ANQEP, I.P., 2018.
Observações
PASTA 10 - Algarve 2030
1 08-10-2025 / 17h00-20h00 3h e-learning 2 15-10-2025 / 17h00-20h00 3h e-learning 3 22-10-2025 / 17h00-20h00 3h e-learning 4 29-10-2025 / 17h00-20h00 3h e-learning 5 05-11-2025 / 17h00-20h00 3h e-learning 6 12-11-2025 / 17h00-20h00 3h e-learning 7 19-11-2025 / 17h00-20h00 3h e-learning 8 26-11-2025 / 17h00-21h00 4h e-learning
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 08-10-2025 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 15-10-2025 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 3 | 22-10-2025 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 4 | 29-10-2025 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online assíncrona |
| 5 | 05-11-2025 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online assíncrona |
| 6 | 12-11-2025 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online assíncrona |
| 7 | 19-11-2025 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 8 | 10-12-2025 (Quarta-feira) | 17:30 - 21:30 | 4:00 | Online síncrona |
Formador
Rodrigo Silva Fragoso
Patrícia Maria Catarino Barreira Palma
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Segundo dados recolhidos por Rodrigues, M. (2023), as ocorrências criminais nas escolas mais do que duplicaram no último ano. Na faixa etária em apreço, o autor identifica um aumento significativo de adoção de comportamentos graves anti sociais e de indisciplina, nos quais inclui o bullying ou o consumo de gaming. A prevenção e a intervenção precoce são nesta, como noutras situações, a única forma de prevenir e impedir a proliferação da violência nas escolas, Daí a necessidade de dotar os principais atores do palco educativo, professores e seus alunos, de estratégias que permitam fazer face à indisciplina e empoderar a comunidade educativa de meios para fazer face à pseudo normalização da violência, seja ela verbal ou física.
Objetivos
Desenvolvimento de competências pessoais e profissionais na identificação, gestão, resolução e modelagem de comportamentos antissociais e de indisciplina entre alunos e entre alunos e adultos.
Conteúdos
A noção de conflito está normalmente associada a situações desagradáveis decorrentes de problemas no relacionamento com o outro, podendo existir protesto, resistência e/ou retaliações verbais e físicas que poderão constituir-se como oportunidades de crescimento ou constituírem-se como trauma, caso a gestão dos mesmos não seja efetuada de uma forma que potencie o autoconhecimento dos sujeitos envolvidos (Vieira, 2013). De modo a poder ser um verdadeiro mediador desses conflitos, o docente deverá desenvolver competências que permitam identificar, gerir e ajudar a resolver conflitos interpessoais dos alunos. Para as desenvolver serão abordadas as seguintes temáticas: - Metacognição sobre processos internos de gestão de conflitos - reflexão sobre como autopercecionam e regulam as suas atitudes na gestão do conflito enquanto docentes; - Conceção da indisciplina e sistemas de prevenção delimitação do conceito na perspectiva da auto‑regulação comportamental; - A importância da comunicação nas relações interpessoais e na escola. Comunicação verbal e não verbal. A escuta ativa. Comunicar para motivar. Estratégias de motivação. Feedback; - Inteligência emocional e gestão de emoções. Treino de competências e gestão das emoções. - Conceção de um modelo co construído e que co responsabilize professores e alunos na promoção de um ambiente de respeito mútuo em sala de aula; - Construção de um referencial de habilidades sociais que permitam a resolução pacífica de problemas; - Construção de um quadro de valores comuns.
Metodologias
Apresentação e análise dos modelos atuais de identificação e resolução de comportamentos de indisciplina na escola; Análise de modelos comunicacionais em situações de conflito; Desenvolvimento e capacitação de estratégias para observação e comunicação emocional não violenta.
Avaliação
Apresentação e análise dos modelos atuais de identificação e resolução de comportamentos de indisciplina na escola; Análise de modelos comunicacionais em situações de conflito; Desenvolvimento e capacitação de estratégias para observação e comunicação emocional não violenta.
Bibliografia
Dias, I. (2009). Promoção de competências em educação. Leiria. IPLPereira, A.; Falcão, A. e Bolsoni-Silva, T. (2016). Promove - Treino de habilidades Sociais. Lisboa. HogrefeRodrigues, M. (2023). Violência nas escolas - Caracterização, Análise e Intervenção. Lisboa. PactorVieira, A. (2013). Da Educação e da Mediação de tensões sociais, indisciplina e violência na escola. Caderno pedagógico.
Observações
PASTA 7- Algarve 2030 T1 e T2
6/10; 13/10; 20/10; 27/10; 3/11; 10/11; 17/11 e 24/11
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 06-10-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 13-10-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 20-10-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 27-10-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 03-11-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 10-11-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 17-11-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 8 | 24-11-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 21:30 | 4:00 | Presencial |
Formador
Emanuel Fernandes Bettencourt dos Santos
Rui Manuel Sabino Soares
Destinatários
Professores dos 1º, 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos 1º, 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A proposta desta ação, totalmente prática e presencial, insere-se de forma estratégica no plano de atividades da entidade proponente, contribuindo para os seguintes objetivos: 1. Capacitação Profissional: Proporcionar formação contínua aos Docentes, capacitando-os para o uso efetivo das ferramentas e recursos digitais disponíveis nos LED. 2. Inovação Pedagógica: Apoiar a implementação de novas práticas pedagógicas para atender às solicitudes da sociedade atual. 3. Inclusão e Equidade Digital: Garantir que todos os alunos tenham acesso às mesmas oportunidades com recurso a soluções digitais acessíveis e inclusivas. 4. Ligação entre Educação e Futuro: Modernizar o ensino e a aprendizagem, contribuindo para a formação de cidadãos preparados para enfrentar novos desafios. Ao desenvolver esta ação, pretende-se reforçar o papel dinamizador de mudança positiva na educação, promovendo o desenvolvimento de competências digitais e a inovação educativa.
Objetivos
Domínio Técnico: Ensinar os Docentes a utilizar as ferramentas e recursos tecnológicos disponíveis nos LED, incluindo softwares, hardwares e plataformas digitais. Inovação Pedagógica: Desenvolver competências para a implementação de metodologias ativas, como aprendizagem baseada em projetos, gamificação e ensino presencial, com suporte das tecnologias digitais. Inclusão e Acessibilidade: Fomentar o uso de práticas educativas inclusivas e acessíveis, com recurso aos LED, para atender às necessidades dos diferentes perfis dos alunos. Colaboração e Criatividade: Incentivar a criação de cenários de aprendizagem nos LED, estimulando a criatividade, a resolução de problemas e o pensamento crítico nos alunos. Sustentabilidade e Eficiência: Promover a utilização sustentável e ética dos recursos tecnológicos nos LED, incentivando práticas responsáveis no uso de tecnologias educativas. Desenvolvimento Contínuo: Apoiar a construção de planos de formação contínua, garantindo a atualização constante dos participantes em relação às inovações tecnológicas e pedagógicas
Conteúdos
1. Introdução aos Laboratórios de Educação Digital (LED) 2. Manuseamento dos Kits 3. Implementação de Aulas com os Kits 4. Gestão e Manutenção dos Kits 5. Aplicação Prática: Criação de cenários de aprendizagem 6. Encerramento e Feedback
Metodologias
1. Metodologia da Aprendizagem Ativa Objetivo: Envolver os formandos no processo de aprendizagem, incentivando-os a aprender fazendo, por meio da utilização direta dos kits no LED 2. Metodologia da Gamificação Objetivo: Envolver os formandos por meio de jogos e desafios, promovendo a aprendizagem de forma divertida e interativa 3. Metodologia da Colaboração Objetivo: Estimular o trabalho em equipa e a colaboração entre os formandos, para que possam aprender com os outros e partilhar experiências sobre a utilização dos kits 4. Metodologia de Ensino Prático Objetivo: Capacitar os formandos por meio da prática intensiva, garantindo que saibam manusear os kits com confiança e habilidade para sua aplicação 5. Metodologia de Feedback Contínuo Objetivo: Proporcionar uma avaliação constante, onde os formandos recebem o retorno sobre seu desempenho e desenvolvimento ao longo da formação. 6. Metodologia da Reflexão Objetivo: Estimular a reflexão sobre o processo de aprendizagem, incentivando os formandos a pensar sobre como utilizar os conhecimentos adquiridos em sua prática educativa.
Avaliação
1. Avaliação Contínua Objetivo: Acompanhar o progresso dos formandos ao longo da ação. 2. Avaliação Prática Objetivo: Avaliar a aplicação prática dos conhecimentos adquiridos, focados no manuseio dos kits e no desenvolvimento de aulas. 3. Avaliação Formativa Objetivo: Avaliar a evolução do formando ao longo da ação, com ênfase no seu desenvolvimento contínuo. 4. Avaliação Final - Projeto do Cenário de Aprendizagem Objetivo: Avaliar a capacidade do formando de aplicar todos os conhecimentos adquiridos durante o curso na criação de um cenário de aprendizagem 5. Feedback Final No final do curso, o formador fornecerá um feedback final individualizado, destacando pontos fortes e áreas de melhoria com base no desempenho durante as atividades práticas, no projeto final, e na participação nas avaliações contínuas. Avaliação Final - Peso das Atividades 1 - Atividades práticas, participação e cumprimento dos prazos: 30% 2 - Qualidade e adequação do projeto, cenário de aprendizagem ou instrumento pedagógico desenvolvido: 50% 3- Apreciação da reflexão crítica individual 20%
Bibliografia
Direção-Geral da Educação (DGE). Laboratórios de Educação Digital (LED): Página Oficial. Disponível em: https://led.dge.medu.pt. Este portal oficial fornece informações detalhadas sobre os objetivos, implementação e recursos relacionados aos LED em Portugal.NAU - Sempre a Aprender. Curso: Laboratórios de Educação Digital: Cenários de Aprendizagem Ativa. Disponível em: https://www.nau.edu.pt/pt/curso/laboratorios-de-educacao-digital-cenarios-de-aprendizagem-ativa. Este curso online aborda os propósitos pedagógicos dos LED e explora cenários de aprendizagem para o desenvolvimento de competências digitais.Pereira, A. S., & Fillol, J. (2020). Educação e Tecnologias Digitais: Teorias, Práticas e Desafios. Lisboa: Edições Sílabo. Este livro discute as teorias e práticas relacionadas com a utilização das tecnologias digitais no contexto educativo, oferecendo uma visão atualizada dos desafios e oportunidades.Silva, B. D., & Gomes, L. M. (2019). Inovação Pedagógica com Tecnologias Digitais. Porto: Porto Editora. A obra apresenta estratégias de inovação pedagógica através do uso de tecnologias digitais, alinhando-se aos objetivos dos LED. Estes recursos proporcionarão uma base sólida para compreender e implementar práticas educativas inovadoras utilizando os Laboratórios de Educação Digital.Barreto, R. G. (2019). Gamificação na educação: Estratégias inovadoras para engajar os alunos. Lisboa: Edições Sílabo. Tem o foco na aplicação da gamificação em contextos educacionais, com exemplos de ferramentas digitais.
Observações
PASTA 11 - Algarve 2030 T1 e T2
01/10/2025 - 17h00 3h 08/10/2025 - 17h00 3h 15/10/2025 - 17h00 3h 22/10/2025 - 17h00 3h 29/10/2025 - 17h00 3h 05/11/2025 - 17h00 3h 19/11/2025 - 17h00 3h 26/11/2025 - 17h00 4h
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 01-10-2025 (Quarta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 08-10-2025 (Quarta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 15-10-2025 (Quarta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 22-10-2025 (Quarta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 29-10-2025 (Quarta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 05-11-2025 (Quarta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 12-11-2025 (Quarta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
| 8 | 26-11-2025 (Quarta-feira) | 16:30 - 20:30 | 4:00 | Presencial |
Formador
Eurico Manuel do Nascimento Rodrigues
Destinatários
Professores dos 1º, 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos 1º, 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A proposta desta ação, totalmente prática e presencial, insere-se de forma estratégica no plano de atividades da entidade proponente, contribuindo para os seguintes objetivos: 1. Capacitação Profissional: Proporcionar formação contínua aos Docentes, capacitando-os para o uso efetivo das ferramentas e recursos digitais disponíveis nos LED. 2. Inovação Pedagógica: Apoiar a implementação de novas práticas pedagógicas para atender às solicitudes da sociedade atual. 3. Inclusão e Equidade Digital: Garantir que todos os alunos tenham acesso às mesmas oportunidades com recurso a soluções digitais acessíveis e inclusivas. 4. Ligação entre Educação e Futuro: Modernizar o ensino e a aprendizagem, contribuindo para a formação de cidadãos preparados para enfrentar novos desafios. Ao desenvolver esta ação, pretende-se reforçar o papel dinamizador de mudança positiva na educação, promovendo o desenvolvimento de competências digitais e a inovação educativa.
Objetivos
Domínio Técnico: Ensinar os Docentes a utilizar as ferramentas e recursos tecnológicos disponíveis nos LED, incluindo softwares, hardwares e plataformas digitais. Inovação Pedagógica: Desenvolver competências para a implementação de metodologias ativas, como aprendizagem baseada em projetos, gamificação e ensino presencial, com suporte das tecnologias digitais. Inclusão e Acessibilidade: Fomentar o uso de práticas educativas inclusivas e acessíveis, com recurso aos LED, para atender às necessidades dos diferentes perfis dos alunos. Colaboração e Criatividade: Incentivar a criação de cenários de aprendizagem nos LED, estimulando a criatividade, a resolução de problemas e o pensamento crítico nos alunos. Sustentabilidade e Eficiência: Promover a utilização sustentável e ética dos recursos tecnológicos nos LED, incentivando práticas responsáveis no uso de tecnologias educativas. Desenvolvimento Contínuo: Apoiar a construção de planos de formação contínua, garantindo a atualização constante dos participantes em relação às inovações tecnológicas e pedagógicas
Conteúdos
1. Introdução aos Laboratórios de Educação Digital (LED) 2. Manuseamento dos Kits 3. Implementação de Aulas com os Kits 4. Gestão e Manutenção dos Kits 5. Aplicação Prática: Criação de cenários de aprendizagem 6. Encerramento e Feedback
Metodologias
1. Metodologia da Aprendizagem Ativa Objetivo: Envolver os formandos no processo de aprendizagem, incentivando-os a aprender fazendo, por meio da utilização direta dos kits no LED 2. Metodologia da Gamificação Objetivo: Envolver os formandos por meio de jogos e desafios, promovendo a aprendizagem de forma divertida e interativa 3. Metodologia da Colaboração Objetivo: Estimular o trabalho em equipa e a colaboração entre os formandos, para que possam aprender com os outros e partilhar experiências sobre a utilização dos kits 4. Metodologia de Ensino Prático Objetivo: Capacitar os formandos por meio da prática intensiva, garantindo que saibam manusear os kits com confiança e habilidade para sua aplicação 5. Metodologia de Feedback Contínuo Objetivo: Proporcionar uma avaliação constante, onde os formandos recebem o retorno sobre seu desempenho e desenvolvimento ao longo da formação. 6. Metodologia da Reflexão Objetivo: Estimular a reflexão sobre o processo de aprendizagem, incentivando os formandos a pensar sobre como utilizar os conhecimentos adquiridos em sua prática educativa.
Avaliação
1. Avaliação Contínua Objetivo: Acompanhar o progresso dos formandos ao longo da ação. 2. Avaliação Prática Objetivo: Avaliar a aplicação prática dos conhecimentos adquiridos, focados no manuseio dos kits e no desenvolvimento de aulas. 3. Avaliação Formativa Objetivo: Avaliar a evolução do formando ao longo da ação, com ênfase no seu desenvolvimento contínuo. 4. Avaliação Final - Projeto do Cenário de Aprendizagem Objetivo: Avaliar a capacidade do formando de aplicar todos os conhecimentos adquiridos durante o curso na criação de um cenário de aprendizagem 5. Feedback Final No final do curso, o formador fornecerá um feedback final individualizado, destacando pontos fortes e áreas de melhoria com base no desempenho durante as atividades práticas, no projeto final, e na participação nas avaliações contínuas. Avaliação Final - Peso das Atividades 1 - Atividades práticas, participação e cumprimento dos prazos: 30% 2 - Qualidade e adequação do projeto, cenário de aprendizagem ou instrumento pedagógico desenvolvido: 50% 3- Apreciação da reflexão crítica individual 20%
Bibliografia
Direção-Geral da Educação (DGE). Laboratórios de Educação Digital (LED): Página Oficial. Disponível em: https://led.dge.medu.pt. Este portal oficial fornece informações detalhadas sobre os objetivos, implementação e recursos relacionados aos LED em Portugal.NAU - Sempre a Aprender. Curso: Laboratórios de Educação Digital: Cenários de Aprendizagem Ativa. Disponível em: https://www.nau.edu.pt/pt/curso/laboratorios-de-educacao-digital-cenarios-de-aprendizagem-ativa. Este curso online aborda os propósitos pedagógicos dos LED e explora cenários de aprendizagem para o desenvolvimento de competências digitais.Pereira, A. S., & Fillol, J. (2020). Educação e Tecnologias Digitais: Teorias, Práticas e Desafios. Lisboa: Edições Sílabo. Este livro discute as teorias e práticas relacionadas com a utilização das tecnologias digitais no contexto educativo, oferecendo uma visão atualizada dos desafios e oportunidades.Silva, B. D., & Gomes, L. M. (2019). Inovação Pedagógica com Tecnologias Digitais. Porto: Porto Editora. A obra apresenta estratégias de inovação pedagógica através do uso de tecnologias digitais, alinhando-se aos objetivos dos LED. Estes recursos proporcionarão uma base sólida para compreender e implementar práticas educativas inovadoras utilizando os Laboratórios de Educação Digital.Barreto, R. G. (2019). Gamificação na educação: Estratégias inovadoras para engajar os alunos. Lisboa: Edições Sílabo. Tem o foco na aplicação da gamificação em contextos educacionais, com exemplos de ferramentas digitais.
Observações
PASTA 11 - Algarve 2030 T1 e T2
01/10/2025 08/10/2025 15/10/2025 22/10/2025 29/10/2025 05/11/2025 19/11/2025 26/11/2025
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 01-10-2025 (Quarta-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 08-10-2025 (Quarta-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 15-10-2025 (Quarta-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 22-10-2025 (Quarta-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 29-10-2025 (Quarta-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 05-11-2025 (Quarta-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 12-11-2025 (Quarta-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
| 8 | 26-11-2025 (Quarta-feira) | 14:30 - 18:30 | 4:00 | Presencial |
Formador
Ana Margarida dos Reis Marques da Silva
Humberto Cecílio Pereira Viegas
Iola Mara Pires Ribeiro
Maria Amélia da Costa Teixeira Pereira
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Garantir capacitação digital ao pessoal docente, objetivo operacional do objetivo estratégico Reforço das competências tecnológicas, incluído no Eixo 2 Inovação tecnológica e transição digital. Capacitar novos docentes com a aplicação INOVAR, com os módulos iniciados no decorrer do ano letivo 2024/2025 (D-L n.º 54/2018) e com os novos módulos ainda não utilizados no AEJD, nomeadamente o do Plano Anual de Atividades (PAA), recentemente adquirido.
Objetivos
- Saber convocar reuniões e contactar outros docentes via INOVAR; - Redigir atas no INOVAR; - Utilizar com facilidade o módulo DL54 no INOVAR; - Utilizar com facilidade o módulo PAA no INOVAR.
Conteúdos
1 - Familiarização com a plataforma INOVAR - Área Docente menus: Eventos, Inicial, Sumários, Comunicações e Reuniões 2 - Familiarização com a plataforma INOVAR - Áreas Docente e Administrativa menus: Avaliações, Intercalares, Apoios; DL54 e Alunos 3 - Familiarização com a plataforma INOVAR - Áreas Docente e Administrativa Consolidação dos menus: DL54 e Alunos 4 - Familiarização com a plataforma INOVAR - Área Docente Menu: PAA 5 - Familiarização com a plataforma INOVAR - Área Docente Consolidação dos menus: Avaliações, Intercalares, Apoios e outros a pedido dos formandos
Metodologias
Em cada sessão, será feita a apresentação de cada módulo, exemplificação do procedimento e aplicação por cada docente. No final de cada sessão e início da seguinte esclarecer-se-ão as dúvidas do módulo. Os formadores partilharão tutoriais da plataforma e outros, por si elaborados, no moodle do CFAE, assim como na drive do AEJD. Propomos 5 sessões de 3h cada
Avaliação
Participação - 30% Trabalhos elaborados ao longo das sessões - 30% Relatório crítico - 40%
Bibliografia
Tutoriais em PDF e em vídeo disponibilizados pela plataforma INOVAR:- INOVAR PAA - manual do utilizador para a aplicação- INOVAR DL54 - manual do utilizador para a aplicação
Observações
1, 8 e 15 de outubro e 5 e 12 de novembro.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 01-10-2025 (Quarta-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 08-10-2025 (Quarta-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 15-10-2025 (Quarta-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 05-11-2025 (Quarta-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 12-11-2025 (Quarta-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Maria Manuela Fatela Ribeiro Valentim
Patrícia Maria Catarino Barreira Palma
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A avaliação pedagógica tem assumido uma centralidade inegável nas políticas educativas e curriculares, com efeitos concretos nas práticas de ensino e aprendizagem, designadamente na promoção do sucesso escolar. A publicação do Decreto-Lei nº 55/2018, de 6 de julho, consagra mudanças significativas ao nível do currículo, assumindo um dos seus princípios orientadores: a afirmação da avaliação das aprendizagens como parte integrante da gestão do currículo enquanto instrumento ao serviço do ensino e das aprendizagens. Refere ainda o caráter formativo da avaliação pedagógica como um dos pilares da melhoria da qualidade do ensino e da aprendizagem. Importa, pois, que os professores consolidem estas mudanças de modo contextualizado e que aprofundem competências e conhecimentos inerentes ao processo de avaliação das aprendizagens, nomeadamente, através de desenvolvimento de projetos pedagógicos e didáticos em torno de práticas de avaliação formativa, feedback e participação, critérios de avaliação e processos de recolha de informação. Deste modo, visa-se capacitar e apoiar os docentes para a construção dos recursos inovadores necessários e ajustados aos seus contextos educativos específicos, promovendo-se ainda a implementação e análise dos mesmos, tendo em vista o seu aperfeiçoamento ou reformulação.
Objetivos
Contribuir para o desenvolvimento de competências e conhecimentos no domínio da avaliação, em geral, e da avaliação pedagógica, em particular, congruentes com o real conteúdo das orientações constantes nos documentos legais; Promover práticas de trabalho colaborativo e cooperativo na construção e desenvolvimento de projetos de avaliação pedagógica em contexto de sala de aula; Elaborar recursos educativos de suporte ao desenvolvimento dos projetos de avaliação pedagógica; Permitir a troca de materiais e experiências, o esclarecimento de dúvidas e a geração de ideias e projetos de natureza pedagógica e didática; Incrementar práticas de formação de natureza investigativa que confiram competências aos professores para lidar com a mudança e a inovação no âmbito da avaliação pedagógica.
Conteúdos
1. Enquadramento curricular: documentos de referência 3 horas; 2. Natureza e Fundamentos da Avaliação - 3 horas; 3. Avaliação formativa e avaliação sumativa - 3 horas; 4. Feedback: natureza, distribuição e utilização por alunos e professores-alunos - 3 horas; 5. Aprendizagens Essenciais, Critérios de avaliação, Descritores de Níveis de Desempenho e de Standards. - 3 horas; 6. Processos de recolha de informação - 3 horas; 7. Apresentação, discussão e avaliação dos projetos de intervenção desenvolvidos no âmbito da oficina - 7 horas.
Avaliação
De acordo com o RJFCP Decreto-Lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro - e nos termos dos nºs 5 e 6, do artigo 4.º do Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio, valorizando-se uma lógica formativa e de acompanhamento. Assim, a avaliação dos formandos terá incidência: (1) Na participação e no trabalho contínuo realizado ao longo das sessões presenciais; (2) Na componente de trabalho individual, tendo em conta a qualidade dos projetos e materiais produzidos e apresentados em plenário.
Bibliografia
Fernandes, D. (2021). Para uma fundamentação e melhoria das práticas de avaliação pedagógica no âmbito do Projeto MAIA. Texto de Apoio à formação - Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica (MAIA). Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação.Fernandes, D. (2021). Para a Conceção e Elaboração do Projeto de Intervenção no Âmbito do Projeto MAIA. Texto de Apoio à formação - Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica (MAIA). Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação.Fernandes, D. (2021). Para um enquadramento da formação de professores. Texto de Apoio à formação - Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica (MAIA). Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação.Machado, E. A. (2021). Feedback. Folha de apoio à formação - Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica (MAIA). Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação.Wenger, E. (1998). Communities of practice: Learning, meaning, and identity. Cambridge University Press.
Observações
PASTA 7- Algarve 2030
30 de setembro de 2025 - presencial 07 de outubro de 2025 - sessão síncrona 14 de outubro de 2025 - sessão síncrona 21 de outubro de 2025 - sessão síncrona 28 de outubro de 2025 - sessão síncrona 04 de novembro de 2025 - sessão síncrona 11 de novembro de 2025- presencial 18 de novembro de 2025- presencial
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 30-09-2025 (Terça-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 07-10-2025 (Terça-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 3 | 14-10-2025 (Terça-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 4 | 21-10-2025 (Terça-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 5 | 28-10-2025 (Terça-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 6 | 04-11-2025 (Terça-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 7 | 11-11-2025 (Terça-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 8 | 18-11-2025 (Terça-feira) | 17:00 - 21:00 | 4:00 | Presencial |
Formador
Cláudia Marisa Silva Xavier Mendes
Destinatários
Educadores de Infância;
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância;. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância;.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Ria Formosa
Enquadramento
Considera-se fundamental no PTD a integração e capacitação digital dos educadores de infância nas suas práticas pedagógicas. Esta capacitação representa uma forte aposta no processo de valorização e no desenvolvimento profissional dos docentes no domínio da literacia digital e das competências digitais, no sentido de os dotar das competências necessárias à integração transversal, de modo a que estas se afirmem como facilitadoras das práticas profissionais e pedagógicas e, simultaneamente, promotoras de inovação no processo de ensino e de aprendizagem. O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores é o referencial que dá suporte a este plano, contribuindo para desenvolver as CD dos docentes do sistema educativo e formativo nacional.
Objetivos
Pretende-se apoiar os educadores na promoção de estratégias e de ações integradoras do digital que permitam melhorar a qualidade do trabalho realizado. São objetivos específicos da oficina: Conceber, selecionar e partilhar recursos digitais no âmbito da educação de infância; Integrar o digital nas propostas educativas, numa perspetiva da articulação plena das aprendizagens; Planificar, avaliar e comunicar com recurso ao digital. Capacitar os docentes da EPE para a promoção da utilização crítica e responsável de diferentes suportes digitais nas atividades do quotidiano das crianças.
Conteúdos
1. Exploração de opções digitais para colaboração e comunicação institucional e melhoria da prática profissional. 2. Exploração de estratégias de promoção do uso pedagógico de tecnologias digitais. 3. Exploração, seleção e adequação de Recursos Educativos Digitais (RED) ao contexto de aprendizagem. 4. Integração significativa de RED na melhoria de atividades de ensino e aprendizagem. 5. Exploração de recursos digitais de apoio ao planeamento e à avaliação das aprendizagens. 6. Planificação de atividades, projetos e outras metodologias com recurso às tecnologias digitais. 7. Utilização de estratégias para suporte ao desenho e implementação de atividades de promoção da cidadania digital das crianças. 8. Apresentação e partilha das atividades desenvolvidas pelos formandos na oficina. 9. Reflexão e debate sobre as atividades apresentadas e análise dos resultados obtidos pela sua implementação. 10. Avaliação e conclusões.
Metodologias
As sessões presenciais são destinadas: à exploração, reflexão e articulação das OCEPE com a integração dos ambientes digitais nas aprendizagens das crianças; à realização de atividades práticas de partilha, suportadas por um ambiente colaborativo; à exploração de ferramentas digitais para o desenvolvimento de atividades de aprendizagem promotoras da colaboração, comunicação e avaliação; à planificação e criação de atividades a implementar na educação pré-escolar, que promovam o desenvolvimento das CD dos docentes; à reflexão crítica sobre o desenvolvimento profissional docente. Na última sessão, os formandos apresentarão os resultados das atividades, com evidências, proporcionando-se a discussão e a partilha. Em específico, na componente de trabalho autónomo, pretende-se assegurar a implementação das atividades planificadas nas sessões presenciais, em situações reais de ensino-aprendizagem, tendo por base as OCEPE, e a reflexão sobre as práticas desenvolvidas.
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.
Bibliografia
Comissão Europeia (2020). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://ec.europa.eu/education/sites/education/files/document-library-docs/deap-swd-sept2020_en.pdf Lucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora. Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdf Kampylis, P., Punie, Y. & Devine, J. (2015); Promoting Effective Digital-Age Learning - A European Framework for Digitally-Competent Educational Organisations. Disponível: http://publications.jrc.ec.europa.eu/repository/bitstream/JRC98209/jrc98209_r_digcomporg_final.pdf Lopes da Silva, I., Marques, L., Mata, L. e Rosa, M. (2016). Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar. Lisboa: ME/DGE. Disponível em: http://www.dge.mec.pt/ocepe/sites/default/files/Orientacoes_Curriculares.pdf
Observações
PASTA 3 - Algarve 2030 - T1 PASTA 12 - Algarve 2030 - T2
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 24-09-2025 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 01-10-2025 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 08-10-2025 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 15-10-2025 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 29-10-2025 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 05-11-2025 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 12-11-2025 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 8 | 26-11-2025 (Quarta-feira) | 17:00 - 21:00 | 4:00 | Presencial |
Formador
Carla Alexandra Costa Rêgo
Alexandre José da Costa Ferreira
Destinatários
Professores dos Grupos 510, 520
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 510, 520. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 510, 520.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Em convergência com o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, foram elaborados os documentos das Aprendizagens Essenciais para todas as disciplinas das componentes de formação sociocultural e científica dos CP e para as disciplinas da componente científica dos CAE. Foram consideradas as especificidades curriculares e organizativas dos CP e dos CAE. As AE são a orientação curricular de base para o planeamento e realização do ensino e da aprendizagem, e avaliação interna e externa das aprendizagens dos alunos. Articulam-se com os conhecimentos, aptidões e atitudes identificados nos Perfis Profissionais/Referenciais de Competências e Referenciais de Formação das respetivas qualificações do Catálogo Nacional de Qualificações. A planificação e operacionalização das AE requer um trabalho colaborativo de contextualização curricular, apoiado por instrumentos de gestão curricular que contemplem as especificidades destas ofertas educativas e formativas, visando estimular um trabalho de construção curricular a ser contextualizado nas escolas. Pretende-se promover nos docentes o desenvolvimento de competências de intervenção curricular e pedagógica, para o planeamento, operacionalização e avaliação das aprendizagens. Visa, igualmente, uma abordagem pedagógica baseada em projetos interdisciplinares que envolvam as UFCD, no caso dos CP, contribuindo para aprendizagens específicas e transversais mais significativas. Quer-se promover o desenvolvimento de competências que sustentem práticas inovadoras em sala de aula e a aquisição, atualização e aprofundamento de conhecimentos científicos e pedagógico-didáticos dos docentes.
Objetivos
Com a realização deste curso de formação, os formandos deverão ser capazes de: - Aprofundar o quadro concetual de elaboração das AE; - Analisar os documentos das AE no âmbito das respetivas disciplinas; - Integrar as implicações curriculares dos normativos em vigor decorrentes da AFC na análise das AE e na práticapedagógica; - Explorar as potencialidades das AE numa planificação curricular consistente com o PA e com o Perfil Profissional ouReferencial de Competências associado às qualificações que integram o CNQ; - Promover o trabalho colaborativo entre docentes, assegurando a articulação pedagógica entre as diferentescomponentes de formação.
Conteúdos
(25 horas) 5h sessões síncronas + 20h sessões assíncronas/trabalho autónomo Módulo 0 - Apresentação do curso de formação - Apresentação: Enquadramento e objetivos do curso de formação; Plataforma LMS Moodle; Guião Pedagógico do Formando. Módulo 1 - Enquadramento dos CP e dos CAE na AFC: AFC - Princípios subjacentes, implicações e opções curriculares Aprofundamento das potencialidades de flexibilidade curricular e pedagógica no âmbito do D.L. 55/2018, de 6 de julho Referenciais curriculares para os CP/CAE Especificidades curriculares e organizativas dos CP/CAE Dinâmicas de gestão curricular nos Conselhos de Turma promotoras de práticas colaborativas entre os docentes. Módulo 2 - Fundamentação Conceptual e Gestão Curricular das AE - Quadro conceptual da construção das AE Estrutura do documento das AE da disciplina: - Articulação horizontal e vertical da disciplina com as várias componentes de formação - Articulação com o PA e com o Perfil Profissional ou Referencial de Competências associado à qualificação - AEE e práticas de avaliação formativa e sumativa - Medidas universais de suporte à aprendizagem e à inclusão. Módulo 3 - Operacionalização das AE da Disciplina - Gestão Curricular das AE: a operacionalização das AE da disciplina Partilha e discussão de exemplos de práticas bem-sucedidas Módulo 4 - Trabalho Final e Avaliação - Conceção em pares de uma e-atividade de operacionalização das AE de um tema/domínio (na respetiva disciplina) Reflexão crítica individual sobre o trabalho desenvolvido (500 a 600 palavras) Questionário de Avaliação Final do curso .
Metodologias
O curso tem a duração de 25 horas e decorre online na plataforma LMS Moodle. O curso integra sessões síncronas de apresentação das temáticas e respetivos fundamentos e sessões assíncronas de trabalho autónomo. Os formandos acedem à plataforma digital para exploração orientada de recursos de suporte à formação. As sessões síncronas permitirão enquadrar o formando na temática do módulo. O formando deverá assistir a todas as sessões síncronas, desenvolvendo um trabalho autónomo, de responsabilização pelo seu percurso de aprendizagem. Cada módulo possui recursos de suporte à autoaprendizagem: leitura de documentos, pesquisas online, download de ficheiros, visualização de webinars e vídeos. O formando deverá programar o trabalho autónomo para cada módulo, assistir às sessões síncronas, participar nos fóruns e realizar as tarefas propostas. Os formandos irão elaborar, em pares, uma e-atividade de aplicação das AE em contexto escolar, uma reflexão crítica individual e responder ao questionário de Avaliação do Curso.
Avaliação
As tarefas obrigatórias para efeitos de certificação são: Participação ativa nos fóruns de discussão e realização das tarefas propostas (30%); Trabalho final em pares (40%); Reflexão crítica individual (30%). Irá ser usada uma classificação qualitativa e quantitativa, de acordo com a nova redação dada ao n.º 3 do artigo 13.º do RJFCP, obtida pelo formando, segundo a seguinte escala de classificações de 1 a 10 valores, devidamente ponderada: - EXCELENTE: de 9 a 10 valores - MUITO BOM: de 8 a 8,9 valores - BOM: de 6,5 a 7,9 valores - REGULAR: de 5 a 6,4 valores - INSUFICIENTE: de 1 a 4,9 valores
Bibliografia
Jones, Casey Orvalho, Luísa e Nonato, Susana. Ensinar e Aprender por Módulos. Construir a Autonomia e a Flexibilidade Curricular: os desafios da escola e do professor. Palmeirão, Cristina e Alves, José Matias (Coords.) Porto: Universidade Católica Portuguesa, 2017, pp. 143-153. Rodrigues, Sónia Valente. Três modos de organizar sequências de aprendizagem interdisciplinares com base nas Aprendizagens Essenciais.. Encontro Regional Norte do Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular, novembro, 2017. Roldão, M.C. Concepção Estratégica de Ensinar e Estratégias de Ensino. Estratégias de Ensino. O saber e o agir do professor. Vila Nova de Gaia: Fundação Manuel Leão, 2009. Roldão, Maria do Céu, Peralta, Helena, Martins, Isabel P. e Orvalho, Luísa. Currículo do ensino secundário. Cursos profissionais e cursos artísticos especializados. Para a construção de Aprendizagens Essenciais baseadas no Perfil dos Alunos. ANQEP, I.P., 2018.
Observações
PASTA 10 - Algarve 2030
23/09/2025 - 17h30 às 20h00 2h30 presencial 25/09/2025 - 17h30 às 20h00 2h30 30/09/2025 - 17h30 às 20h00 2h30 02/10/2025 - 17h30 às 20h00 2h30 07/10/2025 - 17h30 às 20h30 3h 14/10/2025 - 17h30 às 20h00 2h30 21/10/2025 - 17h30 às 20h00 2h30 23/10/2025 - 17h30 às 20h00 2h30 28/10/2025 - 17h30 às 20h00 2h30 30/10/2025 - 18h00 às 20h00 2h presencial
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 23-09-2025 (Terça-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Presencial |
| 2 | 25-09-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Presencial |
| 3 | 30-09-2025 (Terça-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Presencial |
| 4 | 02-10-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Presencial |
| 5 | 07-10-2025 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 14-10-2025 (Terça-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Presencial |
| 7 | 21-10-2025 (Terça-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Presencial |
| 8 | 23-10-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Presencial |
| 9 | 28-10-2025 (Terça-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Presencial |
| 10 | 30-10-2025 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Presencial |
Formador
Carla Alexandra Gonçalves de Campos Nunes
Destinatários
Educadores de Infância e Professores do 1.º Ciclo do Ensino Básico (Grupos 100 e 110)
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores do 1.º Ciclo do Ensino Básico (Grupos 100 e 110). Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores do 1.º Ciclo do Ensino Básico (Grupos 100 e 110).
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Acompanhando a exigência de que no ensino há necessidade de renovação, cremos que é essencial desenvolver conteúdos e recursos educativos que potencializem novos cenários de aprendizagem para a Educação Artística. Este propósito, que é uma das exigências do plano de intervenção do PEEA, contribui a nível nacional para a formação estética e artística dos profissionais de educação. Assim, observando os princípios orientadores e o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, esta formação, em Música, pretende desenvolver práticas pedagógicas inovadoras que valorizem o papel central da Educação Artística, no contexto escolar.
Objetivos
- Contribuir para o desenvolvimento da Educação Artística, na área da música, no âmbito da missão do Programa de Educação Estética e Artística. - Analisar o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, a Matriz Curricular em Educação Artística, as Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar e as Aprendizagens Essenciais para a Música. - Desenvolver um conjunto de referentes, através de atividades especificas, que promovam uma pedagogia ativa centrada na criação, na experiência e na exploração do mundo envolvente, bem como na interpretação musical, privilegiando a voz, o corpo e os objetos / instrumentos. - Promover metodologias de ensino inovadoras recorrendo a meios, materiais, dispositivos e instrumentos, com diversidade sonora/musical e expressiva. - Valorizar o papel da Educação Artística como forte potenciador do desenvolvimento pleno do sujeito e nas relações com os outros, relacionando a música com as outras áreas do saber.
Conteúdos
Contextualização (1h) - Princípios orientadores do Programa de Educação Estética e Artística (PEEA). A Música no âmbito do PEEA. - Educação Pré-Escolar e o 1.º ciclo do Ensino Básico. Documentos de referência: Perfil dos Alunos à saída da Escolaridade Obrigatória, Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar; Educação Artística no 1.º Ciclo do Ensino Básico - Matriz Curricular/Musica. Conteúdos específicos da Música (4 horas) Elementos musicais. · Timbre, altura, dinâmica, ritmo, forma. Domínios. · Criação - A criatividade e a improvisação em música; · Audição - Escuta musical ativa; · Interpretação voz, corpo e instrumentos; · Contextos Musicais - Música, sociedade, cultura e história; · Simbolização/representação musical convencional e não convencional. Enquadramento. · O corpo humano enquanto primeiro (e principal) instrumento de expressão artística em Música; · Música para todos - metodologias ativas e respetivos pedagogos; · A multiplicidade da Música (géneros/estilos), sua relevância e transversalidade com outras áreas do saber. Recursos educativos (16 h) Criação (4 h) 1. Estímulo à experimentação sonora. 2. Criação e improvisação - corpo e objetos; 3. Percursos de aprendizagem com Pedagogia musical ativa; 4. Exploração/criação sonoro-musical com formas, estilos, géneros e tecnologias diferenciadas. 5. Atividade: criação e improvisação de ambientes sonoros, sequências e peças musicais. Corpo (4 h) 1. O corpo como instrumento de expressão artística em Música; 2. Timbre, Ritmo, pulsação, acentuação, andamentos; 3. Percursos de aprendizagem: metodologia ativa; 4. Timbres e ritmos corporais - improvisação e interpretação em géneros e estilos diferentes; 5. Atividade: Exercícios rítmico-corporais, Música e movimento. A voz (4 h) 1. A voz como instrumento: importância e cuidados (relaxamento, respiração e vocalizos); 2. Parâmetros musicais: exploração de potencialidades do aparelho fonador; 3. Metodologias e técnicas de ensino de canções e jogos prosódicos: pedagogia musical ativa; 4. Técnicas de execução e de interpretação musical (voz falada e cantada) e música de conjunto; 5. Atividades: Escolha e seleção de canções e cantos rítmicos de acordo com a faixa etária e o desenvolvimento musical dos alunos. Representação e contextualização (4 h) 1. Repertório musical e contexto sociocultural: escolha de canções, jogos prosódicos, peças para escuta orientada; 2. Audição e interpretação de peças musicais com formas, estilos, géneros e tecnologias diferenciadas; 3. Música para todos e a transversalidade do currículo; 4. Técnicas de interpretação e prática de musical de conjunto: vocal, corporal e instrumental. 5. Atividades: Exploração de códigos e formas diferenciadas de representação gráfica dos sons (convencionais e não convencionais); Exploração de instrumental Orff. Reflexão e exposição de propostas de trabalho (4 h) 1. Apresentação de proposta de um recurso educativo que reflita os conteúdos abordados na ação.
Metodologias
Presencial: Sessões teórico-práticas. Os conteúdos são expostos no decurso da apresentação com uma sequência de recursos, materiais, dispositivos e instrumentos para a prática educativa. Simultaneamente, desenvolvem-se modelos pedagógicos preconizados pelo PEEA, no âmbito da área da Música, centrados numa aprendizagem que potencie o desenvolvimento pleno do aluno. Neste enquadramento, a apresentação do conjunto dos recursos educativos é acompanhada pelos procedimentos necessários à sua produção, manuseamento a aplicação em contexto escolar. Reflexão e exposição das propostas a serem apresentadas como trabalho individual.
Avaliação
- A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua, de acordo com os seguintes critérios: Participação/Contribuição - 50%; Trabalho de aplicação de Conteúdos (Projeto e reflexão crítica) - 50%.
Bibliografia
Gordon, E. (2000). Teoria da Aprendizagem Musical: Competências, Conteúdos e Padrões. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.Swanwick, K. (1988).Music, Mind, and Education. London: Routledge.UNESCO (2006). Roteiro para a Educação Artística. Desenvolver as Capacidades Criativas para o Séc. XXI. Lisboa: Comissão Nacional da UNESCO.Willems, E. (1970). As Bases Psicológicas da Educação Musical. Fribourg Editions Pro-Música.Wuytack, J., & Palheiros, G. (1995). Audição Musical Activa. Associação Wuytack de Pedagogia Musical, Porto.
Observações
20/09 sábado 9.00h-13h 26/09 sexta 17-21h 11/10 sábado 9.00h-13h 17/10 sexta 17-21h 8/11 sábado 9.00h-13h 14/11 sexta 16- 21h
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 20-09-2025 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 2 | 26-09-2025 (Sexta-feira) | 17:00 - 21:00 | 4:00 | Presencial |
| 3 | 11-10-2025 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 4 | 17-10-2025 (Sexta-feira) | 17:00 - 21:00 | 4:00 | Presencial |
| 5 | 14-11-2025 (Sexta-feira) | 16:00 - 21:00 | 5:00 | Presencial |
| 6 | 15-11-2025 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
Formador
Carla Alexandra Gonçalves de Campos Nunes
Destinatários
Educadores de Infância e Professores do 1.º Ciclo do Ensino Básico (Grupos 100 e 110)
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores do 1.º Ciclo do Ensino Básico (Grupos 100 e 110). Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores do 1.º Ciclo do Ensino Básico (Grupos 100 e 110).
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Acompanhando a exigência de que no ensino há necessidade de renovação, cremos que é essencial desenvolver conteúdos e recursos educativos que potencializem novos cenários de aprendizagem para a Educação Artística. Este propósito, que é uma das exigências do plano de intervenção do PEEA, contribui a nível nacional para a formação estética e artística dos profissionais de educação. Assim, observando os princípios orientadores e o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, esta formação, em Música, pretende desenvolver práticas pedagógicas inovadoras que valorizem o papel central da Educação Artística, no contexto escolar.
Objetivos
- Contribuir para o desenvolvimento da Educação Artística, na área da música, no âmbito da missão do Programa de Educação Estética e Artística. - Analisar o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, a Matriz Curricular em Educação Artística, as Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar e as Aprendizagens Essenciais para a Música. - Desenvolver um conjunto de referentes, através de atividades especificas, que promovam uma pedagogia ativa centrada na criação, na experiência e na exploração do mundo envolvente, bem como na interpretação musical, privilegiando a voz, o corpo e os objetos / instrumentos. - Promover metodologias de ensino inovadoras recorrendo a meios, materiais, dispositivos e instrumentos, com diversidade sonora/musical e expressiva. - Valorizar o papel da Educação Artística como forte potenciador do desenvolvimento pleno do sujeito e nas relações com os outros, relacionando a música com as outras áreas do saber.
Conteúdos
Contextualização (1h) - Princípios orientadores do Programa de Educação Estética e Artística (PEEA). A Música no âmbito do PEEA. - Educação Pré-Escolar e o 1.º ciclo do Ensino Básico. Documentos de referência: Perfil dos Alunos à saída da Escolaridade Obrigatória, Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar; Educação Artística no 1.º Ciclo do Ensino Básico - Matriz Curricular/Musica. Conteúdos específicos da Música (4 horas) Elementos musicais. · Timbre, altura, dinâmica, ritmo, forma. Domínios. · Criação - A criatividade e a improvisação em música; · Audição - Escuta musical ativa; · Interpretação voz, corpo e instrumentos; · Contextos Musicais - Música, sociedade, cultura e história; · Simbolização/representação musical convencional e não convencional. Enquadramento. · O corpo humano enquanto primeiro (e principal) instrumento de expressão artística em Música; · Música para todos - metodologias ativas e respetivos pedagogos; · A multiplicidade da Música (géneros/estilos), sua relevância e transversalidade com outras áreas do saber. Recursos educativos (16 h) Criação (4 h) 1. Estímulo à experimentação sonora. 2. Criação e improvisação - corpo e objetos; 3. Percursos de aprendizagem com Pedagogia musical ativa; 4. Exploração/criação sonoro-musical com formas, estilos, géneros e tecnologias diferenciadas. 5. Atividade: criação e improvisação de ambientes sonoros, sequências e peças musicais. Corpo (4 h) 1. O corpo como instrumento de expressão artística em Música; 2. Timbre, Ritmo, pulsação, acentuação, andamentos; 3. Percursos de aprendizagem: metodologia ativa; 4. Timbres e ritmos corporais - improvisação e interpretação em géneros e estilos diferentes; 5. Atividade: Exercícios rítmico-corporais, Música e movimento. A voz (4 h) 1. A voz como instrumento: importância e cuidados (relaxamento, respiração e vocalizos); 2. Parâmetros musicais: exploração de potencialidades do aparelho fonador; 3. Metodologias e técnicas de ensino de canções e jogos prosódicos: pedagogia musical ativa; 4. Técnicas de execução e de interpretação musical (voz falada e cantada) e música de conjunto; 5. Atividades: Escolha e seleção de canções e cantos rítmicos de acordo com a faixa etária e o desenvolvimento musical dos alunos. Representação e contextualização (4 h) 1. Repertório musical e contexto sociocultural: escolha de canções, jogos prosódicos, peças para escuta orientada; 2. Audição e interpretação de peças musicais com formas, estilos, géneros e tecnologias diferenciadas; 3. Música para todos e a transversalidade do currículo; 4. Técnicas de interpretação e prática de musical de conjunto: vocal, corporal e instrumental. 5. Atividades: Exploração de códigos e formas diferenciadas de representação gráfica dos sons (convencionais e não convencionais); Exploração de instrumental Orff. Reflexão e exposição de propostas de trabalho (4 h) 1. Apresentação de proposta de um recurso educativo que reflita os conteúdos abordados na ação.
Metodologias
Presencial: Sessões teórico-práticas. Os conteúdos são expostos no decurso da apresentação com uma sequência de recursos, materiais, dispositivos e instrumentos para a prática educativa. Simultaneamente, desenvolvem-se modelos pedagógicos preconizados pelo PEEA, no âmbito da área da Música, centrados numa aprendizagem que potencie o desenvolvimento pleno do aluno. Neste enquadramento, a apresentação do conjunto dos recursos educativos é acompanhada pelos procedimentos necessários à sua produção, manuseamento a aplicação em contexto escolar. Reflexão e exposição das propostas a serem apresentadas como trabalho individual.
Avaliação
- A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua, de acordo com os seguintes critérios: Participação/Contribuição - 50%; Trabalho de aplicação de Conteúdos (Projeto e reflexão crítica) - 50%.
Bibliografia
Gordon, E. (2000). Teoria da Aprendizagem Musical: Competências, Conteúdos e Padrões. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.Swanwick, K. (1988).Music, Mind, and Education. London: Routledge.UNESCO (2006). Roteiro para a Educação Artística. Desenvolver as Capacidades Criativas para o Séc. XXI. Lisboa: Comissão Nacional da UNESCO.Willems, E. (1970). As Bases Psicológicas da Educação Musical. Fribourg Editions Pro-Música.Wuytack, J., & Palheiros, G. (1995). Audição Musical Activa. Associação Wuytack de Pedagogia Musical, Porto.
Observações
19/09 sexta 17-21h 27/09 sábado 9.00h-13h 10/10 sexta 17-21h 18/10 sábado 9.00h – 13h 7/11 sexta 17-21h 15/11 sábado 9.00h – 14h
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 19-09-2025 (Sexta-feira) | 17:00 - 21:00 | 4:00 | Presencial |
| 2 | 27-09-2025 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 3 | 10-10-2025 (Sexta-feira) | 17:00 - 21:00 | 4:00 | Presencial |
| 4 | 18-10-2025 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 5 | 14-11-2025 (Sexta-feira) | 16:00 - 21:00 | 5:00 | Presencial |
| 6 | 15-11-2025 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
Formador
Jorge Manuel Fernandes da Costa
Destinatários
110
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de 110.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Sendo a Educação Física, reconhecidamente, devido às suas características formativas únicas, uma disciplina fundamental para o desenvolvimento das capacidades psicomotoras fundamentais, exigidas pelos diferentes estádios de desenvolvimento motor, cognitivo, social e afetivo que caracterizam este nível etário. Tem vindo nos últimos anos a ter um papel de relevo e de extrema importância nas escolas primárias. Se por lado se nota um entusiasmo crescente no que respeita a esta área, por outro é igualmente percetível alguma timidez em alguns professores na execução de conteúdos/atividades relativamente ao programa. Esta timidez poderá estar relacionada com falta de formação no seu percurso generalista o que poderá impedir a sua autonomia e confiança na preparação e execução das tarefas. É uma grande lacuna no 1º ciclo a grande maioria dos professores deste grupo não terem bases do ensino e sobretudo os cuidados a terem na segurança dos alunos durante as aulas e no improviso de aulas onde há falta de material. Em muitos casos e em muitas escolas nem sequer são realizadas aulas devido à falta de Formação na área.
Objetivos
Reconhecer a importância da Educação Física para o desenvolvimento do aluno. Conhecimento do programa; Identificar conceitos básicos do Programa da Educação Física. Inteirar-se/distinguir/Identificar e experimentar algumas estratégias de aula. Conhecimento de ajudas nas aulas de ginástica. Colaborar na organização de atividades de Educação Física na preparação das aulas. Elaboração de planificações, anual, mensal semanal e diário; Improvisação.
Conteúdos
Importância da Educação Física para o desenvolvimento global dos indivíduos Programa da Educação Física Conteúdos programáticos Atividades - Organização e planeamento - Atividades - Técnicas de estratégias de apoio e ajuda - Trabalho individual e em grupo - Atividades de improvisação - Registos Análise crítica do trabalho produzido Reflexão
Avaliação
Para além do cumprimento das determinações legais, a avaliação dos formandos será formalizada numa escala de 1 a 10 valores de acordo com as cartas circulares 3/2007 e 1/2008 do CCPFC. A avaliação dos formandos centra-se sob o princípio da avaliação contínua, tendo em conta os seguintes parâmetros e ponderações: - Participação; - Realização das Tarefas nas Sessões (40%); - Trabalho/Projeto Final; - Reflexão Crítica/Relatório Individual (60%). - Regime de Faltas / Presenças - Assistência a, no mínimo, 2/3 do total das horas de formação. A aprovação no curso dependerá da obtenção de classificação igual ou superior a 5 valores e da frequência mínima de 2/3 do total de horas conjuntas da ação.
Bibliografia
DEB. (2004). Organização Curricular e Programas Ensino Básico 1º Ciclo. Lisboa, Portugal: Ministério da Educação, Departamento da Educação Básica;Cunha, A. C. (2010). Representação do bom professor: o bom professor em geral e o bom professor de educação física em particular. Educação Em Revista, 11(2);Pereira, F., Carolino, A. M., & Lopes, A. (2007). A formação inicial de professores do 1o CEB nas últimas três décadas do séc. XX: transformações curriculares, conceptualização educativa e profissionalização docente;Organização curricular e programas; 4ª Edição 1º Ciclo Ensino Básico.
Observações
PASTA 11 - Algarve 2030 T1 e T2
19 de SET 18h-21h 3h 22 de SET 18h-21h 3h 26 de SET 18h-21h 3h 3 de OUT 18h-21h 3h 6 de OUT 18h-21h 3h 10 de OUT 18h-21h 3h 17 de OUT 18h-21h 3h 20 de OUT 17:30h-21:30h 4h
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 19-09-2025 (Sexta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 22-09-2025 (Segunda-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 26-09-2025 (Sexta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 03-10-2025 (Sexta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 06-10-2025 (Segunda-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 10-10-2025 (Sexta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 17-10-2025 (Sexta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
| 8 | 20-10-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 21:30 | 4:00 | Presencial |
Formador
Carla Carmo Correia Limpo de Assis
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A capacitação digital dos docentes é determinante para o desenvolvimento de modelos inovadores associados aos processos de ensino e de aprendizagem. Considera-se fundamental que os docentes desenvolvam a capacitação digital necessária para poderem exercer uma cidadania ativa e usar as tecnologias digitais em contexto profissional, pedagógico e didático, promovendo, o desenvolvimento da capacitação digital dos alunos. É essencial que os docentes desenvolvam conhecimentos, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta oficina irá permitir aos professores desenvolver as pedagogias ativas em contexto de ensino híbrido, permitindo a adaptação das tecnologias à concretização das aprendizagens essenciais das várias disciplinas. Esta ação visa contribuir para desenvolver a capacitação digital dos docentes do sistema educativo, pela exploração de ferramentas digitais, levando os docentes a construir materiais ao longo da formação, que visem a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se, assim, criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de capacitação digital dos alunos, em articulação com as aprendizagens essenciais.
Objetivos
Esta ação de formação pretende desenvolver com os docentes um conjunto de conhecimentos e estratégias que lhes permita desenvolver competências digitais na utilização de ferramentas e tecnologias passíveis de apoiar diferentes tipos de aprendizagem e aprendizagens essenciais. São objetivos específicos: - capacitar os docentes na utilização significativa de ambientes e ferramentas digitais e definição de estratégias diversificadas de integração destes em contexto educativo; - refletir sobre as vantagens da utilização de ferramentas digitais nas atividades de ensino-aprendizagem; - incentivar o trabalho colaborativo e a troca de experiências entre os professores contribuindo para a sua formação; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - capacitar os docentes para a implementação de atividades promotoras da aprendizagem e o desenvolvimento das competências digitais dos alunos.
Conteúdos
1. Realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; 2. Utilização significativa de ambientes e ferramentas digitais e definição de estratégias diversificadas de integração destes em contexto educativo; 3. Implementação de atividades promotoras da aprendizagem e o desenvolvimento das CD dos alunos. 4. Envolvimento profissional: Exploração de opções digitais para colaboração e comunicação institucional e melhoria da prática profissional; 5. Debate e/ou construção de novas propostas de tarefas para a sala de aula; 6. Ensino e Aprendizagem: Exploração de estratégias de ensino e de aprendizagem digital. Integração significativa de RED na melhoria de atividades de ensino e aprendizagem; 7. Avaliação das aprendizagens: Exploração de estratégias de avaliação digital. Melhoria das abordagens de avaliação através de soluções digitais; 8. CD dos Alunos: Exploração de estratégias de promoção e uso pedagógico de tecnologias digitais. Utilização de ferramentas e estratégias para suporte ao desenho e implementação de atividades de promoção da CD dos alunos; 9. Planificação de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino.
Avaliação
Será aplicado o determinado no regime jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro. A classificação será realizada na escala de 1 a 10 conforme o Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos. Os participantes entregam um relatório crítico sobre o trabalho desenvolvido e a sua importância na motivação, na melhoria das aprendizagens e no desenvolvimento global dos alunos. Ponderações: 25% participação nas sessões e 75% para os trabalhos desenvolvidos e relatório final. Será usada uma escala quantitativa de 1 a 10 valores: Excelente - de 9 a 10 valores; Muito Bom - de 8 a 8,9 valores; Bom - de 6,5 a 7,9 valores; Regular de 5 a 6,4 valores; Insuficiente de 1 a 4,9 valores. A classificação final e as horas de formação para a progressão na carreira docente constarão no certificado final a emitir pelo CFAE.
Bibliografia
Lencastre, J.A, Bento, M., & Magalhães, C. (2016). MOBILE LEARNING: Potencial da inovação pedagógicaLicht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/Open_book_of_Innovational_Education.pdfBivar, A., Grosso, C.; Oliveira, F., Timóteo, C.. (2013). Programa e Metas Curriculares Matemática A. Lisboa: MECCosme, A.; Ferreira, D.; Lima, L. & Ferreira, N. (2021) Metodologias, Métodos e Situações de Aprendizagem: Propostas e Estratégias de Ação. Porto Editora: PortoMinistério da Educação (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, Lisboa: ME
Observações
PASTA 7- Algarve 2030
Novo cronograma 18-09-2025 (Quinta-feira) 17:30 - 20:30 3 25-09-2025 (Quinta-feira) 17:30 - 20:30 3 23-10-2025 (Quinta-feira) 17:30 - 20:30 3 30-10-2025 (Quinta-feira) 17:30 - 20:30 3 06-11-2025 (Quinta-feira) 17:30 - 20:30 3 13-11-2024 (Quinta-feira) 17:30 - 20:30 3 20-11-2024 (Quinta-feira) 17:30 - 20:30 3 27-11-2024 (Quinta-feira) 17:30 - 21:30 4
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 18-09-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 25-09-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 3 | 23-10-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 4 | 30-10-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 06-11-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 21:30 | 4:00 | Online assíncrona |
| 6 | 13-11-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 7 | 20-11-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 8 | 27-11-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Augusto Martins Cerdeira
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A inteligência artificial (IA) emergiu de forma significativa nos diversos âmbitos da sociedade, especialmente nos últimos tempos, e tem se destacado na área da Educação. Embora não seja uma tecnologia nova, os avanços na capacidade computacional, a abundância de Big Data e o refinamento dos algoritmos têm impulsionado sua rápida disseminação (Swargiary, 2023, p. 15). A aplicação da IA na Educação (IAEd) tem provocado um intenso debate sobre uma série de questões, tanto tecnológicas quanto pedagógicas, relacionadas com a eficácia e relevância desses sistemas em ambientes educacionais. Atualmente, as considerações éticas assumiram uma posição de destaque devido à crescente importância das diversas tecnologias na Educação, incluindo aquelas baseadas em IA. A oficina de formação visa explorar e fundamentar estas questões, oferecendo aos participantes uma compreensão aprofundada das implicações da IA na prática educativa.
Objetivos
1. Compreender os conceitos fundamentais de inteligência artificial. 2. Explorar os diferentes tipos de tecnologias de IA utilizadas na educação. 3. Analisar casos de uso reais de IA na sala de aula e em ambientes educativos diversos. 4. Discutir os benefícios potenciais da integração da IA na prática educativa. 5. Avaliar os desafios éticos e questões de privacidade associadas ao uso de IA na educação. 6.Explorar ferramentas e recursos disponíveis para professores que desejam incorporar IA em suas práticas de ensino. 7. Desenvolver habilidades práticas na seleção, implementação e avaliação de tecnologias de IA para apoiar a aprendizagem dos alunos. 8. Refletir sobre o impacto da IA na equidade e inclusão educacional, e considerar maneiras de garantir que a tecnologia beneficie todos os alunos de forma justa. 9. Colaborar com outros participantes para compartilhar experiências, ideias e melhores práticas relacionadas ao uso de IA na educação. 10. Criar um plano de ação pessoal para integrar de forma eficaz a IA em atividades de ensino e aprendizagem, alinhado com os princípios éticos e pedagógicos discutidos durante a formação.
Conteúdos
Durante a oficina, serão abordados temas como o papel da IA na personalização da aprendizagem, os desafios éticos associados ao uso de algoritmos em avaliação, a tomada de decisões educacionais e a definição de estratégias para maximizar os benefícios da IA, mitigando os potenciais riscos.
Avaliação
Para além do cumprimento das determinações legais, a avaliação dos formandos será formalizada numa escala de 1 a 10 valores de acordo com as cartas circulares 3/2007 e 1/2008 do CCPFC. A aprovação no curso dependerá da obtenção de classificação igual ou superior a 5 valores e da frequência mínima de 2/3 do total de horas conjuntas da ação.
Bibliografia
AI in Education: Policy Guidance
Observações
PASTA 6 - Algarve 2030 T1, T2 e T3
15/09/2025 - 17:30h/19:30h 22/09/2025 - 17:30h/20:30h 29/09/2025 - 17:30h/20:30h 06/10/2025 - 17:30h/20:30h 13/10/2025 - 17:30h/20:30h 20/10/2025 - 17:30h/20:30h 27/10/2025 - 17:30h/20:30h 17/11/2025 - 17:30h/20:30h 24/11/2025 - 17:30h/20:30h
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 15-09-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 22-09-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 29-09-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 06-10-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 13-10-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 20-10-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 27-10-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 8 | 10-11-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 9 | 17-11-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 10 | 24-11-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Bruno Miguel Vaz Fernandes
Destinatários
Professores do grupo de recrutamento 110
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 110.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
As tecnologias digitais assumem um papel cada vez mais importante, pelo que os docentes devem ser capazes de analisar criticamente os recursos digitais existentes. Neste sentido, a DGE promoveu o projeto RED, sendo um dos objetivos contribuir para a capacitação dos professores no uso pedagógico das tecnologias e de recursos educativos digitais. Estes recursos foram concebidos para promover a autonomia dos alunos, acessíveis em computadores, smartphones e tablets. Este curso tem como objetivo capacitar os formadores que darão a conhecer os recursos aos professores, através da realização de oficinas que os incentivem a utilizá-los com os seus alunos, promovam a reflexão sobre o seu uso e sobre as experiências pedagógicas daí decorrentes.
Objetivos
Com este curso de formação, pretendemos: Dar a conhecer aos formadores o Projeto REDs, da DGE, para o 1.º ciclo do ensino básico; Constituir uma equipa de formadores que possam divulgar estes recursos junto dos professores e capacitá-los para a sua utilização com os seus alunos. Levar esses formadores a compreender o conceito de REDs e a sua importância; Promover a reflexão, análise e pertinência na adoção de determinados recursos digitais de acordo com as necessidades pedagógico-didáticas deste nível de ensino. Auxiliar os formadores a criar planos de formação e delinear a respetiva implementação em contextos de formação.
Conteúdos
1.º Módulo RED (3 horas) Conceito de Recursos Educativos Digitais. Critérios de análise de Recursos Educativos Digitais de acordo com as características que devem reunir para a sua utilização junto desta faixa etária. 2.º Módulo Ensinar com tecnologias digitais (2 horas) Metodologias de ensino com tecnologias digitais; condições necessárias para a sua implementação; Fatores que podem dificultar ou promover o uso das tecnologias no processo de ensino e de aprendizagem de cada comunidade educativa. Estratégias para os contornar ou valorizar. 3.º Módulo Apresentação e exploração do Projeto REDs (7 horas) Apresentação e exploração dos conteúdos do Projeto REDs, para professores do 1.º Ciclo do Ensino Básico, se possível com a intervenção de um ou vários autores ou promotores do projeto. Análise dos conteúdos do projeto; 4.º Módulo Formar para refletir e criar (8 horas) Estratégias para a construção de planos de aula/guiões e outros materiais para o 1.º ciclo, onde sejam usadas as TD e em particular os REDs do projeto; Como delinear a implementar metodologias e estratégias que permitam a capacitação de professores do 1CEB para a utilização dos REDs, com os seus alunos, em contextos reais de aprendizagem; 5.º Módulo Preparação da formação a implementar (5 horas) Criar planos de formação, para uma ou várias oficinas, adequados à capacitação de docentes no uso pedagógico-didático de recursos educativos digitais.
Metodologias
O curso funcionará em sessões síncronas de debate em torno de documentos e das experiências dos formandos, que contribuam para uma melhor perceção da importância dos recursos digitais no 1.º ciclo. Será privilegiado o trabalho em grupo, de três ou quatro pessoas, e a reflexão e partilha de materiais produzidos, em grande grupo. Será usada a plataforma Zoom para criar momentos de trabalho conjunto e em pequenos grupos que funcionarão em salas paralelas onde os formandos desenvolverão e refletirão sobre questões que serão depois trazidas para o grande grupo para serem partilhadas e debatidas. Será disponibilizado um espaço online de apoio à formação onde serão colocados os materiais da formação e partilhados os materiais produzidos.
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua, de acordo com os seguintes critérios: Participação/Contribuição - 50%; Trabalho de aplicação de Conteúdos (Projeto e reflexão crítica) - 50%. A conclusão do curso de Formação implica a obrigatoriedade da elaboração e apresentação dos vários trabalhos propostos e ainda a elaboração de um relatório de reflexão crítica. Serão considerados na avaliação dos formandos o trabalho presencial (participação e discussão de ideias, ) e o trabalho final (Reflexão crítica sobre a formação e os materiais produzidos, ).
Bibliografia
Castro, C., de Andrade, A. M., & Lagarto, J. (2016). Identificação de Fatores Facilitadores da Utilização de Recursos Educativos Digitais pelos Professores: A Perspetiva de Especialistas num Estudo e-Delphi.Revista Iberoamericana De Evaluación Educativa, 5(3). Obtido em janeiro de 2021 em https://revistas.uam.es/riee/article/view/4291Ramos, J.L., Duarte, V, Carvalho, J.M., Ferreira (2005). Modelos e práticas de avaliação de recursos educativos digitais. Obtido em janeiro de 2021 em https://ctne.fct.unl.pt/pluginfile.php/14432/mod_data/content/7401/1210161451_06_CadernoII_p_79_87_JLR_VDT_JMC_FMF_VM.pdf Rodrigues, M. do R. (2013).A integração didática das TIC numa sala de 1.o CEB: estudo de caso [Universidade de Aveiro]. Disponível online, consultada em janeiro de 2021 em https://ria.ua.pt/bitstream/10773/10969/1/tese.pdfSilva, H., & Costa, F. A. (2015). Recursos educativos digitais no futuro: perspetivas de professores, educadores e especialistas. EDUCERE - XII Congresso Nacional de Educação, Novembro, 1620116216.
Observações
PASTA 6 - Algarve 2030 T1
15/09/2025 - 17:30h/19:30h 22/09/2025 - 17:30h/20:30h 29/09/2025 - 17:30h/20:30h 06/10/2025 - 17:30h/20:30h 13/10/2025 - 17:30h/20:30h 20/10/2025 - 17:30h/20:30h 27/10/2025 - 17:30h/20:30h 10/11/2025 - 17:30h/20:30h 17/11/2025 - 17:30h/20:30h
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 15-09-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 19:30 | 2:00 | Presencial |
| 2 | 22-09-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 29-09-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 06-10-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 19:30 | 2:00 | Presencial |
| 5 | 13-10-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 27-10-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 03-11-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 8 | 10-11-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 9 | 17-11-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Mafalda Rangel Malheiro Dias de Oliveira
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Ria Formosa / Centro de Ciências do Mar (CCMAR) / Universidade do Algarve
Enquadramento
Enquadrada no tema "Restauro da Natureza" esta formação revela-se de extrema pertinência, uma vez que pretende não só capacitar os professores para aumentar a literacia dos Oceanos aos seus alunos como também mostrar a importância de criar Áreas Marinhas Protegidas como meio de preservar e conservar habitats e espécies.
Objetivos
Esta formação pretende explicar como se pode criar, em conjunto com a comunidade, uma Área Marinha Protegida para proteger efetivamente a biodiversidade e, ao mesmo tempo, garantir a valorização das atividades tradicionais e sustentáveis que dependem desta áreas. Pretende-se ainda capacitar professores com as ferramentas necessárias para aumentar a literacia marinha dos alunos dos vários níveis de ensino, no sentido de promover a sua consciencialização ambiental para garantir o restauro efetivo da natureza.
Conteúdos
Os conteúdos a abordar estarão relacionados com o conceito e a importância da co-criação de áreas/estruturas/formatos de proteção de recursos comuns, bem como a co-criação de uma Área Marinha Protegida e todo o processo envolvente.
Observações
Documentação na pasta 34 - Ações de curta duração
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 24-07-2025 (Quinta-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Jorge Luís Mendes Rosa
Ana Cristina Cordeiro Faria Evaristo
Sandra Cristina Pereira Gorgulho
Sandra Elisabete Moreira Couto
Telma Cristina Barão Martins Cerdeira
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Ria Formosa
Enquadramento
A escola é hoje um espaço multicultural, correspondendendo numa escala mais reduzida à sociedade em geral. Assim, torna-se necessário que existam recursos humanos com qualificação adequada para actuar em situações de emergência, considerando que na maioria dos casos o tempo de intervenção é sempre escasso. Não podemos nem devemos limitar-nos à possibilidade de se fazer uma chamada para o INEM e esperar que uma equipa mais diferenciada surja para resolver situações que muitas vezes não são efectivamente emergências, onde não existe risco de vida para a vítima, ou que por atraso e desconhecimento se coloque realmente a vida de um aluno em risco.Nestes termos a qualificação do pessoal não docente torna-se essencial para uma resposta adequada. Os conhecimentos e competências que se propõem nesta acção são essenciais ao desempenho profissional do pessoal não docente. É uma exigência da escola actual e acima de tudo a expectativa de qualquer encarregado de educação, o qual naturalmente espera que a escola seja segura, que em caso de necessidade esta tenha os recursos necessários a uma rápida intervenção adequada aos problemas que a desencadearam.
Objetivos
No final da acção os formandos deverão:- conhecer e aplicar o SIEM e o plano de emergência da escola; - conhecer e executar os mecanismos de alerta e socorro necessários; - saber identificar os problemas de saúde que surjam nos diversos utentes da escola;- saber as etapas do exame de uma vítima e agir de acordo com os seus sintomas; - saber executar as manobras de reanimação e desobstrução da via aérea; - saber prestar os primeiros socorros nas situações relacionadas com trauma, intoxicações, lesões tecidulares, fracturas, queimaduras, hemorragias, asma, convulsões, diabetes, etc; - conhecer as diversas abordagens na prestação do socorro: adulto e pediátrica;- saber usar os meios de combate a incêndio da escola;- conhecer os cuidados pessoais a ter quando intervir numa situação de socorro.
Conteúdos
Prevê-se 5h Teóricas e 10 horas Práticas - diagnóstico, conhecer e aplicar o SIEM e o plano de emergência da escola - conhecer e executar os mecanismos de alerta e socorro necessários;- saber identificar os problemas de saúde que surjam nos diversos utentes da escola;- saber as etapas do exame de uma vítima e agir de acordo com os seus sintomas;- saber executar as manobras de reanimação e desobstrução da via aérea;- saber prestar os primeiros socorros nas situações relacionadas com trauma, intoxicações, lesões tecidulares, fracturas, - queimaduras, hemorragias, etc;- conhecer as diversas abordagens na prestação do socorro: adulto e pediátrica;- saber usar os meios de combate a incêndio da escola;- conhecer os cuidados pessoais a ter quando intervir numa situação de socorro.Previsão - 5 sessões de 3 horas (1 teórica e 2 práticas)
Bibliografia
Manual de TAT, INEM, versão 2012
Observações
PASTA 8 - Algarve 2030 T1, T2, T3
Cronograma: 22/07 - 9h00 às 12h00 (3h00) 23/07- 9h00 ás 13h00 (4h00) 24/07 - 9h00 ás 13h00 (4h00) 25/07 - 9h00 ás 13h00 (4h00)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 22-07-2025 (Terça-feira) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 23-07-2025 (Quarta-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 3 | 24-07-2025 (Quinta-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 4 | 25-07-2025 (Sexta-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
Formador
Paula Solange de Oliveira Calão Ferrinho
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Ria Formosa
Enquadramento
"Inclusão, equidade, cooperação, solidariedade, responsabilidade e interligação, são conceitos-chave que enformam as políticas e as práticas educativas. Assegurar o direito de todos à educação é garantir acesso, presença, participação e sucesso em processos educativos de qualidade. Os atores educativos, nomeadamente lideranças de topo e intermédias, são figuras essenciais na educação e na transformação social. Acolher e apoiar todos os alunos, independentemente das suas capacidades e exigências, são dois compromissos éticos e profissionais indiscutíveis. Uma escola inclusiva exige que todos sejam capazes apoiar e promover o envolvimento de toda a comunidade escolar. A presente ação insere-se no processo de concretização do Projeto Educação Inclusiva 21-23 e do plano integrado para a recuperação das aprendizagens dos alunos do ensino básico e secundário, Plano 21|23 Escola+."
Objetivos
Identificar um sistema de valores essenciais e de áreas de competência adequados à inclusão dos alunos; Valorizar a diversidade como um recurso e valor educativo; Apoiar e desenvolver a inclusão em todos os alunos e gerir expectativas; Desenvolver competências de trabalho cooperativo (com os pares, os alunos, pais, técnicos e outros) na diminuição de barreiras a inclusão. Desenvolver competências de autorreflexão que permitam consolidar estratégias de sucesso e eliminar ou melhorar estratégias pouco eficazes.
Conteúdos
Conteúdos: "1ª Sessão 3 horas Apresentação Conteúdo da Acão Cronograma Critérios de avaliação Valorização da diversidade 2ª sessão | 3 horas Pesquisa sobre o enquadramento teórico e evolução da educação inclusiva Valores, Atitudes, Princípios, Legislação e Conceitos 3ª sessão | 3 horas O conceito de diferença aos vários níveis: física, mental, emocional, cultural, social Barreiras a inclusão. 4ª sessão | 3 horas Reflexão sobre alguns valores e crenças pessoais inibidores de uma pratica inclusiva e os vários tipos de diferenças e a sua implicação. 5ª sessão | 3 horas Reflexão sobre as necessidades de desenvolvimento pessoal e profissional e apresentação de um plano de ação tendo em conta: as metodologias de investigacao-acao na pratica educativa e o desenvolvimento de estratégias pessoais de resolução de problemas 6ª sessão assíncrona | 3 horas Apresentação e debate dos vários planos de ação Trabalho em rede: uma abordagem sistémica Trabalhar com o encarregado de educação e/ou famílias, estratégias de comunicação eficaz Articular com outros profissionais: conceitos e princípios unificantes Avaliação reflexiva"
Bibliografia
Cerna, L. et al. (2021) Promoting inclusive education for diverse societies: A conceptual framework. Disponível em:Promoting inclusive education for diverse societies : A conceptual framework | OECD Education Working Papers | OECDiLibrary (oecd-ilibrary.org) Eurydice (2020). A equidade na educação escolar na Europa (trad. Lisboa: DGEEC/Unidade portuguesa de Eurydice).Disponível em: https://op.europa.eu/en/publication-detail/-/publication/517ee2ef-4404-11eb-b59f-01aa75ed71a1/language-pt European Agency for Special Needs and Inclusive Education (2021). Inclusive School Leadership: A Tool for Self-Reflection on Policy and Practice. (M. Turner-Cmuchal, E. Óskarsdóttir and M. Bilgeri, eds.). Odense, Denmark. Disponívelem: https://www.european-agency.org/sites/default/files/SISL_Self-Reflection_Tool.pdf Pereira, F. (Coord.). (2018). Para uma Educação Inclusiva. Manual de Apoio à Prática. Lisboa. Ministério da Educação.Direção-Geral da Educação. Disponível em:https://dge.mec.pt/sites/defa
Observações
PASTA 8- Algarve 2030
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 21-07-2025 (Segunda-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 22-07-2025 (Terça-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 23-07-2025 (Quarta-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 24-07-2025 (Quinta-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 25-07-2025 (Sexta-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Luís Miguel Varela Fernandes
Patrícia Maria Catarino Barreira Palma
Destinatários
Professores do 1º Ciclo; Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário; Professores da Educação Especial;
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do 1º Ciclo; Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário; Professores da Educação Especial;. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Ria Formosa/ Equipa Regional AFC
Enquadramento
A Inteligência Artificial (IA) está a transformar rapidamente o panorama educativo, oferecendo novas possibilidades para personalizar a aprendizagem, otimizar tarefas e promover a inovação pedagógica. Esta Ação de Curta Duração pretende proporcionar um espaço de reflexão e experimentação sobre o potencial da IA no contexto escolar.
Objetivos
- Conhecer os conceitos básicos de IA e o seu impacto na educação atual; - Explorar exemplos práticos e ferramentas de IA aplicáveis ao ensino e à aprendizagem; - Refletir sobre as questões éticas e regulatórias associadas ao uso da IA em contexto escolar; - Promover o pensamento crítico e a inovação pedagógica através da integração responsável da IA nas práticas letivas
Observações
Documentação na pasta 34 - Ações de curta duração
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 07-07-2025 (Segunda-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Online síncrona |
Formador
David Alexandre Rita Martins
Eurico Manuel do Nascimento Rodrigues
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Ria Formosa/ Agrupamento Dr. Francisco Fernandes Lopes
Enquadramento
Considera-se que esta ação se enquadra no plano de atividades do Centro de Formação, uma vez que contribui para promover formas de comunicar assertivas e a respetiva humanização das relações e para a melhoria o ambiente escolar. Este contributo irá funcionar como facilitador para a promoção da saúde mental na comunidade educativa, uma vez que contribui para potenciar os fatores de proteção associados. Considera-se tratar-se de uma ação inovadora, tendo em conta a sua especificidade e o público a que se destina. Considera-se que esta ação é importante para este público, atendendo ao papel direto/ativo/relevante que estes profissionais apresentam junto dos alunos e respetivas famílias, sendo também um importante contributo para a educação inclusiva. Através desta ação iremos contribuir para dotar os destinatários de conhecimento específico sobre formas de comunicar positivas e tipos de violência interpessoal. Deste modo estamos a contribuir para uma melhor identificação e gestão de possíveis situações de violência interpessoal. Este tipo de ação reveste-se de grande relevância, na medida em que pretende promover a humanização das relações, um ambiente e contexto escolar positivo e saudável e consequentemente potenciar os fatores de proteção associado
Objetivos
Informar acerca da existência de diferentes estilos de comunicação e respetivas características. Dotar de estratégias e ferramentas para o desenvolvimento de uma comunicação assertiva. Perceber a influência da comunicação (verbal e não verbal) na relação interpessoal. Informar sobre os efeitos negativos da comunicação violenta na relação interpessoal. Informar e esclarecer sobre dois exemplos de violência interpessoal que poderão estar presentes no contexto escolar, nomeadamente: bullying e ciberbullying e violência no namoro. Capacitar os destinatários para lidar de forma adequada com os r
Conteúdos
10 horas de componente teórica, estruturadas em dinâmicas, expositivas, reflexivas e de partilha; e 5 horas de componente prática onde os formandos poderão aplicar os conteúdos aprendidos.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 04-07-2025 (Sexta-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 2 | 07-07-2025 (Segunda-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 3 | 08-07-2025 (Terça-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 4 | 09-07-2025 (Quarta-feira) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Paula Cristina Silva de Carvalho
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Ria Formosa/Equipa Local de Intervenção Precoce de Olhão
Enquadramento
1. Promoção da Consciencialização e Divulgação da ELI e do Sistema Nacional de Intervenção Precoce na Infância: A IPI é um campo em constante evolução, com novas pesquisas e práticas emergentes. Um encontro como este serve para disseminar informações atualizadas, garantindo que profissionais, famílias e a comunidade conheçam os recursos e abordagens mais eficazes. A divulgação do trabalho específico da Equipa Local de Intervenção Precoce - ELI - de Olhão é crucial para que as famílias, educadores de infância, técnicos e outros interessados, na região, saibam a quem recorrer e quais os serviços disponíveis. 2. Partilha de Conhecimentos e Boas Práticas: A troca de experiências entre profissionais, especialistas e famílias é fundamental para a optimização das práticas de IPI. O encontro pretende proporcionar um espaço para o debate de desafios, partilha de casos de sucesso e a identificação de soluções inovadoras. A apresentação de perspetivas internacionais enriquece o debate e permite a comparação de diferentes abordagens e modelos de intervenção. 3. Reforço do Trabalho Colaborativo e em Rede: O acompanhamento em IPI implica a colaboração de diversos profissionais, famílias e entidades da comunidade. O encontro visa fortalecer essas parcerias, promovendo a comunicação, a coordenação e a integração de serviços. O trabalho em rede é essencial para garantir um apoio abrangente e contínuo às crianças e suas famílias, especialmente em situações complexas, rentabilizando recursos. 4. Valorização do Papel da Família: As famílias são os principais agentes de mudança na vida das crianças. O encontro pretende reconhecer e valorizar o seu papel central na IPI, promovendo a sua participação ativa no processo de intervenção.Dar voz às famílias, através da partilha de experiências e perspetivas, é fundamental para construir serviços mais sensíveis e adaptados às suas necessidades. 5. Promoção da Reflexão sobre Práticas Pedagógicas no Pré-Escolar: A idade pré-escolar é um período crucial para o desenvolvimento infantil. O encontro visa promover a reflexão sobre as práticas pedagógicas mais adequadas para crianças em idade pré-escolar, com destaque para a importância do brincar e da inclusão escolar. A discussão sobre os desafios e as oportunidades da inclusão escolar é fundamental para garantir que todas as crianças tenham acesso a uma educação de qualidade. 6. Cumprimento de Diretrizes Legais e Éticas: A realização deste encontro está alinhada com as diretrizes da Convenção sobre os Direitos da Criança, que reconhece o direito de todas as crianças ao desenvolvimento pleno e à participação ativa na sociedade. O encontro também pretende promover a ética profissional, ao incentivar a partilha de conhecimentos e a operacionalização de práticas baseadas em evidências científicas. Em suma, este encontro é uma oportunidade valiosa para fortalecer a ELI, promover o desenvolvimento das crianças e apoiar as famílias.
Objetivos
Objetivo Geral: Promover a reflexão e o debate sobre os desafios, práticas e o papel central da família na Intervenção Precoce na Infância, fortalecendo a colaboração entre profissionais, famílias e a comunidade. Objetivos Específicos: Divulgar e apresentar a Equipa Local de Intervenção (ELI) de Olhão: ● Apresentar a equipa. ● Dar a conhecer o trabalho desenvolvido pela ELI de Olhão na comunidade. Promover a partilha de conhecimentos e experiências: ● Debater os desafios e as boas práticas na Intervenção Precoce, através dos painéis com especialistas. ● Partilhar experiências de acompanhamento em IPI, gestão de expectativas e trabalho colaborativo em equipa e em rede. ● Apresentar a importância da abordagem centrada na família e dos contextos naturais de intervenção. Reforçar a importância do trabalho colaborativo e em rede: ● Destacar a importância da colaboração entre profissionais de diferentes áreas, famílias e entidades da comunidade. ● Promover a troca de experiências sobre trabalho em equipa, incluindo perspectivas internacionais. Valorizar o papel central da família na Intervenção Precoce: ● Dar voz às famílias, promovendo a partilha de experiências e perspetivas. ● Destacar a importância da participação ativa das famílias no processo de intervenção. Promover a reflexão sobre as práticas em idade pré-escolar: ● Debater a importância do brincar no desenvolvimento infantil e na intervenção precoce. ● Discutir as práticas pedagógicas e os desafios na idade pré-escolar.
Conteúdos
Desafios, boas práticas e práticas recomendadas na Intervenção Precoce Abordagem centrada na família e contextos naturais de intervenção Exploração de estratégias para implementar a intervenção em contextos naturais de vida da criança (casa, escola, comunidade) Modelos de trabalho em equipa e em rede - consultoria colaborativa em IPI Estratégias para envolver as famílias na definição de objetivos e na tomada de decisões Práticas educativas em idade pré-escolar Desafios da inclusão escolar e da transição para o 1.º Ciclo Estratégias para promover a aprendizagem e o desenvolvimento das crianças em contextos educativos
Observações
Documentação na pasta 33- Ações de curta duração
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 30-06-2025 (Segunda-feira) | 09:00 - 17:30 | 8:30 | Presencial |
Formador
David Alexandre Rita Martins
Eurico Manuel do Nascimento Rodrigues
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Ria Formosa/ Agrupamento Dr. Francisco Fernandes Lopes
Enquadramento
Considera-se que esta ação se enquadra no plano de atividades do Centro de Formação, uma vez que contribui para promover formas de comunicar assertivas e a respetiva humanização das relações e para a melhoria o ambiente escolar. Este contributo irá funcionar como facilitador para a promoção da saúde mental na comunidade educativa, uma vez que contribui para potenciar os fatores de proteção associados. Considera-se tratar-se de uma ação inovadora, tendo em conta a sua especificidade e o público a que se destina. Considera-se que esta ação é importante para este público, atendendo ao papel direto/ativo/relevante que estes profissionais apresentam junto dos alunos e respetivas famílias, sendo também um importante contributo para a educação inclusiva. Através desta ação iremos contribuir para dotar os destinatários de conhecimento específico sobre formas de comunicar positivas e tipos de violência interpessoal. Deste modo estamos a contribuir para uma melhor identificação e gestão de possíveis situações de violência interpessoal. Este tipo de ação reveste-se de grande relevância, na medida em que pretende promover a humanização das relações, um ambiente e contexto escolar positivo e saudável e consequentemente potenciar os fatores de proteção associado
Objetivos
Informar acerca da existência de diferentes estilos de comunicação e respetivas características. Dotar de estratégias e ferramentas para o desenvolvimento de uma comunicação assertiva. Perceber a influência da comunicação (verbal e não verbal) na relação interpessoal. Informar sobre os efeitos negativos da comunicação violenta na relação interpessoal. Informar e esclarecer sobre dois exemplos de violência interpessoal que poderão estar presentes no contexto escolar, nomeadamente: bullying e ciberbullying e violência no namoro. Capacitar os destinatários para lidar de forma adequada com os r
Conteúdos
10 horas de componente teórica, estruturadas em dinâmicas, expositivas, reflexivas e de partilha; e 5 horas de componente prática onde os formandos poderão aplicar os conteúdos aprendidos.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 30-06-2025 (Segunda-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 2 | 01-07-2025 (Terça-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 3 | 02-07-2025 (Quarta-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 4 | 03-07-2025 (Quinta-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
Formador
Vânia Dias Martins
Destinatários
Professores do 1º Ciclo;
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do 1º Ciclo;. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do 1º Ciclo;.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Ria Formosa
Enquadramento
O 1º ciclo proporciona atividades educativas tipicamente concebidas para dotar os alunos de competências ao nível dos currículos escolares. A introdução da Aprendizagem em Serviço (AS) numa idade precoce ajuda a lançar as bases para a aprendizagem ao longo da vida e para uma cidadania responsável, e tem mostrado ganhos significativos na melhoria das atitudes dos estudantes em relação a si próprios, ao envolvimento comunitário e à escola, e aquisição de competências sociais. Dar a conhecer aos professores a AS, capacitando-os para a sua aplicação em contexto escolar é fundamental para estimular a ligação entre a escola e a comunidade e enriquecer os processos de aprendizagem.
Objetivos
i. Compreender o conceito de Aprendizagem em Serviço e as suas componentes-chave; ii. Entender a relevância da AS e os ganhos que traz aos processos de aprendizagem; iii. Conhecer as diferentes fases para aplicação da AS nas escolas e materiais pedagógicos de apoio; iv. Saber criar um projeto de AS como resposta a necessidades ou problemas reais, identificando as necessidades/problemas e compreendendo a sequência de etapas da implementação do mesmo.
Conteúdos
‒ Conceito e principais características da AS ‒ Componentes-chave da AS ‒ As diferentes etapas para conceber um projeto de AS significativo com crianças do ensino básico ‒ Definir objetivos de aprendizagem para projetos de AS ‒ Estratégias para identificar necessidades da comunidade e definir o serviço ‒ Métodos e instrumentos para avaliação dos resultados dos projetos de AS a implementar
Observações
Documentação na pasta 34 - Ações de curta duração
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 18-06-2025 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
Formador
Pedro Gil Lopes Alves
Destinatários
Professores do Grupo 110
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 110.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A prática da música no 1º ciclo representa um desafio para os professores da educação básica. É reconhecido na literatura científica sobre esta temática a existência de uma grande lacuna de falta de formação ao longo da carreira, sendo o contexto da atual reforma curricular uma dificuldade acrescida ao entendimento do documento, dos seus objetivos e principalmente às mudanças na prática pedagógica pretendidas com a nova filosofia curricular. Pretendemos abordar a temática numa perspetiva crítica, questionando o como fazer música, quando e como, discutindo os conceitos em mutação e a sua ação prática na sala de aula. Em suma, ajudar os professores a desenvolver abordagens que possibilitem o alcance das várias aprendizagens descritas no documento das Aprendizagens Essenciais da Música no 1º ciclo. É também de salientar a importância intrínseca que a música deve representar nos diferentes Projetos Culturais de Escola, sendo como uma disciplina autónoma ou como integrante de projetos transdisciplinares. Neste sentido, é importante que os professores de 1º ciclo desenvolvam competências pedagógicas que possibilitem a integração da Música nos projetos escolares. Salientamos também a importância da interação com os formandos, ouvindo as visões e perceções sobre a temática, despertando desafios e aprender através da audição, interpretação e criação. erspetiva, esta formação pretende também encetar esforços para uma mudança em termos de oferta formativa nos concelhos de Faro e Olhão.
Objetivos
Identificar práticas e paradigmas do ensino da música para a infância no contexto escolar; Contribuir para melhorar as práticas pedagógicas dos professores no contexto atual das Aprendizagens Essenciais; Desenvolver curricularmente estratégias práticas assentes nas aprendizagens essenciais: experimentação e criação, interpretação e comunicação, apropriação e reflexão; Dar a conhecer recursos pedagógicos tecnológicos, em suporte físico e digital; Explorar potencialidades da música em projetos escolares.
Conteúdos
Abordagem teórico-prática às metodologias do ensino da música para crianças; Exploração de recursos tecnológicos; Exploração dos elementos da música: timbre, dinâmica, altura, ritmo, melodia e forma; Construção de propostas pedagógicas baseadas nas Aprendizagens Essenciais; Criação de atividades de improvisação; Criação de propostas pedagógicas interdisciplinares.
Metodologias
O curso de formação desenvolve-se a partir de aulas teórico-práticas em regime presencial, privilegiando uma metodologia interativa e participativa. Pretende-se desenvolver uma abordagem crítica dos conteúdos e conceitos abordados, diversificando a abordagem prática entre canções, jogos, movimento, prática instrumental, improvisação e tecnologia. A ação de formação desenvolve-se entre duas sessões de abordagem teórica dos conteúdos, posteriormente serão realizadas duas sessões de abordagem prática. A região em que nos encontramos apresenta no contexto nacional características muito próprias no que à formação na área da música diz respeito. O Algarve é o único distrito do país onde não existe formação superior docente de música, sendo desta forma difícil desenvolver dinâmicas formativas, seja na área da docência, seja na área da especialização ou formação de músicos. Na nossa perspetiva, esta formação pretende também encetar esforços para uma mudança em termos de oferta formativa nos concelhos de Faro e Olhão.
Avaliação
Participação nas atividades ao longo da formação 25% Trabalho final e partilha 25% Reflexão crítica 50%
Bibliografia
ELLIOTT, D. J.; SILVERMAN, M. Music matters: a philosophy of music education. 2. ed. New York: Oxford Press, 2015. Gordon, E. (2000). Teoria de Aprendizagem Musical para Recém Nascidos e Criança em Idade Pré Escolar. Fundação Calouste Gulbenkian. Mateiro, T., & Ilari, B. (2012). Pedagogias em Educação Musical. Editora Intersaberes. Pacheco, J. A., & Maia, I. B. (2019). Para uma análise crítica das políticas curriculares no contexto global e no sistema educativo português. In F. C. Silva & C. X. Filha (Org.), Conhecimentos em disputa na base nacional curricular comum (pp. 43-54). Campo Grande: Editora Oeste. Sousa, M. R. (2021). Metodologias do Ensino da Música para Crianças. Pedagogos, teorias, modelos e experiências. Investigação Científica Aplicada às Didáticas da Música. Lugar da Palavra Editora, Unip. Ldª.
Observações
PASTA 11 - Algarve 2030
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 12-05-2025 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Presencial |
| 2 | 19-05-2025 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Presencial |
| 3 | 26-05-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Presencial |
| 4 | 02-06-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 09-06-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 23-06-2025 (Segunda-feira) | 17:00 - 20:30 | 3:30 | Presencial |
| 7 | 30-06-2025 (Segunda-feira) | 16:00 - 20:00 | 4:00 | Presencial |
| 8 | 07-07-2025 (Segunda-feira) | 15:00 - 20:00 | 5:00 | Presencial |
Formador
Paulo Côrte-Real
Destinatários
Professores do Ensino Básico e Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Ensino Básico e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A presente Ação vem responder a uma grande procura numa área de formação carenciada. Num momento de desafios, em a sociedade e a Escola estão em transformação, o conhecimento das ferramentas digitais assume um papel preponderante na prática pedagógica, em que a imagem assume o seu carácter de linguagem universal e de apoio às aprendizagens e ao trabalho de projeto, considera-se pertinente ir ao encontro das necessidades dos docentes, contribuindo desta forma para a sua formação contínua. Assim, este curso de formação visa capacitar os docentes ao nível de recursos digitais, designadamente ao nível da imagem/fotografia digital, desde a sua composição, edição e publicação.
Objetivos
No final da formação os formandos deverão: - Conhecer as regras de iluminação para fotografia; - Conhecer e utilizar a iluminação de estúdio para a realização de retratos; - Conhecer as etapas do fluxo de trabalho digital; - Utilizar a ferramenta Adobe Bridge na gestão do fluxo de trabalho; - Utilizar a ferramenta Adobe Camera Raw na revelação digital; - Saber preparar ficheiros para diferentes fins; - Compor um portefólio fotográfico.
Conteúdos
Módulo 3 Luz/Iluminação de estúdio 1 -Luz: natureza e propriedades 2 -Regras de iluminação para fotografia 3 -Exposição: natureza e competência dos dispositivos da câmara fotográfica (obturador, diafragma e sensibilidade/ISO) 4 -Tipos de iluminação 5 -Equipamentos de iluminação (speedlights e flashes de estúdio) 6 -Modeladores de luz 7 -Fotometria -medição da luz com recurso ao fotómetro externo 8 Fotografia de retrato: conceito, enquadramento e composição 9 - Iluminação para retrato 9.1 Tipos de objetivas/distâncias focais a usar 9.2 Posicionamento da câmara e ângulo de iluminação 9.3 Com uma fonte de luz 9.4 Géneros de iluminação 9.5 Duas fontes de luz 9.5.1 Luz principal e de preenchimento 9.6 Iluminação uniforme e iluminação contrastante 9.7 Três fontes de luz 9.7.1 Luz principal 9.7.2 Luz de preenchimento 9.7.3 Luz de recorte Módulo 4 - Gestão do Fluxo de Trabalho 1. Gestão do Fluxo de Trabalho - da captura à edição 2. Fotografar com rigor e precisão 3. Adobe Brigde 3.1. Gestão de arquivos/fluxo fotográfico 3.2. Introdução de Metadados 3.3. Palavras-chave 3.4. Classificação de ficheiros 4. Camera RAW 4.1. Revelação 4.2. Calibração de monitores 4.3. Processamento de ficheiros RAW 4.4. Etapas da revelação digital: do básico ao avançado 4.5. Ferramentas de edição e ajustes 4.6. Retoques localizados (pincel, gradiente, circular) 4.7. Redução de ruído 4.8. Aplicação de nitidez 4.9. Split Toning 4.10. Curvas e Canais de Cor 4.11. Transformação (correção ótica, nivelar, perspetiva) 4.12. Revelação em lote 5. Exportação 5.1. Preparação para diversas saídas 6 Edição e composição de um portefólio
Metodologias
- Exposição oral com recurso a apresentação em powerpoint e à demonstração/exemplificação; - Incentivo ao diálogo e ao questionamento; - Acompanhamento individualizado de cada formando no desenvolvimento da sua experimentação; - Visualização/análise de imagens fotográficas exemplificativas das diferentes técnicas; - Exploração da câmara fotográfica com vista ao seu conhecimento/controlo técnico; - Partilha comentada dos resultados obtidos; - Trabalho em grupo/Incentivo ao diálogo e ao questionamento; - Dar autonomia aos formandos na montagem dos equipamentos de estúdio; - Análise e comentário para o grupo das opções tomadas; - Utilização das TIC para a gestão do Fluxo de Trabalho Digital.
Avaliação
Para além do cumprimento das determinações legais, a avaliação dos formandos será formalizada numa escala de 1 a 10 valores de acordo com as cartas circulares 3/2007 e 1/2008 do CCPFC. A avaliação dos formandos centra-se na aquisição e aplicação prática dos conhecimentos, com rigor técnico e sensibilidade estética fotográfica. A aprovação no curso dependerá da obtenção de classificação igual ou superior a 5 valores e da frequência mínima de 2/3 do total de horas conjuntas da ação.
Bibliografia
Santos, Joel, 2013, FOTOedição, 2ª Edição, Centro Atlântico, V.N. Famalicão.
Observações
PASTA 4 - Algarve 2030
29.04.2025 - 17h:30m/20h:30m 3h Presencial 06.05.2025 - 17h:30m/20h:30m 3h Presencial 13.05.2025 - 17h:30m/20h:30m 3hPresencial 20.05.2025 - 17h:30m/20h:30m 3h Presencial 27.05.2025 - 17h:30m/20h:30m 3h Presencial 03.06.2025 - 17h:30m/20h:30m 3h Presencial 17.06.2025 - 17h:30m/20h:30m 3h Presencial 24.06.2025 - 17h:30m/20h:30m 3h Presencial 01.07.2025 - 17h:30m/20h:30m 3h Presencial 08.07.2025 - 17h:30m/20h:30m 3h Presencial
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 29-04-2025 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 06-05-2025 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 13-05-2025 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 20-05-2025 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 27-05-2025 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 03-06-2025 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 17-06-2025 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 8 | 24-06-2025 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 9 | 01-07-2025 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 10 | 08-07-2025 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Anabela Gonçalves de Moura Baptista
Ana Marta Esteves Branco da Silva Farrajota
Paula Maria Osório de Araújo Correia
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. De acordo com o artigo 15.º da Portaria n.º 192-A/2015, de 29 de junho, esta ação de formação releva para a progressão da carreira dos professores bibliotecários, incluindo-se na dimensão científica e pedagógica.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Decorrido metade do tempo previsto para cumprir a Agenda 2030 das Nações Unidas, é preciso fazer o balanço das ações realizadas com a biblioteca escolar e delinear uma estratégia e um compromisso futuros que permita acelerar o alcance dos 17 ODS. A informação e as literacias apoiam o progresso em todos os ODS e, por isso as bibliotecas colaboram com os governos e a sociedade no alcance deste desígnio. Na Década da Ação é importante que a comunicação e a monitorização da participação das bibliotecas escolares na Agenda 2030 não constitua simples aspiração/promessa, mas se traduza em ações e resultados/evidências e, por isso, serão apresentadas oportunidades e desafios concretos para colaboração na estratégia de advocacy e avaliação das bibliotecas.
Objetivos
- Compreender a Agenda 2030 como uma ferramenta de pensamento/ação da biblioteca escolar junto da governação e sociedade. - Reconhecer o papel dos jovens no cumprimento da Agenda 2030. - Compreender a importância da informação/literacias para o alcance de todos os ODS. - Conhecer/Partilhar projetos/atividades, serviços e recursos (coleção) que contribuem para a Agenda 2030. - Monitorizar/avaliar os resultados da ação no âmbito da Agenda 2030. - Contribuir para a advocacia da RBE no âmbito dos 17 ODS. - Formular uma perspetiva crítica e ativa sobre o papel das artes e da cultura na Agenda 2030.
Conteúdos
Modulo 1 - 2 horas síncronas e 4 horas assíncronas 1. Agenda 2030: Qual é o grau de cumprimento atual? Qual é a importância da educação? Qual é o papel dos jovens? 2. Advocacia da Agenda 2030: que oportunidades para as bibliotecas escolares. 3. Década da Ação: o foco nos resultados. A importância da recolha de evidências quantitativas e de histórias/testemunhos. Modulo 2 2 horas síncronas e 5 horas assíncronas 1.Como é que as bibliotecas escolares podem ajudar a construir um futuro sustentável? Exemplos práticos de projetos/atividades, serviços e recursos (coleção) no âmbito de alguns ODS. 1.1- ODS 4. A educação no centro: a importância da informação e das literacias para o desenvolvimento sustentável; o papel da biblioteca para garantir a integridade da informação. 1.2 - ODS 16. Bibliotecas escolares contribuem para a participação cívica, a democracia e a paz. 1.3 - ODS 9. Bibliotecas escolares na luta contra as divisões digitais: direito universal à internet, tecnologias de informação, infraestruturas e competências digitais, ciência aberta. O digital é mais sustentável do que o analógico? Modulo 3 - 3 horas síncronas e 6 horas assíncronas 1. ODS 10. Bibliotecas escolares apoiam e promovem a diversidade social e contribuem para a redução das desigualdades; 2. ODS 13, 14, 15, 6. Ação para o Empoderamento Climático, Bibliotecas Verdes e literacia ambiental. 3. Agenda pós 2030 e o papel das artes/cultura: como é que a biblioteca escolar se pode envolver? Modulo IV 3 horas síncronas 1. Trabalhos finais: apresentação e discussão.
Metodologias
Este curso de formação terá a duração de 25 horas e será desenvolvido em formato e-learning (formação à distância), através de sessões síncronas (10 horas síncronas e 15 horas assíncronas), mediante as plataformas Moodle e Zoom. Irá basear-se em apresentações teórico-práticas, em atividades práticas, fóruns de discussão e exemplos. Serão criadas oportunidades de trabalho individual e em grupo e privilegiadas propostas integradoras práticas ligadas aos contextos de cada território/escola e agrupamento de escolas.
Avaliação
Os critérios de avaliação deverão ser elaborados de acordo com as orientações da entidade formadora, tendo por base os seguintes itens: . empenho e participação ativa nas sessões de formação; . trabalho escrito, individual. A avaliação dos formandos será´ expressa numa classificação quantitativa na escala de 1 a 10, de acordo com o artigo 4º do Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação, os contributos e o trabalho final elaborado pelos formandos.
Bibliografia
Antunes do Carmo, J. & Caetano, F. (rev.). Perfil do país: CCE. GEM (UNESCO Global Education Monitoring Report) & MECCE (The Monitoring and Evaluating Climate Communication and Education Project). https://mecce.ca/country_profiles/cce-country-profile-portugal/#5-eael-table-of-contentIFLA. (2023). Powering Sustainable Development. International Federation of Library Associations and Institutions. https://www.ifla.org/units/sustainable-development/ONU. (2015). Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Organização das Nações Unidas. https://sdgs.un.org/UN. (2023). UN Data Commons for the SDG. United Nations. https://unstats.un.org/UNSDWebsite/undatacommons/sdgsUN Climnate Change. (2023). Action for Climate Empowerment. United Nations. https://unfccc.int/topics/education-and-youth/big-picture/ACE
Observações
1 01-04- 25 6h A distância síncrona (2h) Assíncrona (4h) 16h30 – 18h30 2 06-05-25 7h A distância síncrona (2h) Assíncrona (5h) 16h30-18h30 3 03-06-25 4h30 A distância síncrona (1h30) Assíncrona (3h) 16h30 - 18h 4 17-06-25 4h30 A distância síncrona (1h30)Assíncrona (3h) 16h30 - 18h 5 08-07-25 3h A distância síncrona (3h) 15h30 – 18h30
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 01-04-2025 (Terça-feira) | 16:30 - 18:30 | 2:00 | Online síncrona |
| 2 | 06-05-2025 (Terça-feira) | 16:30 - 18:30 | 2:00 | Online síncrona |
| 3 | 03-06-2025 (Terça-feira) | 16:30 - 18:00 | 1:30 | Online síncrona |
| 4 | 17-06-2025 (Terça-feira) | 16:30 - 18:00 | 1:30 | Online síncrona |
| 5 | 08-07-2025 (Terça-feira) | 15:30 - 18:00 | 2:30 | Online síncrona |