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DIVULGAÇÃO

205

COMPORTAMENTO E RELACIONAMENTO INTERPESSOAL

Curso

 

15.0 horas

 

Presencial

 

Assistentes Técnicos e Assistentes Operacionais

E.B 2/3 Dr João Lúcio

O papel do pessoal não docente, tradicionalmente confinado ao papel logístico para o processo educativo possa acontecer, teve de evoluir. Deste modo, os assistentes tem hoje de ser um gestor dos espaços exteriores de uma escola, um organizador, detentor de um conjunto de competências relacionais a par das ...
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Ref. 170T1 Inscrições abertas até 17-12-2021

Registo de acreditação: DGAE/711/2021

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 15.0 horas

Início: 20-12-2021

Fim: 28-12-2021

Regime: Presencial

Local: E.B 2/3 Dr João Lúcio

Formador

David Alexandre Rita Martins

Destinatários

Assistentes Técnicos e Assistentes Operacionais

Acreditado pelo

DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação Ria Formosa

Razões

O papel do pessoal não docente, tradicionalmente confinado ao papel logístico para o processo educativo possa acontecer, teve de evoluir. Deste modo, os assistentes tem hoje de ser um gestor dos espaços exteriores de uma escola, um organizador, detentor de um conjunto de competências relacionais a par das inerentes ao processo educacional. Por outro lado, exerce a sua função não docente numa Escola que se configura como um palco de interações relacionais onde coexistem diferentes formas de estar e de fazer. Esta diversidade cada vez mais vivida na escola nos seus diferentes contextos, sala de aula e espaços exteriores, e pelos seus diferentes atores da comunidade educativa, permite uma grande riqueza de experiências que é importante potenciar mas que pode simultaneamente ser geradora de situações de conflito. Com frequência verifica-se que estas situações são causadoras de um grande stress e desgaste emocional o que tira a energia e disponibilidade que seriam fundamentais. Pretende-se que, através da participação nesta oficina de formação, os formandos desenvolvam competências ao nível da comunicação, do relacionamento interpessoal e da gestão de conflitos numa perspetiva de autorreflexão pessoal e que, simultaneamente, sejam agentes desse mesmo desenvolvimento junto dos alunos. Para isso prevê-se a planificação de um conjunto de atividades concretas a aplicar em contexto de sala de aula.

Objetivos

No final da Acção de Formação, os destinatários foram capazes de: - Compreender os vários tipos de comunicação; - Conhecer os vários modelos teóricos subjacente à comunicação; - Reflectir criticamente sobre a comunicação; - Identificar as principais componentes e estratégias para ultrapassar conflitos; - Compreender os conceitos inerentes à Inclusão, nomeadamente Equidade e Igualdade; - Reflectir sobre as questões de sigilo e ética

Conteúdos

As sessões foram essencialmente teórico-práticas e práticas. Forma utilizados os métodos, expositivo, interrogativo e ativos, recorrendo a diferentes estratégias e técnicas pedagógicas: trabalho de grupo, debate, resolução de problemas, simulação e jogos pedagógicos. As questões foram abordadas com base nas situações concretas da prática docente, e foram tratadas com maior profundidade as mais pertinentes no quadro da vida do agrupamento TEIP, nomeadamente as que estão estritamente ligadas à organização do ambiente escolar, e à vivência no quotidiano. Estas sessões visaram a abordagem conceptual, em simultâneo com a procura do envolvimento motivacional dos professores na gestão do apoio tutorial especifico no seu ambiente escolar.

Bibliografia

CASTANYER, O. (2002).A Assertividade – expressão de uma auto-estima saudável.Coimbra: Tenacitas. CUNHA, P. (2001). Conflito e Negociação. Porto: Edições ASA Deutsch, M. (1949). A theory of cooperation and competition. Human Relations, 2, 129-152. Deutsch, M. (1962). Cooperation and trust: Some theoretical notes. In M. R. Jones (Ed.),Johnson, D. W. (1970). Social psychology of education. New York: Holt, Rinehart, & Winston. ESTRELA, M. T. (2002) Relação Pedagógica, Disciplina e Indisciplina na Sala de Aula. Porto: Porto Editora. FACHADA, M. O. (2006). Psicologia das Relações Interpessoais.Lisboa: Rumo. GOTMAN, J. & DECLAIRE, J. (1999). A Inteligência Emocional na Educação. Cascais: Editora Pergaminho.


206

COMPORTAMENTO E RELACIONAMENTO INTERPESSOAL

Curso

 

15.0 horas

 

Presencial

 

Assistentes Técnicos e Assistentes Operacionais

E.B 2/3 António João Eusébio

O papel do pessoal não docente, tradicionalmente confinado ao papel logístico para o processo educativo possa acontecer, teve de evoluir. Deste modo, os assistentes tem hoje de ser um gestor dos espaços exteriores de uma escola, um organizador, detentor de um conjunto de competências relacionais a par das ...
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Ref. 170T2 Inscrições abertas até 18-12-2021

Registo de acreditação: DGAE/711/2021

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 15.0 horas

Início: 20-12-2021

Fim: 28-12-2021

Regime: Presencial

Local: E.B 2/3 António João Eusébio

Formador

David Alexandre Rita Martins

Destinatários

Assistentes Técnicos e Assistentes Operacionais

Acreditado pelo

DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação Ria Formosa

Razões

O papel do pessoal não docente, tradicionalmente confinado ao papel logístico para o processo educativo possa acontecer, teve de evoluir. Deste modo, os assistentes tem hoje de ser um gestor dos espaços exteriores de uma escola, um organizador, detentor de um conjunto de competências relacionais a par das inerentes ao processo educacional. Por outro lado, exerce a sua função não docente numa Escola que se configura como um palco de interações relacionais onde coexistem diferentes formas de estar e de fazer. Esta diversidade cada vez mais vivida na escola nos seus diferentes contextos, sala de aula e espaços exteriores, e pelos seus diferentes atores da comunidade educativa, permite uma grande riqueza de experiências que é importante potenciar mas que pode simultaneamente ser geradora de situações de conflito. Com frequência verifica-se que estas situações são causadoras de um grande stress e desgaste emocional o que tira a energia e disponibilidade que seriam fundamentais. Pretende-se que, através da participação nesta oficina de formação, os formandos desenvolvam competências ao nível da comunicação, do relacionamento interpessoal e da gestão de conflitos numa perspetiva de autorreflexão pessoal e que, simultaneamente, sejam agentes desse mesmo desenvolvimento junto dos alunos. Para isso prevê-se a planificação de um conjunto de atividades concretas a aplicar em contexto de sala de aula.

Objetivos

No final da Acção de Formação, os destinatários foram capazes de: - Compreender os vários tipos de comunicação; - Conhecer os vários modelos teóricos subjacente à comunicação; - Reflectir criticamente sobre a comunicação; - Identificar as principais componentes e estratégias para ultrapassar conflitos; - Compreender os conceitos inerentes à Inclusão, nomeadamente Equidade e Igualdade; - Reflectir sobre as questões de sigilo e ética

Conteúdos

As sessões foram essencialmente teórico-práticas e práticas. Forma utilizados os métodos, expositivo, interrogativo e ativos, recorrendo a diferentes estratégias e técnicas pedagógicas: trabalho de grupo, debate, resolução de problemas, simulação e jogos pedagógicos. As questões foram abordadas com base nas situações concretas da prática docente, e foram tratadas com maior profundidade as mais pertinentes no quadro da vida do agrupamento TEIP, nomeadamente as que estão estritamente ligadas à organização do ambiente escolar, e à vivência no quotidiano. Estas sessões visaram a abordagem conceptual, em simultâneo com a procura do envolvimento motivacional dos professores na gestão do apoio tutorial especifico no seu ambiente escolar.

Bibliografia

CASTANYER, O. (2002).A Assertividade – expressão de uma auto-estima saudável.Coimbra: Tenacitas. CUNHA, P. (2001). Conflito e Negociação. Porto: Edições ASA Deutsch, M. (1949). A theory of cooperation and competition. Human Relations, 2, 129-152. Deutsch, M. (1962). Cooperation and trust: Some theoretical notes. In M. R. Jones (Ed.),Johnson, D. W. (1970). Social psychology of education. New York: Holt, Rinehart, & Winston. ESTRELA, M. T. (2002) Relação Pedagógica, Disciplina e Indisciplina na Sala de Aula. Porto: Porto Editora. FACHADA, M. O. (2006). Psicologia das Relações Interpessoais.Lisboa: Rumo. GOTMAN, J. & DECLAIRE, J. (1999). A Inteligência Emocional na Educação. Cascais: Editora Pergaminho.


193

JOGAR COM IDEIAS NO ROBÓTICA XL
Professores do 3º Ciclo e Secundário - 530 - Educação Tecnológica 540 - Electrotecnia 550 - Informática

Oficina

 

15.0 horas

 

Presencial

 

Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;

ESCOLA SECUNDÁRIA FRANCISCO LOPES

A Robótica está cada vez mais na ordem do dia, tendo esta área um enorme potencial de empregabilidade num futuro próximo. Há imensas atividades criativas e motivadoras para os mais jovens, como tal, os professores devem estar atentos e preparados para estes desafios. Verificando-se que muitos ...
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Ref. 162T1 Inscrições abertas até 31-12-2021

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-113102/21

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 15.0 horas

Início: 05-01-2022

Fim: 02-02-2022

Regime: Presencial

Local: ESCOLA SECUNDÁRIA FRANCISCO LOPES

Formador

Álvaro Ludgero Lopes Sebastião

Destinatários

Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;.Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação Ria Formosa

Razões

A Robótica está cada vez mais na ordem do dia, tendo esta área um enorme potencial de empregabilidade num futuro próximo. Há imensas atividades criativas e motivadoras para os mais jovens, como tal, os professores devem estar atentos e preparados para estes desafios. Verificando-se que muitos professores ainda continuam a sentir lacunas na aplicação das Tecnologias, Eletrónica, Robótica, Domótica e no sentido de melhorar as suas competências essenciais na educação dos alunos, pretende-se com esta oficina de formação, estimular os vários docentes a empenharem-se no desenvolvimento de novas experiências e em aprendizagens potencializadoras e relevantes. Os professores formandos, vão aprender a usar ferramentas de programação no Tinkercad Circuitos, onde se pode criar códigos, simular componentes e carregar posteriormente os códigos num produto final. Os participantes terão a oportunidade de criar uma parte mecânica em 3D, uma placa eletrónica e programar um robô móvel autónomo. Podem ainda desenvolver outras atividades relevantes na área.

Objetivos

Aprofundar conhecimentos básicos de eletrónica; • Adquirir/aperfeiçoar o conhecimento básico de robótica móvel e autónoma; • Fazer/aplicar técnicas de soldadura de componentes eletrónicos; • Aprender a usar ferramentas de processamento de imagem com recurso a câmaras e visão por computador • Adquirir/aperfeiçoar o conhecimento de novas plataformas robóticas; • Aprender a programar robôs com recurso a ferramentas gráficas (mBlock editor do Scratch 2.0); • Adquirir conhecimentos dos principais desafios científicos na área da robótica; • Aquisição de equipamento robótico didático para as suas aulas.

Conteúdos

Circuitos Elétricos/ Eletrónicos; O que é a Eletricidade; Grandezas Elétricas; Simbologia; Leis Fundamentais; Efeitos da Eletricidade; Eletrónica; Simbologia; Componentes Eletrónicos Básicos; Introdução às linguagens de programação C++”; Construção de robôs; Testes de programação com “MBlock e Tinkercad Circuitos”; Programação em Arduíno; Programação microcontrolador ESP8266 WiFi; Desenvolvimento de um robot autónomo; Construção de uma Impressora 3D caseira; Construção de PLC Arduíno; Impressão em 3D;

Metodologias

O formador apresenta os conteúdos, fornece os materiais de apoio e exemplos de aplicação dos conceitos na prática pedagógica. No final de cada sessão teórica de 3 horas os (as) formandos (as) deverão discutir os temas e exemplos em debate, assim como a elaboração/construção dos possíveis materiais ou maquetes sobre o tema analisado. Por exemplo: organizar unidades de trabalho, elaborar critérios de avaliação ou listas de atividades. Esses materiais poderão ter suporte digital. São 15 horas de trabalho presenciais sob a orientação do formador e 15 horas de trabalho autónomo com os alunos. Sessão nº 1 – Apresentação aos alunos do projeto de formação “Cube de Robótica XL”, como envolver as aulas. Sessão nº 2 – Testes em aula de circuitos elétricos/eletrónicos. Sessão nº 3 – Desenvolvimento em aula de projetos e maquetes diversos com recurso aos microcontroladores Arduíno. Sessão nº 4 – implementação em aula da impressão 3D. Sessão nº 5 – Avaliação dos projetos desenvolvidos na aula e apresentar na comunidade educativa.

Avaliação

Avaliação quantitativa dos formandos, na escala de 1 a 10 valores, segundo decisões da Comissão Pedagógica e deve também ser rigorosamente observado o estipulado nos n.ºs 1 a 4 e 7 a 9 do artigo 4.º do Despacho n.º 4595/2015 do Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar, publicado no Diário da República, 2.ª Série, N.º 87, de 6 de Maio.

Bibliografia

https://www.tinkercad.com/ http://www.picaxe.com/ http://ultimaker.utopica3d.com/software/cura https://www.raspberrypi.org/ https://www.arduinoportugal.pt/ http://www.20.eleya.com https://www.electrofun.pt/comunicacao/modulo-wifi-esp8266


208

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOCENTE - OBSERVAÇÃO DE AULAS
Para docentes que nunca participaram em formação sobre ADD

ACD

 

3.0 horas

 

Presencial

 

Educadores de Infância; Professores de todos os grupos de recrutamento;

ZOOM


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Ref. 168T1 Inscrições abertas até 02-01-2022

Registo de acreditação: 168

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 05-01-2022

Fim: 05-01-2022

Regime: Presencial

Local: ZOOM

Formador

Humberto Cecílio Pereira Viegas

Maria Eugénia Coelho Baptista de Jesus

Destinatários

Educadores de Infância; Professores de todos os grupos de recrutamento;

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância; Professores de todos os grupos de recrutamento;.Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância; Professores de todos os grupos de recrutamento; .

Acreditado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação Ria Formosa

Objetivos

Pretende-se promover competências relacionadas com a observação de aulas, e a avaliação docente, de modo a que o processo de ADD seja mais claro, transparente, coerente e útil na melhoria das práticas. Estas competências facilitarão o processo de ADD, não só para o avaliado como também para o avaliador, permitindo a ambos o desempenho do seu papel de forma ética, justa e coerente.


185

PARA UMA FUNDAMENTAÇÃO E MELHORIA DAS PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO PEDAGÓGICA: PROJETOS DE INTERVENÇÃO NOS DOMÍNIOS DO ENSINO E DA AVALIAÇÃO
Exclusiva para professores do Agrupamento do Montenegro

Oficina

 

50.0 horas

 

b-learning

 

Educadores de Infância; Professores de todos os grupos de recrutamento;

Faro

A avaliação pedagógica tem assumido uma centralidade inegável nas políticas educativas e curriculares, com efeitos concretos nas práticas de ensino e aprendizagem, designadamente na promoção do “sucesso escolar”. A publicação do Decreto-Lei nº 55/2018, de 6 de julho, consagra mudanças significativas ao ...
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Ref. 73T2 Inscrições abertas até 29-12-2021

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-106890/19

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas

Início: 06-01-2022

Fim: 17-03-2022

Regime: b-learning

Local: Faro

Formador

Mafalda Cristina Gomes Sousa Guerreiro

Destinatários

Educadores de Infância; Professores de todos os grupos de recrutamento;

Releva

Para os efeitos previstos no nº 1 do artigo 8º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para os efeitos previstos no artigo 9º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação Ria Formosa

Razões

A avaliação pedagógica tem assumido uma centralidade inegável nas políticas educativas e curriculares, com efeitos concretos nas práticas de ensino e aprendizagem, designadamente na promoção do “sucesso escolar”. A publicação do Decreto-Lei nº 55/2018, de 6 de julho, consagra mudanças significativas ao nível do currículo, assumindo um dos seus princípios orientadores: a “afirmação da avaliação das aprendizagens como parte integrante da gestão do currículo enquanto instrumento ao serviço do ensino e das aprendizagens”. Refere ainda o caráter formativo da avaliação pedagógica como um dos pilares da melhoria da qualidade do ensino e da aprendizagem. Importa, pois, que os professores consolidem estas mudanças de modo contextualizado e que aprofundem competências e conhecimentos inerentes ao processo de avaliação das aprendizagens, nomeadamente, através de desenvolvimento de projetos pedagógicos e didáticos em torno de práticas de avaliação formativa, feedback e participação, critérios de avaliação e processos de recolha de informação. Deste modo, visa-se capacitar e apoiar os docentes para a construção dos recursos inovadores necessários e ajustados aos seus contextos educativos específicos, promovendo-se ainda a implementação e análise dos mesmos, tendo em vista o seu aperfeiçoamento ou reformulação.

Objetivos

- Contribuir para o desenvolvimento de competências e conhecimentos no domínio da avaliação, em geral, e da avaliação pedagógica, em particular, congruentes com o real conteúdo das orientações constantes nos documentos legais; - Promover práticas de trabalho colaborativo e cooperativo na construção e desenvolvimento de projetos de avaliação pedagógica em contexto de sala de aula; - Elaborar recursos educativos de suporte ao desenvolvimento dos projetos de avaliação pedagógica; - Permitir a troca de materiais e experiências, o esclarecimento de dúvidas e a geração de ideias e projetos de natureza pedagógica e didática; - Incrementar práticas de formação de natureza investigativa que confiram competências aos professores para lidar com a mudança e a inovação no âmbito da avaliação pedagógica.

Conteúdos

1. Enquadramento curricular: documentos de referência 2. Natureza e Fundamentos da Avaliação 3. Avaliação formativa e avaliação sumativa 4. Feedback: natureza, distribuição e utilização por alunos e professores 5.Aprendizagens Essenciais, Critérios de avaliação, Descritores de Níveis de Desempenho e de Standards 6. Processos de recolha de informação 7. Apresentação, discussão e avaliação dos projetos e materiais desenvolvidos no âmbito da oficina

Metodologias

sessões presenciais Neste âmbito, os formandos desenvolverão trabalho colaborativo e cooperativo, com o devido enquadramento teórico, em torno da construção de projetos e de materiais para a respetiva implementação em contexto real de aprendizagem, assim como a reflexão crítica, a par e passo, sobre os resultados obtidos e as mudanças que deverão ser adotadas.

Avaliação

De acordo com o RJFCP – Decreto-Lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro - e nos termos dos nºs 5 e 6, do artigo 4.º do Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio, valorizando-se uma lógica formativa e de acompanhamento. Assim, a avaliação dos formandos terá incidência: (1) Na participação e no trabalho contínuo realizado ao longo das sessões presenciais; (2) Na componente de trabalho individual, tendo em conta a qualidade dos projetos e materiais produzidos e apresentados em plenário.

Bibliografia

Brookhardt, S. (2013). How to create rubrics for formative assessment and grading. ASCD: Alexandria, Virginia Brookhardt, S. (2008). How to give effective feedback to your students. ASCD: Alexandria, Virginia. Fernandes, D. (2011). Articulação da aprendizagem, da avaliação e do ensino: Questões teóricas, práticas e metodológicas J. M. DeKetele & M. P. Alves (Orgs.), Do currículo à avaliação, da avaliação ao currículo, pp. 131-142. Porto: Porto Editora. [http://repositorio.ul.pt/handle/10451/6988] Fernandes, D. (2004). Avaliação das aprendizagens: Uma agenda, muitos desafios. Cacém: Texto Editores. [http://repositorio.ul.pt/handle/10451/5509]

Observações

Prioridade - Agrupamento de Escolas Francisco Fernandes Lopes, Olhão


200

O DESENVOLVIMENTO DO CURRÍCULO ATRAVÉS DE PROJETOS ETWINNING
EXCLUSIVA A DOCENTES DO AGRUPAMENTO TOMÁS CABREIRA

ACD

 

3.0 horas

 

Presencial

 

Educadores de Infância; Professores de todos os grupos de recrutamento;

AGRUPAMENTO TOMÁS CABREIRA

A ação de curta duração tem como objetivo contribuir para que os professores do Agrupamento Tomás Cabreira participem com os seus alunos em projetos eTwinning, no âmbito do desenvolvimento das aprendizagens essenciais da sua disciplina. Assim como, fomentar o trabalho em rede entre si e com alunos e ...
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Ref. 154t1 Inscrições abertas até 03-01-2022

Registo de acreditação: 154

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 12-01-2022

Fim: 12-01-2022

Regime: Presencial

Local: AGRUPAMENTO TOMÁS CABREIRA

Formador

Sandrina Isabel Rodrigues Coelho

Destinatários

Educadores de Infância; Professores de todos os grupos de recrutamento;

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância; Professores de todos os grupos de recrutamento;.Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância; Professores de todos os grupos de recrutamento; .

Acreditado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação Ria Formosa/Agrupamento Tomás Cabreira

Razões

A ação de curta duração tem como objetivo contribuir para que os professores do Agrupamento Tomás Cabreira participem com os seus alunos em projetos eTwinning, no âmbito do desenvolvimento das aprendizagens essenciais da sua disciplina. Assim como, fomentar o trabalho em rede entre si e com alunos e professores de escolas da União Europeia. Pretende, também, facilitar o trabalho colaborativo promovendo a partilha regular de práticas e a utilização do digital no agrupamento. Esta ação procura explorar as potencialidades da plataforma eTwinning, nomeadamente, os kits de projeto e o eTwinning live - pessoas, projetos, fóruns de parceiros, eventos... Trabalho autónomo dos formandos: registo na plataforma eTwinning. Seleção de um projeto significativo para o desenvolvimento do currículo da sua disciplina. A ACD prevê sessões periódicas (de três em três semanas) de acompanhamento dos professores no âmbito do desenvolvimento de projetos eTwinning, nomeadamente para debater ideias, esclarecer dúvidas e partilhar práticas/saberes.

Conteúdos

Abordagem ao portal eTwinning. Exploração da plataforma eTwinning live. Partilha de projetos eTwinning desenvolvidos com alunos de 3.º e 4.º anos que enriqueceram o desenvolvimento do currículo. Apresentação de projetos em que os professores poderão participar. Exploração do Twinspace. Esclarecimento de dúvidas. Discussão e debate de ideias.


178

EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: TRANSIÇÕES DO PRÉ-ESCOLAR AO 1º CICLO
Educadores de Infância; Professores do 1º Ciclo;

Curso

 

25.0 horas

 

b-learning

 

Educadores de Infância; Professores do 1º Ciclo;

ZOOM

As crianças desenvolvem inúmeros conceitos matemáticos, pelo menos de forma intuitiva, mesmo antes do seu ingresso na escola. Muitas crianças na idade pré-escolar possuem um substancial conhecimento informal da Matemática. No Ensino Básico, as aprendizagens realizadas pelas crianças, em termos do que ...
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Ref. 150T1 Inscrições abertas até 31-12-2021

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-112624/21

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 13-01-2022

Fim: 07-04-2022

Regime: b-learning

Local: ZOOM

Formador

Ana Maria Campos Mendes

Nadia Diogo Ferreira

Destinatários

Educadores de Infância; Professores do 1º Ciclo;

Releva

Para os efeitos previstos no nº 1 do artigo 8º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira dos grupos 100, 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos 100, 110.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação Ria Formosa

Razões

As crianças desenvolvem inúmeros conceitos matemáticos, pelo menos de forma intuitiva, mesmo antes do seu ingresso na escola. Muitas crianças na idade pré-escolar possuem um substancial conhecimento informal da Matemática. No Ensino Básico, as aprendizagens realizadas pelas crianças, em termos do que aprendem e como aprendem, têm uma importância determinante no desenvolvimento das capacidades matemáticas fundamentais para o resto da escolaridade e para a vida futura. O Jardim de Infância e posteriormente a escola, devem incentivar a organização de contextos ricos e diferenciados, tendo em conta a diversidade cultural das suas crianças, disponibilizando materiais e espaços físicos adequados. Nesse sentido, o docente deverá promover situações que permitam a cada criança resolver problemas do seu quotidiano construindo, jogando, manipulando materiais, expressando ideias, dialogando e interagindo com os seus pares e os adultos, através de ideias (matemáticas ou não) e da aquisição de conceitos que lhe assegurem uma progressão confiante na aprendizagem matemática. A Matemática na Educação Pré-escolar e nos primeiros anos do 1º Ciclo, não surge isoladamente como um conteúdo a ensinar às crianças, surge na interação do quotidiano, na relação com materiais e, na procura de registos informais de comunicação e expressão. Assim, este curso pretende, promover a análise e reflexão, sobre as práticas educativas dos educadores de infância e professores dos do 1º Ciclo, valorizando o desenvolvimento das suas práticas profissionais interligando-as, num equilíbrio entre as mudanças que terão de ser introduzidas e na estruturação de estratégias que se consideram facilitadoras da transição e da continuidade entre estes dois níveis.

Objetivos

Aprofundar o conhecimento matemático, didático e curricular para o processo de ensino-aprendizagem na Educação pré-escolar e no 1.º ciclo do ensino básico. • Selecionar/construir/adaptar materiais a usar em contexto de Jardim de Infância e no 1º ciclo tendo subjacentes as ideias transversais e estruturantes potenciando as transições e continuidades. • Valorizar a análise das realizações e produções dos crianças, de forma colaborativa e sistemática. • Partilhar e favorecer a realização de experiências de desenvolvimento curricular em Matemática, promovendo a reflexão entre Educadores de Infância e professores do 1ºceb • Refletir de forma sistemática sobre as práticas de ensino e aprendizagem e sobre as potencialidades do trabalho colaborativo enquanto prática profissional dos professores

Conteúdos

Transições: continuidades e descontinuidades, sendo este o tema norteador e aglutinador no horizonte deste curso. • Ambientes Educativos e suas Conexões: elemento estruturante da atividade pedagógica. • Planeamento e Avaliação em Educação Matemática, como atos interdependentes e que são revisitados ao longo da exploração dos diferentes temas. • Desenvolvimento do sentido do Número e as conexões com os restantes temas, da Visualização e as suas conexões e do sentido de Medida e as suas conexões.

Metodologias

As sessões são teórico-práticas estando organizadas do seguinte modo: • Uma primeira parte teórica (em diálogo constante com os formandos) de exposição de conceitos e exemplos de boas práticas tendo sempre presente a articulação entre o Pré-Escolar e o 1ºCiclo. • A segunda parte será constituída por uma componente prática de elaboração de planificações, atividades, recursos e/ou sínteses reflexivas de aplicação sobre as práticas pedagógicas. As sessões assincronas são dedicadas à realização de leituras, reflexões e execução de tarefas orientadas de aplicação dos conteúdos

Avaliação

Os formandos serão avaliados de acordo com as cartas circulares 3/2007 e 1/2008 do CCPFC, numa escala de 1-10, em que serão considerados: a qualidade da participação e as atividades pedagógicas e as reflexões individuais de natureza pedagógica, realizadas em cada sessão com base na temática apresentada e discussão subsequente e a qualidade do trabalho final e sua apresentação.

Bibliografia

Alves, G. S. e Sampaio, F. F. (2010). O modelo do desenvolvimento do pensamento geométrico de van Hiele e possíveis contribuições da geometria dinâmica. Revista de Sistemas de Informação da FSMA, 5, 69-76. Brocardo, J.; Serrazina, L.; Rocha, I. (2008). O Sentido Do Número: reflexões que entrecruzam teoria e prática. Escolar Editora. Lisboa e Porto, 2008. Aprendizagens Essenciais - Ensino Básico. As Aprendizagens Essenciais (AE) Serrazina, L. & Oliveira, I. (s/d). Trajetórias de aprendizagem e ensinar para a compreensão. (pp.43,59). http://www.apm.pt/files/127552_Texto_3_- Silva, I.L; Marques, Mata; Rosa (2016). Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar. Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação (DGE). Diretor-Geral da Educação Editorial do Ministério da Educação e Ciência.


194

UTILIZAÇÃO DA GOOGLE DRIVE E DA GOOGLE CLASSROOM NO CONTEXTO DA FLEXIBILIDADE CURRICULAR

Curso

 

12.0 horas

 

Presencial

 

Educadores de Infância; Professores de todos os grupos de recrutamento;

Local a definir

Para fazer face aos novos desafios que a sociedade enfrenta o Decreto-lei nº 55/2018 conferiu autonomia às escolas de modo a garantir que todos os alunos adquiram os conhecimentos e desenvolvam capacidade e atitudes que contribuam para alcançar as competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da ...
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Ref. 164T1 Inscrições abertas até 10-01-2022

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-107609/20

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 12.0 horas

Início: 24-01-2022

Fim: 07-03-2022

Regime: Presencial

Local: None

Formador

Carla Carmo Correia Limpo de Assis

Destinatários

Educadores de Infância; Professores de todos os grupos de recrutamento;

Releva

Para os efeitos previstos no nº 1 do artigo 8º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância; Professores de todos os grupos de recrutamento;.Para efeitos de aplicação do artigo 9º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância; Professores de todos os grupos de recrutamento; .

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação Ria Formosa

Razões

Para fazer face aos novos desafios que a sociedade enfrenta o Decreto-lei nº 55/2018 conferiu autonomia às escolas de modo a garantir que todos os alunos adquiram os conhecimentos e desenvolvam capacidade e atitudes que contribuam para alcançar as competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. A realização de aprendizagens significativas e o desenvolvimento de competências mais complexas pressupõem a capacidade de trabalhar colaborativamente (alunos, professores e professores com alunos). É por isso necessário proporcionar aos docentes a formação necessária para a optimização das tarefas de de caráter profissional e organizacional que, a todo o momento, são chamados a executar. A valorização do trabalho colaborativo e interdisciplinar, o desenvolvimento de ações estratégicas de ensino orientadas para o perfil dos alunos e o acompanhamento do progresso dos alunos na sua realização pode ser operacionalizada recorrendo aos serviços digitais disponibilizados pela Google Drive ou pela Google Classroom . Em síntese, o propósito da ação é dotar os docentes de capacidades para executar tarefas e, ao mesmo tempo, dar-lhes um sentido pedagógico contextualizado.

Objetivos

Saber utilizar os serviços Google como um recurso digital passível de apoiar atividades de aprendizagem ativa ● Saber utilizar os serviços Google em contexto de organização e gestão escolar; ● Contribuir para criar dinâmicas de trabalho colaborativo na escola ● Transferir ficheiros volumosos.

Conteúdos

● Potencialidades do trabalho colaborativo na Drive ● Criação de um ficheiro Doc, partilha e realização de trabalho colaborativo (planificações, atas, planos de atividades, etc.). ● Recomendações para a gestão e identificação de documentos digitais ● Google Chrome (gestão de conta, sincronização, passwords, incognito window) ● Google Sheet (grelhas de avaliação, cronogramas, listas de alunos e fotos) ● Formulários (aplicação formulário e visualização das respostas) ● Google photos (fotos da turma, álbuns, livros de fotos) ● Organização da conta de correio electrónico (etiquetas e filtros, contactos, anexos, etc.) ● A Drive e o Plano Anual de actividades no Agrupamento de Escolas João de Deus ● Os Slides como ferramenta para construir colaborativamente um livro ● O Wetransfer ● Classroom ● Calendário, tarefas e eventos ● Google keep

Metodologias

As atividades e tarefas serão trabalhadas, após o enquadramento teórico, com um acentuado carácter aplicado. Tendo em conta a matéria da ação serão utilizados todos os recursos tecnológicos para fornecer as ferramentas pedagógicas adequadas para uma utilização educativa contextualizada na escola e na comunidade.

Avaliação

Os formandos/participantes serão avaliados pela participação/presença e pelo empenhamento nas atividades promovidas, de modo continuado, tendo como referência os objetivos da ação e através da realização de um trabalho individual e/ou de grupo sobre as temáticas relacionadas com os conteúdos da ação, abordados nas diversas sessões. Serão tomados em consideração os seguintes aspetos: ● Participação – 25% ○ Realização das Tarefas nas Sessões ● Aquisição de conhecimentos – 60% ○ Produção de Trabalhos e/ou Materiais ○ Aplicação em contexto escolar ● Reflexão crítica – 15%

Bibliografia

Google for Educators: The Best Features for Busy Teachers Edutopia: George Lucas Educational Foundation https://www.edutopia.org/google-for-educators Welcome to your first day of Classroom Google for education: Teacher Center, https://teachercenter.withgoogle.com/first-day-trainings/welcome-to-classroom


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