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Legislação

Legislação

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DIVULGAÇÃO

787

Zoom 2.0 – Encontro de Mediação Cultural I
Educadores de Infância; Professores de todos os grupos de recrutamento;

ACD

 

6.0 horas

 

Presencial

 

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Teatro da Figuras


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Ref. 630T1 Inscrições abertas até 17-04-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: 630

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 6.0 horas

Início: 22-04-2026

Fim: 22-04-2026

Regime: Presencial

Local: Teatro da Figuras

Formador

Sara Brighenti

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação Ria Formosa

Objetivos

Este encontro tem como objetivo promover a reflexão sobre a importância da mediação cultural no aprofundamento de práticas participativas e democráticas nas organizações culturais. Pretende, também, realçar o papel dos artistas e das instituições culturais na relação Cultura-Educação-Comunidade.

Conteúdos

1.º Painel - O QUE É A MEDIAÇÃO? ENTRE ENCONTRO E ESCUTA 10h15 | Keynote Speaker: Paulo Pires do Vale, Comissário do Plano Nacional das Artes 10h40 | Intervalo 11h00 | Mesa-redonda Jade Aura, Participante na “Adenda dos Jovens à Carta de Porto Santo” Elena Sanmartín, PERMEA Programa Experimental de Mediación y Educación Sara Brighenti, Subcomissária do Plano Nacional das Artes Susana Gomes da Silva, Diretora do Serviço Educativo do Centro de Arte Moderna - Gulbenkian MODERAÇÃO: Mirian Tavares, Professora catedrática da Universidade do Algarve 12h30 | ZOOM IN: Pitching 13h00 | Pausa para almoço 2.º Painel - MEDIAÇÃO CULTURAL COMO PRÁTICA EDUCATIVA 14h30 | ZOOM IN: Pitching 15h00 | Teaser do filme “Arte, Pedras, Liberdade” Keynote Speaker: Rui Telmo Gomes, Autor do livro "Pedras de Parar e da Urgência: Conversas Emergentes Sobre Público Jovem" 15h30 | Intervalo 15h45 | Mesa-redonda: Alfredo Gomes, professor do Ensino Secundário e vencedor do Global Teacher Prize 2025 Gabriel Antunes, Ator Helena Rodrigues, Fundadora da Companhia de Música Teatral, Professora e Investigadora Luísa Gonçalves, Coordenadora do projeto Público na Escola Manuel Rocha, Músico e Professor no Conservatório de Música de Coimbra Paula Cardoso, Fundadora da Rede Afrolink MODERAÇÃO: Carolina Santos, Co-Diretora Artística da Mákina de Cena


Observações

Local de realização: Teatro das Figuras

Dia 22 de abril, das 09h30 às 18h00


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788

Zoom 2.0 – Encontro de Mediação Cultural II
Educadores de Infância; Professores de todos os grupos de recrutamento;

ACD

 

6.0 horas

 

Presencial

 

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Teatro das Figuras


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Ref. 631T1 Inscrições abertas até 17-04-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: 631

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 6.0 horas

Início: 23-04-2026

Fim: 23-04-2026

Regime: Presencial

Local: Teatro das Figuras

Formador

Sara Brighenti

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação Ria Formosa

Objetivos

Este encontro tem como objetivo promover a reflexão sobre a importância da mediação cultural no aprofundamento de práticas participativas e democráticas nas organizações culturais. Pretende, também, realçar o papel dos artistas e das instituições culturais na relação Cultura-Educação- Comunidade.

Conteúdos

10h00 - 13h00 | OFICINAS “ZOOM OUT” 1) “Biblioteca Humana” com Laura DeWitte e Sofia Martins (Mediadoras Culturais) 2) “Não basta abrir uma janela” com Margarida Mestre (Artista) 3) “Mediação e Artes Colaborativas - A clarificação dos conceitos”, com Marta Silva (Produtora Cultural) 4) “Tarot dos Pássaros”, com Helena Rodrigues (Companhia de Música Teatral) 3.º painel - A MEDIAÇÃO CULTURAL COMO CONSTRUÇÃO DO COMUM 14h30 | Momento performativo 14h45 | ZOOM IN: Pitching 15h15 | Intervalo 15h30 | Mesa-redonda Afonso Branco e André Ivo, Projeto Miss Universo António Brito Guterres, Assistente Social/Estudos Urbanos Marta Silva, Diretora da Largo Residências Nelson Dias, Coordenador e fundador da Rede de Autarquias Participativas MODERAÇÃO: Lúcia Vicente, Atriz, contadora de histórias e escritora feminista 17h15 | Sessão de encerramento pelo Diretor do Teatro das Figuras, Gil Silva Atuação dos Miss Universo


Observações

Local de realização: Teatro das Figuras

Dia 23 de abril, das 09h30 às 18h00


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790

À CONVERSA COM ÁLVARO CURIA: NARRAR O TRAUMA, ESCREVER A DOR.

ACD

 

3.0 horas

 

Presencial

 

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Biblioteca Municipal de Faro entre as 16.30 e as 19.30

A partir do romance No Brasil não há leões (publicado a 3 de setembro de 2025), o autor propõe uma conversa sobre a narração do trauma como reconstrução identitária, no modo como o narrador adulto reorganiza a infância fragmentada para compreender quem se tornou, e no trabalho da linguagem como ...
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Ref. 632T1 Inscrições abertas até 04-05-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: 632

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 06-05-2026

Fim: 06-05-2026

Regime: Presencial

Local: Biblioteca Municipal de Faro entre as 16.30 e as 19.30

Formador

Paulo Roberto Nóbrega Serra

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação Ria Formosa

Enquadramento

A partir do romance No Brasil não há leões (publicado a 3 de setembro de 2025), o autor propõe uma conversa sobre a narração do trauma como reconstrução identitária, no modo como o narrador adulto reorganiza a infância fragmentada para compreender quem se tornou, e no trabalho da linguagem como enfrentamento - nomear o abuso e a violência para retirar-lhes o poder do silêncio. Álvaro Curia focar-se-á ainda no bullying enquanto violência estrutural na infância e adolescência, na perspetiva da criança traumatizada: lapsos, repetições e distorções como marcas formais da memória ferida, no luto e na libertação: quando a perda desagrega a família e expõe fragilidades já existentes, no abandono como trauma fundador: o impacto da ausência de figuras de proteção no desenvolvimento emocional, na ética da escrita sobre a dor: entre denúncia, exposição e responsabilidade literária, e no papel da escola (e também dos professores e outros agentes educativos) perante o sofrimento invisível: reconhecer sinais de bullying, criar espaços de escuta e promover uma cultura de cuidado. O escritor abordará ainda outros tópicos normalmente discutidos nas sessões que realiza em escolas, com enfoque no processo de escrita e da leitura e literatura no mundo das redes sociais, considerando a mudança do suporte: da página ao ecrã, a transição da leitura linear para a leitura fragmentada, o impacto dos formatos breves (posts, reels, threads) na receção literária. Em suma, procurar-se-á responder à questão: A literatura perde profundidade ou ganha novos leitores? O autor, e par do Literacidades, analisará o Bookstagram e a criação de comunidades de leitura, o papel do Instagram e do Goodreads na promoção de livros, e os fenómenos editoriais impulsionados pelas redes. A autoridade crítica desloca-se dos suplementos culturais para os criadores de conteúdo? O algoritmo favorece determinados géneros (romance, fantasia, young adult)? Por fim, o autor fala do papel dos escritores enquanto criadores de conteúdo, da exigência de presença digital para autores contemporâneos, da tensão entre criação literária e autopromoção, e do impacto na construção da imagem pública do escritor.

Objetivos

A partir do romance No Brasil não há leões, o escritor propõe dialogar com professores, educadores e público-geral sobre: - A narração do trauma como reconstrução identitária. - A linguagem como enfrentamento: nomear o abuso e a violência para retirar-lhes o poder do silêncio. - O bullying enquanto violência estrutural na infância e adolescência. - O papel da escola perante o sofrimento invisível: reconhecer sinais de bullying, criar espaços de escuta e promover uma cultura de cuidado.

Conteúdos

A narração do trauma como reconstrução identitária: como o narrador adulto reorganiza a infância fragmentada para compreender quem se tornou. A linguagem como enfrentamento: nomear o abuso e a violência para retirar-lhes o poder do silêncio. O bullying enquanto violência estrutural na infância e adolescência. A perspetiva da criança traumatizada: lapsos, repetições e distorções como marcas formais da memória ferida. Luto e libertação: quando a perda desagrega a família e expõe fragilidades já existentes. O abandono como trauma fundador: o impacto da ausência de figuras de proteção no desenvolvimento emocional. A ética da escrita sobre a dor: entre denúncia, exposição e responsabilidade literária. O papel da escola perante o sofrimento invisível: reconhecer sinais de bullying, criar espaços de escuta e promover uma cultura de cuidado.


Observações

Sobre o autor - Filho de mãe brasileira e pai português, diz-se de nacionalidade atlântica com coração portuense. Autor, jornalista, professor na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Doutorou-se em História, frequenta o mestrado em Português Língua Estrangeira, com forte componente opcional de estudos literários. Como jornalista, trabalhou na RTP, no JN e na Greenpeace, em Amesterdão. Cofundou, em 2019, o Literacidades, perfil dedicado à promoção de hábitos de leitura e divulgação literária. Tem publicado vários textos literários em manuais de escrita, crónicas, artigos de opinião e de índole científica. Publicou, na Manuscrito, em fevereiro de 2024, o romance Filhos da Chuva.


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717

O UKULELE, DA WORD MUSIC AO POP ROCK - UM INSTRUMENTO MUSICAL PROMOTOR DE INCLUSÃO
Professores do grupo 250, 610 e do Ensino Especializado da Música (M)

Curso

 

25.0 horas

 

Presencial

 

Professores do grupo 250, 610 e do Ensino Especializado da Música (M)

Escola E.B. 2/3 Dr. Neves Júnior - Sala EV1 do Bloco 1 - Faro

A Escola desempenha um papel fulcral nos processos de reconhecimento e inclusão da diversidade cultural, linguística, étnica e religiosa que compõem atualmente a nossa sociedade. A Educação Musical consiste numa disciplina privilegiada, para, através da prática de música de conjunto, promover a inclusão ...
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Ref. 560T1 Inscrições abertas até 30-04-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-136271/25

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 08-05-2026

Fim: 23-05-2026

Regime: Presencial

Local: Escola E.B. 2/3 Dr. Neves Júnior - Sala EV1 do Bloco 1 - Faro

Formador

Carla Alexandra Gonçalves de Campos Nunes

Destinatários

Professores do grupo 250, 610 e do Ensino Especializado da Música (M)

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo 250, 610 e do Ensino Especializado da Música (M). Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo 250, 610 e do Ensino Especializado da Música (M).

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

A Escola desempenha um papel fulcral nos processos de reconhecimento e inclusão da diversidade cultural, linguística, étnica e religiosa que compõem atualmente a nossa sociedade. A Educação Musical consiste numa disciplina privilegiada, para, através da prática de música de conjunto, promover a inclusão social de crianças e jovens provenientes de contextos mais vulneráveis, particularmente dos descendentes de migrantes e de crianças e jovens ciganos/as. A integração e o sucesso educativo de todas as crianças e jovens, da educação pré-escolar ao ensino secundário, bem como o respeito pelas diferenças e o estabelecimento de relações positivas de interação e aproximação entre alunos/as e outros membros da comunidade educativa de diferentes culturas, encontram, na Educação Musical, um terreno fértil para a sua concretização. É neste contexto que o ukulele consiste num instrumento musical privilegiado para a inclusão. Este pequeno cordofone, desenvolvido no Havai a partir do cavaquinho levado por emigrantes madeirenses, no séc. XIX, é um instrumento disseminado por todo o mundo e que tem utilizado para unir comunidades. Associado à interpretação de repertório das Músicas do Mundo incentiva os alunos as conhecer os conceitos de identidade e pertença, culturas, pluralismo e diversidade cultural. Quando associado ao repertório Pop-Rock (que frequentemente une os alunos em torno de preferências musicais comuns), fomenta o sentido de pertença na diversidade, atrás dos afetos. Desse modo, as canções cantadas e acompanhadas no ukulele contribuem para a construção de uma identidade coletiva baseada no pluralismo cultural.

Objetivos

• Desenvolver modelos alternativos de educação musical e práticas artísticas diversificadas e inovadoras; • Valorizar o papel da Educação Artística como forte potenciador do desenvolvimento pleno do sujeito, nas suas relações com os outros, relacionando a música com as outras áreas do saber. • Desenvolver um conjunto de referentes, através de atividades especificas, que promovam uma pedagogia ativa centrada na criação, na experiência e na exploração do mundo envolvente, bem como na interpretação musical, privilegiando a voz, o corpo e os instrumentos musicais • Desenvolver metodologias e estratégias de ensino específicas e inovadoras na área da Música recorrendo a meios, materiais, dispositivos e instrumentos, com diversidade sonora/musical e expressiva. • Conhecer o funcionamento do ukulele (afinar, selecionar e colocar cordas); • Conhecer e aplicar técnicas elementares, acordes e respetivas inversões; • Interpretar e harmonizar canções do repertório tradicional português, da World Music e do Pop Rock; Refletir sobre a criação de projetos artístico-musicais em contexto escolar a partir da prática musical do ukulele.

Conteúdos

Representação e contextualização (2 h) • Música para todos e a transversalidade do currículo; • O papel da Música na promoção da igualdade, da não discriminação e do reforço da coesão social • A interculturalidade no grupo infantil. Trabalhar as diferenças e reconhecer o seu potencial de enriquecimento mútuo. • A Música e a promoção do sentido de pertença na diversidade, através dos afetos. • A multiplicidade da Música (géneros/estilos), a sua relevância e transversalidade com outras áreas do saber. Contextos Musicais - Música, sociedade, cultura e história (2h) • Reflexão sobre os contextos educativos • Audição e análise de peças musicais, nacionais e internacionais, com formas, estilos, géneros e tecnologias diferenciadas; • Repertório musical e contexto sociocultural: escolha de peças musicais, nacionais e internacionais, para escuta orientada A voz (4 h) • A voz como instrumento: importância e cuidados (relaxamento, respiração e vocalizos) • Metodologias e técnicas de ensino de canções: pedagogia musical ativa; • Técnicas de execução e de interpretação musical (voz falada e cantada) e música de conjunto; Interpretação – voz, corpo e instrumentos (8h) • Técnicas de interpretação e prática de musical de conjunto: vocal, corporal e instrumental. • O acompanhamento de canções com ukulele – técnicas e acordes. • Afinação, escolha e colocação de cordas (a corda G grave) • Leitura de escrita musical em tablaturas • Acordes principais e suas inversões • Ritmo, Harmonia e sincronicidade; • Técnicas de strumming, fingerstyle e fingerpicking • Acompanhamentos aplicados a repertório da World Music e do Pop-Rock • Músicas tradicionais tocadas com melodia, harmonia e ritmo. Recursos educativos (4 h) • Construção de recursos musicais educativos com repertório multicultural: música cigana, brasileira, ucraniana, indiana, de países africanos e orientais (consoante os contextos das escolas de proveniência dos formandos) • Propostas de Projetos artísticos e musicais nas escolas Reflexão e exposição de propostas de trabalho (4 h) • Apresentação de propostas de recursos educativos que reflitam os conteúdos abordados na ação. • Os conteúdos são expostos no decurso da apresentação com uma sequência de recursos, materiais, dispositivos e instrumentos para a prática educativa, bem como menção às aprendizagens essenciais que pretendem desenvolver e respetiva metodologia de aplicação, na sala de aula. • Neste enquadramento, a apresentação do conjunto dos recursos educativos é acompanhada pelos procedimentos necessários à sua produção, manuseamento a aplicação em contexto escolar. Reflexão conjunta sobre as propostas apresentadas (auto e hétero-avaliação)

Metodologias

O curso de formação, com um total de 25 horas presenciais, contará com sessões de carácter teórico-prático, com explicação didático-pedagógica de cada conteúdo, seguindo-se exercícios em pequeno e grande grupo. Ao longo da formação, pretende-se que cada formando construa o seu próprio corpus de recursos, aplicando-a ao seu contexto pessoal, da seguinte forma: • Partilha, pelos participantes, das suas experiências profissionais, discutindo-se os vários modelos de desenvolvimento curricular em Música (teórico-prática); • Abordagem do desenvolvimento musical na infância com partilha de recursos (teórico-prática); • Partilha das propostas de recursos musicais elaborados pelos formandos (prática); • Autoavaliação do formando - (prática); • Avaliação - com privilégio do diálogo como forma de consciencialização e de mudança do grupo/individuo (prática). • Atividades: Escolha e seleção de canções e cantos rítmicos de acordo com a faixa etária e o desenvolvimento musical dos alunos.

Avaliação

Na avaliação dos/as formandos/as será dado cumprimento às determinações legais, nomeadamente os nºs 1 a 4 e 7 a 9 do artigo 4º do Despacho nº 4595/2015 do Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar, publicado no Diário da República, 2ª Série, Nº 87, de 6 de maio, e ao Regulamento para acreditação e creditação de ações de formação contínua, de 9 de maio de 2016, do CCPFC. • Participação nas atividades e realização das tarefas propostas - 50% • Recursos musicais elaborados e respetivo guião de aplicação na prática letiva - 50% A avaliação é formalizada numa escala de 1 a 10 com a menção qualitativa de: • 1 a 4,9 valores – Insuficiente • 5 a 6,4 valores – Regular • 6,5 a 7,9 valores – Bom • 8 a 8,9 valores – Muito Bom 9 a 10 valores – Excelente

Bibliografia

Ciavatta, L. (2012) O Passo: música e educação. Rio de Janeiro: Edição do autor.Gordon, E. (2000). Teoria da Aprendizagem Musical: Competências, Conteúdos e Padrões. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.Naranjo, F. J. R. (2008). Percusión corporal en diferentes culturas. Música y Educación, 76, 46-96.Wuytack, J., e Palheiros, G. B. (2013/14/15). Pedagogia musical (Vol. 1, 2 e 3) . Porto: Associação Wuytack de Pedagogia Musical3c_educacao_musical.pdf (mec.pt) 2c_educacao_musical.pdf (mec.pt) https://cidadania.dge.mec.pt/sites/default/files/pdfs/mosaico-intercultural.pdf https://cidadania.dge.mec.pt/projectos-e-iniciativas/interculturalidade https://cidadania.dge.mec.pt/interculturalidade https://www.lenga.pt/ https://www.cantarmais.pt/pt/ https://www.ukulele-tabs.com/uke-songs/genre/world-music,205.html Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória | Direção-Geral da Educação (mec.pt)


Observações

08/05 - 3h- 17h00 às 20h00 (6ª feira) 09/05 - 5h- 9h30 às 12h00 e 14h00 às 16h30(sábado) 15/05 - 3h- 17h00 às 20h00 (6ª feira) 16/05 - 5h- 9h30 às 12h00 e 14h00 às 16h30(sábado) 22/05 - 3h- 17h00 às 20h00 (6ª feira) 23/05 - 6h- 09h00 às 12h00 e das 14h00 às 17h00 (sábado)

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 08-05-2026 (Sexta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial

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772

C-ACADEMY-CIBERSEGURANÇA: FORMAÇÃO E RECURSOS PARA PROFESSORES
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Curso

 

25.0 horas

 

e-learning

 

Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Online

Conhecimentos básicos em cibersegurança contribuem para um ambiente escolar mais seguro, onde tanto alunos quanto professores podem aprender e interagir mais preparados para as ameaças digitais. Os professores, como educadores de excelência, estão em posição privilegiada para garantir a segurança dos ...
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Ref. 619T1 Inscrições abertas até 04-05-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-137982/25

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 11-05-2026

Fim: 23-06-2026

Regime: e-learning

Local: Online

Formador

Silvio Alexandre Rosa da Ponte

Destinatários

Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

Conhecimentos básicos em cibersegurança contribuem para um ambiente escolar mais seguro, onde tanto alunos quanto professores podem aprender e interagir mais preparados para as ameaças digitais. Os professores, como educadores de excelência, estão em posição privilegiada para garantir a segurança dos alunos, e isso inclui a proteção contra riscos cibernéticos. Com o aumento de ataques como phishing e malware, evitar cair em armadilhas que comprometam a segurança da escola e dos alunos é essencial. Num mundo digital em constante evolução, à medida que a tecnologia avança, conhecimentos em cibersegurança tornam-se fundamentais.

Objetivos

Os objetivos gerais desta formação serão o domínio de conceitos, de cenários de utilização, e formas de transmissão dos mesmos, recorrendo a materiais didáticos apelativos, de forma adequada ao nível de conhecimento do público-alvo. No final deverá existir um maior conhecimento sobre cibersegurança em geral, bem como uma maior consciência do comportamento de cada um, da sua presença na Internet e do uso que dela faz. São essenciais a interiorização dos valores éticos corretos, da privacidade que é adequada e necessária, a vigilância permanente que se exige, para que se possa ter uma presença adequada nas redes sociais. Questões (aparentemente) triviais como criação e proteção de palavras-chave (passwords), privacidade no correio eletrónico, denúncia de ciberbullying, são exemplos de questões que passarão a ser certamente mais claras depois da frequência desta formação.

Conteúdos

Ciberespaço e Cultura de Cibersegurança (4 horas) - Conceitos Básicos de Cibersegurança - A utilização do Ciberespaço - Engenharia Social Ciber-higiene (6 horas) - Normas e procedimentos de utilização das tecnologias da informação - Políticas Seguras nas Escolas - Práticas Seguras nas Escolas Cibersegurança em Ambientes Colaborativos (2,5 horas) - Ambientes colaborativos - Partilhas, permissões, comunicação e colaboração em rede Ética na Cibersegurança (3,5 horas) - Boas práticas e cumprimento da lei - Partilha de conteúdos e copyright - Ciberbullying Dados Pessoalmente Identificáveis e Sensíveis (6 horas) - Tipos de dados - Ciclo de dados - Estratégias de pesquisa e gestão do conhecimento

Metodologias

A formação será ministrada à distância, em formato síncrono, para permitir a discussão, troca de ideias e dinâmicas de aprendizagem com o formador e entre pares. Após a apresentação dos conceitos serão sempre apresentadas ferramentas, questões tipo, cenários de estudo, que possam servir como exemplos de aplicabilidade concretos, estruturados de acordo com os níveis de público. A formação inclui um extenso e atualizado portfolio de ferramentas já disponíveis de variados autores, e ainda uma versão inicial de materiais a utilizar pelos professores e ainda de um jogo. Cada um deles é passível de ser completado de forma mais personalizada por cada professor, no sentido de o adaptar à envolvente sócio-cultural da sua escola, o que será objeto de avaliação final.

Avaliação

A avaliação dos formandos será baseada, de acordo com o Estatuto da Carreira Docente, numa escala de 1 a 10 valores, mediante o seu desempenho nas sessões conjuntas e na avaliação individual dos trabalhos produzidos. A avaliação final da ação será feita mediante o preenchimento de um inquérito pelos formandos, elaborado pelo Centro de Formação para a Avaliação Final da Ação e análise dos mesmos juntamente com alguns itens referidos no relatório do formador.

Bibliografia

​ Centro Internet Segura, Guia para uma Internet Segura, eBook_CIS_vF2.pdfEstudo sobre a Educação para a Cibersegurança no Ensino Básico e Secundário. CNCS, 2024 https://www.cncs.gov.pt/docs/estudo-ensino-bas-sec-obcibercncs.pdf​Mastering Cyber Hygiene: A Practical Guide for Individuals: A Practical Guide for Individuals. NOTION PRESS MEDIA PVT LTD, 2024. ISBN: 9798894156774​CNCS(2020), Relatório cibersegurança em Portugal: Ética & Direito, ​ https://www.cncs.gov.pt/docs/relatorio-eticadireito2020-observatoriociberseguranca-cncs.pdf​ ​Van Puyvelde, Damien, and Aaron F. Brantly. Cybersecurity: politics, governance and conflict in cyberspace. John Wiley & Sons, 2024.​ ​


Observações

11/05 , 12/05 , 25/05, 26/05 - 17h00 às 19h00 - 2 horas 01/06 , 02/06, 08/06 , 09/06 , 15/06 e 16/06 , 22/06 - 17h00 às 19h00 - 2 horas 23/06 - 17h00 às 20h00 - 3 horas

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 11-05-2026 (Segunda-feira) 17:00 - 19:00 2:00 Presencial

INSCREVER-ME

CENTRO DE FORMAÇÃO ASSOCIAÇÃO DE ESCOLAS DA RIA FORMOSA

CCPFC/ENT-AE- 1483/23

VALIDADE: 11.09.2026