OFICINA DE IMPROVISAÇÃO - IN TEMPORE turma T1
Apresentação
Todos os grandes compositores da música clássica faziam uso do improviso, compositores como Bach, Mozart, Beethoven e Liszt eram reconhecidos pelas suas obras de composição, mas também pelas suas habilidades únicas de improvisadores ao teclado. Ao longo dos anos o ensino da música clássica desenvolveu-se cada vez mais centrado na partitura, na leitura e na interpretação do que está escrito. Invariavelmente a improvisação foi passando para segundo plano. Pretende-se com esta oficina resgatar a prática da improvisação no contexto do ensino da música clássica, proporcionando aos professores ferramentas para desenvolverem atividades criativas com os seus alunos.
Destinatários
Professores dos Grupos 250 e 610
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 250 e 610. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 250 e 610.
Objetivos
Desenvolver ferramentas didáticas de criação espontânea; Fortalecer a compreensão harmónica; Promover a autonomia e a expressividade; Desenvolver a criatividade musical; Desenvolver a confiança na performance musical improvisada; Fomentar a comunicação musical em pequeno ou grande grupo.
Conteúdos
Conceitos de improvisação; Improvisação na música popular; Improvisação livre; Improvisação estruturada; Improvisação temática; Harmonia funcional e progressões harmónicas; Modos e escalas; Ritmo das frases; Melodia e motivo; Desenvolvimento motivos melódicos e rítmicos; Improvisação em grupo e interação;
Avaliação
Para além do cumprimento das determinações legais, a avaliação dos formandos será formalizada numa escala de 1 a 10 valores, de acordo com as cartas circulares 3/2007 e 1/2008 do CCPFC. A avaliação dos formandos tem como instrumento principal a observação direta, avaliando de forma qualitativa, enfatizando o processo de aprendizagem em tempo real. Participação 50% Realização e apresentação das atividades de trabalho autónomo 50% A aprovação no curso dependerá da obtenção de classificação igual ou superior a 5 valores e da frequência mínima de 2/3 do total de horas conjuntas da ação.
Bibliografia
Gordon, E. (2000). Teoria de Aprendizagem Musical Competências, conteúdos e padrões. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian Gainza, V. (1983). A improvisação musical. Buenos Aires: RICORDI. GAINZA, Violeta Hemsy de. A Improvisação musical como técnica pedagógica. Cadernos de Estudos: Educação Musical, São Paulo/Belo Horizonte, (v.1) (n.1), (Org. Carlos Kater) 22- 30, 1990 https://www.apem.org.pt/apoio-ao-professor/curriculo-e-programas/ https://halcrook.com/publications
Observações
01/10 08/10 15/10 22/10 29/10 02/11 09/11 16/11 23/11 30/11 (Duração: 2h30 p/sessão - 18h00 às 20h30)
Formador
Pedro Gil Lopes Alves
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 01-10-2026 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |